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Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com o ator Marcelo Alvim que estreia em breve na TV em "Ben-hur" na Record TV.

"Foi uma responsabilidade enorme e, ao mesmo tempo, um privilégio. "Chatô" é um espetáculo que mistura música, humor, política e a história da comunicação no Brasil de uma forma muito interessante".

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Marcelo Alvim está celebrando 15 anos de carreira cheio de novidades. O artista é um dos protagonistas da recente temporada do musical “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de uma Paixão”, que retrata a trajetória de Assis Chateaubriand e o impacto dos Diários Associados na história da comunicação brasileira.

O espetáculo esteve em cartaz  no Claro Mais, no Rio. Já desde o dia 9 de maio, ele voltou a estrelar “Cartas para Gonzaguinha”, no Teatro João Caetano. A produção, que já foi vista por mais de 18 mil pessoas, está rodando o país desde 2019. Ainda este ano, o niteroense fará sua estreia na TV. Ele está gravando “Ben-hur”, a nova minissérie da Record, e vai participar também de “Amor em ruínas”, no canal.

Marcelo é formado pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna, bacharel em Teatro pela Faculdade CAL de Artes Cênicas e licenciado em Artes Visuais pelo Centro Universitário ETEP.  Em seu currículo constam trabalhos nos musicais “Rent” e “O beijo no asfalto”.

Marcelo Alvim idealizou o projeto Commedia D’Inclusão – Aulas inclusivas sobre Commedia dell’arte, da Secretaria das Culturas e da Fundação de Arte de Niterói. Em 2022, passou a integrar o núcleo de teatro musical da CAL como professor e diretor assistente em duas montagens. 

E, desde 2023, trabalha como professor de teatro e diretor cênico do Aprendiz Musical, um dos maiores programas de formação artística do país, presente em 100% das escolas municipais de Niterói e responsável por atender gratuitamente cerca de 10 mil crianças e jovens, promovendo formação musical, desenvolvimento social e experiências cênicas integradas.

O ator é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ele fala sua estreia na TV e gravações, carreira e também expectativas de novos projetos.

O ator Marcelo Alvim é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Nathan Quinhões - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Marcelo, você está comemorando 15 anos de carreira artística. Como analisa esse período? 
Já planeja os próximos 15?
MA -
 Olho para esses 15 anos com muita alegria. Passei por muitos palcos, personagens e aprendizados que me transformaram não só como artista, mas também como pessoa. Fico orgulhoso da trajetória que construí nesse período, vivendo experiências muito diferentes dentro do teatro, da música e agora também do audiovisual.

Para os próximos 15 anos, espero continuar sonhando, evoluindo, aprendendo e vivendo personagens e histórias que façam sentido para mim e para o público. 

CE - Quando surgiu seu interesse pelas artes? O que faria caso não fosse artista?
MA -
 Meu interesse pelas artes surgiu muito cedo. Lembro de passar as tardes no meu quarto desenhando quando era criança, inventando personagens e histórias.

Tive várias fases como toda criança/jovem… A primeira coisa que quis foi ser cartunista, depois escritor, cantor… A arte sempre esteve muito presente na minha vida. Caso eu não fosse ator, acredito que teria seguido no universo do desenho. Então acho que dificilmente eu não seria artista.

CE - Mesmo com 15 anos de trajetória, só agora você vai estrear na TV. Você está no elenco de “Bem-hur” e em “Amor em ruínas”, as próximas produções da Record. O que já pode contar sobre seus trabalhos nesses projetos?
MA -
 Foram projetos muito importantes para mim porque representam minha chegada ao audiovisual depois de tantos anos dedicados ao teatro. Cada produção tem universos muito diferentes, e isso foi muito estimulante como ator. Também foi muito bonito perceber que toda minha bagagem do teatro me preparou para chegar nesse momento com maturidade e segurança.

CE - Como foi pisar no set de tv pela primeira vez? O que mais te surpreendeu, oque mais foi uma novidade pra você?
MA - 
Pisar num set pela primeira vez foi uma baita novidade, mas, sinceramente, me senti muito confortável. Existe uma energia muito diferente entre palco e set. Acho que o que mais me surpreendeu foi a dinâmica e o ritmo de gravação.

No teatro, a gente passa meses ensaiando para repetir as cenas — e, muitas vezes, continua repetindo durante toda a temporada. Já no audiovisual, ensaiamos e gravamos no mesmo dia.

Aquele momento acontece ali e depois só revisitamos a cena ao assistir ao resultado final. É quase como enxergar o efêmero por dois pontos de vista completamente diferentes. E, se a TV tem um ritmo mais acelerado de criação, por outro lado o cuidado com os detalhes é algo incrivelmente impressionante. Mas, independentemente do formato, contar uma história com honestidade continua sendo o principal.

CE - Foram 15 anos vivendo de arte longe do holofote da TV. Por que essa demora? Acha que no Brasil um ator ainda precisa do audiovisual para ser reconhecido e valorizado?
MA -
 Acredito que cada carreira tem seu próprio tempo. Minha trajetória realmente sempre foi muito ligada ao teatro. O audiovisual acabou acontecendo agora, e tenho certeza de que foi no momento certo. A TV e o streaming têm um alcance enorme e acabam ampliando o reconhecimento do público.

Mas existe muito talento e muita dedicação fora do eixo do audiovisual. Toda cidade, por menor que seja, tem uma companhia teatral se apresentando numa praça, no teatro local ou nas escolas — e muitas vezes é ali que as pessoas têm o primeiro contato com a arte. Existem artistas que vivem de arte sem necessariamente serem conhecidos no Brasil inteiro.

Às vezes são conhecidos na própria cidade, no bairro, na comunidade onde atuam. E acho que não dá para medir a importância ou a grandeza dessa arte apenas pelo reconhecimento nacional.

CE - Você acabou de fazer no Rio o musical “Chatô”, substituindo Claudio Lins no papel de protagonista. Como é poder estrelar um projeto teatral?
MA -
 Foi uma responsabilidade enorme e, ao mesmo tempo, um privilégio. “Chatô” é um espetáculo que mistura música, humor, política e a história da comunicação no Brasil de uma forma muito interessante.

Assumir esse papel depois do Cláudio trouxe uma responsabilidade ainda maior, porque ele é um artista que admiro muito. Mas também foi uma oportunidade de construir minha própria leitura do personagem, respeitando todo o trabalho que já vinha sendo feito e trazendo minha verdade para a cena. 

O ator Marcelo Alvim é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Aloysio Araripe - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - E, atualmente, você está em cartaz no Rio protagonizando “Cartas para Gonzaguinha”, um espetáculo   que retrata as dificuldades da população através das músicas do artista. Como é usar a arte para falar de uma realidade social?
MA -
 Acho que uma das funções mais bonitas da arte é provocar reflexão. Gonzaguinha falava sobre amor, esperança, desigualdade, humanidade… temas que serão atuais enquanto existirmos. Levar essas questões para o palco através das músicas dele cria uma conexão muito forte com o público. Muitas pessoas se reconhecem nas histórias e nas letras. É um espetáculo que emociona justamente porque fala da vida real.

CE - Inclusive, você já participa desse projeto há anos. Como é manter um projeto com plateia lotada num mundo em que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, muitas vezes, não conseguem sair dos celulares nem mesmo dentro das salas de teatro?
MA -
 É verdade que as pessoas estão cada vez mais conectadas e, às vezes, infelizmente um celular toca ou você percebe a luz da tela de alguém checando as mensagens no meio do espetáculo. Mas a experiência ao vivo continua sendo muito poderosa.

O teatro oferece algo que nenhuma tela consegue substituir: presença, troca e emoção acontecendo naquele instante, diante dos seus olhos. E acho que por ser um espetáculo que fala de questões tão ligadas ao povo brasileiro, a conexão com o público acontece de forma muito imediata.

É realmente um privilégio fazer parte de um projeto que mesmo com tantas temporadas continua um sucesso de público.

CE - Em paralelo, Marcelo Alvim ainda é professor e dá aulas de teatro pela prefeitura da cidade de Niterói, na região metropolitana do Rio. Como é ensinar arte para as novas gerações? Como tem sido esse trabalho?
MA -
 É um trabalho muito especial para mim. Ensinar também me transforma o tempo inteiro. A arte tem um impacto muito importante na formação humana. Ver alunos descobrindo suas potências através do teatro é algo muito bonito.

E, ultimamente, também tenho vivido uma emoção muito única: ter alunos me assistindo na plateia, sair de um espetáculo e receber um abraço emocionado deles. É algo que dá ainda mais sentido ao que faço. 

CE - Como você analisa o interesse dos jovens no assunto, tendo que competir como interesse delas pelas telas?
MA - 
As telas fazem parte da realidade dessa geração, então não tem como encarar isso como uma competição, porque, se for assim, é uma batalha perdida. O desafio é encontrar caminhos para aproximar os jovens da arte de forma interessante e verdadeira. E esse caminho passa por criar acessos, criar possibilidades de estudo. Porque a gente sabe que a prioridade de muita gente é colocar comida na mesa, pagar as contas.

O estudo da arte precisa ser acessível, porque, se os jovens só conhecem as telas, também não dá para culpá-los por isso. Percebo que, quando eles têm contato real com o teatro, com a música e com processos criativos, o interesse aparece de forma muito forte e natural. A experiência artística desperta algo humano que continua sendo essencial, independentemente da tecnologia.

 

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros anuncia uma semana de construção sólida, prosperidade e conquistas alcançadas por meio da disciplina, da maturidade e do esforço constante.

24/05/2026 12h00

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

A energia do Tarô da semana de 25 a 31 de maio. Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso. Foto: Divulgação

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Crie um caminho sólido para a riqueza e o sucesso.

O Rei de Ouros surge em sintonia com a temporada geminiana para mostrar que ideias inteligentes só prosperam quando encontram direção, disciplina e estratégia.

Enquanto Gêmeos movimenta a mente, amplia contatos e desperta novas possibilidades, o Rei de Ouros traz estabilidade e visão prática para transformar conhecimento em crescimento, oportunidades em resultados e planos em realizações concretas.

O Rei de Ouros simboliza o caminho sólido para o sucesso material e a prosperidade construída com paciência, disciplina e visão estratégica. Os touros presentes em seu trono fazem referência ao signo de Touro e representam determinação, estabilidade e comprometimento com objetivos de longo prazo.

Cercado por abundância e segurança, o Rei de Ouros demonstra que a verdadeira riqueza não nasce apenas dos bens materiais, mas da capacidade de construir algo duradouro por meio da preparação, da constância e da sabedoria.

Você tem se sentido inseguro em relação ao seu futuro financeiro? Existe algum sonho ou objetivo que deseja conquistar, mas ainda não sabe por onde começar? Reflita também sobre a forma como enxerga a prosperidade neste momento: seus pensamentos sobre dinheiro e abundância têm sido positivos ou limitantes?

O Rei de Ouros é um dos filhos prediletos da Imperatriz, símbolo da fertilidade, da abundância e da criação. Somente a ele foi confiado o cetro dourado capaz de fazer tudo prosperar. Essa confiança existe porque o Rei de Ouros aprendeu a unir paciência, preparo e dedicação amorosa em tudo aquilo que constrói.

Ao mesmo tempo, ele carrega a firmeza e a proteção herdadas do Imperador, representadas pela armadura e pelos muros que cercam seus domínios. Dentro dele, há equilíbrio entre sensibilidade e disciplina, intuição e estratégia.

As vestes do Rei são adornadas por uvas, símbolo de abundância, prazer e colheita. Mas cultivar uvas exige tempo, cuidado e constância. O vinho não nasce da pressa — nasce da paciência. O Rei de Ouros entende que o verdadeiro sucesso é construído aos poucos, com preparo, dedicação e amor pelo que se faz.

Antes mesmo da colheita chegar, ele já está preparando a terra, fortalecendo as raízes e cuidando do que ainda nem pode ser visto. É justamente essa postura que transforma esforço em prosperidade.

Esse Arcano ensina que toda conquista sólida precisa de três pilares essenciais. O primeiro é a paciência. Nem todos os dias serão ensolarados, mas até os períodos difíceis têm sua função no crescimento. Tudo aquilo que possui valor — sonhos, talentos, relacionamentos ou estabilidade financeira — precisa de tempo para amadurecer.

O segundo pilar é o planejamento. O Rei de Ouros pede metas claras, organização e visão de longo prazo. Quando você estabelece objetivos e divide seus passos de forma prática e possível, o caminho deixa de parecer tão distante.

O terceiro pilar é a forma como você se relaciona com suas responsabilidades. O Rei de Ouros mostra que resultados mais prósperos surgem quando o trabalho é realizado com presença, gratidão e propósito — e não apenas por obrigação, medo ou escassez. A energia colocada em cada ação influencia diretamente os frutos que serão colhidos no futuro.

O Rei de Ouros simboliza estabilidade, prosperidade, segurança material, maturidade e realização. Quando representa uma pessoa, fala de alguém confiável, estrategista e capaz de construir riqueza de forma sólida e consciente.

Também pode indicar figuras de liderança, pessoas com talento para negócios, finanças e empreendedorismo, além de alguém que valoriza estabilidade, segurança e crescimento duradouro.

Compromisso e segurança: A energia desta carta no amor indica relações sólidas, duradouras e focadas no futuro. O momento pede estabilidade e construção de um lar seguro.

Sucesso e conquistas: É uma das melhores cartas para o lado profissional. Representa o ápice dos seus esforços. Momento ideal para colher frutos, fechar bons negócios ou alcançar uma promoção.

Cautela e sabedoria: No campo financeiro, o Rei de Ouros incentiva planejamento, disciplina e visão de longo prazo, mostrando que a verdadeira prosperidade nasce da constância, da sabedoria e de escolhas bem estruturadas.

O Rei de Ouros é um provedor confiável, alguém que utiliza sua ambição, maturidade e confiança para construir riqueza e segurança, tanto para si quanto para aqueles ao seu redor. Sua autoestima nasce não apenas do que conquista, mas também da capacidade de compartilhar, orientar e oferecer estabilidade.

Como figura de autoridade, ele representa sabedoria, especialmente em questões financeiras, profissionais e materiais.

Quando o Rei de Ouros surge como carta regente, indica um momento de confiança na própria capacidade de atrair, administrar e expandir recursos. Você consegue enxergar oportunidades de crescimento com clareza e, ao mesmo tempo, possui disciplina e autocontrole para transformar ideias em resultados concretos e duradouros.

A presença deste Arcano revela um enorme potencial de materialização. Mais do que sonhar, você se encontra pronto para agir, estruturar planos e transformar objetivos em algo tangível e próspero.

O Rei de Ouros simboliza a pessoa empreendedora, estratégica e determinada, que entende que o verdadeiro sucesso é construído com consistência, planejamento e dedicação.

Existe aqui uma energia semelhante ao toque de Midas: aquilo que recebe sua atenção, cuidado e comprometimento tende a prosperar. Quando você direciona sua força para aquilo em que acredita, os resultados podem ser extremamente positivos, especialmente no campo financeiro e profissional.

O dinheiro passa a fluir de forma mais estável, trazendo sensação de segurança, realização e autonomia.

O Rei de Ouros também fala sobre conclusão e consolidação. Pode indicar a finalização bem-sucedida de projetos, investimentos, empreendimentos ou metas importantes.

Depois de muito esforço, responsabilidade e atenção aos detalhes, chega o momento de colher os frutos do que foi construído. Mais do que riqueza material, este Arcano representa a construção de uma base sólida para o futuro.

Sua principal lição é clara: o sucesso sustentável nasce da paciência, da estratégia e da constância. O Rei de Ouros entende que não é preciso agir por impulso ou correr riscos desnecessários para prosperar. A experiência já mostrou quais caminhos funcionam melhor.

Agora, o momento pede confiança no que já foi construído, estabilidade nas escolhas e maturidade para continuar avançando com segurança e sabedoria. “Sucesso não é o resultado de um golpe de sorte, mas da soma de pequenos esforços repetidos dia após dia.” (Robert Collier)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

CIRCO

'Queda para cima'; espetáculo traz oficina de circo grátis para Campo Grande

Estreia está marcada para às 18h do próximo dia 31, na Feira Criativa da Orla Morena, com outras cinco sessões em diversos pontos da Capital

24/05/2026 08h57

Elenco ainda é composto por: Nathália Maluf, Fran Corona, Moreno Mourão e Vinícius Mena

Elenco ainda é composto por: Nathália Maluf, Fran Corona, Moreno Mourão e Vinícius Mena Reprodução/divulgação/HevoMídia

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No próximo dia 31 de maio estreia em Campo Grande o 'Queda para cima', que prevê seis apresentações gratuitas em diversos pontos da Cidade Morena e, em paralelo, traz ainda para a Capital uma oficina gratuita de técnicas circenses para professores, artistas e estudantes. 

Através da Companhia de Circo e Teatro Apoema, esse projeto idealizado pela fundadora, Nathália Maluf, é descrito como uma investigação das relações humanas através "do peso, do risco e da confiança".

Batizado de "Giro Apoema: Percursos Formativos e Circulação", o projeto conta com recursos Fundo Municipal de Incentivo à Cultura (FMIC) 2024, investimento da Prefeitura de Campo Grande através da Fundação Municipal de Cultura (Fundac). 

Para além da fundadora da Cia. Apoema, o elenco ainda é composto por: Fran Corona, Moreno Mourão e Vinícius Mena, esse último que inclusive assina junto de Maluf a concepção e produção do espetáculo, que é de criação coletiva. 

Essa estreia está marcada para às 18h do próximo dia 31, na Feira Criativa da Orla Morena, com outras cinco sessões que devem acontecer nas seguintes datas e endereços: 

  • 1º.jun.26 (às 14h) | E.E Armando de Oliveira;
  • 2.jun.26 (às 14h) | Teatro de Arena da UEMS;
  • 3.jun.26 (às 10h) | E.E Maria Eliza;
  • 6.jun.26 (às 17h) |  Feira Ziriguidum; 
  • 7.jun.26 (à s 18h) |  Praça do Panamá. 

"Queda para cima"

Em descrição, o grupo aponta uma imagem "simples" mas "instável" que deu forma à dramaturgia do espetáculo: "Um corpo impulsiona o outro. Sustenta. Solta. Recebe de volta", cita o material de divulgação. 

Em outras palavras, esse espetáculo traz cenas em que esses artistas lançam-se uns aos outros em movimentos de voo, sustentação e queda. 

Segundo eles, isso cria uma espécie de jogo contínuo entre vertigem e apoio, colocando o corpo coletivo no centro da cena. 

Em complemento, o grupo destaca que a "Queda para Cima" trata-se de uma sequência da pesquisa iniciada em "Apoeme-se: Intervenção Circo Poética". 

"Entre as experiências destacadas está a residência artística de 40 horas com o grupo Mano a Mana, realizada em São Paulo como parte da Ação 01, que contribuiu para um novo olhar sobre a criação do espetáculo, incorporando outras possibilidades técnicas, estéticas e dramatúrgicas", completa a Apoema em nota.   

Além das apresentações, a companhia trará uma série de oficinas que acontece entre os dias 28 de maio e 5 de junho, uma formação para artistas, professores e estudantes. 

Esses encontros da oficina gratuita "Queda para cima: Técnicas Circenses", serão realizados na sede da Cia Apoema, localizada na rua Paissandu, 615, no bairro Amambai, sempre às 19h, com exceção dos sábados e domingos, quando as atividades começam às 13h30.

Nesse espaço, teoria e prática se unem aos processos criativos, passando por acrobacias básicas de solo, portagens até manipulação de objetos, com intuito de  ampliar o uso da linguagem circense inclusive como ferramenta pedagógica, mas também como recurso de criação artística.

Importante destacar que há um limite inicial de 15 vagas, com inscrição disponível através de formulário (CLICANDO AQUI) e os selecionados divulgados através do Instagram da Cia Apoema, com comunicados via e-mail ou celular. 
 

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