Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta terça-feira, 14 de novembro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Eleanor Roosevelt - diplomata americana

"A longo prazo, moldamos nossas vidas e moldamos a nós mesmos. 
O processo nunca termina até que morramos. E as escolhas 
que fizemos são, no final das contas, nossa própria responsabilidade”.

FELPUDA

Conversa estaria bem adiantada com partido político, e uma vaga poderá ser aberta no Tribunal de Contas de MS. Um dos integrantes daquela Corte pediria aposentadoria no próximo ano e, assim, cumpriria a quarentena a fim de chegar em 2026 em condições de disputar as eleições.  A pretensão da aposentadoria antecipada é tema de conversa para poucos, mas articulações estariam ocorrendo de forma ainda discreta por parte de interessados na vaga. A cadeira é da cota da Assembleia Legislativa, a quem caberá indicar o felizardo. É esperar para conferir.

No ranking

Entrou para a lista dos cientistas mais citados do mundo a pesquisadora da Embrapa Pantanal Zilca Campos, 
segundo estudo feito pela Universidade de Stanford, dos Estados Unidos. O ranking foi publicado no site 
da editora holandesa Elsevier e inclui 22 pesquisadores de 14 unidades da Embrapa. O levantamento traz informações padronizadas sobre especificações: índice h (métrica amplamente utilizada em todo o mundo para quantificar a produtividade e o impacto de cientistas com base em seus artigos mais citados) e índice h ajustado de coautoria, instruções de artigos em diferentes posições de autoria e um indicador composto. 
Zilca é graduada em Engenharia Florestal, tem mestrado em Biologia (Ecologia) e doutorado em Ecologia (Conservação e Manejo da Vida Silvestre). É pesquisadora da Embrapa Pantanal desde 1987.

Destino

Nos bastidores políticos, os comentários são de que a superintendente da Sudeco, Rose Modesto, não deixaria aquele órgão federal para disputar a Prefeitura de Campo Grande pelo União Brasil, partido 
do qual é presidente estadual. Dizem que ela trabalhará para eleger chapa forte de vereadores e que, 
em 2026, disputaria uma das duas vagas ao Senado ou repetiria a dose de 2022, quando tentou ser governadora. 

Disputa

O Partido Renovação Democrática (PRD),  nascido da fusão entre PTB e Patriota, cuja criação foi aprovada 
pelo TSE no dia 9 de novembro, já tem o comando disputado em Mato Grosso do Sul. O deputado estadual Lidio Lopes e o ex-senador Delcídio do Amaral, respectivamente presidentes do Patriota e do PTB, querem a presidência da nova sigla.

Motivo

Na disputa pelo comando do PDR, Lidio e Delcídio teriam suas razões, segundo alguns políticos. O primeiro, que é esposo da prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, como presidente, poderia levar a nova sigla a apoiá-la na luta pela reeleição. Já o petebista teria uma chance de se reerguer politicamente – ele foi cassado pelo Senado em 2015 –,pois teria uma legenda nova em mãos.

Aniversariantes

José Eduardo (Dadinho) Chemin Cury, 
Dra. Mirtes Muriel Corrêa Curado Elias,
Vanilson Pereira dos Santos, 
Edini Borges de Siqueira Quirino, 
Humberto Rezende Pereira, 
Roseneia Elisabete Assmann Klaine,
Marilena Infiesta Zulim, 
Ascário Nantes,
Claudenor Antonio Ferreira 
da Costa,
Dr. José Wanderley Bezerra Alves,
Maria José de Oliveira Bezerra,
Ivaneide Gomes Nogueira,
Maria Cardoso Gai,
Clemente dos Santos Machado,
Patricia Regina Lorentz da Costa,
Cláudio Norikazu Uemura,
Deborah Toledo de Rezende Almeida,
Waldemar Mondini,
Ricardo Fernandes de Souza,
Jerson Domingos, 
Victor Cabrera Eugênio, 
Dra. Mônica Mitie Shimizu Corrêa, Mariana Mendes Saraiva,
Maria Aparecida Tenuta,
Carlos Villa Maior dos Santos,
Dr. Pedro Arthur de Figueiredo,
Dr. Moacyr Basso Júnior, 
Luis Araldo Skibinski,
Paula Zani Castanheira,
Cecília Albuquerque,
Dilene Rodrigues,
Marco Aurelio de Oliveira Dosso,
Miriam Krenczyncki,
Camyla Matos,
Claudia Aude Leite, 
Antonio Luis Mecenas,
João Azambuja Pinho,
Evelyn Miranda Carvalho Mont’Alvão, 
Rubens Miyahira,
Helena Veras de Souza,
João de Figueiredo dos Reis,
Dra. Claudete Moraes Siufi, 
Toshiko Ojima, 
Rubens Peixoto Vieira,
Lúcia Cunha,
Djalma Lucas Furquim,
Lídia Ribeiro Souto Pfeifer,
João Carlos Silva Serra,
Zulma Nantes de Oliveira,
Marieta Pereira de Souza,
Braulio Neves de Queiroz,
Randolfo Jareta,
Geraldo Ribeiro da Silva,
Rufina Echeverria Ferreira,
Otair da Cruz Bandeira,
Vera Lúcia Pierezan,
Fabrizio Jardim,
Fábio de Oliveira Moura,
Eliana Cristina Fabreti Calciolari,
Jurandir Rodrigues dos Santos,
Leonardo da Cunha Castro,
Henrique Duarte Jaffar,
Renata Mendes,
Maria do Carmo do Couto Cabral,
Almir Eduardo Melke Sater, 
Patrícia Couto de Almeida,
Juliana Doto Bocchini,
Homero Barbosa,
Andréia Alexandra da Silva,
Carlos Eduardo Pettengill,
João Carlos Monlevad,
Gilda Ferreira,
Ranulfo Lopes,
Vivianne Rodrigues,
Luciana Delgado Dias,
Paula Willians Lima,
Marta Eliane de Araújo,
Alex Pradella Miranda,
Lirce Cânepa Couto,
William Ferreira de Almeida,
Luis Fernando Aguiar Gonçalves,
Maria Amélia Maziero,
Barbara Priscylla Amarilha Albino,
Sones Lei Aparecida Domingues, 
Heverton José de Medeiros,
Alessandra Werneck Ferreira,
Ana Flávia Siqueira Abrahão,
Roberto Elias Saad, 
Rose Mary de Castro Borges,
Celina de Mello e Dantas,
Leonardo Francisco Figueiredo Neto,
Shirley Oliveira Crochemore,
Ivo Antonio Armstrong,
Izabella Barbosa Niquito,
Vânia Prado da Costa,
Jailson da Silva Pfeifer,
Ricardo Seba Saigali,
Soraia Mohamed El Cheikh,
Lilian Molan Pricinato Fontanini,
Lúcia Mófreita Bruno Szochalewicz Gomes da Silva,
Vilma Sayuri Miura Jaser,
Marta Cristiane Galeano de Oliveira,
Jaime Bruno Zampieri,
Raquel Adriana Malheiros Spassapan.

Colaborou Tatyane Gameiro

Gastronomia Correio B+

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Quase unanimidade nas mesas brasileiras, o famoso pão de queijo ganha um recheio ainda mais saboroso

23/08/2026 09h30

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa

Pão de queijo com recheio de costela? Aprenda a fazer essa deliciosa receita em casa Foto: Divulgação

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MINEIRINHO DE COSTELA

Ingredientes:

Massa

  • 2 xícaras de chá de polvilho azedo
  • ½ xícara de chá de leite
  • ¼ xícara de chá de óleo
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de queijo meia-cura ralado
  • ½ colher de chá de sal

Recheio de costela

  • 250 gramas de costela bovina cozida e desfiada
  • ½ cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa do caldo do cozimento da costela
  • 1 colher de sopa de cheiro-verde picado
  • Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

Comece aquecendo o leite com o óleo até levantar fervura. Coloque o polvilho em uma tigela e despeje a mistura quente, mexendo bem para escaldá-lo. Deixe amornar e acrescente o ovo, o sal e o queijo. Misture e amasse até obter uma massa homogênea e fácil de modelar.

Para o recheio, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente a costela desfiada e um pouco do caldo do cozimento. Refogue até a carne ficar úmida e suculenta, mas sem excesso de líquido. Finalize com cheiro-verde e pimenta.

Montagem:

Pegue uma porção da massa, abra na palma da mão e coloque uma quantidade generosa de costela no centro. Feche cuidadosamente e modele no formato de pão de queijo.

Disponha as unidades em uma assadeira, deixando espaço entre elas. Asse em forno preaquecido a 180 °C por aproximadamente 25 a 30 minutos, ou até os pães de queijo crescerem e ficarem dourados. Espere amornar e sirva.

Obs importante: Tempo de preparo: 45 minutos (Considerando a costela já cozida)
Fonte Água Doce Cachaçaria 

Moda Correio B+

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos?

22/08/2026 17h30

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália? Foto: Divulgação

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Uma sandália preta, de linhas mínimas, que deixa praticamente todo o pé à mostra e cobre apenas o calcanhar. A história muda quando descobrimos que ela é Chanel e custa cerca de R$ 8 mil? 

Recentemente, Margaret Qualley apareceu usando o modelo e a imagem circulou pelas redes sociais. Mas, olhando para aquele sapato, fiquei pensando: se retirássemos a etiqueta Chanel, quanto estaríamos dispostos a pagar por ele?

A pergunta parece uma provocação sobre preço, mas fala de algo muito maior: como atribuímos valor às coisas que vestimos? Se encontrássemos exatamente aquela sandália sem identificação em uma pequena loja, talvez passássemos por ela sem prestar muita atenção.

Coloque o nome de uma das maisons mais desejadas do mundo e, de repente, o objeto ganha história, desejo, exclusividade e alguns milhares de reais no preço.

É claro que seria simplista dizer que uma peça de luxo vale apenas por causa da etiqueta. Quando compramos Chanel, não estamos comprando somente couro, salto e algumas tiras.

Existe por trás daquele nome mais de um século de história, savoir-faire, construção de imagem, desfiles, campanhas e uma influência enorme sobre a maneira como mulheres se vestiram ao longo de gerações. Tudo isso também compõe o valor de um produto.

Mas quanto desse valor conseguimos enxergar no objeto e quanto enxergamos porque sabemos quem o assinou?

Durante muito tempo, riqueza precisava parecer riqueza. Tecidos preciosos, bordados, joias, detalhes elaborados e peças que denunciavam imediatamente seu valor. Hoje, parte do luxo parece brincar justamente com o contrário. Uma camiseta branca pode custar milhares, um tênis pode chegar à loja com aparência de usado. Uma bolsa pode parecer propositalmente desgastada e uma sandália pode ser reduzida a quase nada.

Há nisso também uma espécie de código cultural. Quem conhece moda reconhece a peça, a coleção, a assinatura, a referência. 

A pergunta que não quer calar é: Será que desejamos determinadas peças porque realmente as consideramos bonitas e especiais ou aprendemos a desejá-las depois que descobrimos quem as criou? A moda sempre viveu de símbolos. Uma bolsa nunca foi apenas uma bolsa, assim como um relógio de luxo nunca serviu apenas para mostrar as horas. Vestir também é comunicar pertencimento, repertório, aspiração e identidade.

Entre Costuras e CuLtura. Se tirássemos a etiqueta Chanel, quanto você pagaria por esta sandália?

Não vejo problema em desejar uma Chanel. Muito pelo contrário: a moda também é feita de sonho, história e emoção. Mas talvez seja saudável, de vez em quando, retirar mentalmente a etiqueta daquilo que desejamos. Olhar apenas para o objeto e perguntar: eu ainda gostaria disso se não soubesse a marca?

Antes de pagar pela etiqueta: 5 perguntas para fazer a si mesma

1. Eu compraria se não soubesse a marca?

Faça o exercício de retirar mentalmente o logo e a etiqueta. Você ainda acha a peça bonita e especial? Se a resposta for sim, há grandes chances de existir um desejo genuíno pelo design.

2. Estou pagando por qualidade ou principalmente por desejo?

No luxo, o preço não é determinado apenas pelo material e pela fabricação. História, exclusividade, marketing e prestígio também entram nessa conta. Entender isso ajuda a fazer uma escolha mais consciente.

3. Essa peça conversa com o meu estilo?

Uma tendência pode desaparecer e uma it-piece pode perder relevância rapidamente. Antes de investir, pense em quantas vezes e de quantas maneiras aquela peça realmente entraria no seu guarda-roupa.

4. O custo por uso faz sentido?

Uma bolsa cara usada durante dez anos pode representar um investimento mais coerente do que uma peça mais barata usada uma única vez. Divida mentalmente o preço pela quantidade de vezes que imagina usá-la.

5. Eu quero a peça ou quero o que ela representa?

Talvez seja a pergunta mais difícil. Às vezes desejamos um objeto; outras vezes, desejamos pertencimento, status ou a imagem associada a ele. Nenhuma dessas respostas precisa ser julgada, mas vale saber qual delas está guiando a compra.

No fim, na minha opinião é fundamental conhecer suficientemente o próprio estilo para decidir quando uma etiqueta importa e quando ela não importa.

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