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um brinde ao amor

Dia dos Namorados: veja como harmonizar vinhos para não errar no jantar a dois

Sommelier sul-mato-grossense explica como escolher as melhores opções com e sem álcool para ter um jantar inesquecível a dois

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Faltando um dia para a data mais romântica do ano, muitas são as opções para as comemorações de Dia dos Namorados. De acordo com Sebrae/MS, pelo menos 62,27% dos casais de Mato Grosso do Sul pretendem comemorar em restaurantes ou bares. 

Para complementar a celebração, uma taça de vinho pode ser o detalhe que transforma um jantar simples em uma experiência inesquecível. Entre shows românticos, programações culturais gratuitas e jantares especiais, para quem pretende comemorar a data à mesa, a escolha do vinho certo pode fazer toda a diferença. 

Segundo o sommelier e representante da Vinícola Domus Mea e Alambique Valmar, Vinícius Oliveira, o segredo para uma noite especial não está, necessariamente, em comprar o rótulo mais caro, mas em saber harmonizar a bebida com a comida e serví-la da maneira correta. 

"O vinho mais sedutor da noite quase nunca é o mais caro da prateleira. É o escolhido com cuidado, servido na temperatura certa, aberto no momento exato. Seduzir com elegância não exige gastar muito, exige escolher bem", afirmou. 

Para começar a noite

Para recepcionar o parceiro ou parceira e fazer o tradicional brinde, a recomendação do especialista é apostar em espumantes. 

Entre as opções mais acessíveis está o Chardon Brasil Brut Rosé, produzido na Serra Gaúcha, com notas de frutas vermelhas e preço entre R$ 99 e R$ 135. 

"Clássico, acessível e festivo", o rótulo combina com tábuas de frios, camarões e entradas leves. 

Outra sugestão é o Domus Mea Brut Rosé, na faixa dos R$ 125, indicado para acompanhar morangos, petiscos e sobremesas leves. 

Para o jantar

Para os casais que optam por massas e risotos, opções bastante comuns em jantares românticos, Vinícius indica vinhos tintos de médio corpo. 

Uma das sugestões é o Domus Mea Montepulciano, que custa em torno de R$ 120, e harmoniza com massas ao molho, risoto de cogumelhos e queijos semi-curados. 

Já para pratos mais elaborados, como o medalhão de filé ou massas com molho escuro, a indicação é o Casa Valduga Terroir Exclusivo Cabernet Franc, produzido no Vale dos Vinhedos e encontrado entre R$ 129 e R$ 159. 

Quem escolher servir picanha, costela assada ou filé ao molho de cogumelos, pode investir em um clássico argentino: o Trapiche Medalla Malbec, de Mendonza. O rótulo custa entre R$ 170 e R$ 250 e apresenta notas de frutas vermelhas maduras, baunilha e chocolate. 

Outra opção é o DM Primus, blend de Merlot, Malbec e Tannat, o "ícone da casa", como friza o sommelier. O vinho custa em torno de R$ 245 e é "ideal para quem quer presentar com vinho que vai além do rótulo". Harmoniza com carnes nobres, filé ao molho e jantar degustação. 

Os vinhos brancos também têm seu espaço. O Miolo Cuvée Giuseppe Chardonnay, produzido no Rio Grande do Sul, é uma das sugestões do especialista. Com preço entre R$ 99 e R$ 120, a bebida acompanha risotos, peixeis nobres, frutos do mar e aves recheadas. 

Para quem pretende fazer uma comemoração mais especial, há opções premium. 

Entre elas, o champagne francês Louis Roederer Brut Premier, encontrado entre R$ 513 e R$ 740 e recomendado para harmonizar com frutos do mar ou simplesmente para um brinde, por possuir "borbulhas finas, elegância pura e final longo". 

Já o Catena Zapata Adrianna Vineyar, da Argentina, pode custar entre R$ 1,8 mil e R$ 3,5 mil, ideal para acompanhar pratos mais elaborados, como o cordeiro e filé Wellington. A Catena Zapata foi eleita a Vinícula nº 1 do Mundo no World's Best Vineyards 2023 e o rótulo é um "vinho para transformar uma data em memória afetiva". 

Opções Zero Álcool

Quem não consome álcool não precisa abrir mão do brinde. 

"O mercado evoluiu e hoje os melhores espumantes desalcoolizados preservam aromas, borbulhas e aquela sensação de celebração que a taça proporciona", ressalta Vinícius. 

Entre as opções, o especialista destaca o Freixenet, da Espanha, disponível nas versões Branco e Rosé. O espumante passa por um processo completo de vinificação, onde o álcool é removido do vinho base por meio de destilação a vácuo. 

Produzido com uva Moscatel, ele apresenta uma coloração "amarelo pálido brilhante", com "borbulhas persistentes, aromas tropicais refrescantes e cítricos, com acidez muito bem equilibrada". A opção harmoniza com entrada de frios, risotos, sobremesas leves e morango e custa em torno de R$ 99. 

Outra opção é o Peterlongo Espuma de Prata Zero Álcool, da Serra Gaúcha e que custa R$ 25. 

"Elaborado a partir de mostro de uvas brancas, extraído por prensa pneumática, clarificado, estabilizado e gaseificado artificialmente, apresenta colocarção amarelo palha límpida e brilhante, aromas intensos e frutados, cítricos e levemente florais, com paladar adocicado e bom frescor. É o melhor custo-benefício da categoria", afirmou Vinícius. 

O espumante vai muito bem com frutas, sobremesas, fondue de chocolate e petiscos. 

Recomendações

Vinicius destaca duas vinícolas com ligação direta com Mato Grosso do Sul: a Vinícola Domus Mea, cujo um dos sócios proprietários é nascido no Estado e possui representação comercial na Capital; e a Vinícola Terroir Pantanal, que lançou recentemente seus primeiros rótulos produzidos no distrito de Camisão. 

Para fechar, o especialista reforça algumas dicas consideradas “coringa” para a celebração: 

  • Atenção à temperatura das bebidas - por ser um estado muito quente, recomenda-se que os espumantes e vinhos brancos sejam servidos bem gelados (entre 8ºC e 10ºC). Já os vinhos tintos, devem ser mantido entre 16ºC e 18ºC, devendo ser retirados da geladeira 30 minutos antes de serem servidos. Já os espumantes Rosés, devem ser mantidos entre 10ºC a 12ºC.
  • Ter um espumante “coringa” - para o especialista, se for possível comprar apenas um tipo de vinho para a noite toda, a recomendação é o Espumante Brut, já que ele “limpa o paladar, combina da entrada à sobremesa e é o símbolo máximo da celebração”. 

127 anos

Bisneto do fundador da cidade, Jozé Antônio Pereira esclarece fatos sobre a história da Capital

Por meio de seu bisneto, Jozé Antônio Pereira (com z mesmo) esclarece fatos sobre a história de Campo Grande e de sua vida

26/08/2026 09h30

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha Carlinda Foto: Marcelo Victor/Arquivo Correio do Estado

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Antes que comecem a pipocar as manchetes dizendo dos 127 anos de “fundação”, lembro aos mais desavisados que serão 127 anos de emancipação político-administrativa de Campo Grande, pois de fundação já passaram os 154 anos no dia 21 de junho deste ano.

Orgulhoso de ver hoje a Campo Grande fundada por meus bisavô e avô, continuo zeloso em ver contada a sua história sem erros.

Campo Grande, 127 anos de emancipação político-administrativa. 

Hoje vou fazer diferente! Vou deixar que meu “bisa” conte a história da fundação! Conta aí, “bisa”!

“Bom dia! Fundei um arraial, quando aqui cheguei no dia 21 de junho de 1872, em companhia do meu filho Antônio Luiz e os camaradas João e Manoel Ribeira, além de Luiz Pinto, contratado pra nos guiar nestes sertões da província de Mato Grosso. 

Vim de Monte Alegre (MG), onde residi por muitos anos, até minha vinda para o sertão...
Nasci em 1825, na cidade de Barbacena (MG) e casei-me com Maria Carolina de Oliveira, em São João Del-Rey (MG), com a qual tive oito filhos.

Meu nome verdadeiro é Jozé (com z mesmo) , embora os historiadores teimem em me chamar de José. Não se dão ao trabalho de pesquisar nem mesmo no cartório, onde tem minha assinatura como juiz de paz, nos primeiros livros de casamentos.

Tanto fizeram que acabei virando José... só não gosto quando insistem, ao festejar o 26 de agosto, como sendo aniversário da ‘fundação’, ignorando que a data marca apenas a elevação da paróquia à condição de município, ocorrido na citada data, no ano de 1899, portanto, 27 anos depois da fundação.

Mas o que importa hoje é festejar a emancipação da paroquia a categoria de Vila. 

Olhando aqui de cima, não consigo ver qualquer vestígio da pequena Vila que fundei. Cobriram seu chão moreno, ergueram edifícios, poluíram os córregos que nos serviram água e alimentos, e transformaram tudo em uma grande cidade, com ruas e avenidas que não permitem mais o trafego dos meus carros de bois.

Ficou bonita, grande, acolhe o primeiro milhão de habitantes, tem lindas avenidas e parques, tem asfalto, jardins, belos shoppings, bares, teatros, cinemas, gente chegando, ficando, somando, gostando e tornando-se filhos adotivos da cidade.

Me homenagearam com bustos, obeliscos, prédio, rua com o meu nome, e até um museu com a minha história construíram na sede da fazenda bálsamo, herdada por minha neta Carlinda Pereira Contar, cujo local está a merecer reparos. E foi graças a lembrança de um jovem vereador (Carlos Henrique Santos Pereira) que tornei-me cidadão (mais de 100 anos depois) da cidade que fundei.

Mas isso não importa, vale mais o que fizeram os que nela se sacrificaram, lutaram e venceram, tornando Campo Grande a linda Capital desse novo Estado.

E se hoje eu pudesse pedir mais alguma coisa aos que nela vivem, gostaria que zelassem por sua limpeza, que valorizassem a história da cidade, que cuidassem para torná-la ainda mais linda, e que seus administradores atentassem para a importância que

Campo Grande tem no contexto nacional, como cidade pujante, rica e ordeira, inspirando-se na dedicação, honestidade e respeito daqueles que no passado ajudaram-me a construir essa urbe , incluindo-se aí os brasileiros de todos os rincões e estrangeiros que tanto se dedicaram ao seu progresso.

Obrigado a todos que, ao longo destes 154 anos, desde o dia em que aqui finquei o primeiro rancho, participaram e participam de minha história, ampliando e colorindo meu sonho de desbravador ou aventureiro, como queiram chamar-me”.
Jozé Antônio Pereira*.

Anexo cópia da Resolução nº 225, de 26 de agosto de 1899, que eleva Campo Grande a categoria de Vila.
Parabéns, Campo Grande!!!

Estátua no Museu José Antônio Pereira retrata o filho do fundador, Antônio Luiz Pereira, sua esposa Anna Luiza e sua filha CarlindaFoto: Divulgação

* Por meu bisneto Eddson C. Contar. 
 

Diálogo

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (26)

26/08/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Leandro Karnal - Escritor brasileiro

"Pessoas elevadas falam de ideias; pessoas medianas falam de fatos; pessoas vulgares falam de pessoas”.

FELPUDA

Na corrida eleitoral, candidatos, principalmente os da direita, terão de andar com os olhos bem abertos. Adversários da esquerda já estão batendo às portas da Justiça Eleitoral para denunciar propagandas dos desafetos. Entre as reclamações estão até painéis com dimensões consideradas fora do padrão. A disputa parece ter ganho um novo instrumento: a fita métrica eleitoral. Pelo jeito, tem gente procurando milímetro por milímetro “irregularidade monumental”. E na eleição, até o tamanho do painel pode virar munição para uma boa briga jurídica.

Diálogo

Romaria

O escritório político de Reinaldo Azambuja tem recebido uma sucessão de lideranças interessadas em reafirmar apoio à candidatura ao Senado. Prefeitos e outras figuras políticas vêm passando pelo local em demonstrações públicas de alinhamento com o projeto eleitoral.

Mais

A movimentação revela uma campanha que procura consolidar apoios antes da reta decisiva. Azambuja, experiente na política, evita adotar o discurso de vitória antecipada. Sabe que alianças e pesquisas ajudam, mas é o último voto depositado na urna que efetivamente define o resultado.

Diálogo Luciene Orsi Abdul Ahad e Jorge Abdul Ahad - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoIzabella Andrade - Foto: Arquivo Pessoal

Poço

Em MS, tem candidato a deputado disputando eleição como se o orçamento público fosse um poço sem fundo. Na falta de propostas realmente novas, aparecem promessas para todos os gostos. O problema é que boa parte delas depende de recursos, convênios e liberações que não acontecem simplesmente porque o candidato prometeu. Há projetos que exigem longa peregrinação pelos gabinetes. Portanto...

Cobrança

O deputado estadual Pedro Caravina colocou na pauta um problema ambiental que vem preocupando, há muito tempo, municípios da região do Rio Pardo: a proliferação de macrófitas aquáticas. A cobrança é por explicações sobre a abertura das comportas da Usina Mimoso e o deslocamento da vegetação para áreas de Santa Rita do Pardo e Bataguassu. Caravina quer saber quais critérios técnicos foram utilizados para a operação e se os impactos ambientais estão sendo considerados. 

Aqui, não!

Moradores e comerciantes do Bairro Amambaí lotaram audiência pública promovida pela Câmara Municipal  de Campo Grande, para discutir a instalação do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua na região. A proposta prevê a mudança para o antigo prédio da Secretaria de Assistência Social. Durante a audiência, moradores protestaram e manifestaram preocupação com a segurança e os possíveis impactos.

ANIVERSARIANTES 

  • Carlos Alberto Peratelli,
  • Dr. Luiz Antônio Saab,
  • Dra. Isabella Miotello Ferrão, 
  • Dr. Oclécio Assunção Júnior, 
  • Yuri Andreis Boeira, 
  • Antônio Benjamim Correa da Costa,
  • Clóvis Martins,
  • Edgar Andrade D´Avila,
  • Eloina Yanez Brites,
  • Moezis José dos Santos,
  • Jorge Ono,
  • Inêz Geralda de Magalhães Madureira,
  • Marli Gauto Viliagra,
  • Edson Sanches,
  • Christian Maluf Victório,
  • Aroldo José de Lima,
  • Gilberto Veiga de Souza,
  • Tauana Montier Onça Bortolini, 
  • Tatiana Decarli,
  • José Roberto Tedeschi,
  • Dra. Rejane Alves de Arruda,
  • Aloysio Moreira Salles,
  • Caetano Rottilli, 
  • Thiago Rieger Silverio dos Santos,
  • Afonso Basso,
  • Dr. Hélinton Moura Lutz, 
  • Francisco Carlos Brasil Leite,  
  • Suely Aparecida Morilla Alves,
  • Eduardo Ferreira dos Santos,
  • Maria de Fátima Vieira Andrade,
  • Seiki Miiji, 
  • Antônio Cavalcante, 
  • Hélvio Rodrigo Gonçalves,
  • Alexandre Morais Cantero, 
  • Ricardo Aparecido da Silva,
  • Silvia Regina da Silva,
  • Laura Menzio,
  • Sérgio Retumba Carneiro Monteiro,
  • Moacir da Silva Queiroz,
  • Janethe Leite Cardoso,
  • Maria de Fátima de Souza,
  • Genésio Rodrigues Corrêa,
  • Aristides Brun,
  • Dinalva Garcia Lemos de Morais Mourão, 
  • Karla Marchitto Jacob Farias, 
  • Sônia Virgínia Moreira,
  • Pedro Franco Neto,
  • Vera Lúcia Nogueira,
  • Alcides Landfelt da Silva,
  • Sueli Alves Braga,
  • Altevir Soares de Alencar,
  • Sônia Maria Avelino Duarte,
  • Luiz Ferreira de Alencastro, 
  • Elizabeth Kioko Kohatsu,
  • Lutiane Machado Romero,
  • Dr. Benjamin Ramos, 
  • Maria de Fátima Camparin,
  • Sirley de Albuquerque,
  • Ricardo Luiz Silveira,
  • Luiza Francisca Oliveira,
  • Wilson de Paula Souza,
  • Bruno Vieira Antunes,
  • Clóvis Trindade Rocha,
  • João Tadeu Gonçalves,
  • Maria Luiza Pereira Franco,
  • Francisca da Silva Tôrres, 
  • Eliane Yamazato,
  • Danilo Mandetta Júnior, 
  • Dr. Agliberto Marcondes Rezende,
  • Kleber Pinheiro da Silva,
  • Ramão Gilberto Valiente,
  • Mauricio Vieira Gama,
  • Edson Andrade da Vila,
  • Victor Scarpellini,
  • Luiz Braz de Oliveira,
  • Francisco Muniz Soares,
  • Francisco Silva de Freitas,
  • Julio Cesar Gonçalves da Silva,
  • Adelaide Fernandes,
  • Eva Maria Barbosa,
  • Evelin Flávia Alves da Silva, 
  • Zeferina de Souza Montenegro 
  • de Camargo,
  • Alberto Magno Ribeiro Vargas,
  • Michelly de Souza Andrino,  
  • Neuri Paulo Gasparetto,
  • Ligia Toma,
  • Anna Cristina Barros Toledo Giurizatto,
  • Paulo Ricardo de Oliveira Reghin,
  • Luiz Yasunaka,
  • Glória Segrillo Faker,
  • Gustavo Rodrigues Nacasato,
  • Dr. Marcelo Oliveira dos Santos,
  • Márcio Rômulo dos Santos Saldanha, 
  • Valéria Martins dos Santos,
  • Ariane Marques de Araújo,
  • Elaine Maria dos Santos,
  • Arlindo Murilo Muniz,
  • Camila Morena Kudo da Silva,
  • Ana Paula Gaspar Melim,
  • Daniel Martins Ferreira Neto,
  • Armando de Oliveira, 
  • Regina Célia Goya,
  • Ana Cristina Castilho Sanchez,
  • Roberto Lorenzoni Neto,
  • Carlos Cesar Girardi Ferreira,
  • Norma Aquino Castro,
  • Arildo Loper.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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