Correio B

crônica

De mala em mala

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Lendo o artigo da colunista Becky Korich, descobri que sofro de PPV – Preguiça Pré-Viagem. Acho até que o meu caso nem é preguiça, é pânico. Não importa o lugar, nem a distância: o simples fato de ter que arrumar as malas — separar roupas (e o medo de faltar?), artigos de skincare, remédios (e são muitos, porque nunca se sabe…), adereços, sapatos… Ai, que preguiça.

Um dos meus filhos, acostumadíssimo a se deslocar de cidade e até de país por conta do trabalho, consegue arrumar uma mala em meia hora. Eu levo dois dias, no mínimo. E se chover? Se fizer frio? Mas e se estiver calor demais? E, nisto, dê-lhe acrescentar mais itens.

Mas pânico mesmo é o de sair do lugar. Deixar minha casa gostosa, com tudo de que preciso no lugar certo, a cama que me acolhe, minhas comidas preferidas na geladeira. Eu sei, é apego. E isto, vindo de alguém que adora viajar, é totalmente contraditório.

E, depois de quase tudo pronto, ainda vem mais dúvida: devo mesmo viajar? Não será melhor cancelar tudo (e arcar com o prejuízo) e ficar quietinha no meu sofá assistindo a séries? Aí vem outra voz, lá do fundo, que me diz: “Mas são as suas férias, você merece!”.

Mas férias também cansam, eu retruco. São muitas variáveis no trajeto, na estadia. Da última vez, passei cinco dias na cama de um hotel — gripada.

Quer saber? Nas três últimas também. Já fiquei de cama em um lindo Airbnb em Paris, com a tal da gripe. Na praia foi igual. Me divirto dois dias e o resto fico na horizontal, me perguntando o porquê de ter inventado mais uma viagem.

Talvez eu queira testar meus limites, desafiar meu conforto ou meu medo. Antes, quando as companhias aéreas não cobravam remarcações (bons tempos!), eu tinha o hábito de voltar antes, às vezes no meio da temporada.

Sou teimosa, só pode. Insisto em fazer tudo de novo, mesmo antevendo as situações. Mas a viagem agora é diferente, digo, tentando me convencer. Estarei com amigos, verei muitos filmes e vou comer muito chocolate. Tudo bem. Até eu saber que o tempo será frio de doer. A previsão é de zero grau.


Coloco mais um casaco na mala. Respiro fundo. Desta vez, tudo vai dar certo. Eu mereço.
 

Literatura

Romance com protagonista de Mato Grosso do Sul chega ao mercado francês

"Na Rota de Traficantes de Obras de Arte", publicado originalmente em 2019, ganha edição francesa e amplia a presença da escritora sul-mato-grossense no mercado literário internacional

17/08/2026 08h15

Jornalista e escritora, Mazé Torquato Chotil nasceu no interior de MS, em Glória de Dourados, morou em Osasco (SP) por mais de 10 anos e vive em Paris desde 1985, onde desenvolve atividades culturais

Jornalista e escritora, Mazé Torquato Chotil nasceu no interior de MS, em Glória de Dourados, morou em Osasco (SP) por mais de 10 anos e vive em Paris desde 1985, onde desenvolve atividades culturais Foto: Divulgação

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A escritora glória-douradense Mazé Torquato Chotil, autora de 15 livros, teve o romance policial “Na Rota de Traficantes de Obras de Arte” traduzido e publicado na França pela Hello Éditions. Com o título “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, a obra leva ao público francês uma história que atravessa Paris, Lyon, Marselha, Brasil e Paraguai, tendo como protagonista uma policial federal brasileira nascida em Mato Grosso do Sul.

Publicado originalmente no Brasil em 2019 pela Editora Penalux, o romance acompanha Marta, agente da Polícia Federal que chega a Paris para trabalhar em parceria com a Interpol, em Lyon, em uma investigação internacional contra uma quadrilha especializada em roubo e comércio ilegal de obras de arte.

A organização criminosa atua entre o Paraguai, o Brasil e a França, enquanto os quadros roubados chegam ao porto de Marselha antes de seguirem para Paris, onde são negociados com compradores europeus e americanos.

Mais do que uma trama policial, o livro também funciona como uma espécie de ponte entre diferentes territórios. Ao construir a investigação, Mazé incorpora elementos de sua própria origem e coloca Mato Grosso do Sul no centro da narrativa. 

“Como nasci em Mato Grosso do Sul, pensei que, na nossa fronteira com o Paraguai, passa muito contrabando, inclusive de obras de arte. Então, imaginei a história passando pela região e, mais ainda, determinei que a heroína, Marta, fosse do nosso estado”, explica a autora.

A presença do Estado na história foi também uma maneira encontrada por Mazé para apresentar ao leitor aspectos pouco conhecidos de Mato Grosso do Sul. Na narrativa, o Pantanal aparece não apenas como cenário, mas associado às memórias, aos sentimentos e à identidade da personagem principal.
“Foi uma forma de falar do Pantanal e das coisas boas que o nosso estado oferece”, afirma.

CONEXÕES

A ideia de utilizar a fronteira com o Paraguai como ponto de partida para a história surgiu da observação de uma realidade que faz parte do cotidiano da região: a circulação de mercadorias e a atuação de redes de contrabando. A partir desse contexto, a autora criou uma trama ficcional na qual o comércio clandestino de obras de arte ganha dimensão internacional.

Marta, por sua vez, foi pensada como uma personagem capaz de conectar os universos da arte, da investigação e da identidade sul-mato-grossense. 

“Imaginei que ela teria estudado Belas-Artes em Paris e decidido fazer carreira nesse mundo da proteção de obras de arte”, conta Mazé.

A escolha do tema também foi motivada pela existência de casos reais de roubos de obras de arte. Para construir o romance, a escritora realizou pesquisas em jornais e consultou informações disponibilizadas pela Interpol, buscando compreender como funciona o tráfico internacional e quais são os caminhos utilizados pelas organizações criminosas.

O resultado foi uma narrativa marcada por deslocamentos e operações em diferentes países. A escritora Claudia Marczak destacou justamente esse aspecto ao apresentar a obra, descrevendo-a como uma operação policial conduzida de maneira detalhada, na qual cada etapa da investigação acompanha os movimentos dos personagens e das redes criminosas.

Os detalhes da pesquisa também contribuíram para que a história adquirisse uma aparência de verossimilhança. Mazé relata que, recentemente, participou de uma apresentação do livro na Maison de l’Amérique Latine, em Paris, onde esteve presente uma agente da polícia francesa, uma espécie de “Marta” da vida real.

Segundo a escritora, a policial gostou da história e chamou atenção para a “veracidade” apresentada pela narrativa.

“Uma história, que já não me lembro qual, me chamou a atenção. A quantidade de roubos de obras de arte no Brasil, aqui na França e no mundo inteiro é uma realidade”, explica Mazé sobre a escolha do tema.

TRADUÇÃO FRANCESA

A publicação francesa representa também uma nova etapa para um livro lançado originalmente há sete anos. Para Mazé, ver uma obra ganhar outra língua significa ampliar as possibilidades de alcançar leitores que não teriam acesso à história em português.

“É sempre um prazer ter uma obra publicada em outra língua que não a sua. É uma forma de atingir um público maior”, afirma.

O contato com a Hello Éditions ocorreu depois que a autora enviou à editora o texto já traduzido para o francês. A editora, que está começando a conquistar espaço no mercado francês, levou alguns meses para analisar o material antes de dar uma resposta positiva.
 

Mazé acredita que um episódio recente envolvendo o roubo de joias no Museu do Louvre pode ter despertado ainda mais a atenção dos editores para uma história centrada no universo do tráfico de bens artísticos e culturais.

A edição francesa passou por etapas de tradução e edição, com ajustes e adaptações destinados ao público local. Embora a estrutura e a essência da história tenham sido preservadas, alguns detalhes precisaram ser observados para que a narrativa funcionasse culturalmente também para o leitor francês.

O novo título, “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, já pode ser encontrado em livrarias e também começou a chegar às bibliotecas francesas.

Para a escritora, essa circulação pode representar apenas o começo de uma nova trajetória para o romance. A expectativa é de que a obra também alcance outros territórios de língua francesa, como Bélgica, Suíça e Canadá.

A autora ainda lembra que, há cerca de uma década, participou, ao lado de Henrique de Medeiros, de uma apresentação sobre Mato Grosso do Sul na Embaixada do Brasil na França. A programação contou com poesia de Henrique traduzida para o francês, música típica e comidas tradicionais do Estado.

“Nosso estado é pouco conhecido por aqui”, afirma. Segundo ela, a experiência mostrou o interesse do público francês diante da possibilidade de conhecer uma região brasileira que normalmente não aparece com frequência no imaginário europeu.

LIVROS EM FRANCÊS

Com a chegada de “Au cœur du trafic d’œuvres d’art”, Mazé Torquato Chotil alcança a marca de seis livros publicados em francês. A relação com a língua e com o mercado editorial francês, porém, começou antes da tradução de suas obras brasileiras.

Jornalista e escritora, Mazé Torquato Chotil nasceu no interior de MS, em Glória de Dourados, morou em Osasco (SP) por mais de 10 anos e vive em Paris desde 1985, onde desenvolve atividades culturaisProtagonista sul-mato-grossense é quem desvenda o crime sobre o qual a narrativa se desenvolve - Foto: Divulgação

Entre os títulos publicados estão “Ouvrières chez Bidermann – Une histoire des vies”, lançado em Estaimpuis em 2010; “L’Exil ouvrier: la saga des Brésiliens contraints au départ (1964–1985)”, de 2015; “Maria d’Apparecida – Une Maria pas comme les autres”, de 2019; “Mon enfance dans le Mato Grosso”, publicado pela Le Poisson Volant em 2022; e “Sources vivantes”, da Biblio, também de 2022.

Dois desses livros foram escritos diretamente em francês. O primeiro foi “Ouvrières chez Bidermann”, por tratar de uma história francesa. O segundo nasceu da pesquisa de doutorado realizada pela autora na França, “Trabalhadores exilados”, posteriormente traduzido para o português e publicado no Brasil.

A escritora destaca, porém, que chegar ao mercado francês não é um caminho simples para autores de língua portuguesa. Segundo ela, a participação de obras traduzidas do português no mercado editorial francês ainda é pequena.

“Entre as obras traduzidas do português na França, em 2025, foram somente 0,6%! Muito pouco. Então, é sempre uma vitória quando conseguimos ultrapassar essas barreiras”, afirma.

Por isso, a publicação do sexto título em francês representa mais do que uma nova edição. É, para Mazé, a continuidade de um percurso construído entre diferentes países, línguas e experiências.

“É um passo a mais, avançando na difícil estrada da escrita, da publicação e da tradução”, resume.

PRÓXIMOS PROJETOS

A trajetória internacional de Mazé, entretanto, está longe de terminar. A escritora afirma que tem outros projetos em andamento e que há obras aguardando a oportunidade de chegar ao público francês.

O próximo projeto que ela pode adiantar é uma biografia dedicada a uma importante figura de Mato Grosso do Sul. A previsão é de lançamento no próximo ano.

A escolha reforça uma característica presente em sua trajetória: a disposição de utilizar a literatura para preservar memórias, contar histórias e apresentar personagens e lugares de Mato Grosso do Sul para além das fronteiras brasileiras.

FELPUDA

Parece que a moda também chegou ao monitoramento eletrônico...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (17)

17/08/2026 00h01

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François Guizot - político francês

"A consciência é a faculdade que o homem tem de contemplar quanto se passa no seu íntimo, assistir à própria existência, ser, por assim dizer, espectador de si próprio”.

FELPUDA 

Parece que a moda também chegou ao monitoramento eletrônico. Se projeto que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) for aprovado, agressores de mulheres no Estado poderão desfilar com tornozeleira cor-de-rosa, uma espécie de “coleção exclusiva” para quem confundiu força com covardia. A ideia não cria punição extra, apenas facilita a fiscalização e reforça a proteção às vítimas. De quebra, talvez ajude alguns valentões de ocasião a descobrir que violência doméstica não combina com anonimato. Afinal, o acessório poderá virar o primeiro item obrigatório do guarda-roupa. E dê-lhe!...

De improviso

O debate dos candidatos a senador promete ser um Deus nos acuda. Se no passado teve gente que perdeu voto porque ia ler projeto no caderninho e não deu tempo, imagina agora. Com microfone aberto, tempo cronometrado e adversário do lado, vai sobrar improviso e faltar conteúdo.

Mais

Tem candidato que decora discurso, mas esquece o Estado. Tem outro que fala 2 horas e não diz nada em 2 minutos. Não se pode dizer que será um circo de horrores porque, com certeza, deverão ocorrer momentos hilários. E põe momentos nisso!

Marina Maiolino - Arquivo pessoal
Charline Reidel - Arquivo pessoal

Em xeque 

A saída de Nelson Trad Filho da disputa pelo Senado provocou mudanças no tabuleiro eleitoral de Mato Grosso do Sul. Nos bastidores, a informação era que, em vários municípios, a composição desejada seria Azambuja como primeiro voto e Trad Filho como segundo. Com a desistência do senador, essa estratégia perdeu força e abriu disputa pelos votos  que estavam direcionados a ele. Assim, os demais candidatos estão tentando ocupar mais espaço. É esperar para ver.

Sinal

Reinaldo Azambuja recebeu uma sinalização pública de apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, reforçando sua aproximação com o eleitorado conservador de Mato Grosso do Sul. O movimento também busca reduzir dúvidas provocadas pela antiga defesa da candidatura de Marcos Pollon ao Senado. Azambuja esteve em Brasília para gravar material de campanha ao lado do senador presidenciável Flávio Bolsonaro. O encontro reuniu cerca de 20 candidatos ao Senado e contou com a participação de Michelle.

Baixa

O PRD, que tem o ex-senador Delcídio do Amaral como candidato ao governo de MS, promoveu mudanças significativas em suas chapas eleitorais. Na composição majoritária, houve troca da candidata à vice-governadora, do candidato ao Senado e de um dos suplentes. O partido também enfrenta baixas entre os candidatos ao Legislativo. Dois postulantes à Câmara dos Deputados desistiram da disputa. Na corrida pela Alems, oito candidatos pularam fora.

Aniversariantes

 
  • Soraya Palieraqui Nemir Faoro,
  • Édison Cláudio Fabiano Holzmann,
  • Bernadete Manica,
  • Yuri Peixoto Barbosa Valeis,
  • Shirleyde Guimarães Bezerra Moura,
  • Humberto Bortoletto,
  • Juliana Maura Azevedo Pegogo,
  • Marcos Antonio Cavalcante Leite,
  • Carlos Jacinto Fonseca da Paz,
  • Maria Auxiliadora Goulart dos Santos,
  • Vilmuth Marks,
  • Irapuã Gonzaga Carneiro,
  • Elaine Maria Gobbi Campos Mello,
  • Celia Maria Mello Pereira Abratte,
  • Lysi Moretti,
  • Evelyn Fameli,
  • Elenilton Dutra de Andrade,
  • Roberto Godoy Scandoglieri,
  • Estela Rodrigues Santana,
  • Carlos César Galvão Zoccante,
  • Dr. Sérgio Renato de Almeida Couto,
  • Celso Massachi Marques Inouye,
  • Sarah Luana da Silva Pedrosa,
  • Paulo Guilherme Francisco Cabral,
  • Gal. Yvan Luiz Madruga Varjão,
  • Maria Sueli Pereira de Souza,
  • Judite de Novaes Ferreira,
  • Inês Takayassu,
  • Iracema Carretoni Figliolino,
  • Dra. Ana Paula Lanza Paes,
  • Wilma Salvi,
  • Carlos Humberto Fialho Canale,
  • Murilo Cunha,
  • Edna Espíndola Cardoso,
  • Maria Lúcia Muller Viegas dos Santos,
  • Almir de Lima Couto,
  • José Henrique Franco Pereira,
  • Messias Bhering,
  • Sandra Lopes da Silva,
  • Odete Saab Rosa,
  • Zenaide Pereira Cavalcante,
  • Licineide de Macedo de Almeida,
  • Jairo Lara,
  • Vera Lúcia Faraco Fernandes Arruda,
  • Edna Macae Arima Miyasato,
  • Clara Figueiredo Bacchi de Araújo,
  • Nair Souza Soares,
  • Adão Flávio Ferreira,
  • Hamilton Corrêa Sobrinho,
  • Rubens Mello Guimarães,
  • Geraldo Couto Fernandes,
  • Paulo José de Andrade,
  • Robson Moreira Maia,
  • Telson Faraday Martinez,
  • Walter Leite Pereira,
  • Fernando Cordeiro do Nascimento,
  • Fábio Henrique dos Santos,
  • Angela Corrêa Nobre,
  • Manoel Jacques Sobrinho,
  • Arnaldo Vargas da Costa,
  • José Gerson Chaves,
  • Hilton José Braga,
  • Jairo Albuquerque de Paula,
  • Simone Luz da Silva,
  • Liane de Arruda Corrêa,
  • Rosa Maria Venhofen Martinelli,
  • Neide Pereira Cota Vidoto,
  • Denise Lima de Souza Nantes,
  • Libério José da Silva,
  • Cynthia Alves dos Reis,
  • Carlos Eduardo Brandão Calvani,
  • Luiz Otávio Flores da Anunciação,
  • Ana Cristina Abdo Ferreira,
  • Júlio César da Gama Fernandes,
  • Andrea Acosta Guarachi,
  • Devair Aparecido Francisco,
  • Wenzel de Brito Fernandes,
  • Atsumi Miyamoto Pessoa,
  • Cleyton Vinicius Martinez,
  • Verginia Afonso Paiva Albuquerque,
  • Raquel Ortega Villarroer,
  • Eulina Menezes de Souza,
  • Fernando Alves da Silva,
  • Adriano da Rocha Ferreira,
  • Soraia Genobie da Costa,
  • Adriana Souza da Silva,
  • Raphael Bacchi de Barros,
  • Caroline Yamazato Sumida de Medeiros,
  • Kelri Molina Arguelho,
  • Gabriela Minossi,
  • Honorio Suguita,
  • José Figueiredo Filho,
  • Fabrizia Foletto,
  • José Theodulo Becker,
  • Nívea Peres Klafke,
  • Luzinete Machado,
  • Roseli Aparecida Rodrigues,
  • Janaína Paula Britto da Cruz,
  • Daniel Marcos Camarotti Lorenzo,
  • Milton Gonçalves Lima,
  • Carolina Pereira Dittert,
  • Fernando Augusto Santos do Valle,
  • Danielly Goncalves Vieira de Pinho,
  • Elisabete da Silva Andreotti,
  • Eliane Farias Caprioli Prado,
  • Rogelia Ovelar.

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