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Empreendedorismo B+: 8 dicas para vender mais durante a Black Friday

"O consumidor atual tem uma percepção muito mais aguçada, logo, para esta Black Friday, será preciso encantar e proporcionar boas experiências de compra", diz especialista

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Umas das principais datas do varejo se aproxima e, com ela, muita expectativa para turbinar as vendas. Como todas as outras datas importantes do calendário anual, esta será mais uma oportunidade para que os varejistas apresentem produtos, serviços e até mesmo superem as metas de vendas estabelecidas para o ano.

Para Erik Penna, que é especialista em vendas, o consumidor atual tem uma percepção muito mais aguçada, logo, para esta Black Friday, será preciso encantar e proporcionar boas experiências de compra.

Produtos personalizados, serviços que propiciam uma experiência qualificada e customizada, pós-vendas, ofertas, entre outros, são alguns dos requisitos primordiais e poderão ajudar a potencializar as vendas.

Se você quer aproveitar o período e melhorar a atuação no mercado, potencializando os resultados, siga essas 5 dicas abaixo para dar aquela turbinada:

1-Foque nos produtos campeões de vendas:
Normalmente é mais fácil vender 10 unidades de um item campeão do que 1 unidade de algum produto encalhado., então, aproveite para vender ainda mais os itens campeões.

2- Invista na divulgação:
Não adianta ter um excelente produto com uma condição muito especial se ninguém, ou pouca gente, souber disso e também não adianta colocar um outdoor no porão. Aproveite que as pessoas estão mais tempo em casa e divulgue seus produtos nos meios mais distintos, desde panfletagem, carro de som, redes sociais, e-mail marketing, até na televisão. Por que não? Vale pensar até numa parceria com uma empresa não concorrente, assim, um indica o outro, dividem os custos e ambos ganham novos clientes. 

3- Atue com agilidade:
A pandemia mostrou que não basta apenas entregar o produto para o cliente, é fundamental entregar com agilidade e eficiência. As empresas que mais têm resultados são as que tratam a entrega, que é a última milha do varejo, como uma vantagem competitiva em tempos de distanciamento social. 

4- Aposte na experiência do cliente:
Oferte itens com descontos verdadeiros, lembre-se que muitos clientes já estão pesquisando de forma antecipada os preços e saberão se os valores forem maquiados. Sua imagem está em jogo.

5- Abuse do visual:
Segundo o especialista Rodger Bailey, 53% das pessoas são visuais, portanto use e abuse de boas imagens para mostrar e comprovar os benefícios do produto ou serviço ofertado.

6- Seja multicanal?
É preciso ir além do presencial! Disponibilize seus produtos e serviços nos mais variados canais de distribuição, seja por telefone, e-mail, redes sociais ou WhatsApp, onde o consumidor preferir.  Dessa forma, você facilita a vida do cliente e possibilita que ele compre na plataforma que melhor o contemple.

7- Sugira uma combinação:
Após o cliente decidir fazer uma aquisição, sugira produtos ou serviços agregados, afinal, um produto sempre combina com outro. Num mundo cada vez mais on-line, a briga não é só do empreendedor maior contra o menor, mas sim, do mais rápido contra o mais lento. Aposte na conveniência, o cliente contemporâneo valoriza as facilidades e comodidades oferecidas, além de um atendimento de excelência não só na hora de comprar, mas também um pós-venda atencioso e efetivo.

8- Use depoimentos:
Opinião de clientes que já consumiram e aprovaram aquele produto ou serviço impacta e costuma convencer muitos outros clientes. Solicite alguns testemunhais dos clientes, peça a devida autorização e mostre para os outros clientes, isso costuma influenciar positivamente os demais consumidores.

                    Foto: Divulgação

Lembre-se que atender bem é tratar bem, é importar-se verdadeiramente com a causa do outro. Treine seu pessoal para atender o cliente com maestria e a venda será a melhor consequência.

Aproveite a Black Friday para criar uma jornada positiva do consumidor com a sua empresa e marca, aproveite para atender com eficiência e agilidade, e assim, encantar e conquistar novos clientes.

luto

Atriz Glória Menezes morre aos 91 anos

Atriz se consagrou como um dos grandes nomes da TV brasileira e teve parceria marcante com o marido, Tarcísio Meira

18/08/2026 16h05

Glória Menezes morreu nesta quarta-feira

Glória Menezes morreu nesta quarta-feira Foto: Divulgação / TV Globo

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Glória Menezes, uma das grandes estrelas da teledramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira, 18, aos 91 anos.

Nascida em 1934, na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, Gloria mudou-se para São Paulo ainda criança, e cursou a Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Nesse período, montou o grupo de teatro amador Jovens Independentes. Os projetos da companhia tomaram tempo da atriz que deixou a faculdade.

Em seu primeiro espetáculo, em 1959, venceu o prêmio de atriz revelação em um festival de teatro amador promovido pelo diretor Antunes Filho. Na televisão estreou em 1959, em Um Lugar ao Sol, e em 1962, no filme O Pagador de Promessas. O filme foi apresentado no Festival de Cannes, e ganhou a Palma de Ouro. Até hoje o primeiro filme brasileiro e sul-americano a vencer o prêmio.

Um ano depois protagonizou ao lado de Tarcísio Meira, com quem ia começar a namorar e se casar, a primeira novela diária da televisão brasileira, 2-5499 Ocupado, na TV Excelsior. Na mesma emissora, estrearam juntos A Deusa Vencida (1965) e Almas de Pedra (1966). Um ano depois foram para a Globo e o casal conquistou o sucesso em novelas como Sangue e Areia (1967), de Janete Clair, Rosa Rebelde (1969), mas também estrelaram produções separadamente como Passos dos Ventos, em que a atriz fez par romântico com Carlos Alberto, enquanto Meira atuava em A Gata de Vison, ao lado de Yoná Magalhães.

Já em Irmãos Coragem, Gloria viveu a atormentada mulher com três personalidades: a extravagante Diana, a recatada Lara e a equilibrada Márcia. Nos anos 80, estrelou em Corpo a Corpo, e Brega e Chique, ao lado de Marília Pêra, com a participação do filho Tarcísio Filho. Também protagonizou Tarcísio & Glória no seriado criado por Daniel Filho Euclydes Marinho e Antonio Calmon.

Em Rainha da Sucata, nos anos 1990, viveu a grande vilã Laurinha Figueiroa, no papel da socialite falida que fez a inesquecível cena cometendo suicídio, ao pular de um prédio. De lá, seguiu para as novelas A Próxima Vítima, Torre de Babel, Beijo do Vampiro, Senhora do Destino, Páginas da Vida e A Favorita. Nos palcos, Gloria estrelou em Navalha na Carne (1981), de Plínio Marcos, e Jornada de um Poema, na qual viveu uma paciente terminal de câncer.

Dramaturgia em luto

Também nesta terça-feira, morreu aos 98 anos a atriz Laura Cardoso, um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira. A morte foi anunciada em seu perfil oficial no Instagram.

A publicação que comunicou a morte homenageou a atriz e ressaltou a marca deixada por ela na cultura brasileira. "Nossa grande estrela se despediu de nós. Laura Cardoso estará para sempre em nossos corações. Obrigada por tudo, nossa amada e eterna Laura Cardoso", diz o texto. Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

A atriz começou a carreira aos 15 anos e acompanhou de perto a transformação da dramaturgia brasileira, desde os tempos do rádio até a consolidação da televisão. Ao lado de nomes como Lima Duarte, Yara Lins, Lolita Rodrigues e Vida Alves, ajudou a formar uma geração de artistas que fez a transição entre os dois meios.

Ao longo da carreira, Laura interpretou dezenas de personagens em novelas, séries, filmes e peças de teatro. Entre seus trabalhos estão Mulheres de Areia, A Viagem, Pão, Pão, Beijo, Beijo e Sol Nascente. Seu último trabalho em uma novela foi A Dona do Pedaço, em 2019.

Em 2023, aos 95 anos, a atriz ainda falava sobre o futuro profissional sem estabelecer uma despedida da televisão. "Gosto de estar com a minha gente. Em um estúdio, nada me cansa. Quero morrer trabalhando", disse em entrevista ao Estadão.

Laura era filha de portugueses e cresceu em uma família ligada às artes. O pai, comerciante e apreciador de teatro, não se opôs à escolha da filha pela profissão, mas a mãe resistiu inicialmente. Na década de 1940, segundo a atriz, havia forte preconceito contra mulheres que trabalhavam no teatro. Aos 15 anos, porém, Laura decidiu seguir o caminho que a acompanharia por mais de oito décadas.

crônica

De mala em mala

18/08/2026 09h15

Arquivo

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Lendo o artigo da colunista Becky Korich, descobri que sofro de PPV – Preguiça Pré-Viagem. Acho até que o meu caso nem é preguiça, é pânico. Não importa o lugar, nem a distância: o simples fato de ter que arrumar as malas — separar roupas (e o medo de faltar?), artigos de skincare, remédios (e são muitos, porque nunca se sabe…), adereços, sapatos… Ai, que preguiça.

Um dos meus filhos, acostumadíssimo a se deslocar de cidade e até de país por conta do trabalho, consegue arrumar uma mala em meia hora. Eu levo dois dias, no mínimo. E se chover? Se fizer frio? Mas e se estiver calor demais? E, nisto, dê-lhe acrescentar mais itens.

Mas pânico mesmo é o de sair do lugar. Deixar minha casa gostosa, com tudo de que preciso no lugar certo, a cama que me acolhe, minhas comidas preferidas na geladeira. Eu sei, é apego. E isto, vindo de alguém que adora viajar, é totalmente contraditório.

E, depois de quase tudo pronto, ainda vem mais dúvida: devo mesmo viajar? Não será melhor cancelar tudo (e arcar com o prejuízo) e ficar quietinha no meu sofá assistindo a séries? Aí vem outra voz, lá do fundo, que me diz: “Mas são as suas férias, você merece!”.

Mas férias também cansam, eu retruco. São muitas variáveis no trajeto, na estadia. Da última vez, passei cinco dias na cama de um hotel — gripada.

Quer saber? Nas três últimas também. Já fiquei de cama em um lindo Airbnb em Paris, com a tal da gripe. Na praia foi igual. Me divirto dois dias e o resto fico na horizontal, me perguntando o porquê de ter inventado mais uma viagem.

Talvez eu queira testar meus limites, desafiar meu conforto ou meu medo. Antes, quando as companhias aéreas não cobravam remarcações (bons tempos!), eu tinha o hábito de voltar antes, às vezes no meio da temporada.

Sou teimosa, só pode. Insisto em fazer tudo de novo, mesmo antevendo as situações. Mas a viagem agora é diferente, digo, tentando me convencer. Estarei com amigos, verei muitos filmes e vou comer muito chocolate. Tudo bem. Até eu saber que o tempo será frio de doer. A previsão é de zero grau.


Coloco mais um casaco na mala. Respiro fundo. Desta vez, tudo vai dar certo. Eu mereço.
 

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