Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quarta-feira, 25 de outubro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Mia couto - escritor moçambicano

O que espanta não é a loucura que vivemos, 
mas a mediocridade dessa loucura. O que nos dói não é o futuro 
que não conhecemos, mas o presente que não reconhecemos”.

FELPUDA

Ex-prefeito de próspero município de Mato Grosso do Sul caiu na malha da Justiça e terá de devolver mais de R$ 200 mil aos cofres púbicos. O dito-cujo fez o mesmo que um hoje ex-vereador de Campo Grande: nomeou figura muito chegada como servidora da administração pública. Como não há malfeito que dure para sempre, o caso veio à tona, foi denunciado aos canais competentes e criticado que só nas redes sociais. E deu no que deu.

Quem recebeu a Certificação Nacional de Cães de Busca e Resgate foi a cadela de busca Laika, que atua com o sargento Thiago Kalunga, do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS), Da raça pastor holandês, ela foi aprovada na prova de busca urbana, realizada no início deste mês, durante a 21ª edição do Seminário Nacional de Bombeiros (Senabom), realizado em Gramado (RS). Com a certificação nacional, Laika também está autorizada a atuar em ocorrências em todo o Brasil. Nesse mesmo evento, os bombeiros de MS ganharam 11 medalhas da prova Bombeiro de Aço. O seminário é considerado o maior evento de bombeiros militares da América Latina.

Sandra Mara e Marcia Coelho Lopez
Otávio Zarvos

Excesso 

O número de pré-candidatos a prefeito em pequeno município do interior de MS se transformou em motivo de piada. Até o momento são sete postulantes ao cargo, entre novatos na política, ex-prefeitos, ex-deputados e ex-vereadores. Pelas ruas, 
o que se comenta é que, a continuar assim, haverá mais candidatos do que eleitores. E assim caminha a humanidade.

Motivo

O PL e o PT são como água e azeite, mas poderão se igualar nas eleições para prefeito de Campo Grande, na escolha de nomes 
para o embate. O primeiro, sem maiores alternativas, poderá lançar candidato sem nenhuma experiência de administração pública, como fez a segunda sigla, que já escolheu sua pré-candidata. Se isso ocorrer, os candidatos adversários deverão explorar a questão à exaustão.

Violência

Por decisão unânime do plenário, o Conselho Nacional de Justiça abrirá processo administrativo disciplinar contra um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Ele foi denunciado por violência psicológica e doméstica contra a ex-esposa, de agosto de 2018 a julho de 2019, e foi afastado das suas funções. O nome do acusado não foi divulgado. Como se vê...

Aniversariantes

Maria Angela Arguello, 
Jackson Luiz Hass, 
Janayna Marchini Veiga Faria,
Sérgio Murilo Nascimento Mota,
Ana Maria Kodjaoglanian Gall,
Leandro Nogueira Siravegna,
Agton Ribeiro Souto,
Crisanta Dália Freitas Silvestre,
Élcio Tarão Shimabuco,
Suely Almeida de Oliveira Santana,
Ataide Antonio de Sousa,
Ilton Guimarães Rosa Pires,
Crispim Figueiredo,
Raquel de Souza Jeronymo,
Berenice Maria Jacob, 
Fábio Alves de Melo,
Paulo Sergio Orsi,
Aparecida Fatima Soares Rosa Gonçalves,
Claudia Gonzaga dos Santos Padilha,
Marlene Lacerda Porto,
Vicente Arantes,
Dr. Cézar Luiz Galhardo, 
Jun Iti Hada, 
Carlos Alberto Pereira,
Guilherme Souza Garcês Costa, 
Olivia Nogueira de Sousa, 
Nandra Laura Faria Dias,
Marluce Vieira Recalde,
Adriana Shokihama,
Valdimir Fermiano,
Hélio Siravegna Filho,
Juliana Maria Correia de Souza Vieira,
Caroline Barbosa,
Francisca Francilene de Queiroz,
Andrei Meneses Lorenzetto,
Fernanda Hvala Figueiredo,
Domingues de Paula Almeida,
Edir Soken,
Dermeval Argeo Ramos,
Maria Aparecida Medeiros,
Ricardo de Assis Estevam,
Mauro Deli Veiga,
Hélio Fernandes,
Monique Merlone, 
Ermínio Guedes dos Santos,
Thaís Gelatti Bortoly,
Sandra Maria Gomes,
Guinemer Vieira da Cunha,
Nei Valter Fagundes da Silva,
Dária Gonçalves Moreira,
Ana Izabel Faria Teixeira,
Luiz dos Santos Neto,
Leni dos Santos e Silva,
Silvarina Leal de Barros,
Welci Pedry Sutel,
Fernanda Akemi Kamiya Malheiros,
Dr. Alexandre de Campos Bomfim,
Dayana Martins Pereira,
Tatiana Pereira Jucá Pires,
Constantino Amâncio Pereira,
João Carlos Gordim,
Helena Arce Duarte,
Ciro Maeda,
Flávio Pereira Rômulo,
Lilia Kimura,
Auria Maria Gardin,
Dra. Jacira Noriko Okabe 
dos Santos,
Érica Aparecida Aguirre de Campos,
Fábio Luis Bubid,
Eduardo Lopes Pereira Guimarães,
Shirley Davoli Paschoaletto,
Ary Velasquez,
Dr. Heitor Soares de Souza,
Tereza Cristina da Silva Barros,
Adão Ramos Moraes,
Sônia Mara Flores Silva Porfírio,
Cézar Renato Gazolla,
Keli Kika Honda,
Laércio Reindel,
Jackson Hasselmann,
Gianny Fernandes de Araújo Brandão, 
Ivo Alves de Souza,
Ary Metz, 
Dr. Marcelino Chehoud Ibrahim,
Phellippe Junqueira Rossato,
Rita Aparecida Schmitt,
Wilmar Lolli Ghetti,
Dr. Marcelo Rosseto, 
Rita de Cassia Silva Camargo Kefalinos,
André Luiz Mesquita Dourado,    
Silmara Teixeira Pires Confortini,
Antonio Teixeira Saboia,
Dra. Maria Luiza Rosa,
Cícero Feitosa de Lima,
Gabriela Grings Fleck,
Fábio Boer,
Maria Claudeth Cardoso Leal,
Otávia Gonçalves da Cunha,
Sandra de Souza Oliveira Mucci,
Pietro Falco,
Alexangelo Alexandrino Dembogurski,
Terezinha de Almeida Chaves Gaiotto,
Marcelo Mazin,
Sidney Everson Kugnoski.

Colaborou Tatyane Gameiro

Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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