Correio B

CONCURSO EM MAIO

Concurso vai escolher outra estátua da Justiça

"O que queremos é um projeto inovador capaz de unir Justiça, Direito e a cultura e regionalidade tão marcante de Mato Grosso do Sul", afirma o desembargador Sérgio Martins, presidente do TJMS, sobre a escolha da proposta para um novo monumento

Continue lendo...

Quem passa na esquina da Rua da Paz com a 25 de Dezembro, no Jardim dos Estados, acostumou-se a ver, em frente ao Fórum de Campo Grande, a estátua de Têmis, divindade grega que simboliza a justiça, na versão criada pelo artista Cleir. Instalado em 2002 e submetido a alguns reparos, em decorrência da ação do tempo e também de vandalismo, o monumento será substituído a partir de um novo projeto escolhido por meio de um concurso que o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai lançar no próximo mês.

Os três primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro – R$ 30 mil para o primeiro lugar, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil para o terceiro – e a verba a ser destinada para a execução do projeto é de R$ 100 mil.

Mas, afinal, uma outra imagem da deusa da justiça será instalada onde atualmente está a obra de Cleir? Segundo o desembargador Sérgio Fernandes Martins, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), o que estará em disputa, na verdade, é a criatividade e artisticidade das propostas.

“Nós estamos em busca de um novo monumento, o que não quer dizer, necessariamente, uma segunda estátua da deusa da justiça. O que queremos é um projeto artístico inovador que seja capaz de unir Justiça, Direito e a cultura e regionalidade tão marcante do Mato Grosso do Sul”, afirma o desembargador.

“Objetivamente, as propostas devem vir acompanhadas de todas as informações necessárias para que sejam, realmente, executadas, como memorial descritivo, representação gráfica e indicação do material a ser utilizado, que deverá ser de baixa manutenção e alta resistência”, diz o presidente do TJMS.

“Já em uma esfera subjetiva, reforço o caráter artístico e sincrético da obra, capaz de reunir os conceitos de Justiça, cidadania, arte e cultura sul-mato-grossense”, frisa Martins.

CRITÉRIOS E COMISSÕES

As propostas serão avaliadas a partir dos seguintes critérios classificatórios: clareza na proposta, habilidade de originalidade, habilidade em relacionar a proposta com entorno imediato, habilidade em termos de formas e materiais para a execução e exequibilidade da obra.

Para cada critério, será atribuído de 1 a 20 pontos, julgados individualmente por cada membro da comissão avaliadora.

Após a avaliação individual, será realizada a soma dos pontos que deverão resultar na pontuação final do projeto, que pode ser de até 600 pontos.

“É obrigatório que o projeto selecionado obtenha, no mínimo, 70% da pontuação máxima, dada a importância simbólica e cultural do concurso”, destaca o desembargador.

“Estamos ainda trabalhando no termo de referência que conterá todas as regras do concurso. É um trabalho minucioso e que exige cautela para que consigamos o melhor resultado possível com o concurso, tanto para o Tribunal, como instituição, quanto para a sociedade, que ganhará um novo monumento público”, afirma Sérgio Fernandes Martins.

A ideia, a princípio, é que duas comissões fiquem responsáveis pela condução do concurso: a comissão organizadora, que deverá ser composta por três servidores do Tribunal de Justiça, a serem indicados pelo presidente da Casa, e a comissão avaliadora, que será composta por cinco pessoas, entre elas, juízes auxiliares da presidência do TJMS e os diretores das secretarias de Obras e de Comunicação, além de um artista de renome de Mato Grosso do Sul.

“Ainda não temos uma data definida para o lançamento, mas, no mais tardar, em maio já devemos estar com o concurso aberto”, estima o titular do Tribunal de Justiça. “O limite orçamentário para a execução do projeto, de até R$100 mil, deve ser detalhado em planilha com todos os custos envolvidos no momento da inscrição no concurso”, adianta Martins.

NADA DE CONCRETO

Uma série de questões relacionadas ao novo monumento ficará a critério dos artistas proponentes. Perfil ou estilo do trabalho a ser apresentado, os materiais que poderão ser empregados na confecção, técnicas, volumetria, filiações estéticas, etc. Tudo isso vai depender de quem se habilitar à empreitada artística.

“Tudo vai depender da criatividade dos artistas e dos projetos inscritos. O que podemos adiantar é que o material usado deverá ter alta durabilidade, considerando que o monumento será instalado ao ar livre. Nisso, já podemos excluir obras com concreto, materiais cimentícios, plásticos e gesso, por exemplo. Quanto às dimensões, por ser uma obra que ficará na fachada do edifício do Fórum da Capital, um prédio grande no centro da cidade, estipulamos algo em torno de quatro metros de altura e dois de largura”, diz o magistrado.

INSPIRAÇÃO

E quanto à expectativa do presidente em relação ao que a nova obra deverá despertar no público? “Inspiração”, afirma Sérgio Fernandes Martins.

“Acredito que uma das funções de obras artísticas é exatamente essa. Quem se depara com um monumento se sente compelido a olhá-lo, desvendá-lo e perceber o que ele causa em si mesmo. Esperamos, porém, que o monumento em frente ao Fórum inspire os cidadãos na busca pela Justiça, na confiança no Poder Judiciário”, diz o desembargador.

ASSINE O CORREIO DO ESTADO

Moda Correio B+ - Entre Costuras & CuLtura

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus?

No verão italiano, dificilmente encontramos pessoas usando tecidos sintéticos de baixa qualidade durante o dia. O linho, algodão, seda leve e viscose de boa procedência dominam as vitrines e os guarda-roupas.

26/07/2026 13h00

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus?

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus? Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Há alguns dias estou vivendo novamente o verão italiano. E, mesmo depois de tantos anos frequentando o país, uma cena continua chamando minha atenção: enquanto os termômetros ultrapassam os 35 graus, homens e mulheres caminham pelas ruas de cidades italianas com uma elegância que parece quase intuitiva.

Não se trata de um dom, muito menos de uma questão financeira, o segredo está nas escolhas.

Frequentemente associamos calor a roupas excessivamente informais ou ao desconforto de quem acredita que elegância exige sacrifício, os italianos mostram justamente o contrário: é possível vestir-se bem sem abrir mão do conforto.

A explicação começa pelo tecido. No verão italiano, dificilmente encontramos pessoas usando tecidos sintéticos de baixa qualidade durante o dia. O linho, algodão, seda leve e viscose de boa procedência dominam as vitrines e os guarda-roupas.

São materiais que permitem a circulação do ar, absorvem melhor a umidade e acompanham o movimento do corpo.

O curioso é que o linho, tão valorizado pelos italianos, ainda desperta certa resistência no Brasil por amarrotar com facilidade.

Como consultora de imagem acredito que uma das maiores lições seja aceitar que alguns tecidos carregam naturalmente as marcas da vida. Um linho levemente amarrotado transmite autenticidade. É muito mais elegante do que um tecido sintético impecavelmente esticado, mas que denuncia desconforto.

Outro detalhe quase imperceptível para quem visita a Itália é a predominância das cores suaves durante o verão.

Brancos, beges, areia, azul-claro, verde-sálvia, terracota suave e tons inspirados na própria paisagem mediterrânea aparecem constantemente.

Além de refletirem melhor o calor, essas cores conversam entre si. Isso significa que praticamente todas as peças do guarda-roupa podem ser combinadas. O resultado é uma imagem sofisticada sem esforço.

Enquanto muitas pessoas acreditam que precisam de dezenas de roupas para enfrentar uma estação, o italiano demonstra exatamente o oposto.

Existe uma lógica muito presente na cultura italiana: comprar menos e comprar melhor. Ao invés de um armário repleto de tendências passageiras, é comum encontrar poucas peças de excelente qualidade que funcionam em diferentes combinações.

Uma camisa de linho pode ser usada aberta sobre uma camiseta pela manhã, fechada para um almoço, dobrando as mangas para um passeio no fim da tarde ou combinada com um blazer leve para o jantar.

O mesmo vestido muda completamente com um cinto, uma bolsa ou uma sandália diferente.

Essa versatilidade é uma das maiores expressões da elegância contemporânea.

Outro aspecto importante é o caimento.

Roupas excessivamente justas aquecem mais, limitam os movimentos e frequentemente criam uma imagem de desconforto.

Os italianos preferem modelagens que acompanham o corpo sem apertá-lo. Vestidos fluidos, calças amplas em linho, camisas levemente soltas, bermudas de alfaiataria e peças com estrutura bem construída permitem que o ar circule naturalmente.

O importante é a roupa trabalhar a favor do corpo, e não contra ele. Na Itália, a elegância está muito ligada à naturalidade.

Vestir-se -se de maneira apropriada para cada ocasião é respeitar o próprio corpo, o clima e o contexto.

Há beleza em quem caminha confortavelmente por uma praça histórica, toma um café em uma cafeteria de bairro ou atravessa a cidade de bicicleta usando roupas simples, mas bem escolhidas.

O verdadeiro segredo da elegância italiana não está no guarda-roupa. Mas na consciência de que vestir-se bem não significa impressionar os outros, mas viver melhor dentro das próprias roupas.

E por fim 5 lições da elegância italiana para enfrentar o calor com estilo. 

1. Priorize tecidos naturais

Linho, algodão, seda e viscose de qualidade permitem que a pele respire, absorvem melhor a umidade e proporcionam conforto mesmo nos dias mais quentes. Antes de comprar uma peça, leia a etiqueta: a composição faz toda a diferença.

2. Aposte em uma cartela de cores coordenada

Branco, off-white, bege, areia, azul-claro, verde-oliva e tons terrosos claros combinam entre si e facilitam a criação de diversos looks com poucas peças, além de transmitirem frescor e sofisticação.

3. Escolha modelagens que favoreçam o movimento

Peças muito justas retêm calor e limitam a mobilidade. Prefira camisas de linho, vestidos fluidos, calças de pernas amplas e bermudas de alfaiataria com bom caimento. Elegância também é sentir-se confortável.

4. Monte um guarda-roupa inteligente, não um guarda-roupa cheio

Invista em peças versáteis que conversem entre si. Uma camisa de linho, uma calça de alfaiataria leve, um vestido atemporal e uma boa sandália podem render inúmeras combinações. Na moda italiana, qualidade supera quantidade.

5. Lembre-se: elegância é atitude, não sacrifício

A maior lição do verão italiano talvez seja esta: vestir-se bem não significa sofrer com o calor. Estar adequado ao clima, à ocasião e à sua personalidade transmite uma imagem muito mais refinada do que insistir em tendências ou peças desconfortáveis.

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Flávia Alessandra

"O Walcyr e a Claudia Souto escrevem personagens femininas muito potentes e muito humanas. Existe uma verdade ali".

26/07/2026 12h00

Entrevista exclusiva com a atriz Flávia Alessandra

Entrevista exclusiva com a atriz Flávia Alessandra Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Flávia Alessandra é mais do que uma atriz renomada; ela personifica talento, carisma e popularidade. Com uma trajetória profissional que se estende por mais de três décadas, a artista estabeleceu um legado sólido na indústria do entretenimento e do empreendedorismo. Com um extenso currículo, a atriz brilhou em mais de 20 novelas, 17 programas e minisséries, além de ter participado em 13 longas-metragens, incorporando inúmeras personagens memoráveis.

Além de sua destacada atuação nas telas, Flávia empreende com sucesso em diversas frentes. É protagonista de campanhas publicitárias para marcas de renome, como Mundial, Jorge Bischoff e TikTok. Em 2019, junto a seu marido, o apresentador, ator e empresário Otaviano Costa, fundou a Agência Family, responsável pela gestão exclusiva de carreira, imagem e negócios do casal, com um time inovador nas áreas de planejamento, digital, comercial e produção.

A Family conta com uma equipe dividida por áreas e estrutura para execução, como Estúdios Family, que é um laboratório de criação de conteúdo para os artistas. A artista também é sócia da Royal Face, maior rede de estética facial e corporal do Brasil, e também integra a rede de salões Marcos Proença. Além de suas realizações no mundo dos negócios, Flávia atua como embaixadora da Brazil Foundation desde 2015 se envolvendo nos leilões, projetos sociais e eventos.

Em 2024, Flávia Alessandra assumiu o papel de apresentadora no reality show "Ilha da Tentação", uma produção da Prime Video, gravado no México, ao lado de seu marido, Otaviano Costa.

Ela também lançou "Lia & Léo", primeira série de dramaturgia dela com Otaviano para internet. No ano seguinte, Flávia também se tornou apresentadora do "Viva Bem", programa de saúde do UOL.

Destacando-se pela inovação, em 2025 Flávia apresenta ao lado da filha, Giulia Costa, o "Pé No Sofá Podcast", podcast que recebe diversos convidados para conversas honestas, sinceras e espontâneas. O programa já atingiu o topo dos podcasts de entretenimento mais escutados do Brasil. Atualmente, Flávia também se dedica à atuação vivendo Fábia em "Quem Ama Cuida", atual novela das 21h da Rede Globo.

Exercendo sua vertente como comunicadora, ela também percorre o país com a palestra "Sonhar Com Os Pés No Chão", uma conversa inspiradora que conecta histórias de vida e práticas reais, oferecendo insights valiosos para quem deseja tirar ideias do papel e construir um futuro sólido.

Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre família, trabalhos e sua personagem no folhetim das 21h na TV Globo.

Entrevista exclusiva com a atriz Flávia AlessandraA atriz Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Felipe Censi - Diagramação: Denis Felipe 
Por: Flávia Viana

CE - Há cinco anos você estampava a capa do Correio B+, em um momento de incertezas por causa da pandemia. De lá para cá, sua carreira tomou caminhos inesperados. Quando olha para trás, o que mais mudou na Flávia?
FA -
Acho que a maior mudança foi entender que a carreira pode ser muito mais ampla do que eu imaginava. A pandemia fez todo mundo desacelerar e repensar prioridades. Depois daquele período, me permiti experimentar novos formatos, novos desafios e descobrir outras versões de mim.

Me dediquei muito ao empreendedorismo, algo que por tempo mesmo nunca consegui por em prática. Continuo apaixonada pela atuação, sou e sempre serei atriz, mas hoje também me vejo como comunicadora, empresária e alguém que gosta de construir projetos do zero. Foi um tempo de muito aprendizado.

CE - Nesse intervalo você apresentou realities, investiu no podcast, fortaleceu seus negócios e voltou às novelas. Você sente que vive hoje a fase mais plural da sua carreira?
FA -
 Sem dúvida. Nunca gostei de me limitar. Sempre tive curiosidade de experimentar coisas diferentes e acho que o público também gosta de acompanhar essa evolução.

Cada projeto alimenta o outro. O podcast me tornou uma comunicadora melhor, o empreendedorismo ampliou meu olhar sobre gestão e criatividade, e tudo isso acaba enriquecendo meu trabalho como atriz.

CE - Depois de interpretar a inesquecível Sandra, em "Êta Mundo Melhor!", você volta ao horário das nove com uma personagem completamente diferente: a Fábia, de "Quem Ama Cuida". O que mais te encantou nela?
FA -
 A Fábia é divertida porque ela chega causando uma impressão muito específica, mas aos poucos vai revelando outras camadas. Ela é extravagante, vaidosa, engraçada, sensual, mas também é uma mulher cheia de camadas.

Eu adoro personagens que geram conversa entre o público. Ela provoca risadas, mas também desperta reflexão. Eu sou parada na rua com "amo os looks da Fábia" até "quem é ela? qual o passado dela?". É uma personagem que dá para se explorar muito.

CE - Sua parceria com Walcyr Carrasco já atravessa diferentes momentos da sua carreira. O que torna esse encontro artístico tão especial?
FA -
 O Walcyr e a Claudia Souto escrevem personagens femininas muito potentes e muito humanas. Existe uma verdade ali.

A própria Fábia, existem várias mulheres como ela. É muito prazeroso receber um texto deles porque você sabe que vai encontrar nuances, humor, emoção e grandes desafios como atriz.

Não é um papel plano onde todo dia você vai fazer a mesma coisa e o personagem não sai daquele lugar. Muito pelo contrário. É um personagem que vivo que tem muitas possibilidades.

CE - Além da atriz, o público conheceu uma Flávia apresentadora no "Ilha da Tentação" e no "Pé no Sofá Podcast". O que a comunicação despertou em você?
FA -
 Descobri que adoro ouvir histórias. Como atriz, estou acostumada a contar histórias por meio dos personagens. Como apresentadora e entrevistadora, passei a conhecer pessoas, ouvir experiências e trocar de uma maneira muito genuína. Isso ampliou muito minha visão de mundo.

Inclusive, no Pé No Sofá especificamente, eu não sou apenas apresentadora, eu sou a produtora. Foi um projeto que nós desenvolvemos e tiramos do papel, fazendo o função de diretora também.

CE - O empreendedorismo ganhou espaço na sua vida. O que mais te motiva nesse universo?
FA -
 Empreender é um exercício constante de criatividade. Gosto de participar das decisões, pensar estratégias e entender como uma ideia pode se transformar em algo que faça sentido para as pessoas. É desafiador, mas também muito estimulante. Acho que essa inquietação sempre fez parte de mim.

Entrevista exclusiva com a atriz Flávia AlessandraA atriz Flávia Alessandra é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Felipe Censi - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você costuma falar sobre bem-estar, autoestima e maturidade. A relação com o tempo mudou?
FA -
 Muito. A própria Fábia por exemplo. É uma mulher no auge da sua maturidade e a internet pira com as cenas mais sensuais dela e eu recebo umas mensagens que não querem ser sexualmente ativas assim ou que não sabiam que poderiam ser assim aos 50 anos. Eu fico chocada.

O mundo mudou minha gente. A maturidade não é o fim da vida, muito pelo contrário. É o momento que a mulher na maioria das vezes está mais segura de si, ou deveria pelo menos.

E uma mulher confiante trabalha, viaja, sai com as com as amigas, sai com o namorado, beija na boca e se diverte. Uma mulher confiante é dona de si para fazer o que quiser.

CE - Sua presença nas redes sociais também evoluiu bastante. Como é encontrar equilíbrio entre compartilhar sua vida e preservar sua intimidade?
FA -
 É um aprendizado diário. Gosto de dividir os bastidores do trabalho, momentos divertidos e algumas experiências pessoais, mas acredito que preservar determinados espaços é fundamental. Nem tudo precisa ser exposto. Acho importante manter uma parte da vida só para quem realmente faz parte dela.

CE - O público acompanha uma Flávia em constante transformação. Existe algum sonho profissional que ainda falta realizar?
FA - 
Sempre existem. Tenho muita vontade de produzir cada vez mais, desenvolver projetos desde a concepção e contar histórias que me emocionem. Também gosto da ideia de continuar transitando entre diferentes plataformas. Hoje não penso mais em carreira de forma linear. Acho bonito poder me reinventar.

CE - Se aquela Flávia que estampou a capa do B+ em 2021 encontrasse a Flávia de hoje, o que você diria para ela?
FA -
 Eu diria para confiar ainda mais no processo. Às vezes a gente faz muitos planos e a vida apresenta caminhos completamente diferentes e, muitas vezes, melhores. Acho que aprendi a ter menos medo das mudanças. Entendo que se reinventar não significa abandonar quem você é, mas descobrir novas possibilidades de continuar crescendo.

 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).