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Costelão Fogo de Chão comemora 30 anos do Cotolengo sul-mato-grossense

Almoço é delicioso e cheio de propósito; valor do ingresso é R$ 50 antecipado e R$ 60 na hora (portaria)

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Cotolengo Sul-mato-grossense estará de portas abertas, neste fim de semana, para receber os campo-grandenses com um almoço delicioso e cheio de propósito.

9° Costelão Fogo de Chão, realizado pelo Cotolengo Sul-mato-grossense, ocorrerá às 11h deste domingo (12), na sede da instituição, localizada na rua Jamil Basmage, número 996, Mata do Jacinto, em Campo Grande. O evento também comemorará os 30 anos da instituição.

Missa, em celebração ao aniversário, será realizada momentos antes do almoço, às 9h, também na sede da instituição.

O valor do ingresso é R$ 50 antecipado e R$ 60 na hora (portaria). Pessoas com deficiência (PcD) e acompanhantes não pagam.

Interessados no evento devem entrar em contato com os números (67)99693-1080 ou (67)3358-4848.

A renda arrecadada será revertida para a manutenção dos serviços prestados pela instituição, que cuida de crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral grave, além de operar uma Residência Inclusiva e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) voltado a pessoas com deficiência.

COTOLENGO

A Instituição Cotolengo Sul-Matogrossense foi fundada em 20 de julho de 1996 pela Pequena Obra Divina Providência, congregação religiosa fundada por São Luís Orione.

A sede, de 31.361,70 m², está localizada na rua Jamil Basmage, 996, bairro Mata do Jacinto, em Campo Grande (MS).

A equipe é composta por médico pediatra, enfermeira, atendentes, psicóloga, assistente social, fonoaudiólogas, fisioterapeutas, nutricionista clínica, pedagogas e terapeuta ocupacional.

A missão é acolher pessoas com necessidades especiais de qualquer idade, gênero, raça e religião. Geralmente, atende crianças, adolescentes e adultos com paralisia cerebral grave e opera uma Residência Inclusiva e um Centro Especializado em Reabilitação (CER) voltado à pessoas com deficiência.

O objetivo é a promoção humana, reabilitação e inclusão social.

Realiza atendimentos nas áreas de: Terapia Ocupacional, Pedagogia, Psicologia, Fisioterapia Motora, Fisioterapia Respiratória, Fonoaudiologia, Serviço Social, Nutrição, Médico e Enfermagem.

Para custear os atendimentos, a instituição promove eventos beneficentes (bazares e o Porco no Rolete) e recebe apoio de empresas privadas, governo de Mato Grosso do Sul, Prefeitura Municipal de Campo Grande e Receita Federal (por meio de repasses do Imposto de Renda direcionado à instituições sociais).

Histórico

Apesar do caos, saldo do show de Guns N' Roses foi positivo para os fãs

Atrasos, congestionamentos e dificuldades no acesso marcaram a noite, mas não apagaram a emoção dos fãs no evento histórico em Campo Grande

10/04/2026 17h30

Segundo o público, destaque da noite foi clássico solo de guitarra do Slash na música November Rain

Segundo o público, destaque da noite foi clássico solo de guitarra do Slash na música November Rain Divulgação

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A passagem do Guns N’ Roses por Campo Grande, na noite de 9 de abril, marcou um capítulo histórico para a cidade. Com público estimado em 35 mil pessoas no Autódromo Internacional, o evento consolidou a capital sul-mato-grossense no circuito de grandes turnês internacionais ao mesmo tempo que escancarou o abandono do poder público.

Para quem chegou cedo, a experiência foi completa. A fisioterapeuta Jéssica Schettini, de 36 anos, garantiu lugar próximo ao palco e acompanhou toda a programação. “Foi surreal. Fiquei a 10 metros deles. Raimundos e Guns são bandas da minha infância, não tem nem palavras”, contou. Ela chegou por volta das 17h30, após um trajeto de cerca de uma hora, antes do agravamento do trânsito.

Já para outros fãs, o caminho até o show foi o maior desafio. A médica Gabriela Yamaguchi Pereira, de 29 anos, saiu de casa às 18h30 e só conseguiu entrar no evento por volta das 22h. “A gente perdeu o show do Raimundos e chegou quando o Guns já tinha começado. Foi muita gente, um congestionamento enorme”, relatou.

Apesar do atraso de cerca de uma hora e meia para o início da apresentação principal, Gabriela vê a mudança com bons olhos. “Se eles não tivessem atrasado, eu não teria conseguido assistir. Ia prejudicar muita gente que estava presa no trânsito”, disse.

Vindo de Sidrolândia, o técnico de segurança do trabalho Vytor Hugor de Andrade Noss, de 23 anos, também enfrentou dificuldades, especialmente na saída. “Na volta foi caótico. Não tinha Uber, a gente ficou procurando até conseguir um carro”, contou. Ele também criticou a organização na coleta de alimentos não perecíveis. “Ficava tudo jogado de lado”, afirmou. Ainda assim, resumiu a experiência de forma positiva, destacando “November Rain” como o momento mais marcante.

A música, aliás, foi unanimidade entre os fãs ouvidos pela reportagem. Tanto Gabriela quanto Jéssica também citaram o clássico como o ponto alto da noite.

Em nota oficial, a organização destacou que o evento foi planejado por cerca de três meses, com participação de órgãos como Polícia Rodoviária Federal, Detran e Agetran. Segundo o comunicado, todas as exigências operacionais foram cumpridas e o funcionamento interno ocorreu dentro da normalidade.

O principal problema, segundo a produção, esteve no acesso ao local. A BR-262, via de pista simples, concentrou o fluxo de milhares de veículos simultaneamente, o que gerou congestionamentos. A decisão de atrasar o show, conforme a nota, foi tomada para permitir que mais pessoas conseguissem chegar a tempo.

Apesar dos entraves, o impacto econômico foi expressivo. A estimativa é de que o evento tenha movimentado mais de R$ 33 milhões, com alta ocupação hoteleira e geração de cerca de 1.500 empregos temporários. Aproximadamente 30% do público veio de fora do estado.

Para Jéssica, o saldo é positivo e pode abrir portas para o futuro. “Espero que venham mais shows assim. Que o Guns seja a porta de entrada para outras bandas”, afirmou.
 

OPORTUNIDADE

Prêmio Academia Assaí abre inscrições gratuitas para empreendedores

Com mais de R$ 1 milhão em premiações e foco em educação financeira, iniciativa do Assaí Atacadista oferece capacitação gratuita e incentivos financeiros para micro e pequenos empreendedores do setor alimentício em todo o Brasil

10/04/2026 10h43

Vencedores de 2025 da etapa nacional

Vencedores de 2025 da etapa nacional Divulgação/Assaí

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A 9ª edição do Prêmio Academia Assaí já está com inscrições abertas. Promovida pelo Instituto Assaí, a iniciativa, já consolidada no País, busca apoiar micro e pequenos empreendedores, formais ou informais, oferecendo não apenas premiações em dinheiro, mas também capacitação e ferramentas essenciais para o crescimento sustentável dos negócios.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 10 de maio, por meio do site oficial da premiação. O programa é voltado para maiores de 18 anos que atuam no setor alimentício e têm faturamento anual de até R$ 360 mil, abrangendo desde vendedores ambulantes até pequenos estabelecimentos.

Ao longo das oito edições anteriores, o Prêmio Academia Assaí já impactou cerca de 9.500 empreendedores em todo o País e distribuiu mais de R$ 6,5 milhões em prêmios.

O projeto tem se destacado por proporcionar uma jornada de aprendizado que contribui diretamente para a profissionalização de negócios muitas vezes marcados pela informalidade.

Um exemplo desse impacto vem do Centro-Oeste. Em 2025, Mato Grosso do Sul esteve entre os estados representados na fase regional, com destaque para o empreendedor Dirlei Oliveira, cocriador da Cuscuz Mandacaru, de Campo Grande.

Vencedores de 2025 da etapa nacionalMatheus Freitas Sobrinho, à esquerda, e Dirlei Oliveira, à direita, sócios-proprietários da Cuscuz Mandacaru - Foto: Arquivo/Cuscuz Mandacaru

A marca, conhecida por levar o tradicional cuscuz nordestino a feiras populares, como Bosque da Paz, Borogodó e Ziriguidum, conquistou o público com um cardápio diversificado que inclui mais de 15 combinações de recheios.

Em 2024, o Estado também chegou à etapa nacional, representado por Flaviany Fleita Leite, proprietária da Mercearia Portuguesa, que concorreu na categoria “ambulante”.

Neste ano, Mato Grosso do Sul tem a chance de, pela terceira vez consecutiva, ter um empreendedor com destaque regional e/ou nacional.

EIXO CENTRAL

Um dos principais diferenciais do prêmio é a oferta de cursos gratuitos ao longo de toda a jornada. Já na inscrição os participantes passam a ter acesso ao curso de Educação Financeira para Empreendedores, disponibilizado na plataforma Academia Assaí.

Neste ano, o tema central será justamente “finanças”, para reforçar a importância do planejamento e da organização para o sucesso dos pequenos negócios.

Segundo Fabio Lavezo, gerente de Sustentabilidade e Investimento Social do Assaí, a proposta vai além da premiação.

“As capacitações são uma parte essencial do Prêmio Academia Assaí. Ao trazer a temática finanças como tema central desta edição, buscamos apoiar os empreendedores para que seus negócios possam ser lucrativos e crescer de forma saudável”, afirma.

A escolha do tema dialoga diretamente com uma das principais dificuldades enfrentadas por pequenos empreendedores no Brasil, que é a gestão financeira. Falta de controle de caixa, dificuldade em precificar produtos e ausência de planejamento são desafios comuns que podem comprometer a sobrevivência dos negócios.

PRÊMIOS

Nesta edição, o programa vai distribuir mais de R$ 1 milhão em premiações, que incluem dinheiro em cartão pré-pago, créditos no aplicativo Meu Assaí, smartphones e consultorias especializadas. Ao longo das etapas, os participantes poderão acumular benefícios que chegam a até R$ 30 mil por empreendedor.

O processo de seleção é dividido em quatro fases, combinando capacitação e incentivos financeiros.

Na primeira etapa, todos os inscritos participam de uma semana de curso on-line focado em finanças, com conteúdos voltados à organização e gestão do negócio.

Vencedores de 2025 da etapa nacionalFoto: Arquivo/Cuscuz Mandacaru

consultoria personalizada para o desenvolvimento do negócio.

DISTRIBUIÇÃO REGIONAL

Um dos pilares do Prêmio Academia Assaí é a democratização do acesso. Para isso, a seleção dos participantes leva em consideração critérios regionais, buscando contemplar diferentes realidades do País.

A distribuição dos 2.250 empreendedores selecionados na segunda etapa será feita de forma proporcional entre as regiões brasileiras. O Sudeste contará com 900 participantes, seguido pelo Nordeste, com 750. O Norte terá 300 representantes, o Centro-Oeste, 200, e o Sul, 100.

Essa divisão considera fatores como densidade populacional, níveis de informalidade no setor alimentício e a presença de lojas do Assaí em cada região, garantindo maior equidade no acesso às oportunidades.

>> Serviço

Prêmio Academia Assaí 2026

Período: até 10 de maio.
Inscrições: www.academiaassai.com.br/premio.
Critérios: maiores de 18 anos, atuação no setor alimentício (formal ou informal) e faturamento de até R$ 360 mil por ano.

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