Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta segunda-feira, 19 de junho de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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PAULO COELHO ESCRITOR BRASILEIRO

Não desista.Geralmente é a última chave no chaveiro que abre a porta".

Felpuda

Pelo menos dois pretensos candidatos a prefeito estariam acreditando que o bom desempenho que tiveram nas urnas em eleições passadas poderá levá-los ao pódio na disputa de 2024.

Assim, até parece que estão fazendo o jogo do bem-me-quer, malmequer. Enquanto estão arrancando pétalas imaginárias de flor, os demais postulantes estão aparando espinhos entre eles.

Como escreveu Pablo Picasso: "Na realidade trabalha-se com poucas cores. O que dá a ilusão do seu número é serem postas no seu justo lugar".

Munições

Inquérito civil foi instaurado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul para apurar possível caso
de improbidade administrativa em município do interior de MS, praticado por vereadores.

As excelências estariam abastecendo seus veículos às custas da prefeitura, e a Promotoria entrou em cena.
Em ano pré-eleitoral, investigações dessa natureza são munições do sonho de qualquer adversário.

Toma lá, da cá

Já em outro município, também do interior de MS, vereadores estariam empregando parentes na prefeitura, uma espécie de "gentileza" do prefeito.

Como a situação configura nepotismo, o que é proibido por lei, o Ministério Público de MS também está
apurando o possível, digamos, compadrio entre os integrantes dos dois Poderes. Assim sendo...

Ana Cristina Castro e Jary Castro

Desafio

Depois de receber a prefeita Adriane Lopes em suas fileiras, o Progressistas (PP) terá uma nova missão: a de formar uma chapa competitiva para disputar as cadeiras da Câmara Municipal de Campo Grande, que são
29 e têm atualmente apenas um representante da sigla, uma vez que o outro se licenciou do cargo para assumir posto no primeiro escalão do Executivo municipal.

Nos corredores, o que se ouve é que estaria havendo certa dificuldade em atrair nomes com potencial
eleitoral e o que tem mesmo "é muita lagartixa querendo ser jacaré". Vai daí que...

Nomes

No "acordão" entre PSDB, PP e MDB, partidos considerados como dos mais fortes no contexto político, há a possibilidade de alguns prefeitos não partirem para a reeleição caso o desempenho administrativo esteja de mal a pior.

Nos bastidores, fala-se que aqueles que se enquadrarem nessa situação poderão ser obrigados a ceder a cabeça de chapa para sigla aliada que apresente nome melhor avaliado. Com certeza, haverá choro e ranger de dentes.

De olho

Políticos mais antenados e observadores andam dizendo que, quando explode algum escândalo, pode ter certeza que é para encobrir um fato bem pior e desviar a atenção.

Por isso, afirmam que é bom a população ficar de olhos abertos, pois o momento é da fase do nem tanto ao mar nem tanto à terra. Só!

ANIVERSARIANTES

  • Dra. Eloah Ribeiro Rondon,
  • Alex Sander Bachega,
  • Ednéa Paschoaletto Gimenes,
  • Laires Josué Locatelli,
  • Desiree Janotto,
  • Luciana Mendes Saraiva de Abreu,
  • Dr. Augusto Ishy,
  • Camyla Dias da Rocha Macedo,
  • Meire Tsuyako Kawasoko Taguti,
  • Suely Fusae Arashiro,
  • César Julião Gonçalves,
  • Ersilia Castrillon Cestari,
  • Ivone Bossay Corrêa,
  • Willian Carvalho dos Santos,
  • Érico de Oliveira Duarte,
  • Fernando Luiz Claudino de Oliveira,
  • Milton Lauro Schimidt,
  • Cleomar Ferreira de Oliveira,
  • José Carlos Barros,
  • Norberto Antonio Borro,
  • Renato Carvalho Amorim,
  • Juliana Corrêa da Luz,
  • Valteci Ribeiro de Castro Júnior,
  • Janete Souza Morais,
  • Marlene Lisete Ritter Hans,
  • Dr. Mário Akatsuka Júnior,
  • Ricardo Davet,
  • Juliana da Fonseca e Suzano,
  • Leandro Aparecido da Silva,
  • Vagner Ribeiro,
  • Luiz Edson Pereira de Carvalho,
  • Marcelo Bichat Pinto de Arruda,
  • Leonardo Zenan França dos Santos,
  • Dra. Andréa de Siqueira Campos Lindenberg,
  • Maria Isabella Oliveira Saldanha,
  • Vagner Gabriel Rosa
  • do Nascimento,
  • José Geraldo Balejo Jara,
  • Marina Pereira de Azambuja,
  • Renata Fernandes Xavier,
  • Luiz Carlos Brandão,
  • Mariinha Vilalba Duarte,
  • Antonio Arantes Netto,
  • Edna Batista Soares Gonçalves,
  • Ivani Nascimento Rodrigues,
  • Pedro Henrique Avesani Spengler, Dra. Mara Regina Franchin Moreira Correia,
  • Carlos Prado de Abreu,
  • Tânia de Almeida Barbosa,
  • Antonia Moreira Miranda,
  • Juliana Gondim Brandão Alves,
  • Hugo Corrêa,
  • Maria Júlia Darzi,
  • Flora Uezato,
  • Maria Fernanda Juvelino,
  • José Geraldo de Bodas,
  • Maria Nilza Vieira Ferreira,
  • Alexandro Lopes da Silva,
  • Neila Aparecida Freitas Lopes,
  • Célia Regina Eleutério de Souza Ribeiro,
  • Evelyn Guesse Ascenço,
  • Carlos Alberto Paes da Silva,
  • Roseli Soares de Oliveira,
  • Gislaine Nascimento Furtado Tosta,
  • Marina de Barros Pinheiro,
  • Cassandra Szuberski,
  • Carolina Greco Albres,
  • Nei Maciel Signorelli,
  • Maria Regina Dourisboure Neto,
  • Lorena Vieira,
  • Silvia Elisa Parizi Merege,
  • Josilmar de Queiroz Blini Signori,
  • Gustavo Nobrega Cordeiro,
  • Elize Regina Cardoso Fernandes,
  • Maria Elisa Cordeiro Lima,
  • Alayr Mascarenhas Corrêa,
  • Cláudia Batistoti,
  • André Luis de Moura Corso,
  • Elaine Cristina Arashiro Taira,
  • Laís Pereira Torres,
  • Vilane Teodoro da Silva Mastroyannis,
  • Camila Vieira Mello,
  • Armstrong do Amaral,
  • Luzinete do Nascimento Araújo, Maria Rosiane Alves,
  • Jorge Luiz Perin Cioccia,
  • Edgar Leal Loureiro,
  • Patricia Lorena de Oliveira,
  • José Inácio Dias Schwanz Júnior,
  • Karini Ferreira Miranda Artigas,
  • Laerte Rogério Giglio,
  • Marilda Covre Lino Simão Martim,
  • Daniele Cardoso Nunes,
  • Fernanda Elias Junqueira,
  • Larissa Lissoni Nani,
  • João Carlos Nigro Veronezi,
  • Achilles da Palma e Mello Júnior,
  • Lauro Takeshi Miyasato,
  • Omar Zakaria Suleiman,
  • Layla Cristina La Picirelli de Arruda,
  • Sônia Bileco Alves,
  • Carlos Estevão Midon,
  • Regina Paes de Mattos,
  • Alain Rafael Bottega,
  • Francisco de Assis Moura,
  • Eriberto Florentim Meza,
  • Jules Augusto Espíndola,
  • Sandra Mara Sagove Versali.

Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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