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ENTREVISTA

'Ele foi um pai completamente normal', diz filha de Michael

'Ele foi um pai completamente normal', diz filha de Michael

Famosidades

09/11/2010 - 09h26
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Na segunda-feira (8), foi ao ar nos Estados Unidos a tão esperada entrevista da apresentadora Oprah Winfrey com os filhos do "Rei do Pop", Michael Jackson. Prince, de 13 anos, Paris, de 12, e o caçula Prince Michael II, de oito, receberam a visita de Oprah Winfrey na casa da família Jackson, em Los Angeles.

Durante a entrevista, que teve um tom bastante informal, eles bateram um papo com a apresentadora sobre a relação com MJ e como estão se adaptando à rotina sem o astro. Paris, a única menina de Michael, afirmou que ele foi um pai completamente normal e que tentou criá-los sem que eles soubessem de sua carreira. Além disso, ela afirmou que MJ era um ótimo cozinheiro.

Katherine Jackson, mãe do astro, contou que os três netos estão se adaptando bem à ausência do pai. Porém, como não poderia ser diferente, o astro continua a ser um tema recorrente nas rodas de conversas entre as crianças. “Eles sempre comentam ‘papai teria dito isso ou papai faria assim’”, disse.

Filha e fã do cantor, Paris confessou que adora imitar o pai. “Algumas vezes faço improvisações, costumava fazê-las com papai”, contou à Oprah. A menina estampa nas paredes de seu quarto, várias fotos de seu ídolo. “Todas as fotos na parede de seu quarto são de Michael”, disse Katherine.

Ao serem questionados sobre o excesso de privacidade imposta por Michael, as crianças explicaram que chegaram a usar véu nos rostos para garantir maior segurança e que MJ era um pai muito preocupado. Paris contou que o lenço às vezes incomodava um pouco, mas era útil quando ela não estava com o cantor. "Quando nós não estávamos com nosso pai, ninguém nos reconhecia."

"Quando estávamos no Bahrein, costumávamos nos levantar cedo e caminhar pela praia", acrescentou Prince, mostrando que o pai nem sempre seguia regras rígidas. “Algumas vezes, ele me levava a um museu. Nós dois amamos arte”, disse Paris.

"Acho que ninguém entende o quão bom pai ele foi", comentou a menina, que reconhece o pai, falecido em junho de 2009, como o "melhor cozinheiro do mundo".
 

Moda e comportamento Correio B+

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem. Saiba mais na coluna "Entre Costuras e CuLtura"

A imagem da personagem foi construída a partir de três pilares muito claros: repetição, coerência e assinatura.

22/02/2026 18h30

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem.

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem. Foto: Divulgação

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"Entre Costuras e CuLtura"

Décadas depois de Sex and the City, é impossível olhar para a atriz Sarah Jessica Parker sem pensar em sua marcante personagem Carrie Bradshaw, e isso não é nostalgia, é construção. Existe uma diferença sutil e poderosa entre figurino e identidade, e Carrie não apenas vestia roupas, ela repetia códigos.

Mix de estampas; sapatos icônicos; acessórios statement; cinturas marcadas; flores no cabelo. Nada era aleatório, havia uma lógica própria. A imagem da personagem foi construída a partir de três pilares muito claros: repetição, coerência e assinatura.

Carrie podia variar silhuetas, cores e texturas, mas mantinha elementos reconhecíveis e reconhecimento é poder simbólico. A genialidade está justamente aí: ela não seguia tendências, ela criava um repertório pessoal dentro do universo da tendência. Carrie ensinou, ainda que intuitivamente o conceito mais sofisticado de estilo: constância com personalidade.

Outro ponto que me chama atenção é como Sarah Jessica Parker sempre esteve envolvida nas decisões de figurino. Isso dissolve a fronteira entre atriz e personagem. Carrie foi construída com a vivência estética da própria SJP, e quando a construção é orgânica e genuína, ela atravessa décadas.

É por isso que, quando ela pisa no Brasil, a fantasia coletiva ativa imediatamente: não é só a atriz que chega é o imaginário, é a mulher que ensinou uma geração a transformar roupa em narrativa. Carrie nos mostrou que estilo não é excesso, é intenção! Não é sobre ter muitas peças, é sobre repetir as certas até que virem assinatura.

E aqui está o ponto cultural mais interessante: vivemos uma era de consumo acelerado, mas as imagens que permanecem são as que têm coerência ao longo do tempo. A força de Carrie não estava na novidade constante, mas na consistência estratégica. Esse é o verdadeiro poder de uma imagem bem construída.

Carrie não é personagem. É estratégia de imagem.A atriz Sarah Jéssica Parker esteve no Brasil usando look da estilista Isabela Capeto - Foto: Divulgação

Aqui vão algumas dicas para você aplicar na sua própria construção de imagem:

• Identifique 3 elementos que podem se tornar sua assinatura visual (pode ser um tipo de acessório, uma modelagem específica ou uma combinação recorrente).

• Repita com intenção: constância gera reconhecimento  e reconhecimento gera autoridade.

• Edite seu guarda-roupa pensando em coerência, não em quantidade. Pergunte-se: isso conversa com a imagem que quero consolidar?

• Observe seus padrões visuais nas fotos: existe repetição estratégica ou apenas variação aleatória?

Imagem não é improviso. É direção!

@gabrielarosastyle

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 23 de fevereiro e 01 de março. Humor e novos começos.

Regida pela carta do Louco, a semana vibra com energia de novos começos e espontaneidade. Pode ser um período propício para tomar riscos calculados e explorar novos caminhos.

22/02/2026 12h30

A energia do Tarô da semana entre 23 de fevereiro e 01 de março. Humor e novos começos.

A energia do Tarô da semana entre 23 de fevereiro e 01 de março. Humor e novos começos. Foto: Divulgação

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O Louco, arcano zero do potencial ilimitado, simboliza a liberdade, o humor e os novos começos: o jovem herói do Tarô que inicia sua jornada aberto às experiências, sem se prender a papéis ou certezas, guiado pela intuição para arriscar, viver o momento e simplesmente dar uma de louco.

Na numerologia, o número zero representa o vazio, o potencial, o estado antes do início e a energia da liberdade, da aventura e do inesperado. Simboliza o começo de um novo ciclo, onde é necessário ter coragem e confiança para seguir em frente.

Como lembra Sócrates: “O segredo da mudança é focar toda a sua energia não em lutar contra o velho, mas em construir o novo.”

Em geral, essa carta aponta para um novo começo e renovado entusiasmo pela vida. Ela expressa o impulso misterioso que nos move em direção ao desconhecido — o chamado para explorar, experimentar e confiar. Representa um espírito jovem e indomável, que se lança ao novo com entrega e naturalidade.

Ao integrar instinto, intuição e sensibilidade, o Louco inaugura mudanças, abre caminhos e amplia o olhar para horizontes ainda não imaginados.

A sabedoria do Louco nasce da ausência de orgulho e de ego: ele não teme parecer “incompetente” nem o riso alheio, porque sabe rir de si mesmo. Por isso, simboliza o momento em que você decide sair da zona de conforto e dar uma virada na vida, atendendo ao chamado do coração mesmo sem saber exatamente para onde vai — um verdadeiro salto de fé que pede confiança no caminho que o Universo revela, como lembra Santo Agostinho: “Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser”.

Sob a perspectiva do filósofo Søren Kierkegaard, esse salto de fé acontece quando a razão já não é suficiente — e, ainda assim, escolhemos seguir adiante. Não é agir sem pensar, mas reconhecer que a vida possui dimensões que não podem ser totalmente calculadas ou provadas.

Saltar, para ele, é um gesto profundamente pessoal: assumir a própria existência com coragem, acolher a incerteza como parte do caminho e confiar no sentido que se revela na experiência vivida.

Mudar de área, empreender, arriscar e seguir novos rumos — essa é a energia do Louco, que desperta o impulso de inovar, aprender e buscar realização pessoal com o frescor e a curiosidade de um espírito jovem.

Este arcano convida você a cultivar uma mente aberta, curiosa e cheia de entusiasmo. Deixe de lado o excesso de cautela e permita-se explorar, deixando para trás medos, preocupações e a ansiedade sobre o que pode ou não acontecer.

O Louco do Tarô é frequentemente comparado ao curinga do baralho, cujo valor e função se transformam conforme o contexto do jogo. Assim como chamamos de “curingas” aquelas pessoas versáteis que se adaptam a diferentes situações, a energia do Louco convida você a agir com mais flexibilidade, ousadia e espontaneidade.

Quando o Louco surge como carta regente, ele convida você para uma nova aventura. É tempo de sair das amarras da rotina e se permitir arriscar. Mesmo que pareça ousado ou improvável aos olhos dos outros, é o momento de se colocar em movimento pelo seu sonho. Dê o primeiro passo sem excesso de análise — comece, e o caminho se revelará.

Permita-se saltar para o território desconhecido das possibilidades. Nunca é possível saber com total certeza o que vai ou não dar certo — por isso, não tenha medo de arriscar. Com o Louco, o excesso de cálculo perde espaço para a coragem de agir. Em vez de focar no que pode perder, volte o olhar para tudo o que pode ganhar e adote uma perspectiva mais otimista. Afinal, muitas vezes é melhor se arrepender do que tentou do que carregar o peso de nunca ter feito.

O Louco é um convite para relaxar, brincar e se permitir sentir alegria. Viva com a leveza de quem redescobre o mundo — ria mais, dance e deixe o coração respirar. Sempre que o medo aparecer, lembre-se da essência do Louco: ele encoraja você a agir apesar das dúvidas, a dar uma chance ao novo e ver no que pode dar. Pode ser uma nova profissão, um novo caminho, uma nova casa, um novo amor, um novo hábito ou simplesmente uma nova forma de olhar a vida.

No fundo, o Louco é feliz porque se libertou das amarras das preocupações e dos receios que o prendiam. Liberte o seu “louco interior”: o desejo do seu coração está à sua espera. Deixe de lado a autocensura que apaga o entusiasmo e solte pensamentos como “o que vão pensar?”. Aprenda a rir de si mesmo, alivie o peso do ego e da necessidade de aprovação. Ao fazer isso, você reencontra a parte mais solar, leve e otimista de si — e a vida fica mais leve não só para você, mas para todos ao seu redor.

O Louco no amor

O Louco tende a criar vínculos a partir da amizade, valorizando a leveza antes de qualquer compromisso. Pode, sim, construir um relacionamento duradouro, desde que preserve sua sensação de liberdade — caso contrário, tende a se afastar. Há uma energia de “vamos ver no que dá”: permita-se sentir, viver o presente e abrir espaço para novas histórias sem a necessidade de controlar tudo.

O Louco no trabalho

No trabalho, ele indica novos caminhos e ousadia: é hora de experimentar, inovar e confiar no aprendizado que vem com cada passo.

O Louco no dinheiro

No campo financeiro, o Louco pede criatividade aliada à cautela consciente: explore oportunidades, mas mantenha o essencial sob controle para evitar excessos, já que sua energia leve pode levar a descuidos e a uma menor atenção aos planos de longo prazo.

Permita-se o Novo

A carta pede menos previsibilidade e mais vida pulsando no presente — mas com consciência: liberdade não é descuido, então evite agir sem considerar as consequências. O Louco sopra ventos de novidade, aventura e expansão, lembrando que, sempre que a rotina pesa, é possível renovar a energia.

Viaje, explore, conheça pessoas e lugares, experimente novos jeitos de existir. O Louco não envelhece porque preserva a curiosidade e o encanto — e o convite final é simples: viver com mais leveza, coragem e um espírito brincalhão.

Como disse Albert Einstein: "A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original." Então, mantenha o coração aberto e dê espaço para o inesperado.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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