Correio B

Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Analu Pimenta, ela dá vida e canta Tina Turner em musical

"Queremos que o espectador sinta que está em um show da própria Tina"

Continue lendo...

O palco do Teatro Santander recebeu, na noite de 26 de fevereiro, a estreia de “TINA - Tina Turner O Musical”, montagem internacional que chegou a São Paulo como um dos principais destaques da temporada. À frente do espetáculo está a atriz Analu Pimenta, que vem sendo aclamada por todos que já viram o espetáculo, já que é a responsável por dar vida a Tina Turner na versão brasileira da produção.

No musical, a trajetória da cantora é apresentada sem suavização. A narrativa percorre os anos de violência no relacionamento com Ike Turner, interpretado por César Melo, o processo de ruptura e a reconstrução de uma artista que se tornou símbolo de resistência.

Analu destaca que a encenação não foge dos momentos mais duros da história.

“Há muitas cenas lindas mas também as de brigas. Ela sofreu muito. O espetáculo mostra toda a luta e vitória de uma mulher preta que superou abusos, e racismo."

Ao mesmo tempo em que expõe as feridas, o espetáculo aposta na força dos grandes sucessos e na experiência sensorial do público. A proposta, segundo a atriz, vai além da interpretação biográfica.

“Queremos que o espectador feche os olhos e sinta que está em um show da própria Tina”, diz.

A caracterização também foi tratada como elemento estratégico na construção da personagem. “Não é o mais importante, mas é muito importante. Quando contamos a história de uma personalidade que é muito presente na vida do público, precisamos nos preocupar com essa caracterização”, completa.

Com trajetória consolidada no teatro musical, Analu Pimenta já integrou produções como Shrek – O Musical, Godspell, Pippin, A Cor Púrpura, Vozes Negras e Tom Jobim – O Musical. Em 2023, protagonizou Bob Esponja – O Musical como Sandy Bochechas, participou do concerto Disney Magia & Sinfonia como Elsa, de Frozen, e esteve no elenco de A Noviça Rebelde como Madre Superiora, e recentemente dublou a voz do fenômeno "Guerreiras do K-pop", dando voz a Rubi. Consolidando assim seu nome entre as principais vozes do teatro musical brasileiro.

A atriz Analu Pimenta é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre carreira, escolhas e do grande sucesso que está vivendo dando vida e cantando a diva e saudosa Tina Tuner.

A atriz Analu Pimenta é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Igor Mota - Diagramação: Denis Felipe - ´pr: Flávia Viana

CE - Analu, dar vida a Tina Turner em uma superprodução internacional é um desafio enorme. Em que momento você sentiu que estava pronta para esse papel?
AP -
 A gente sempre tem a sensação de que não tá completamente pronta, né? A gente vai construindo o papel enquanto a gente vai ensaiando e depois que estreia constrói mais um pouco porque aí entra o público que é mais um ponto da nossa atuação, o nosso termômetro do que funciona e é uma sensação de nunca estar 100% pronta, encerrado o processo, mas quando eu senti que eu estava preparada para fazer esse papel, eu senti que eu estava preparada para fazer esse papel em 2019, 2020.

Quando eu audicionei para fazer esse papel em Madrid e eu passei para fazer o papel em Madrid, mas acabou não rolando porque veio a pandemia e aí ali eu sabia que eu tava pronta para fazer esse papel em. Outro país e nunca imaginei que viria para o nosso país. Então, quando as audições vieram agora, eu falei, eu tô preparada, mais do que nunca, quatro anos depois de já ter passado. Então, foi isso.

CE - A história não suaviza as dores da Tina. Como você atravessa essas cenas sem se deixar consumir por elas?
AP -
 Bom, para a gente entrar na cena e não se deixar levar, a gente ensaiou bastante, né? Tem cenas muito fortes e que em algum momento emocionam todo mundo, mas que pessoalmente cada um acaba tendo questões pessoais próximas em algum lugar daquela história.

Então, durante o processo, todo dia de espetáculo não se deixar consumir, foi preciso fazer muitas vezes, me cuidar psicologicamente e não levar as minhas questões para peça, né? Ali eu tô contando a história da Tina e não a minha história, eu me empresto para contar essa história, né? Então, foi preciso muito cuidado, né?

CE - Existe um instante do espetáculo em que você sente que a plateia realmente “encontra” a Tina?
AP -
 Sim, eu sinto. Para quem não assistiu o espetáculo, né, o primeiro ato a gente passa por um, por ela desde seis anos de idade, até quando ela se separa desse primeiro marido por volta de uns 40 anos, né? E ali são fases, é uma fase que as pessoas ainda não têm tanta memória afetiva com a Tina Estrela, né?

Porque a Tina que as pessoas mais conhecem é a do segundo ato da peça. E aí eu sinto que as pessoas vão se apegando à história pessoal. E aí quando chega no segundo ato, que realmente vem o cabelo icônico, as músicas mais famosas, aí eu sinto o momento que o público vira e fala, meu Deus, a Tina chegou, sabe? 

CE - Interpretar uma mulher preta que se tornou símbolo mundial de resistência muda algo dentro de você?
AP -
 Interpretar a Tina, que é uma mulher preta que venceu depois dos 40 anos, muda tudo pra mim. Eu acabei de fazer 39, então sou quase uma mulher de 40, fazendo a minha primeira protagonista. Então, muda tudo. É um nível de representatividade que é arrebatador poder contar essa história, porque ela me representa demais e eu tenho certeza que eu também tô representando outras mulheres, então muda tudo pra mim.

CE - Você tem uma trajetória sólida no teatro musical. O que esse papel tem que nenhum outro teve até agora?
AP -
 O que esse papel tem que nenhum outro teve, primeiro, obviamente, é o protagonismo. Depois é a dificuldade, né, eu tô três horas em cena, saio apenas pra trocar de roupa em segundos e volto pra cena.

É uma dificuldade alta de canto, de dança, de atuação, então, pra além de ser um grande papel como atriz e um grande papel representativo, né, porque é uma história que trata de temas muito fortes, então, é o maior papel da minha carreira, num papel de muita relevância.
 

A atriz Analu Pimenta é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Igor Mota - Diagramação: Denis Felipe - ´pr: Flávia Viana

CE - Sua formação como fonoaudióloga especialista em voz interfere na forma como você constrói a personagem?
AP -
 Sim, a minha formação de fonoaudióloga ajuda muito, é um papel que vocalmente é muito difícil de ser executado, então eu conheço bem os meus limites saudáveis e não saudáveis pra fazer um trabalho de tanta exigência vocal e ajuda obviamente na construção porque eu tenho que trazer ali uma proximidade de uma voz, de uma personalidade real.

As pessoas precisam reconhecer algo de parecido, ser igual, eu nunca vou ser, ninguém nunca vai cantar igual a Tina, mas a gente precisa acessar uma memória afetiva do público e a voz é um caminho que me direciona bastante.

CE - Entre palco e estúdio de dublagem, onde você se sente mais desafiada hoje?
AP -
 Nossa, são desafios diferentes, eu acho que não tem um que eu me sinta mais desafiada. A dublagem tem o desafio de não ter tempo de construir um personagem. Você chega no estúdio e você tem que imediatamente ouvir aquela a voz do personagem, ver a imagem e gravar. Você não tem um tempo de construção, né?

E depois que você gravou, aquilo fica eternizado, você não tem como mudar. Então é muito difícil, é muito desafiador. E o processo teatral é desafiador porque ele tem um processo. A gente leva meses pra construir e cada dia que a gente entra no palco, a gente faz de uma maneira diferente. Então é porque a gente tá vivo, né? Então são desafios bem diferentes.

CE - Depois de tantos personagens marcantes, o que ainda te provoca frio na barriga?
AP - 
O que me provoca frio na barriga é saber e ter a possibilidade de tocar as pessoas, emocionar as pessoas, atingir e alcançar as pessoas com a história que eu tô contando, com a personagem que eu tô fazendo, com a música que eu tô cantando, com a cena que eu tô fazendo. Isso me dá frio na barriga, quando eu vejo que eu consegui atingir e alcançar o público, isso é o que me dá o frio na barriga.

CE - Como você lida com a responsabilidade de representar uma artista tão presente no imaginário do público?
AP -
 Olha, esse é um peso muito grande. A responsabilidade de fazer uma personagem que existiu e com tanta significância e relevância que as pessoas realmente conhecem, que tem traços fortes cantando e dançando e se comunicando, existe um respeito de não querer ser a Tina, e nem de imitar mas de homenagear. Então é um peso muito grande essa responsabilidade de levar alguém de tanta importância.

CE - Quando as luzes se apagam e o espetáculo termina, o que você espera que as pessoas levem consigo dessa experiência?
AP -
 Olha, eu espero que as pessoas levem a força da Tina para casa, a esperança, a vitalidade, a vontade de viver e nessa missão que ela tinha que fez, ela seguir em frente e que as pessoas saiam preenchidas de tanta esperança e de uma história de vitória, que elas possam se encher disso, tanto da história da Tina quanto da minha história de vitória. Então, é isso que eu espero.
 

A atriz Analu Pimenta, ela dá vida e canta Tina Turner em musical - Divulgação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Música

Na UFMS, Ney Matogrosso recebe o título de doutor honoris causa

Honraria reconhece trajetória de um dos maiores artistas da música brasileira e marca início de três dias de intensa programação cultural voltada à juventude na UFMS

25/03/2026 09h00

Arquivo

Continue Lendo...

A abertura do Festival da Juventude 2026, marcada para amanhã, às 19h30min, promete entrar para a história do evento ao prestar uma das mais altas homenagens acadêmicas ao cantor e performer Ney Matogrosso.

O artista receberá o título de doutor honoris causa durante cerimônia realizada na Cidade Universitária da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, em um momento que une arte, reconhecimento institucional e diálogo entre gerações.

A entrega da honraria integra a programação oficial do festival, que ocorre entre quinta-feira e sábado, e deve atrair estudantes, artistas e o público em geral. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos a partir das 17h30min no Teatro Glauce Rocha, local onde será realizada a solenidade.

O momento simboliza o encontro entre a universidade pública e a cultura brasileira em sua forma mais potente. Ao reconhecer Ney Matogrosso, a UFMS destaca a relevância de sua obra, assim como também o impacto social e político de sua trajetória.

O título de doutor honoris causa é a mais alta distinção concedida por instituições acadêmicas a personalidades que contribuíram de forma excepcional para o desenvolvimento da sociedade, das artes e do pensamento.

Ao longo da história, essa honraria foi atribuída a nomes que transformaram suas áreas de atuação – e, no caso de Ney, a escolha dialoga diretamente com uma carreira marcada pela ruptura de padrões e pela constante reinvenção.

Natural de Bela Vista, no interior de Mato Grosso do Sul, o artista construiu uma trajetória que ultrapassou fronteiras geográficas e culturais.

Sua origem sul-mato-grossense adiciona um significado ainda mais especial à homenagem e aproxima o público local de uma figura que ganhou projeção internacional sem perder a conexão com suas raízes.

Desde a década de 1970, quando despontou como vocalista do grupo Secos & Molhados, Ney Matogrosso se destacou por sua capacidade de transformar o palco em um espaço de experimentação estética e liberdade de expressão.

Em um período marcado por repressão política no Brasil, sua presença artística desafiava normas e abria caminhos para novas formas de manifestação.

Com figurinos ousados, maquiagem marcante e performances carregadas de teatralidade, o artista redefiniu o papel do intérprete na música popular brasileira. Sua voz aguda e singular, aliada a uma presença cênica intensa, rapidamente o consolidou como um dos nomes mais inovadores de sua geração.

Ao seguir carreira solo, Ney expandiu ainda mais seus horizontes artísticos. Seu repertório transita por diferentes gêneros e estilos, sempre marcado pela liberdade criativa e pela recusa em se limitar a rótulos.

Essa postura o transformou em um símbolo de autenticidade e resistência, características que continuam a inspirar artistas e públicos até hoje.

Ao longo das décadas, sua trajetória dialogou com temas fundamentais como identidade, corpo, sexualidade, política e liberdade – questões que permanecem centrais nas discussões contemporâneas, especialmente entre os jovens. É justamente essa conexão que torna a homenagem no contexto do Festival da Juventude ainda mais significativa.

A escolha de conceder o título durante o evento reforça a proposta do festival de promover encontros entre diferentes gerações. Ao celebrar um artista que desafiou convenções e abriu caminhos, o FestJuv estabelece um elo entre o passado, o presente e o futuro da cultura brasileira.

A cerimônia seguirá o protocolo acadêmico tradicional, com sessão solene, leitura da resolução que concede o título, entrega do diploma e discurso do homenageado. 

NOITE DE ABERTURA

Após a outorga do título, Ney Matogrosso permanece no palco do Teatro Glauce Rocha para uma apresentação em formato de palestra-show. A atividade será conduzida por Febraro de Oliveira e Isabê, dois jovens participantes do festival, para promover o diálogo intergeracional.

Nesse formato, o artista compartilha histórias de sua trajetória, reflexões sobre o fazer artístico e interpretações de canções que marcaram sua carreira.

A proposta é criar um ambiente mais próximo e intimista, no qual o público possa conhecer o artista e o pensamento por trás de sua obra.

A apresentação aposta na simplicidade estética: vestido de preto e sem grandes adereços, Ney conduz o encontro com a presença cênica que o consagrou.

Entre relatos e performances, o público acompanha um percurso que atravessa décadas da cultura brasileira.

A programação da noite de abertura não se limita à cerimônia. Também nesta quinta-feira, o público poderá acompanhar a abertura da Vila das Letras e o show da Orquestra Indígena com participação da MC Anarandá, no Palco Livre, localizado na Praça da Juventude, em frente ao teatro.

Essas atividades marcam o início de três dias de intensa circulação cultural dentro da universidade, que se transforma em um espaço de convivência, criação e troca de experiências.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

No sábado e domingo, o Festival da Juventude apresenta uma programação diversa, que inclui oficinas formativas, palestras, espetáculos, mostras de cinema, debates, batalhas de rima, concursos literários e concurso de cosplay.

Entre os destaques nacionais estão a psicanalista Maria Homem, a escritora indígena Geni Nuñez e o cantor Chico Chico, responsável pelo show de encerramento.

O festival também abre espaço para artistas locais, como Circo do Mato, Teatro Imaginário Maracangalha, Jackeline Mourão, Cia Pisando Alto e Karla Coronel, promovendo a valorização da produção cultural regional.

FORMAÇÃO ARTÍSTICA

Além de proporcionar o acesso à cultura, o evento também tem como proposta incentivar jovens a desenvolverem sua expressão criativa por meio de diferentes linguagens.

As oficinas formativas abrangem áreas como literatura, audiovisual, tecnologia e poesia falada. Com vagas limitadas e certificação, as atividades proporcionam contato direto com profissionais atuantes no mercado.

Para o produtor e curador do evento, Febraro de Oliveira, essa dimensão é essencial. “As oficinas transformam o festival de palco em laboratório.

Enquanto os shows oferecem inspiração e visibilidade, as oficinas oferecem processo e aprofundamento. Elas deslocam o jovem da posição de espectador para a de criador”, destaca.

OFICINAS

Entre os destaques está a oficina Em Cena, a Ação, conduzida pela atriz Shirley Cruz, que compartilha experiências acumuladas ao longo de mais de 25 anos de carreira no cinema e na televisão.

Outro nome importante é o cineasta Joel Pizzini, responsável pela oficina de roteiro cinematográfico, que propõe uma reflexão sobre o processo criativo no cinema.

Na literatura, a escritora Monique Malcher conduz uma oficina de escrita criativa, enquanto Vinicius Barbosa aborda a mediação de leitura. E a multiartista Alessandra Coelho ministra oficina de slam, destacando a poesia falada como ferramenta de expressão e resistência.

NOVA GERAÇÃO

A programação musical também destaca novos talentos. Um dos principais nomes é Chico Chico, que apresenta o show Let It Burn – Deixa Arder.

O repertório mistura influências de blues, folk, milonga e música popular brasileira, além de releituras de clássicos. A apresentação marca uma fase mais madura do artista, combinando tradição e contemporaneidade.

>> Serviço

Festival da Juventude 2026

Local: Campus da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande.
Data: de 26 a 28 de março.
Abertura: amanhã, às 19h30min, no Teatro Glauce Rocha.
Entrada gratuita.

Mais informações:
Site: festjuv.com.br/2026.
Instagram: @festivaldajuventudems.

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (25)

25/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

Continue Lendo...

Millôr Fernandes - escritor brasileiro

"Ninguém sabe o que você ouve, mas todo mundo ouve muito bem o que você fala”.

 

FELPUDA

A vereadora Isa Jane Marcondes está andando em campo minado, pois a cada fiscalização que realiza e posta em suas redes sociais, torna-se alvo de saraivada de ataques, inclusive dos seus colegas da Câmara Municipal de Dourados. Persistente, ela anda se desviando das minas espalhadas em cada órgão público que visita para constatar se os serviços estão indo ao encontro do que a população quer. Ela verifica, inclusive, o que teria sido varrido para debaixo do tapete. A realidade, dizem, é que há aqueles que desejam tirá-la do páreo de voos mais altos. Vai saber...

Diálogo

Eclético

O deputado Paulo Duarte está buscando novo rumo e, assim, deve deixar o PSB para se filiar, ao que tudo indica, no PSDB. O parlamentar tem trajetória partidária um tanto quanto extensa em sua vida política. Ele foi filiado ao PT.

Mais

E, inclusive, integrou o “núcleo duro” da administração petista em MS. Saiu do PT em 2016 e migrou para o PDT. Mas não durou muito, pois logo mudou de sigla, filiando-se ao MDB. Posteriormente, buscou abrigo no PSB e agora consta que estaria indo para o PSDB. Ufa!

DiálogoDr. Afonso Simões Corrêa, que está participando do programa de residência médica em Oncologia Clínica na USP, em São Paulo

 

DiálogoFlávia Ceretta

Eu juro!

O governador Eduardo Riedel jurou por todos os santos e arcanjos que não conversou sobre política com Lula, quando ele esteve em Campo Grande. Disse que o diálogo entre eles foi sobre, em suas palavras, “investimentos no Estado; falei para ele a respeito da rota bioceânica, da necessidade de manter o aporte para o acesso; conversamos do êxito da concessão, que foi uma delegação de parte das rodovias federais, e também de projetos que estão na Casa Civil e devem ser enviados ao Senado para aprovação da CAE, aqueles 200 milhões de dólares, que temos 50 de contrapartida”. Então, tá...

Palanque

A ministra Simone Tebet bateu o martelo com Lula e trocará MDB, seu partido por três décadas, pelo PSB, cuja figura mais ilustre é o vice-presidente Alckmin. Ela disputará uma das vagas ao Senado, mas por São Paulo, estado com maior colégio eleitoral do País, para “fazer palanque” para o lulismo. Em sua trajetória política em Mato Grosso do Sul foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora.

Recuo

Com a reta final da janela partidária e algumas definições para composição de chapas e, até mesmo, interesse de alçar outros voos, políticos decidiram fazer análise mais detidamente do cenário eleitoral. Assim, já se verifica certa disposição de algumas pré-candidaturas serem mantidas. Uma delas seria a da vice-prefeita de Dourados, Gianni Nogueira (PL). Ela teria cogitado até se filiar ao Novo para disputar o Senado. Porém...

Aniversariantes

Elaine Batista de Oliveira,
Alfredo Zamlutti Júnior,
Lauane Braz Andrekowiski Volpe Camargo,
Vilmar Vendramin,
Andréa Elizabeth Ojeda,
Clelia Casanobas Pereira,
Ilda Vilalba Lima,
Aline de Oliveira Silva,
Cicero Pucci,
Antônio Fernandes Teixeira,
Constantinos Mastroyannis,
Goro Shiota,
Izaura Saad do Amaral,
José Aparecido Miguel,
Luis Adolar Camargo Kieling,
Paulo Ricardo Sbardelote,
Darci Rocha Rodovalho,
Elcimar Serafim de Souza,
Marizeth de Faria Molina,
Eva Lefreve,
Miguel Cherbakian Primo,
Amaury D’Anunzio de Miranda Leal,
Eduardo Orsi Abdul Ahad,
Dra. Janete Lima Miguel,
Dr. Sidney Valieri,
Pércio de Andrade Filho,
Ana Carolina Correia,
Adelino Augusto Arakaki Martins,
Maria Neusa de Souza,
Thomaz Lipparelli,
Cristiane Iguma Câmara,
Bertildes Oliveira de Abreu,
Rose Mary Monteiro,
Joaquim Alcides Carrijo,
Luis Antonio de Oliveira,
Wagner Dagoberto Baptista,
Osmar Marques do Amaral,
Aparecido Camazano Alamino,
Alceu Roque Rech,
Zely Vieira Recalde,
Antônio Vladimir Furine,
Hélio Aldo dos Santos,
Magdalena Ferraz Baís,
Roseny Rodrigues Nogueira,
Maria Pereira Motta,
Leôncio de Souza Brito Filho,
Dr. Carlos Benigno Tokarski,
Nilza Maria Coutinho,
Maria Helena Pinheiro,
Zulmira de Freitas,
Nilton Nantes Coelho,
Arialú Paula Nogueira,
José Ernesto de Souza Faria,
Gabriel Meudau Lemos,
Marilda Coelho Lima,
Otávio Otaviano da Silva Pereira,
Maria Emília da Silva,
Pedro Paulo Gentil,
Dirceu Teixeira Nogueira,
Mirna Gonçalves,
Geraldo Carvalho Corrêa,
Nilson Arantes,
Altagno Sandin Bacarje,
Dilma Alvarenga da Silva,
Agenor de Figueiredo,
Fábio da Costa Rondon,
Maria Aparecida Barros de Moura,
Lodemir Cânepa Penajo,
Carlos Augusto Melke,
Taís Oliveira Pena,
Cristina de Melo Hamana,
Assis Alves Pimenta,
Allan Kardec Victor Hugo dos Santos,
Juliene Aparecida da Silva Gomes,
Wanir Maria Gasparetto da Silva,
Edilson Carlos Araujo de Oliveira,
Dayselene de Lara,
Anuncia Gimenes Ayala,
Antonio da Silva,
José Mário Facioli,
Gustavo Kiotoshi Shiota,
Everton Santos Garcia,
Edmilson Amaral da Rosa,
Carlos Uechi,
José Antonio Amaral Camargo,
Milton de Souza Leite,
Rodrigo Fernandes Ramos,
Silvia Aparecida da Silva Rocha,
Eloisa Fernandes dos Santos,
Ademir Gonçalves da Silva,
Thamara Silva Dauzacker Furlan,
Andreia Gomes Gusman,
Guilherme Coppi,
Rubens José Franco Cozza,
Silvania Gobi Monteiro Fernandes,
Márcio José da Cruz Martins,
Cenise Fatima do Vale Montini Jonson,
Dianary Carvalho Borges,
Carlos Eduardo Tedesco Silva,
Douglas Tiago Campos,
Katiussia Ribeiro Vieira,
Nelma Ortolan Franzim,
Sara Rosane Barcelos Moreira,
Luciane de Araújo Martins,
Everton Armôa Martos,
Humberto Dauber,
Carlos Henrique Suzuki,
Vicente Martins,
Quirino Areco

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).