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2014

Desafio do balde de gelo impulsionou estudo da esclerose, dizem cientistas

Desafio do balde de gelo impulsionou estudo da esclerose, dizem cientistas

G1

21/08/2015 - 05h00
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O dinheiro arrecadado com a "moda" do desafio do balde de gelo no ano passado já começou a gerar resultados promissores em pesquisa, segundo cientistas americanos.

A campanha, que estimulava pessoas a compartilharem vídeos do momento em que jogavam baldes de água gelada em si mesmas, tinha o objetivo de conseguir doações para a instituições de caridade ligadas a doenças do neurônio motor, como a esclerose lateral amiotrófica (ELA).

Nos Estados Unidos, a ALS Association – que representa pessoas com ELA e outros tipos de doenças do neurônio motor – recebeu US$ 115 milhões (cerca de RS 390 milhões) em doações de agosto a setembro de 2014, quando o desafio esteve no auge.

Um estudo divulgado na semana passada na publicação científica "Science" explica problemas em uma proteína disfuncional presente em pacientes com ELA, um mistério que pesquisadores da Universidade Johns Hopkins vêm tentando desvendar há décadas.

Eles dizem que os novos resultados – obtidos após testes em ratos – foram possíveis graças a fundos que receberam da ALS Association após o desafio.

A pesquisa, no entanto, ainda precisa ser expandida antes de trazer conclusões definitivas.

"Com sorte, isso pode levar à possibilidade de cura ou pelo menos desacelerar essa terrível doença", disse o autor do estudo Jonathan Ling, em um vídeo explicando a pesquisa no YouTube.

A ALS Association disse que o dinheiro ajudou a triplicar seu gasto com investimento em pesquisa por ano e, há alguns meses, anunciou que concederia US$ 11 milhões em bolsas para pesquisas sobre a doença.

Genoma
O desafio do balde de gelo se espalhou por todo o mundo pelas redes sociais em meados de 2014. Mais de 17 milhões de pessoas postaram seus vídeos no Facebook e no Instagram – incluindo diversas celebridades –, e eles foram assistidos cerca de 440 milhões de vezes.

No Reino Unido, a Motor Neurone Disease (MND) Association arrecadou 7 milhões de libras (cerca de R$ 35 milhões) com a campanha. Dessa quantia, cerca de 5 milhões foram destinados a pesquisas e 1,5 milhão, ao cuidado e apoio aos pacientes.

A participação da Grã-Bretanha no Mine Project, um projeto internacional para analisar o genoma de 15 mil pessoas com doenças do neurônio motor, incluindo cada pessoa do país com o problema, também foi acelerada com fundos do desafio.

Ammar Al-Chalabi, professor de neurologia e doenças genéticas complexas no King's College London, diz que este é "um projeto enorme que vai produzir dados suficientes para encher 10 mil discos rígidos".

O projeto vai permitir que cientistas comparem o genoma de pessoas afetadas pela doença com o das que não sofrem dela, o que pode facilitar o isolamento dos genes que aumentam as chances de alguém desenvolvê-la.

No Brasil, o desafio ajudou a Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica (Abrela) a arrecadar R$ 296 mil entre os dias 14 de agosto e 30 de setembro, enquanto durou a campanha. Desde que o balde de gelo saiu de moda, no entanto, o valor voltou a cair.

"Na época, a arrecadação foi muito além do que esperávamos. Em dois meses, arrecadamos o equivalente ao que conseguíamos no ano. Poucas pessoas se disponibilizam a doar para uma doença pouco conhecida e que ainda não tem cura", disse à BBC Brasil Élica Fernandes, gerente executiva e social da Abrela.

"A Abrela se especializa no apoio a pacientes e famílias. Pretendemos fazer uma nova campanha e arrecadarmos mais fundos para podermos ter uma sede e colocar em prática os projetos que temos."

Cerca de 20% deste valor foi destinado a custear a participação de dez pacientes brasileiros no Mine Project, através do Instituto Paulo Gontijo, especializado em pesquisas sobre a doença. O resto do dinheiro está guardado para futuros projetos.

Diálogo

Casal teve que desembolsar R$ 20 mil por ter agredido recepcionista de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna deste sábado (6)

06/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Edson Contar - Poeta de MS

"Amigos são versos que compõem a poesia das nossas vidas”.

FELPUDA

Casal teve que desembolsar R$ 20 mil por ter agredido recepcionista de um hotel. Tudo começou quando a dupla ficou sabendo que não havia quarto disponível e que também não tinha reserva. Enquanto tentava encontrar uma solução, o funcionário teve o telefone arrancado e arremessado pelo homem contra ele. A mulher, por sua vez, passou a jogar objetos em direção à vítima. Os acusados afirmaram que a reserva havia sido feita e negaram as agressões. Mas tudo foi confirmado pelo gerente e pelas câmeras. Aí...

Menor

A confiança dos empresários do comércio de Campo Grande atingiu em maio o menor patamar desde a pandemia. O Índice de Confiança do Empresário do Comércio caiu para 89,2 pontos, permanecendo na zona negativa e registrando o pior resultado desde agosto de 2020. A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo aponta que o cenário econômico segue impactando o humor e as expectativas do setor.

Proibição

A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que proíbe a importação de tilápia em diferentes formas, incluindo peixes vivos, alevinos e produtos destinados ao consumo humano e animal. A proposta tem como objetivo reduzir riscos sanitários relacionados à entrada de doenças no país. Além disso, busca fortalecer a cadeia produtiva nacional, garantindo maior proteção econômica, social e ambiental aos produtores.

Cautela

Os maiores recuos foram registrados na avaliação das condições atuais da economia (-12,7%) e na intenção de contratar funcionários (-6,9%). Segundo Fecomércio-MS, o empresariado está mais cauteloso para investir. Entre empresas com até 50 empregados houve retração, enquanto os negócios de maior porte avançaram 6%. 

Em análise

O Senado analisa projeto de lei que proíbe a fabricação, importação e venda de cosméticos e produtos de higiene com microesferas de plástico. A proposta, já aprovada pela Câmara, busca reduzir a poluição dos oceanos causada por resíduos plásticos. O texto define como microesferas partículas plásticas menores  que cinco milímetros.

DiálogoGisele Barbosa e Ulisses Serra - Foto: Wagner Guimarães

 

DiálogoDra. Gabriela Lubiana Divino - Foto: Arquivo Pessoal

Cadeiras

Segundo análise de políticos, o PT poderá perder lugares a Assembleia de MS. Um dos motivos seria o estilo  de José Orcírio: só esbraveja, não esquece do ex-presidente Bolsonaro, como se ele fosse pré-candidato, além de desdenhar os produtores, classificando-os de “fazendeirada”. Com relação a Pedro Kemp, dizem que vem se sustentando em discurso nada inovador, enquanto Gleice Jane não teria base eleitoral forte. A conferir.

Números

A Justiça do Trabalho de MS destinou R$ 515 milhões para pagamento de dívidas trabalhistas em 2025. Pouco mais da metade desse valor, cerca de R$ 268 milhões, foram liberados mediante acordos homologados pelas Varas do Trabalho. O tema mais frequente nos processos trabalhistas foi o adicional de insalubridade, com 8.756 casos. Em 2024, haviam sido registradas 6.908 ações, o que representa aumento de 26%.

A mais

A Justiça suspendeu a cobrança de taxas de licenciamento de um veículo que está sem uso há mais de 15 anos, em Corumbá, desde que o proprietário se tornou fiel depositário, sem autorização para circular. Mas estava sendo cobrado de cerca de R$ 1,2 mil. O Tribunal suspendeu cobrança até a decisão final.

ANIVERSARIANTES

Sábado (6) 

Renata Velloso Braz;
Habib Rezek Júnior;
Nelia Menezes Tortorelli;
Alvicio Penha Martinez;
David Tavares Duarte;
Eder Giacian;
Guilhermo Zacarias Soloaga Cardozo;
Osvaldo Franco Godoy;
Dra. Sônia Regina Greguer Fernandes;
Ramona Vieira Flores;
Nilton de Souza Vieira;
Reginaldo de Oliveira Ferreira (Pastor Reginaldo);
Clebio Aquino Anunciato;
Maria Iracy Machado Maranhão da Rosa;
Deuza Franco Vernochi;
Jucelino Oliveira da Rocha;
Aparecido da Silva;
Rafael Henrique Ruzzon Scarpetta;
Eliandro Pereira da Silva;
Maice Pardo Corrêa;
Dr. Antonio Olinto Rodrigues Furtado;
Ana Maria Capelli de Campos;
Dr. Paulo de Araujo Delgado;
Gustavo Helney;
Roberto de Abreu;
Dra. Daniela Bazili Soares;
Padre Sebastião Júnior Ferreira Braga;
Roberto Wolf;
Regis Leite de Matos;
Suzeli Corcini Rocha;
Luiz Antonio de Oliveira Junior;
Rodrigo Wessler;
Giselli Barbosa Figueiredo;
Bruno Andrade Tomasini;
Luiz Carlos Cunha Tebicherani;
Nelson Vieira dos Santos;
Godofredo Rodrigues Pereira;
Maria Aparecida Helney;
Rafaela Neves Carvalho;
Jean Dulce Gutterres;
Renata Garcia Lemes;
Luiz Nery de Souza;
João Ximenes;
Arlindo Gonzaga de Oliveira;
Miguel Said;
Ubaldo de Castro;
Dr. Augusto Rômulo Rodrigues;
Nilza Amador;
Paulo Roberto Scarselli;
Sérgio Rezek Tannous;
Alexandre Augusto Bevilacqua;
Keyla Cristina Alves de Souza;
José Cameron Gelle;
Lúcia Helena Maffei Lemos;
Amanda Maria Navarro Lorenzo;
Job Henrique de Paula Filho;
Danilo Ribeiro Portugal;
Arnaldo Itiki;
Mitsuru Tsutsui;
Luiz Kohl;
Luciana da Silva Catelan;
Grazielle Arakaki;
Camila Yumi Sakuma;
Leonice Teresinha Kappes;
Azle Cordeiro de Vera Escalante;
Cleuza Ferreira da Cruz Mongenot;
Maristela Linhares Marques Walz;
Ivone Angela Sala Barboza;
Ana Boabaid;
Nilda Urbieta de Fernandez;
Pedro Henrique Monteiro de Barros;
Luciane Ferreira Palhano;
Evelyn Sayuri de Faria.

Domingo (7) 

Dra. Lilliam Maria Maksoud Gonçalves;
Priscila Higa Nakao Moro;
Bianca Custódia Scudeller;
Elenice Alves Perez;
Dharleng Campos;
Antonino Migliore;
Claudionor Gomes da Silva;
Ivaldo Alves da Rosa;
Élcio Gonçalves de Oliveira;
José Carlos da Costa Nunes;
Dr. Paulo Roberto Loureiro Pinheiro;
Carmela Soares Ferreira;
Marcel Taira;
Melissa Fagundes Canale;
Shirley Mara Barbosa Figueiredo;
Valdir Almeida Gomes;
Constantina Souza Massad;
Lorena Albuquerque de Moraes;
Mário Maurício Vasquez Beltrão;
Francisco Leal de Queiroz Júnior;
Márcia Auxiliadora Domingues da Silva;
Clarinda Shimabukuro Higa;
Edmir Hitosi Oshiro;
Wilma Loureiro Leite;
Luciney Pettengill Galvão Cavalcanti;
Julia Araújo Machirisky;
Iuri Bueno;
Antonio Yosimitio Oshiro;
Carlos Magno Rezende Marques;
Reginaldo Ferreira Costa;
Maria Margarida Barros;
Delamar Coelho;
Carolina Pachuki;
Manoel Fernandes;
Veissisly Godoy;
Hécio Benfatti Júnior;
Fahad Jamil Georges;
Ney Helena Cintra;
Rosamaria Pereira Bravo Guardati;
Waldyr Cândido Ferreira;
Maria Eugênia Alves Rondon;
Hilda Gonçalves;
Thiago Magalhães Romeiro;
Gilson Gomes;
Verônica Rodrigues da Silva;
Olímpia Chaves;
Joaquim Fernandes;
Alberto Duarte;
Fabiana da Silva;
Ernesto Mattos;
Luiz Antônio Silveira;
Dr. Meyer Ostrowsky;
Domingos Alves Rocha;
Eronilda Lacorte Scherer;
Nilce Edir Bodstein da Costa;
Telma Holosback;
Roberto Francisco de Souza;
Marta Mujica Coelho Lima;
Pedro Barbiere Novaes;
Thereza Alves Freitas;
Roberto da Silva;
Amilton Mecchi de Arruda Pinto;
Brenda Alexandre Lima Siqueira;
Leonardo Lanteri de Almeida;
Carlos Marcelo Targa;
Luiz Carlos Joaquim Junior;
Ricardo Simioli de Brito;
Castelo Branco Navarro;
Geni Nishihira Shimabukuro;
Elaine Maria Zamignan Henrique;
Cássia Regina Pisarro Basso;
Paula Elizabeth Berndt;
Joe Graeff Filho;
Orlando Nilson Tonin;
Rosana Silva Pereira Cantero;
Mônica Junges.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Saúde da Mulher em Foco

Qualidade de vida, menopausa e lipedema: viver mais é importante, viver melhor é essencial

Dor, inchaço, fadiga e alterações corporais não devem ser vistos como parte natural do envelhecimento; compreender esses sinais é o primeiro passo para uma vida mais saudável e plena.

05/06/2026 12h20

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A medicina moderna tem ampliado seu olhar para além do tratamento de doenças, priorizando também a promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida. Nesta entrevista, a Dra. Mariana Vilela fala sobre menopausa, lipedema e a importância de uma abordagem preventiva para que as mulheres possam envelhecer com mais saúde, autonomia e disposição.

Recentemente, a médica participou de um congresso de atualização em Harvard, acompanhando as principais tendências e avanços na saúde da mulher e na medicina da longevidade.

A busca por mais qualidade de vida tem ganhado espaço nas discussões sobre saúde, especialmente entre as mulheres que enfrentam desafios relacionados à menopausa, ao lipedema e ao processo de envelhecimento.

Para falar sobre o tema, o Correio do Estado conversou com a médica Mariana Vilela, que recentemente participou de um congresso de atualização em Harvard voltado para saúde da mulher e medicina da longevidade.

Correio do Estado: Muito se fala atualmente sobre qualidade de vida. O que esse conceito representa na prática?

Dra. Mariana Vilela: Qualidade de vida significa ter saúde física, equilíbrio emocional, disposição, autonomia e bem-estar para aproveitar todas as fases da vida.

Hoje, as pessoas não buscam apenas viver mais, mas viver melhor. A medicina tem um papel importante em ajudar os pacientes a manterem sua funcionalidade, sua autoestima e sua independência ao longo dos anos.

Correio do Estado: A senhora participou recentemente de um congresso em Boston. Quais foram os principais aprendizados?

Dra. Mariana Vilela: Foi uma experiência muito enriquecedora. O congresso reuniu especialistas de diversas partes do mundo para discutir temas relacionados à longevidade saudável, saúde hormonal, prevenção de doenças crônicas e estratégias para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Um dos pontos mais importantes foi a confirmação de que hábitos saudáveis e uma abordagem preventiva continuam sendo as ferramentas mais eficazes para promover saúde a longo prazo.

Correio do Estado: Como a menopausa impacta a qualidade de vida da mulher?

Dra. Mariana Vilela: A menopausa é uma transição natural, mas pode trazer sintomas que interferem significativamente no dia a dia.

Alterações do sono, ondas de calor, fadiga, redução da libido, ganho de peso e mudanças de humor são algumas das queixas mais frequentes. Quando essas questões são abordadas de forma individualizada, a mulher consegue atravessar essa fase com muito mais conforto e qualidade de vida.

Correio do Estado: Existe uma forma de passar pela menopausa com mais bem-estar?

Dra. Mariana Vilela: Sim. O primeiro passo é compreender que cada mulher é única. A reposição hormonal tem um papel importantíssimo para devolver a qualidade de vida e entregar longevidade saudável.

Alimentação equilibrada, atividade física, sono adequado, manejo do estresse e acompanhamento médico também são fundamentais. Em alguns casos, outras estratégias terapêuticas podem ser consideradas, sempre de forma personalizada e baseada em critérios clínicos.

Correio do Estado: O lipedema também tem sido um tema cada vez mais discutido. Por quê?

Dra. Mariana Vilela: Porque finalmente estamos falando sobre uma condição que afeta muitas mulheres e que durante anos foi pouco reconhecida. O lipedema pode causar dor, inchaço, sensação de peso nas pernas e impacto emocional importante.

Muitas pacientes chegam ao consultório acreditando que o problema está relacionado apenas ao excesso de peso, quando na verdade existe uma doença que precisa ser diagnosticada e acompanhada adequadamente.

Correio do Estado: O tratamento do lipedema vai além da estética?

Dra. Mariana Vilela: Com certeza. O principal objetivo é melhorar a qualidade de vida. Quando conseguimos reduzir sintomas, aliviar a dor, melhorar a mobilidade, estimular hábitos saudáveis e devolver conforto à paciente, estamos promovendo saúde de forma integral.

A estética é uma consequência positiva pois muitas mulheres se privam de usar roupas que desejam, frequentar ambientes pelo incômodo com as próprias pernas. O lado bom é que hoje já temos tratamentos excelentes para melhorar o aspecto que tanto incomoda.

Correio do Estado: Qual mensagem final a senhora gostaria de deixar para as leitoras?

Dra. Mariana Vilela: A saúde deve ser encarada como um processo contínuo de cuidado e prevenção. Não devemos esperar que os sintomas se tornem limitantes para procurar ajuda. Com informação, acompanhamento adequado e hábitos saudáveis, é possível envelhecer com mais disposição, independência e qualidade de vida. Afinal, o verdadeiro objetivo não é apenas aumentar a expectativa de vida, mas garantir que esses anos sejam vividos com saúde e bem-estar.

Perfil

Dra. Mariana Vilela

Médica com atuação em saúde da mulher, menopausa, lipedema e promoção da longevidade saudável. Participa regularmente de congressos e atualizações científicas nacionais e internacionais, incluindo congresso médico realizado em Harvard, acompanhando os avanços da medicina voltados à prevenção, ao bem-estar e à qualidade de vida.

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