Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta quinta-feira, 13 de julho de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Victor Hugo - escritor Francês

"Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, os sentem ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas”.

FELPUDA

Parlamentar decidiu, como dizem por aí, “colocar sebo nas canelas” e “levantar poeira”, pois está visitando diversos municípios de Mato Grosso do Sul. Há quem garanta que esse roteiro foi criado para ele voltar a ser lembrado e, assim, repaginar sua imagem, que está meio apagada, 
por conta da distância do distinto eleitorado. Sem contar que o dito-cujo também quer mostrar que está longe de algumas questões envolvendo “figuras mais chegadas”. Ele quer, pelo menos tentar, manter o endereço político em Brasília, mesmo que seja para ocupar outro cargo.

Flashes

Estudantes e servidores que gostam de registrar momentos vivenciados na universidade já podem se inscrever para o concurso fotográfico UFMS Além dos Olhos 2023. As 14 imagens mais bem votadas no perfil da instituição no Instagram estamparão o calendário de 2024. As inscrições vão até 31 de agosto, no portal do Sistema de Gestão de Projetos (Sigproj).

Estrada

No dia 17, os deputados estaduais entram em recesso parlamentar, retornando em 1º de agosto. Nesse período, a maioria deverá visitar os municípios para discutir as eleições 2024, levando-se em conta que 12 dos 24 parlamentares têm domicílios eleitorais fora de Campo Grande e base política nas regiões que representam. Isso não significa, porém, que os demais também não estejam envolvidos nessa “caça ao tesouro”.

Camilla Muzzi Grinfelder Tófano e Elton Fabrício Tófano. Foto: Studio Vollkopf

Genevieve Davies e Marcelo Gomes. Foto: André Ligeiro

Mãos dadas

O MDB e o PSDB poderão formar chapa majoritária para disputar a Prefeitura de Campo Grande no embate em que, do outro lado, estariam o PP e o PT, com suas pré-candidaturas postas para enfrentar o nome tucano que for lançado pelo ninho. Isso é o que vem sendo analisado por alguns políticos no que diz respeito às possíveis alianças para 2024.

Sem surpresa

Tucanos e emedebistas têm uma relação que pode ser considerada de “amor e ódio”, uma vez que, após andarem vários anos, digamos, trocando “juras de amor”, acabaram por se separar e se tornaram adversários. A reedição de uma aliança na disputa pela prefeitura da Capital não surpreenderá, até porque já comandaram a administração juntos: quando o então prefeito Nelson Trad Filho era do MDB, em seu primeiro mandato (2004), ele teve a tucana Marisa Serrano como vice-prefeita.

De volta

Batizada com um novo nome desde 2019, mas sendo chamada pela população por sua antiga denominação, a Empresa Municipal de Habitação (Emha) voltará a ser “rebatizada”. Na administração do ex-prefeito Marcos Trad, a instituição passou a ser Agência Municipal 
de Habitação e Assuntos Fundiários (Amhasf), que não caiu no gosto dos campo-grandenses. A prefeita Adriane Lopes já encaminhou a proposta da mudança aos vereadores.

Aniversariantes

 

Tádea Maria Buainain Thomazi,
Dr. Luiz Cláudio Bonassini da Silva,
Jary de Carvalho e Castro,
Licinio Bossay,
Giuliano Lopes,
Juarez Lopes,
Aparecida Gonçalves do Prado de Souza Campos,
Ivanilde Herrera Fernandes Saad,
Isadora Abreu Medeiros,
Jandira Mechi da Mota,
Altair Detoni,
José Gomes Bezerra,
Libindo Assis Godoy,
Alexandre Cabral Zocareli,
Marcela Jirousek Lemos Monteiro,
Thiago Haruo Mishima,
José Caros Rodrigues Martinez,
Matias Gonsales Soares,
Maria Helena Lunardon Nunes,
Sadie Jafar Adri,
Naila Franco Cândia,
Humberto Pereira Rosa,
Aparecida Bueno Nogueira,
Carlos Hugueney Dal Farra,
Maristela Rezek,
Alexsandro Vieira,
Cléber Silva Pache,
Jaqueline da Silva Ortiz,
Joel Francisco de Oliveira,
Zaida Flôres,
Dinah Brum Escobar,
Vicente de Paula Husiba,
Alice Candida Lima,
Maria Lima Soares Medeiros,
Lidia Ramona Moraes Bender,
Andreia Rodrigues Morilho,
Natália Higa Pereira Mendes,
Nélia Harumi Hiane de Oliveira,
Sagramor Farias,
Jairo Mendes de Castro,
Aline Nogueira Siravegna,
Meire Rodrigues Barbosa,
Antônio Teixeira Barros,
Eda Pereira de Castro,
Jairo Lemes de Souza,
Aimê Loureiro de Carvalho Pavan,
Durval Ouriveis Júnior,
José Glaucy Flôres,
Sanami Esaki,
Lygia Maria Ferreira de Brito,
Elizabeth Saab Palmira,
Heleodoro Ferreira de Almeida,
Liel Trindade de Vargas,
Sérgio Baptista Tabosa,
Eledir Guiomar Balthazar,
Amélia Barrinuevo Marques,
Maria das Graças Nunes,
Flávio Brito de Souza,
Mário Henrique Flôres,
Severino Mendes de Almeida,
Dr. José Antônio Carneiro de Albuquerque,
Silvio Fernando Degaspari,
Lúcia Helena de Oliveira Nogueira,
Gilberto Antunes Camargo,
Edson Luiz Cubel Brizuena,
Claudinei José dos Santos,
Ricardo Almeida de Andrade,
Tiane Saab Palieraqui,
Tereza Gasparino Fameli,
Sidnei Escudero Pereira,
Maria Lúcia Cardoso Lima,
Edne Belintane Tucci,
Tânia Maria Maia Fugimoto,
Luiz Carlos Rocha Gomes,
Oziel Matos Holanda,
Silvio Ricardo Pereira de Souza,
Maria José Camy de Araújo,
Mirian Yamazato Sumida,
Ana Leon dos Santos,
Kikuzo Nakasse,
Rosângela Rosa Cardoso Teixeira,
Lúcio Alziro Fernandes,
Anacleto Gonçalves Barriguella,
Venâncio Caputti Neto,
Antonia Odete da Costa,
Christiane de Araújo Rocha,
Armando de Paula Vieira,
Camila Denise Molina Soares,
Ailton de Arruda,
João Isaac Moreira,
Faber Pereira Kamachi,
Simone Ito Coutinho,
Camila Silva Ferreira,
Carlos Chagas Ferreira de Souza,
José Severino da Silva Filho,
Maria Aparecida dos Santos,
Cláudia Angélica Gerei,
Carlos Olímpio de Oliveira Neto,
Francisco de Alencar,
Idemar Lopes Rodrigues,
Jaber Cledson da Silva,
Kléber Moreno Soncela,
Luiz Carlos Ferreira Pires,
Wilson Fernandes Sena Júnior,
Luiz Paulo de Andrade,
Keila Gomes Lima,
Paulo Roberto Maia Lellis,
Alexandre Gonçalves da Silva,
Larissa Carolina Mendes,
Lina Cardoso Ferreira.

Colaborou: Tatyane Gameiro

Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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