Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta sexta-feira, 24 de março de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Fiódor Dostoiévski escritor russo

"O homem está sempre pronto para distorcer aquilo que dizem seus sentidos, 
simplesmente para justificar a sua lógica”.

Felpuda

Antes, tudo não passava de “ocupação” de terra por parte de pessoas sofridas e calejadas pelas injustiças, famílias esquecidas com estômagos vazios, conforme esquerdista, fora do poder, esbravejava.

Hoje, de volta, ao ver amigo experimentando do remédio amargo, a mesma figurinha afirma que se trata de “invasão de grupos mal intencionados”, que agem em completo desrespeito à lei, e que, diferentemente de outrora, ninguém conte com o seu apoio. Só faltou derramar lágrimas. Como “as coisas” mudam, hein?! 

Em ebulição

Conversações entabuladas nos bastidores políticos podem, em breve, causar surpresas com relação à futura disputa pela Prefeitura de Campo Grande.

Nomes que ainda não foram cogitados poderão ser colocados no tabuleiro da sucessão de 2024. Embora a ideia seja reforçar que “ainda está cedo” para a discussão a respeito, sabe-se que o caldeirão está em ebulição e não se restringe apenas a dois partidos.

Sonho meu

Por falar em 2024, também é intensa a movimentação com relação às vagas de vices nas chapas que serão formadas. Para uns e outros políticos, de todos os matizes, esse tem sido, digamos, um sonho de consumo.

Aliás, desde já, partidos vêm incentivando que alguns de seus integrantes se coloquem como interessados em ocupar tal espaço para aquilatar a receptividade do eleitor com seus nomes.

 

Divulgação/UEMS

O prof. dr. Nataniel dos Santos Gomes, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), foi eleito para receber a Medalha José Pereira da Silva, patrono do Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Linguísticos (Cifefil), de Destaque em Linguística em 2022.

A cerimônia de condecoração será na Universidade Federal Fluminense (UFF), no dia 5 de abril. Na mesma solenidade, o filólogo brasileiro dr. Evanildo Cavalcante Bechara receberá a medalha de Destaque em Filologia. 

O prof. dr. Nataniel foi escolhido como destaque em Linguística, com 67,5% dos 538 votos. Já o prof. dr. Evanildo obteve 54,8% do total de votos.

 

 

Ester Quintanilha Nogueira com Neta Júlia.  Foto: Arquivo Pessoal 
Joel Reis.  Foto: Daniela Ramiro

 Com cautela 

O governador Eduardo Riedel, do PSDB, está “pisando em ovos” para que a aliança com o PP não seja rompida, por conta das eleições de 2024, quando as duas legendas pretendem conquistar prefeituras como cabeças de chapa.

Na briga vitoriosa pelo governo de MS, o tucano teve ao seu lado, como vice na chapa, o então deputado José Carlos Barbosa e a hoje senadora Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, ambos do Progressistas. Embate já no início da administração é abrir brecha para os adversários avançarem.

De olho

Engana-se quem pensa que o ex-governador Azambuja esteja alheio aos bastidores de uma possível ruptura dos tucanos com o PP, como o quadro se avizinha.

Na qualidade de presidente do PSDB, ele deverá entrar em campo para apagar o incêndio. Como a cadeira de prefeito é única nos municípios, Azambuja deverá tomar decisões salomônicas.

Cadeira

Com a convocação publicada na edição do dia 22 do Diário Oficial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, a professora petista Gleice Jane e primeira-suplente da Federação Brasil da Esperança (Fé Brasil), constituída pelos partidos PT, PCdoB e PV, tem 30 dias a partir de então para tomar posse.

A futura parlamentar assumirá como titular a cadeira conquistada pela legenda e ocupada até o dia 17 de março pelo deputado Amarildo Cruz, que faleceu naquela data. Ela assumindo, serão três mulheres no Parlamento estadual.

Aniversariantes

  • Leandro Figueiredo Gameiro,
  • Umarla Menezes Ishii,
  • Antonio Manuel Cordeiro Leal,
  • Dra. Mariana Raslan Paes Barbosa, 
  • Maria Inez Garcia Bunning, 
  • Susie Davalos Guibu,
  • Adair Fidelis,
  • Ilza Vieira de Brito,
  • Luciano Ribeiro da Costa,
  • Eudes Maria do Espirito Santo Cruz,
  • Walter Hypolit Maria Vandevijver,
  • Dra. Margareth Ferreira da Silva Fernandes,
  • Akira Basho,
  • Luciene Reis de Freitas,
  • Fabiane Cristina Boniatti,
  • Luzinele Daud dos Santos,
  • Mauricio Pires Rosa,
  • Amelia Cetsuko Tsutsumi de Almeida,
  • Dra. Lidamar Marques de Jesus,
  • Plinio Rubert Gardin,
  • Luiz Perez Melo, 
  • Olga Maria Lemos Siufi, 
  • Ludmila dos Santos Russi de Lacerda, 
  • Leila Pettengill Galvão, 
  • Maria Aparecida Maia, 
  • Mateus Palma de Farias, 
  • Michela Margarida da Silva,
  • Andreia Cristina dos Santos,
  • Tiomi Suguiura Makino, 
  • Fernando Carlana,
  • João Henrique da Silva Neri, 
  • Carmem Bergotini Giordano, 
  • Dr. Ronei Alves Azambuja,
  • Edson Gianotti,
  • Vanilde Batista Saito,
  • Renato Proença Brum,
  • Nilson Aparecido Diniz Sales,
  • Izabel Elias Pereira,
  • Waldomiro Luiz de Carvalho,
  • Neyde Bissoli, 
  • Raquel Rodrigues Modesto,
  • Flávia de Brito Lopes, 
  • Luiz Carlos Rolin Abelha, 
  • Andriva Maia Valente Puccio, 
  • Ailton Pinheiro Ferreira,
  • José Carlos Farinha Martins,
  • Noelia Silvia Pistori,
  • Francisco Alves Corrêa Neto, 
  • Iracy Rezende Villela, 
  • Luiz Alberto Nakazone,
  • Jorge Saito,
  • Dr. Mauro Luiz de Britto Ribeiro,
  • Anderson Arce Silva, 
  • Geraldo Ronei Barbosa,
  • Juarez Vasconcelos,
  • Anderson Nogueira Souto,
  • Germano Furini Netto,
  • Heloisa Andréa Leão Veras Galante,
  • Elton Basmage,
  • Jorge Douglas Gomes,
  • Márcio Luiz Ribas Mateus,
  • Suely Maria Carcano Canavarros,
  • Elisangela Leão,
  • Tereza Akiko Kambara Kinashi,
  • Nilton Pael Barbosa,
  • Laiza Salomoni Oliveira,
  • Dr. Odir Antônio de Campos Leite, Roberto Emiliani, 
  • Luiz Eduardo Simoes,
  • Dalva Aparecida de Castro Jara,
  • Lucilia Matheus Freire,
  • Cleverson Luiz Moreira,
  • Valter Ribeiro de Araújo,
  • Paulo Aristoni Nogara,
  • Gilmar Eni Cardoso,
  • Geovani Portilho Fernandes,
  • Johnny Vilalba de Matos,
  • Reinaldo da Rocha Nunes,
  • Aurea Bueno Barbosa,
  • Cyro Kikyo Uechi,
  • Vidal Santana Romeiro,
  • Fátima Freitas Caetano de Oliveira,
  • Maria Fernanda Ametlla de Barros Oliveira,
  • Adélia Maura Monteiro Perdomo,
  • Carlos de Barros Rodrigues Leite,
  • Alex Pedro da Silva Rodrigues,
  • Carla Cristiane Santos da Silva,
  • Renata Tramontini Fernandes,
  • Salim Moises Sayar,
  • Lourdes Jacobina Honório,
  • Maria Iracema Lopes Boeira Santos,
  • Rangel Augusto da Fonseca,
  • Clebson Marcondes de Lima,
  • Edson Ernesto Ricardo Portes,
  • Carlos Alexandre Bordão,
  • Emerson de Oliveira Mello,
  • Rubens Francisco Carneiro,
  • Viviane da Silva Fernandes,
  • Fernanda Garcia Martins Andrade,
  • Tatiana Debona,
  • Herika Cristina dos Santos Ratto,
  • Reinaldo Pascualote Junior,
  • Kelly Canhete Alce,
  • Laís Massuda Albuquerque,
  • Lidia Debora de Oliveira,
  • Maria Gabriela Rivelos Monteiro Salgado.

 

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Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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