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Diálogo

A infestação de baratas na Governadoria já ultrapassou a esfera... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (9)

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Eleanor Roosevelt -diplomata americana

"Você precisa fazer aquilo que pensa que não é capaz de fazer. A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo. Nada de grande se cria de repente"

FELPUDA

A infestação de baratas na Governadoria já ultrapassou a esfera sanitária e entrou para o folclore administrativo. As "visitantes" circulam pelos corredores com tanta desenvoltura que servidores "sussurram", por motivos óbvios, que estaria na hora de se providenciar crachás para as "ilustres frequentadoras". Algumas, dizem, aparecem mais no expediente do que certos especialistas no home office invisível. Enquanto isso, o serviço de  dedetização parece estar usando suplemento alimentar no lugar de veneno, já que as "belezuras" seguem cada vez mais robustas, animadas e perfeitamente à vontade

Condenado

Uma goiaba custou caro para um motorista nervosinho. Ele foi condenado a pagar R$ 10 mil de indenização, após agredir adolescente que atingiu seu carro com uma goiaba. Irritado, ele desceu do veículo, deu empurrão e em seguida um soco no rosto do garoto, causando lesões leves.

Mais

A 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de MS manteve a condenação por danos morais, entendendo que a reação foi desproporcional e que ninguém pode fazer justiça com as próprias mãos. A decisão foi unânime. O fato ocorreu em Dourados.

Sidney Volpe e Hélio FogolinSidney Volpe e Hélio Fogolin - Foto: Arquivo Pessoal

 

Cati SchneiderCati Schneider - Foto: Arquivo Pessoal

Penduricalhos

O Portal da Transparência do Ministério Público revela algumas rubricas de nomes tão elaborados, que mais parecem títulos de teses acadêmicas. Entre elas, a "Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira", que rendeu cerca de R$ 14,6 mil extras a muitos aposentados e consumiu R$ 660 mil em um único mês. Já a "Parcela de Irredutibilidade de Vencimentos" acrescentou valores entre R$ 5,7 mil e R$ 14,6 mil. Isso, sem contar os salários e o auxílio-saúde.

Quem?

Pesquisas encomendadas pela cúpula do PL poderão decidir se o deputado federal Marcos Pollon ou o ex-deputado estadual Capitão Contar terá chance na disputa da segunda vaga ao Senado. A avaliação é que Contar aposta na lembrança da votação de 2022. Já Pollon busca transformar sua projeção nacional em capital eleitoral estadual. O resultado poderá influenciar alianças, estratégias partidárias e até definir quem terá prioridade nas diversas articulações.

De lei

Pacientes com dor crônica passam a ter direito a atendimento integral pelo SUS, conforme lei publicada no dia 8. A norma também institui o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, em 5 de julho. Os pacientes terão direito a informações sobre riscos e efeitos dos tratamentos, enquanto a oferta dos serviços dependerá de regulamentação. A iniciativa busca ampliar o diagnóstico, o acesso ao tratamento e a conscientização sobre problema que afeta milhões de brasileiros.

ANIVERSARIANTES

Dra. Vera Lúcia Quelho Benigno dos Santos;
Dr. Hélio Mandetta;
Dr. Cláudio Albernaz César;
Antônio Nadra Jeha;
Daniel Albuquerque;
Antônio dos Anjos Branco;
Darlene Gomes Arentes;
Marina Aparecida de Souza;
Wanderson Batista Silva;
Johann Zopff Medina Soares;
Geracina Garcia de Lima;
Arlindo Zamigman;
José Admilson Leite da Silva;
Nobuco Sato Amaro;
Paulo Alves de Miranda;
José Narciso de Souza;
Yara Maria Passos Viana;
Edson Francisco de Oliveira;
Jone da Conceição Pereira;
Constantino Silva Santana;
Elisa Nagamine Oshiro;
Carlos Roberto Mancilla;
Maria Aparecida Stielhler Fachini;
Luiz Claudio Hugueney de Faria;
Artur Silva Maciel;
Ilde Edi Francois do Prado;
Antoliana Acosta;
Nelson Francisco Barbosa;
Ariana Felisberto;
João Anselmo Antunes Rocha;
Alda Regina Neves da Cunha Moura;
José Alcides dos Santos;
Hermes Quirino de Souza;
Maurício Arruda;
Antônio Barbosa Moreno;
Fermiano Yarzon;
Hugo Tamura;
Maria Lúcia Fialho Oliveira;
Marlon Maciel;
Sandra Silvia Oliveira Barboza;
Luiz Antônio Ruiz Savério;
Umbelina Alves Martins;
Margarida Tamashiro de Oliveira;
Ademar Ocampos Filho;
Elias El Daher;
Dra. Maria da Graça Severo dos Santos;
Dr. Luis Abrahan Taleno Orozco;
Maria Helena Vendrame;
Raquel Medeiros Cândia;
Izaltina Coelho;
Erinaldo Motta;
José Paulo de Souza Bail;
Ruth Vânia Soares;
Hilda Borba de Oliveira;
Paulo Lobo Júnior;
Aparecida de Lurdes Gonçalves de Oliveira;
Bianca Anelli Gianini;
Maria Margarida da Silva;
Alda Garcia de Oliveira;
Eudóxio Ferreira Machado;
Sofia Ledesma Peixoto;
Michelly Lanzarini;
Syrley Mendes Nogueira;
Lúcia Helena Monteiro;
Maria Cândida Barbosa;
Kênia Fátima Bernardes;
Dr. Sérgio Luiz Morelli;
Dr. Francisco Yocio Asato;
Hélio Albino dos Santos;
Benito Cristaldo;
Odette Badocco Ferraz Pacheco;
Paulo Augusto Gaspareto Ferreira;
Raimunda Ferreira de Freitas Moraes;
Cleuza Clenir Pereira Borges;
Ronaldo Francisco Regis;
Givanildo Spessoto Rondina;
Elias Vargas Nogueira;
Letícia Daltrói;
Alady Souza Nogueira;
Josemar Rodrigues de Oliveira;
Fábio Freitas Corrêa;
Adir Barbosa Júnior;
Luis Sosa dos Santos;
Renata Enedite Pinto Pereira dos Santos;
Valdemar dos Santos;
Eliliane Ruiz;
Cleide Aparecida de Souza;
Amanda Trad Peron;
Antônio Paulo Rossetto;
João Eder Kruger;
Giuliano Ferreira Leal;
Renea Lucy Guimarães;
Adriana Lazari;
Marcos Francisco Perassolo;
Henrique Costa Gasparini;
Rúbia Nazareth Dantas;
Vera Lucy Dias do Espírito Santo;
Glenda Gonçalves dos Santos;
Anne Nascimento Ribeiro;
Karen Leticia Tarasiuk;
Ricardo Kaoru Higa;
Kelly Cristina Alves Soares;
Daniel Rodrigues da Silva;
Luiz Antônio de Figueiredo;
Noemi Mendes Ferrigolo;
Plínio de Oliveira Lima;
Márcia Dias Lessonier Medeiros.

Colaborou com Tatyane Gameiro

Lançamento literário

Suicídio indígena é tema do novo livro do poeta e teatrólogo Américo Calheiros

Obra do poeta e teatrólogo transforma em versos a dor provocada pelos altos índices de suicídio entre os povos originários e propõe reflexão sobre uma das mais graves questões sociais de Mato Grosso do Sul

08/06/2026 08h30

O título

O título "Suicígena" é um neologismo criado por Américo Calheiros que traduz a essência da obra Foto: RAQUEL DE SOUZA

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Amanhã será lançada uma obra que promete provocar reflexão e ampliar o debate sobre uma das mais delicadas questões sociais do Estado. O poeta, escritor e teatrólogo Américo Calheiros lança o livro “Suicígena”, publicação que reúne poemas inspirados na realidade enfrentada pelos povos indígenas de Mato Grosso do Sul, especialmente diante dos elevados índices de suicídio registrados entre essas populações.

O evento acontece a partir das 19h, na sede da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL), em Campo Grande, com entrada gratuita e aberta ao público.

Publicado pela Life Editora, o livro surge como um manifesto poético diante de uma realidade que há décadas desafia autoridades, pesquisadores, lideranças indígenas e organizações de direitos humanos.

A motivação para a criação da obra nasceu do impacto causado pelos números divulgados pelo Relatório de Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, elaborado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Conforme os dados referentes a 2022, Mato Grosso do Sul registrou, em média, 24 casos de suicídio para cada 100 mil habitantes indígenas.

O índice é três vezes superior à taxa observada na população brasileira em geral, que no mesmo período foi de 8 casos a cada 100 mil habitantes, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Foi diante dessa realidade que Américo Calheiros encontrou na poesia uma forma de expressar sua inquietação e contribuir para que a temática alcance novos espaços de discussão.

O próprio título do livro sintetiza essa proposta. “Suicígena” é um neologismo criado pelo autor a partir da fusão parcial das palavras “suicídio” e “indígena”, dando origem a um conceito que traduz a essência da obra.

“É a síntese perfeita do espírito do livro, cuja ideia surgiu sob a égide dos suicídios indígenas em Mato Grosso do Sul, à medida que fui tomando contato, pela imprensa, desse fato e também das precárias condições de vida dos indígenas, que são o imediato pano de fundo dessa situação e fator determinante para a perda da vontade de viver das populações indígenas”, resume o autor.

Embora o tema central seja o suicídio indígena, Calheiros explica que o livro também se debruça sobre elementos que envolvem a cultura, a identidade e a resistência dos povos originários. Segundo ele, trata-se da primeira vez que sua produção literária aborda diretamente essa temática, motivada pela necessidade de ampliar a conscientização da sociedade.

“Foco de preconceitos dos mais diversos, de assoladora discriminação, do desinteresse e da desconsideração dos poderes constituídos, a população indígena foi, no decorrer da história, alvo dos maiores genocídios, que quase a exterminaram. Movido pelo sentimento que tudo isso me provocou, recorri à manifestação poética para tocar mentes e corações alheios à essa questão”, afirma.

CONSCIENTIZAÇÃO

Em “Suicígena”, a poesia assume o papel de transformar estatísticas em experiências humanas, revelando as consequências do preconceito, da exclusão social e dos conflitos por terra que marcam a realidade de diversas comunidades indígenas em Mato Grosso do Sul.

O Estado concentra uma das maiores populações indígenas do País, reunindo povos como guarani, kaiowá, terena, kadiwéu, kinikinau, ofaié e atikum, entre outros.

Nas últimas décadas, a disputa por territórios tradicionais e as dificuldades relacionadas ao acesso à saúde, à educação, ao trabalho e à preservação cultural se tornaram fatores frequentemente apontados por especialistas como elementos que contribuem para o agravamento de doenças mentais.

A obra de Américo Calheiros não pretende oferecer respostas definitivas acerca desse problema, mas provocar reflexão e incentivar o diálogo sobre a necessidade de políticas públicas mais efetivas.

“A sociedade mundial tem uma dívida incomensurável com os povos originários. Claro que as vozes indígenas já estão dizendo o que precisam e o que querem, só precisam, efetivamente, ser ouvidas. Se a minha poesia contribuir, que seja um pouco, com essa causa, fico feliz”, detalha Calheiros.

A apresentação do livro ficou a cargo da escritora e ensaísta Ana Maria Bernadelli, integrante da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, que define a obra como um exercício de sensibilidade e compromisso social.

“A poesia contida na obra não busca o consolo fácil nem a metáfora ornamental. Ela é lâmina afiada e brasa sobre a pele da indiferença. O poeta Américo Calheiros, ciente da responsabilidade de sua voz, transforma em palavra o luto e a dor dos indígenas que, despojados de suas terras, de seus deuses e de sua dignidade, veem na morte seu último refúgio”, define.

O AUTOR

Professor e teatrólogo, Américo Calheiros é formado em Letras pela antiga Faculdade Dom Aquino de Filosofia, Ciências e Letras (FUCMT) e realizou especialização na Escola Martins Pena de Teatro, no Rio de Janeiro. Há décadas radicado em Campo Grande, dedicou 18 anos ao magistério em escolas de primeiro e segundo graus da Capital.

Sua atuação, entretanto, extrapola a sala de aula e a literatura. Ao longo da carreira, participou ativamente da formulação de políticas culturais e do fortalecimento das artes no Estado.

Entre suas contribuições está a coordenação da comissão executiva responsável pelos festejos do primeiro centenário de Campo Grande.

Também criou o Grupo Teatral Amador Campo-Grandense (Gutac), iniciativa que ajudou a implantar o teatro como ferramenta educativa na Rede Municipal de Ensino, despertando em inúmeros estudantes o interesse pelas artes cênicas.

Américo ainda presidiu a Fundação Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Campo Grande (Funcesp) e a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), além de desenvolver diversos projetos culturais, entre eles, o programa Cesta Básica da Cultura, voltado à democratização do acesso às manifestações artísticas.

Sua produção literária reúne diferentes gêneros e temas, passando por poesia, contos e crônicas.

Entre os títulos publicados estão “Sem Versos”, “Memória de Jornal”, “Da Cor da Sua Pele”, “A Nuvem que Choveu”, “Poesia pra que Te Quero”, “Na Virada da Esquina” e “Campo Grande Aquarela de Luz – Patrimônio Vivo”.

O reconhecimento por sua contribuição à cultura sul-mato-grossense também veio por meio de homenagens institucionais.

Em setembro de 2010, recebeu da Assembleia Legislativa o título honorífico de cidadão sul-mato-grossense.

Em 2015, passou a integrar o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul e, atualmente, ocupa a Cadeira nº 7 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, anteriormente pertencente ao saudoso acadêmico padre Félix Zavattaro.

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Felpuda

Quem está distribuindo sorrisos de orelha a orelha é o ex-governador...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (8)

08/06/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Caio Fernando Abreu - escritor brasileiro
"Muita coisa que ontem parecia importante ou significativa amanhã virará pó no filtro da memória.  Mas o sorriso (...) ah, esse resistirá a todas as ciladas do tempo”

 

FELPUDA

Quem está distribuindo sorrisos de orelha a orelha é o ex-governador Reinaldo Azambuja. Junho, mês que antecede as convenções partidárias, chegou trazendo um presente daqueles para sua pré-campanha ao Senado. O inquérito do caso JBS, e que certamente seria explorado à exaustão pelos adversários, foi parar no arquivo, por decisão do STF. Com a pedra retirada do caminho, Azambuja ganha fôlego para seguir na disputa sem carregar esse peso político. Melhor ainda: as pesquisas de credibilidade continuam colocando seu nome entre os favoritos. Portanto...

Diálogo

Lá e cá

Diferentemente do cenário na Assembleia de MS, onde a bancada do PL reúne sete integrantes, na Câmara de Campo Grande esse número é de apenas três vereadores entre os 29 integrantes. O trio é formado por Ana Portela, André Salineiro e Rafael Tavares.

Mais

Ana é filha do Tenente Portela, amigo pessoal de Jair Bolsonaro. Salineiro, que é policial federal, já foi vereador, enquanto Tavares foi deputado estadual pelo PRTB, mas acabou cassado porque à época seu partido desrespeitou a legislação sobre cota de gênero.

DiálogoWagner Bertoli e Eléa Rocha Bertoli

 

DiálogoPetra Fiorin Fracaro

Reta final

Entre os dias 20 de julho e 5 de agosto serão realizadas as convenções para deliberar sobre coligações e escolha de candidatos para a disputa eleitoral. Mas, neste mês, começará o vale-tudo em alguns partidos, incluindo fogo amigo. Isso, para desestabilizar pré-candidaturas proporcionais (deputados estaduais e federais). Nas eleições deste ano não está sendo diferente em MS, tendo em vista que muitos atritos e desistências estariam ocorrendo. Afinal, como diz o ditado, “barata esperta não atravessa galinheiro”.

Mais calma

Para o Executivo, a situação aparentemente estaria mais calma com pré-candidatos já escolhidos. Eduardo Riedel (União Progressista formada pelo PP, seu partido, e União Brasil), que terá apoio do PL, e outros partidos de centro-esquerda; Fábio Trad, lançado pelo PT; João Henrique Catan, do Novo; Lucien Resende, do PSOL e Renato Gomes, do DC. Até o dia15 de agosto, as candidaturas deverão ser registradas na Justiça Eleitoral. Algumas surpresas poderão acontecer.

“Batalha”

A disputa pela presidência da Fecomércio-MS promete capítulos extras. A vitória da chapa de oposição sobre a atual diretoria, por apenas um voto de diferença, segue “causando”. Após terem pedidos negados para suspender o resultado da eleição, sindicatos ligados à situação anunciam nova investida no Tribunal do Trabalho. No comando há 16 anos, o grupo já havia sinalizado a “batalha”, ao registrar em ata que o resultado era apenas “provisório”.

Aniversariantes

Leonardo de Almeida Gralha,
Sebastiana Cunha Barbosa,
João Valmir Tontini,
Tathiany Kléia da Silva Verone Parron,
Bruno Guimarães Brasil,
Alaide Alves de Macedo,
Gilsano Costa,
Maria Angélica Sanches Navarro,
Laucídio Coelho Neto,
Antonio Tibana,
Estacio de Souza,
José de Barros Netto,
Albertina Maria de Oliveira,
Diego Giuliano Dias de Brito,
Mário Fernandes Barbosa,
Rubens Prevatto,
Ernesto Pereira Gazal,
Luis Henrique Gironde Madalena,
Arnaldo Zambom,
Sérgio Ocampos Pissurno,
Cassio Castro,
Abel Rezende,
Márcio Rogério de Camillo,
Dr. Luiz Antônio Monteiro Simões,
Dra. Adriane Cristina Bovo,
Amélia Riroko Miyashiro Tobaru,
Honório Rodolpho Hattge,
Marlene do Amaral Moraes,
Márcio Belone,
João Batista da Silveira Milagres,
Cícero Prentice Barbosa Júnior,
Ivana Schwanz da Costa Marques,
Matildes Zorrilha Vogado,
Zulma Maria Silva Gonçalves,
Joel Luiz Monteiro,
Maria Eduarda Barros,
Paulo Roberto Portella,
Indiana Rondon Giugni,
Elim Batista Borges,
Edviges Coelho Derzi,
Anderson Anunciação,
Zeferina José de Arruda,
Osvaldo Gordo Filho,
Daniela Barreto Saalfeld,
Leida Aparecida de Souza Couto,
Dr. Hélvio Freitas Pissurno,
José de Souza,
Mercedes Gauto,
Oséias Ferreira de Rezende Gil,
Fernando Alves de Oliveira,
Ancomárcio Barbosa de Oliveira,
Edna Maria Lopes da Silva,
Daniel Silva Mattos,
Mauro César Pereira de Miranda,
Valéria Gazzanelli Giovenazzio,
Vera Regina Sapiezinski,
Eliane Ruiz,
Flávio Garcia da Silveira Neto,
Mário Márcio Siqueira,
Elisabeth Dias Sollitto,
Florípedes Matos,
Antonio Petenatti,
Guilherme da Silva Telles,
Leonardo Vieira,
Francisco Teixeira Coelho,
Adão José Mendes,
Hudson Roberto Sanches,
Antônio Diniz Ferreira dos Santos,
Moacir Saturnino de Lacerda,
Arnaldo Jordão de Almeida Serra,
Maria Irailza Gomes Pereira,
Josiane Brites Azevedo,
Marcelo de Assis Sandym,
Francisco das Chagas Silva,
Carlo Daniel Coldibelli Francisco,
Elizângela Ferreira Peralta,
Flávia Guedes Colombo,
Mauro César Cardoso Coquemala,
Frederico Favaro,
Idalina Rosa Geraldes Brandão,
Nelie Martins de Moura,
Dalva Maria Alves,
Antonio Carlos de Melo,
Marciano de Oliveira Silva,
Nivaldo Strogueia,
Janai Pompeu Silva,
Mary Azuaga Berg de Almeida,
Mara de Azambuja Salles,
Cláudia Guimarães Vieira de Souza,
Paulo Affonso de Toledo,
Josué Rubim de Moraes,
Dr.Fábio Kanomata,
Adonir Rocha Both,
Cristiane dos Santos Gomes,
Flaviana Brito de Miranda,
Tarcio Quinta Reis,
Renato Farias de Souza,
Marcelo Monteiro Padial,
Ana Flávia da Costa Oliveira Vieira,
Bruna Berguerand,
Marcos Antonio Montagna,
Arlete Viana de Almeida Martins da Silva,
Tales Trajano dos Santos,
Cristiany Incerti de Paiva,
Elizabeth Flores Margarejo Cristaldo,
Naudirene dos Santos Pinheiro,
Eliane Iguchi Nicolau,
Deberton Máximo,
Genaro Orosco. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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