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Destaque B+: Conheça a história do ator Henrique Bandeira, que interpreta o Fred em "Vai Na Fé"

Com 21 anos, jovem ator é promessa da nova geração estrelando na novela e no streaming, na série "A Vida Pela Frente"

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O ator Henrique Barreira foi na fé para alcançar o seu sonho de viver da arte e conseguiu. O artista, que começou a estudar teatro em 2013, atualmente faz parte da novela das 19h, “Vai Na Fé” da TV Globo, no papel de Fred, e também está no streaming, na recém-lançada pela Globoplay, “A Vida Pela Frente”, como Vicente.

Henrique tem 21 anos, e é cariosa. O jovem, com tão pouco tempo de carreira já tem se destacado nas telinhas e é visto como um galã, sendo uma promessa para a nova geração da teledramaturgia.

Em entrevista exclusiva ao Caderno B+, o ator conta sobre a sua trajetória, fala sobre desafios profissionais e das suas expectativas para o futuro. Confira:

CE: Quando descobriu que queria ser ator?
HB:
“No teatro, em 2013. Lembro que na primeira vez que subi no palco senti algo inédito na minha vida: podia brincar de ser outro. E daí, em diante virei um ‘bichinho de teatro’. Horas de ensaios, peças, palestras. Lá foi a minha segunda casa por muito tempo e me iniciou no ofício com muito amor e vontade de investigar o ator que brotava em mim.”

CE: Já no inicio da carreira, você fez parte da peça “Paz Sem Rosto” que foi premiada internacionalmente. Como foi essa experiência?
HB:
“Foi incrível. Apresentamos essa peça em 2015 e em 2016 fomos convidados para ir a Dresden. Foi meu primeiro protagonista no teatro, os alemães adoraram a peça e quando estávamos no Rio recebemos a notícia do prêmio de melhor espetáculo. Foi um dos momentos mais especiais da minha vida aonde, acima de tudo, pude realizar que fazer do ofício de ator uma carreira era um desejo muito mais profundo que eu cativava.”

CE: Você estreou na TV com pé direito, em “Vai Na Fé”, novela que tem sido um verdadeiro sucesso. Como tem sido fazer parte da trama?
HB:
“O alcance da teledramaturgia nacional é algo gigantesco e sempre tive vontade de fazer parte desse fenômeno com meu trabalho. Entrar nesse universo da televisão contando uma história tão potente e necessária pro Brasil de hoje é uma honra. Depois que a ‘Malhação’ acabou, ter um núcleo jovem retratando assuntos sérios, políticos e reais é um serviço ao público em afirmar que os jovens têm sim uma vivência muito rica de aprendizado e numa fase geralmente conturbada da vida. Me emociona fazer parte desse momento em que sou um ator de 21 anos e recebo mensagens de jovens dizendo o quanto estão gostando de ver outros jovens atuando e levantando temas tão importantes que antes não eram discutidos nos núcleos familiares, no trabalho ou nas faculdades.”

Henrique Bandeira - Foto: Divulgação

CE: Como surgiu a oportunidade para viver o Fred?
HB:
“Fui fazer um teste e senti de cara que ele era meu. Uma curiosidade é que eu até fiz teste para o personagem do Rafael. Mas algo me dizia que viver o Fred e construir essa personalidade seria muito divertido e, acima de tudo, desafiador. Quando recebi a notícia de que realmente o Fred seria, eu vibrei muito. Teria finalmente a primeira chance de mostrar meu trabalho na televisão aberta.”

CE: Houve alguma dificuldade em interpretar o personagem? Se sim, qual?
HB:
“As cenas em que o Fred se colocava de forma extremamente preconceituosa ou na fase da ‘Macharada’, em que ele tinha uma postura patética e falas muito cruéis, era difícil me imaginar falando aquilo, mas a beleza da profissão é essa também. Aprendi muito com os desafios de me permitir assumir essas falas e posturas no ‘ação!’.

CE: O que você pensa sobre o papel da teledramaturgia em abordar temas importantes pra sociedade?
HB:
“Acho que, acima de todo entretenimento, a novela é uma ferramenta social e pedagógica. Quando o público passa a criar debates e levantar opiniões sobre temas polêmicos e cotidianos como o machismo, racismo, privilégio de classes, sinto que estamos acertando como dramaturgia e no tom das atuações. ‘Vai Na Fé’ já é um marco histórico na televisão brasileira.”

CE: Como foi fazer seu primeiro projeto no streaming em “A Vida Pela Frente”? Pode nos contar um pouco sobre o personagem?
HB:
“Meu personagem é o Vicente e ele também é um playboy, só que dos anos 90. Foi importantíssimo ter trabalhado com a Leandra Leal e o Bruno Safadi me dirigindo. Entendi mais sobre a câmera, o set, a preparação do ator para viver um personagem pras telas. Uma verdadeira escola e com amigos próximos juntos e brilhando. Filmar esse projeto foi um sonho.”

CE: Qual foi o personagem mais desafiador que você já interpretou na carreira e por que?
HB:
“Creio que o Fred, por ser o último e também por ser minha primeira novela. Sabia que a pressão era grande, o alcance de público é gigantesco e queria entregar o melhor trabalho possível com o presente de um personagem tão complexo como o Fred.”

Apesar de jovem, o ator já é destaque na TV - Foto: Divulgação

CE: Tem algum papel que você sonha em fazer?
HB:
“Queria muito fazer um vilão, poder estudar, investigar suas camadas e brincar com as maldades e bondades, seja no teatro, no cinema ou na televisão.”

CE: Quais são as suas expectativas para o futuro na TV? E no teatro?
HB:
“Para o futuro espero muito poder trabalhar com teatro, cinema e televisão novamente. Estou num amor profundo com a minha profissão e essa novela só me deu vontade de vivê-la mais intensamente. Sempre fui muito inseguro, mas nasci pra ser ator mesmo (risos).”

CE: Há algum projeto à vista que poderia adiantar pra gente?
HB:
“Já estou ensaiando uma peça com alguns jovens atores pensando sobre o tema da paternidade, a ausência dela e a relação com os filhos. A direção será do Pedro Bricio e devemos estrear no segundo semestre. No audiovisual, temos ‘A Vida Pela Frente’ série dirigida pela Leandra Leal e Bruno Safadi, no catálogo da Globoplay.”

diálogo

A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira, 10 de agosto de 2026

10/08/2026 00h01

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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George Shaw - escritor irlandês

A democracia muitas vezes significa o poder nas mãos de uma maioria incompetente"

Felpuda

A corrida eleitoral finalmente entrou na pista. Tem candidato acelerando em carrão de luxo, cercado de estrutura e apoiadores, enquanto outros aparecem empurrando o velho carrinho de rolimã, apostando mais  na criatividade do que no motor. A bandeirada já foi dada  e ninguém quer perder pista logo na primeira curva. Mas, em eleição, potência nem sempre garante vitória. O que decide a prova é a resistência, a estratégia e, claro, o voto do eleitor. Afinal, muita gente larga na pole e acaba vendo o adversário cruzar a linha de chegada primeiro. Portanto... 

Diálogo

Briga de cerca

Quando o assunto é terra, o plenário da Assembleia de MS às vezes parece mais uma divisa de fazenda. José Teixeira e Zeca do PT voltaram a medir forças e hectares em mais um duelo verbal. Sobrou até proposta para dividir propriedades com indígenas.

Mais

Mais um desafio que ficou só no discurso. Entre 400 hectares de um lado e 200 hectares do outro, a plateia assistiu à troca de farpas. No fim, teve mais barulho de porteira do que mudança de cerca. Como disse um parlamentar, irônico que só: "Churumelas, churumelas..."

DiálogoMaria Helena Pimentel e tatiana santos Pereira Jucá - arquivo pessoal
DiálogoDra. Lívia Miranda - arquivo pessoa

Esquindô lê-lê!

Nos bastidores, começa a ganhar força o chamado "bloco dos comissionados", formado por servidores que poderão ser convocados para atuarem na campanha eleitoral. A expectativa é de que muitos deixem os gabinetes nas horas de folga para ajudar candidatos nas ruas. A questão delicada é separar trabalho público de atividade político-eleitoral, porque a fronteira não pode ser ignorada. Servidor comissionado tem função administrativa, não obrigação de virar cabo eleitoral. A conferir.

Buraqueira

Com média de 675 buracos tapados por dia em julho, a prefeitura comemora um salto que chegou a impressionantes 1.200 remendos em apenas 24 horas. Fazendo as contas, isso significa cerca  
de 50 buracos recuperados por hora, ou praticamente um tapa-buraco a cada 1 minuto e 12 segundos, sem pausa para o cafezinho. O reforço das equipes elevou a produção. Agora, promessa é ampliar as frentes de trabalho.

Fiscal

A partir deste domingo, a Justiça Eleitoral colocará em campo, o aplicativo Pardal Móvel para receber denúncias de propaganda irregular. A ferramenta permitirá que qualquer eleitor encaminhe fotos, vídeos, áudios e outras provas diretamente aos TREs, com identidade protegida por sigilo. A intenção é acelerar a fiscalização durante a campanha. Em ano eleitoral, além de pedir voto, candidatos terão de tomar cuidado com quem está do outro lado da tela. Afinal, o celular também virou fiscal das urnas.

Aniversariantes

  • Mayra nemir neves, 
  • Maren Jessica Costa Jeha,
  • Antônio Picchioni Pereira,
  • Regina nunes saad,
  • Eline toniasso, 
  • Nazira furquim, 
  • Adriano Magalhães,
  • Algemiro Claro alvares,
  • Dair Jair savaris,
  • Dalci Moreira Lorentz,
  • Edileusa Lino de oliveira,
  • Wilson Yukishigue nakase,
  • José antonio gaitan guzman,
  • Nei Lourenço de freitas Costa,
  • Analice de toledo Barros Buainain,
  • Ademir Ximenes Machado,
  • Diego Luiz sorgatto,
  • Lourenço Pereira de souza,
  • José ferreira filho,
  • Rafaela terencio, 
  • Fábio Luiz Bertoni,
  • Roseli da Cruz Loubet, 
  • Tereza Cristina Pinto teixeira,
  • Mariza olegário Caminha,  
  • Fauze Bomussa,
  • Angelo Baldassini neto,
  • Humberto oliveira Bueno,
  • Ludmila Lopes Belline Monteiro,
  • Josiane arce Vieira,
  • Maria rizete ferreira Costa Bezerra, 
  • Jaciro alkiris,
  • Mariana Medeiros Mendes,
  • Aluízio Borges,
  • Alessandro de almeida silva,
  • Lourenço filisbino Paula,
  • Maria aparecida da silva rodrigues,
  • Afonso Leite figueiredo,
  • Adelurde nogueira,
  • Osvaldo Pegaz,
  • Lourenço antunes Maciel,
  • Cristiane de souza,
  • João Batista rodrigues,
  • Amanda almeida farias,
  • Fábio Henrique da silva,
  • Jacy da Costa nantes,
  • Sérgio Luiz Collebri,
  • Heloisa Helena Wanderley Maciel, 
  • Wilian Zavala Bastos,
  • Gesiane de Cássia damasceno Pereira,
  • Luana Pinelli almeida,
  • José Maria franco tôrres,
  • Dmitri erik Palermo,
  • Ana Cristina neves,
  • Orialis sanches de albuquerque,
  • Teresa Cardoso da silva,
  • Jaciara Jacob,
  • Affonso sette Lima,
  • Maria Helena almeida,
  • Lourdes Maria fernandes,
  • Mário sérgio Lopes,
  • Fernanda teixeira,
  • Lúcia Helena nunes,
  • Maria Cláudia oliveira,
  • José Henrique Mendes,
  • Carolina farias,
  • Maria Henriqueta Lima,
  • Cleonice flôres,
  • Alex de oliveira Camargo,
  • Dr.Marcelo dos santos souza, 
  • Laurita anache,  
  • Katleen de oliveira Camargo,
  • Dair Barbosa,
  • Vilmar José de Lima acosta,
  • Roberto Carlos de Jesus,
  • Florentina duarte Correa,
  • Eurico souza Lopes,
  • Pedro Paulo antunes,
  • Hidina Vitor nascimento silva,
  • Marcos antônio davi dos santos,
  • Suzi da Cunha Honório,
  • Paulo roberto da Costa nogueira filho,
  • Katia rubia tinoco,
  • Willian Castelo Branco,
  • Germano Zampieri neto,
  • Fermino otta,
  • Simara rosa de freitas,
  • José Mendes narchesi,
  • Hilda Carvalho,
  • Edson alves tenório,
  • Paulo antônio da silva,
  • Márcia Moreira dourado Pancini,
  • Valéria Pereira Martins de araújo Katayama, 
  • Andreia silva dos santos,
  • Eduardo Casali Moretto,
  • Elizabete eurico de sena,
  • José raimundo Pereira,
  • Waldir José amado,
  • Ana Maria fernandes,
  • Mário edson Monteiro damião,
  • André floriano de Queiroz,
  • Manoel Cação,
  • Andréia rodrigues dos santos,
  • Carlos nogarotto,
  • Ana Cristina Matsunaka dos santos, 
  • Fernando Martins Cavalcanti,
  • Humberto Kawahata Barreto,
  • Paulo roberto achucarro,
  • Nestor Catelan,
  • Aparecida tereza da silva Cândia

**Colaborou Tatyane Gameiro**

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Moda Correio B+

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual?

Nunca tivemos tanto acesso à informação e, paradoxalmente, nunca parecemos tão semelhantes.

09/08/2026 15h00

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual?

Entre Costuras & Cultura: As redes sociais estão deixando todo mundo igual? Foto: Divulgação

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Basta abrir o Instagram ou o TikTok para perceber um fenômeno curioso: pessoas que vivem em cidades, países e culturas completamente diferentes parecem vestir exatamente as mesmas roupas. A mesma calça, o mesmo tênis, a mesma bolsa, a mesma paleta de cores e até a mesma forma de posar para uma foto.

Nunca tivemos tanto acesso à informação e, paradoxalmente, nunca parecemos tão parecidos.

Os algoritmos têm um papel importante nesse processo. Eles entendem aquilo que chama nossa atenção e passam a entregar, repetidamente, versões muito semelhantes do mesmo conteúdo.

Aos poucos, deixamos de descobrir referências diversas e passamos a consumir uma estética padronizada, que acaba sendo reproduzida por milhões de pessoas ao redor do mundo.

Não há nada de errado em buscar inspiração. A moda sempre foi construída a partir de influências. O problema surge quando a inspiração substitui a identidade.

É comum encontrar pessoas que compram roupas porque “todo mundo está usando”, sem se perguntar se aquela peça realmente conversa com sua personalidade, seu estilo de vida ou seus valores. O guarda-roupa fica cheio, mas a sensação de não ter o que vestir continua.

É justamente nesse ponto que a consultoria de imagem faz diferença.

Ao contrário do que muitos imaginam, ela não existe para criar um estilo novo, muito menos para transformar alguém em uma cópia de uma tendência. Seu papel é ajudar cada pessoa a reconhecer quem é, compreender a mensagem que deseja transmitir e traduzir isso por meio da imagem.

Quando conhecemos nosso estilo, fazer escolhas fica mais simples. Compramos com mais consciência, consumimos menos por impulso e construímos um guarda-roupa que faz sentido para a nossa rotina e para a nossa essência.

Ser autêntico também significa respeitar aquilo que faz parte da sua história. A cultura em que você cresceu, sua profissão, seus objetivos, seu momento de vida e até suas preferências pessoais contam uma história que nenhuma tendência consegue reproduzir.

Provavelmente o maior luxo dos nossos tempos não seja vestir o que está em alta, mas ter clareza suficiente para escolher aquilo que realmente nos representa.

Porque tendências passam. Algoritmos mudam. Mas uma imagem construída com autenticidade permanece.

A seguir, 5 dicas para manter sua autenticidade em tempos de algoritmos

1. Inspire-se, mas não copie

Salvar referências é ótimo. Antes de comprar ou reproduzir um look, pergunte-se: eu realmente usaria isso ou estou apenas seguindo uma tendência?

2. Conheça o seu estilo

Seu estilo deve refletir sua personalidade, rotina, objetivos e valores. Quando você sabe quem é, as escolhas se tornam mais conscientes e naturais.

3. Faça compras com intenção

Antes de adquirir uma peça, pense se ela combina com o que você já possui e se faz sentido para sua vida. Um guarda-roupa coerente vale mais do que um armário cheio de tendências passageiras.

4. Valorize o que faz você único

Sua história, profissão, cultura, biotipo e preferências são parte da sua identidade. A moda deve evidenciar essas características, e não escondê-las atrás de uma estética padronizada.

5. Busque orientação profissional

A consultoria de imagem não existe para dizer o que você deve vestir, mas para ajudá-lo a descobrir como traduzir sua essência por meio da imagem. Quando a aparência comunica quem você realmente é, vestir-se deixa de ser uma obrigação e passa a ser uma forma autêntica de expressão.

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