Correio B

Arraiás

Confira a agenda de festas juninas em Campo Grande em 2025

Programação inclui diversos arraiás, com shows e comidas típicas tradicionais da época

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O mês de julho traz consigo as tradicionais festas juninas. Em Campo Grande, há alguns eventos marcados para ocorrer ao longo do mês, com shows, quermesses e comidas típicas.

Como as festas costumam ocorrer entre junho e julho, com algumas até em agosto, muitos locais ainda não divulgaram as datas de seus arraiás.

O Correio do Estado compilou na agenda os eventos que já foram divulgados, mas a lista será atualizada conforme novas datas e eventos forem confirmados.

Veja as datas de festas juninas em Campo Grande:

Círculo Militar

O Arraiá do Círculo Militar de Campo Grande será no dia 5 de julho, a partir das 19h, com entrada pela Rua Camapuã.

Vai ter comida típica, casamento caipira e show da dupla Lucca e Raphael para animar a noite. Os ingressos custam R$ 20 e já estão à venda. Mais informações pelos telefones: (67) 99334-9046 e (67) 99256-1684.

Feira Borogodó

A feira cultural e de economia criativa realizada todo primeiro domingo do mês, Borogodó, terá seu arraiá no dia 6 de julho

Além das barracas de gastronomia, moda e artesanato que já são frequentes, haverá diversas atrações típicas da época, como pescaria e quadrilha puxada pela produtora cultural Silvana Valu.

A feira ocorre das 9h às 15h, na Rua das Garças, nº 3164, na Praça do Coophafé.

3º Arraiá Tiradentes

O 3º Arraiá Tiradentes da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul será no dia 5 de julho, das 16h às 22h, no Quartel do Comando Geral da corporação, localizado na Avenida Desembargador Leão Neto do Carmo, 1203, Jardim Veraneio, em Campo Grande.

Segundo a PM, o quartel irá se transformar em um verdadeiro arraial, com comidas típicas, shows, área kids e muita animação.

A entrada será 1 quilo de alimento não perecível.

Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul

O Arraiá do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul terá sua terceira edição no dia 4 de julho, a partir das 17h, no estacionamento do TJMS.

A festa junina terá comidas típicas, músicas, danças e brincadeiras para a criançada. O show será da Flor de Pequi e Calixto Zulu.

O evento é aberto ao público.

Coração Eucarístico de Jesus

A tradicional festa junina da Paróquia Coração Eucarístico de Jesus está marcada para o dia 12 de julho, a partir das 18h.

Vai ter comidas típicas, música, quadrilha e diversão para toda a família. A paróquia está localizada na Avenida Yokohama, 1260, no Coophatrabalho.

Paróquia São João Batista

A Festa da Paróquia São João Batista será realizada nos dias 4, 5 e 6 de julho, na Rua Francisco Sabino, 58, no Coophasul.

Com entrada gratuita, haverá comidas típicas, músicas e muita diversão para toda a família.

UCDB

A 15ª edição do Arraiá da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) será realizada nos dias 25, 26 e 27 de julho.

O evento mistura o clima festivo das festas juninas com muita comida típica, animação e quadrilhas a grandes atrações nacionais. Neste ano, haverá show das duplas Danilo e Davi e Henrique & Juliano.

Os ingressos poderão ser adquiridos em ponto de venda físico, localizado na entrada principal da universidade.

O evento é uma realização da UCDB, em parceria com a Dut's Entretenimento.

Santuário Nossa Senhora da Abadia

O Santuário Nossa Senhora da Abadia, localizado nos altos da Avenida Afonso Pena, terá sua festa juninas dos dias 11 a 13 de julho.

A programação completa ainda não foi divulgada. "Só digo uma coisa: pode separar a roupa xadrez e o chapéu, que o resto cê descobre logo, logo!", diz postagem nas redes sociais;

Saúde Correio B+

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações

Fundador de marca de produtos para cuidados masculinos, fala sobre os cuidados essenciais que os homens precisam ter com os fios

05/09/2026 17h30

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações

Conheça os cuidados e saúde capilar masculina nas estações Foto: Divulgação

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O inverno traz consigo uma prática que sempre dá prazer, principalmente nos dias mais frios, os banhos quentes, mas com eles vem também riscos para a saúde capilar, como o ressecamento e o aumento da caspa.

Já na primavera, estação que sucede os dias frios, a queda de cabelo pode se intensificar devido a fatores hormonais. Pensando na saúde capilar dos homens, que requerem cuidados especiais, Gustavo Balbi, fundador da OTO, explica como esses fenômenos se inter-relacionam e dá dicas valiosas para que homens mantenham os fios saudáveis ao longo do ano.

"Os banhos mais quentes e prolongados durante o inverno aumentam a secura do cabelo, tornando-o quebradiço e contribuindo para crises de dermatite seborreica", observa. "Já com a chegada da primavera, o corpo "reinicia" o ciclo capilar, e a queda de melatonina, hormônio que regula esse ciclo, potencializa a perda de fios". Para equilibrar, e fazer com que os fios não sofram, Balbi recomenda a redução da temperatura da água nos banhos e o uso de shampoos que limpem sem ressecar, isso visa suavizar esses efeitos nocivos.

Um erro comum no cuidado capilar masculino é a negligência com o condicionador. "Muitos homens o veem como opcional, mas essa etapa é fundamental. O shampoo abre a cutícula do fio e o condicionador é responsável por protegê-lo", explica o Balbi. Ignorar essa necessidade resulta em cabelos opacos e frágeis.

Gustavo destaca também o erro de optar por produtos genéricos, que não atendem às especificidades do cabelo masculino, como a oleosidade do couro cabeludo.

"O mercado tratou 'cabelo' como algo uniforme por décadas, mas o fio dos homens tem características próprias que exigem fórmulas específicas", alerta. Para ajudá-los é bom escolher shampoos e condicionadores adequados, o que é crucial para evitar problemas como acúmulo de oleosidade e ressecamento.

A dica sobre a frequência de lavagem é prática: "Não existe um número mágico. Um couro cabeludo oleoso pode precisar de lavagens diárias, enquanto um seco pode ser lavado apenas duas vezes por semana", explica. O excesso é algo a ser evitado, lavar muito ou a falta de cuidados diários pode levar a problemas capilares diversos.

Os cuidados não param na lavagem. Hábitos como esfregar o cabelo molhado com a toalha podem causar danos significativos. Balbi sugere trocar a fricção pelo método de pressionar a toalha contra o cabelo, o que ajuda a evitar frizz e pontas duplas.

Por fim, o especialista recomenda: "Trate o cabelo como você cuida da barba ou da pele. A saúde capilar se constrói com constância e prevenção, não apenas em momentos de crise", finaliza.

Pet Correio B+

Essa semana celebramos o Dia do Veterinário, e a data acende alerta sobre a saúde mental deles

Psicóloga alerta sobre os impactos emocionais de uma profissão que diariamente lida com sofrimento, perdas e decisões difíceis

05/09/2026 16h00

Essa semana celebramos o Dia do Veterinário, e a data acende alerta sobre a saúde mental deles

Essa semana celebramos o Dia do Veterinário, e a data acende alerta sobre a saúde mental deles Foto: Divulgação

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No dia  9 de setembro vamos celebrar o Dia do Veterinário, destacando na data a dedicação de profissionais que cuidam da saúde e do bem-estar dos animais. Mas existe uma dimensão dessa rotina que ainda recebe pouca atenção: o impacto emocional de quem está diariamente diante da doença, do sofrimento, da morte e também da dor dos responsáveis.

Um estudo publicado em 2025 na revista científica Veterinary Sciences, da MDPI (Multidisciplinary Digital Publishing Institute) ajuda a dimensionar o problema. A pesquisa avaliou 1.992 veterinários brasileiros e identificou que 32,8% apresentaram níveis elevados de sofrimento psicológico, segundo a escala K6, instrumento utilizado para avaliar sintomas relacionados a ansiedade e depressão.

Entre os principais fatores associados ao sofrimento estão a sobrecarga de trabalho, a insatisfação com a carreira e o desequilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Para a psicóloga Juliana Sato, especializada em luto, vínculo humano-animal e em saúde mental no universo PetVet, esses dados precisam ser analisados também sob a perspectiva da natureza emocional do trabalho. 

“O veterinário não lida apenas com protocolos, diagnósticos e tratamentos: frequentemente precisa comunicar más notícias, acompanhar processos de adoecimento, participar de decisões de fim de vida e, ao mesmo tempo, acolher responsáveis que estão enfrentando a possibilidade ou a concretização de uma perda”, relata.

Até porque numa mesma consulta, o veterinário pode precisar ocupar o lugar de autoridade técnica e, poucos minutos depois, assumir uma postura de acolhimento emocional. “Essa alternância constante exige muito do profissional e pode fazer com que ele deixe as próprias emoções em segundo plano”, explica Juliana.

Essa semana celebramos o Dia do Veterinário, e a data acende alerta sobre a saúde mental deles  Juliana Sato - Divulgação

O luto também faz parte dessa realidade. A perda de um paciente pode representar uma experiência significativa para o profissional, especialmente quando houve vínculo construído ao longo de anos.

Há ainda outras perdas menos evidentes: casos que não evoluem como esperado, insucessos em tratamentos ou resgates, a sensação de impotência diante do sofrimento e até situações vivenciadas pela equipe que nunca encontram espaço para serem reconhecidas e elaboradas.

“Luto é um processo natural diante da perda de um vínculo significativo e, no ambiente veterinário, ele pode aparecer de muitas maneiras. O problema é que nem sempre existe tempo ou espaço para que o profissional reconheça o que está sentindo antes de seguir para o próximo atendimento”, observa a psicóloga.

A situação ganha um significado especial em setembro, quando a discussão sobre prevenção e preservação à vida ganha maior visibilidade. Para Juliana, falar sobre o bem-estar psicológico dos veterinários é também uma forma de discutir a sustentabilidade da própria profissão.

A exposição contínua ao sofrimento, aliada à necessidade de manter uma postura técnica e acolhedora, pode favorecer exaustão emocional, redução da empatia, irritabilidade e distanciamento afetivo.

“O cuidado com a saúde mental do veterinário não deve ser visto como algo separado da prática profissional. Quando o profissional encontra recursos para reconhecer seus limites, elaborar as perdas e buscar apoio, ele também consegue oferecer um cuidado mais consistente ao responsável e ao animal”, afirma Juliana.

 

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