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Especial B+: Chef ensina receita para celebrar o Dia Mundial do Macarrão

Dia 25 de outubro celebramos o Dia Nacional do Macarrão, e para comemorar a data o famoso Chef Isaias Soares compartilha a receita de um delicioso ravioli ao molho pomodoro

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No dia 25 de outubro é celebrado o Dia Mundial do Macarrão, um dos pratos mais populares e apreciados do mundo, que faz parte da culinária de diversas culturas ao redor do mundo.

E para comemorar a data, o chef Isaías Soares e a marca EKMA colocaram a mão na massa para criar um ravioli ao molho pomodoro para a gastronomia especial do Correio B+. Confira para reproduzir ai na sua casa no almoço, jantar ou final de semana.

Ravioli ao molho pomodoro

INGREDIENTES DA MASSA

  • 550g de gema (de preferência, de ovo caipira)
  • 325g de semolina
  • 325g de farinha de trigo

INGREDIENTES PARA O RECHEIO:

Pode ser feito de acordo com o gosto de cada um. A sugestão do chef é uma mistura de muçarela, tomilho e um pouco de molho branco, levado rapidamente ao fogo.

INGREDIENTES PARA O MOLHO

  • 500 g de molho de tomate triturado EKMA
  • 500 g de tomate
  • 30g de manteiga
  • 10g manjericão
  • 15g de sal
  • 25g de açúcar
  • 30g de alho moído
  • 2g de orégano
  • 4g de lemon pepper
  • 300g de água

MODO DE PREPARO DA MASSA:

Em uma tigela grande, misture a farinha de trigo e a semolina. Numa tigela pequena, quebre um ovo e separe a gema uma de cada vez e vamos pesar para fechar a receita correta italiana. Em seguida, transfira as gemas para o centro da tigela com farinha. Com um garfo, mexa apenas os ovos para misturar as gemas às farinhas, fazendo movimentos circulares do centro para a borda da tigela, em sentido horário.

Assim que a farinha incorporar as gemas, misture e amasse com a mão até formar uma bola. Leva massa para a bancada e amasse até ficar lisa. Esse procedimento leva cerca de 15 a 20 minutos. Embale com filme e deixe descansar em temperatura ambiente por 30 a 40 minutos.

Polvilhe a bancada de trabalho com farinha. Transfira a massa para a bancada e, com uma espátula e faça a divisão da massa em 4 partes, para que fique mais fácil de abrir. Polvilhe a farinha mais um pouco sobre a mesa e, com o rolo, abra uma das partes formando um retângulo de cerca de 40 cm x 20 cm a massa deve ficar bem fina, com cerca de 2 mm de espessura. Para o ravioli, corte pedaços de 6,5 cm por 6,5 cm.

Para rechear, coloque o creme de muçarela numa manga de confeitar, acrescente o recheio e sobreponha a massa sobre a outra, formando o ravioli, que pode ser fechado com um garfo.

Leve ao fogo alto uma panela grande com cerca de 7 litros de água para ferver. Coloque duas colheres de sal (se desejar) e acrescente a massa. Cozinhe de 4 a 6 minutos.

MODO DE PREPARO DO MOLHO:

Coloque a água no liquidificador e todos os tomates, dividido em quatros. Em seguida, acione o liquidificador no modo pulsar por 1 minuto (somente para picar o tomate em pedaços pequenos) e reserve. Leve a frigideira ao fogo com a manteiga e também o manjericão para saborizar a manteiga por 30 a 40 segundos. Acrescente o molho de tomate triturado da EKMA, o tomate picado e, na sequência, o açúcar. Adicione o sal, o alho moído, o orégano e o lemon pepper. A cada ingrediente colocado, misture bem por 8 minutos.  Molho finalizado, acrescente um fio de azeite.

Sirva cada prato com seis raviolis e molho à vontade. 

       Foto: Divulgação

Cinema Correio B+ - Especial Dia dos pais

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar

Entre o trauma herdado e o amor por Henry, a paternidade sempre foi o coração da série

09/08/2026 10h00

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltar Foto: Divulgação

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À primeira vista, Ted Lasso é uma série sobre futebol. Depois de alguns episódios, entendemos que o esporte é apenas o campo escolhido para falar sobre saúde mental, amizade, liderança, masculinidade e tudo o que acontece quando pessoas feridas tentam ajudar umas às outras.

Mas, olhando para a trajetória de Ted desde o início, talvez exista uma história ainda mais central: a de um homem tentando aprender a ser pai sem repetir a dor que recebeu do próprio pai.

Até aqui, mais do que futebol, Ted Lasso apresentou diferentes maneiras de ser pai e de carregar aquilo que recebemos deles. Jamie Tartt cresceu sob a violência e a humilhação de um pai abusivo. Rebecca precisou elaborar a relação com um pai mulherengo e emocionalmente ausente.

Nate passou boa parte da vida tentando conquistar o reconhecimento de um pai exigente, silencioso e incapaz de demonstrar orgulho pelo filho, uma falta que alimentou sua insegurança e o levou pelo arco mais doloroso da série. Sam Obisanya encontrou em Ola um pai carinhoso, presente e capaz de orientá-lo sem controlar suas escolhas.

Higgins, muitas vezes relegado ao papel cômico, é também um dos pais mais afetuosos e estáveis da história. Roy Kent tornou-se uma espécie de tio-pai para Phoebe, criada pela irmã solteira, oferecendo à sobrinha a presença, a proteção e a escuta que ele próprio nem sempre sabe demonstrar aos adultos.

E, no centro de tudo, está Ted: filho de um homem que morreu cedo demais e pai de um menino de quem teme estar igualmente ausente.

Ted é apresentado como alguém incansavelmente disposto a acolher. Ele escuta, observa, perdoa e encontra uma palavra de incentivo até para quem o despreza. Sua positividade parecia, no início, quase uma característica natural, como se ele simplesmente tivesse nascido mais generoso, paciente e otimista do que o restante de nós. Mas, quando conhecemos sua história com o próprio pai, entendemos que aquela luz também escondia uma ferida.

A série revelaria depois que aquela luz também escondia uma ferida. Quando Ted tinha 16 anos, seu pai morreu por suicídio. O segredo aparece na segunda temporada, durante o processo terapêutico com a dra. Sharon, e muda nossa percepção sobre tudo o que havíamos visto antes.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltarTed Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Ted não tenta salvar as pessoas apenas porque é bondoso. Ele aprendeu muito cedo o que acontece quando alguém sofre em silêncio e ninguém consegue alcançá-lo a tempo.

Sua dedicação aos outros nasce, em parte, de uma promessa íntima: nunca permitir que alguém próximo se sinta tão sozinho quanto seu pai provavelmente se sentiu.

Há beleza nisso, mas também uma armadilha. Ted se torna tão competente em cuidar dos problemas alheios que demora a reconhecer os próprios.

Ajuda atletas, colegas e até adversários, enquanto atravessa ataques de pânico, o fim do casamento e a distância do filho com um sorriso que nem sempre corresponde ao que sente.

Por isso, não diria que Ted é um pai exemplar porque nunca falha. Durante boa parte da série, ele vive em outro continente e sabe o quanto sua ausência custa a Henry.

Sua grande qualidade como pai está justamente em não fingir que essa distância não importa. Ele tenta escutar o filho, percebe sua tristeza e, finalmente, aceita que o sucesso profissional já não compensa tudo o que está perdendo.

No fim da terceira temporada, Ted está no auge. Conquistou o respeito da torcida, transformou o AFC Richmond e construiu na Inglaterra uma família afetiva que o ama profundamente. Ainda assim, escolhe ir embora. Não porque tenha fracassado, mas porque compreende que nenhuma vitória devolveria os anos que deixasse de viver ao lado de Henry.

A última imagem daquela fase não mostra Ted levantando uma taça. Mostra-o à beira do campo, treinando o time do filho no Kansas. A escolha de voltar encerrou a temporada que parecia ser a última e reafirmou que, para ele, o maior sucesso nunca esteve realmente no futebol.

A quarta temporada, porém, apresenta um desafio ainda mais interessante. Ted está novamente perto de Henry, trabalhando longe do futebol e tentando ajudá-lo a se tornar a melhor versão de si mesmo.

Quando recebe o convite para voltar ao Richmond e treinar a nova equipe feminina, sua primeira reação é hesitar. Ele teme que aceitar signifique repetir a ausência que tentou corrigir.

É sua mãe, Dottie, quem oferece uma perspectiva diferente: também é importante para um menino ver o pai fazer algo que ama. A frase desloca toda a questão. Ser um bom pai não deveria exigir que Ted desaparecesse como indivíduo, abandonasse sua vocação ou transformasse a presença em sacrifício permanente.

O novo caminho será construído com Henry, e não longe dele. Ao final do primeiro episódio, Ted considera a mudança para Londres com o filho e Michelle, integrando família e trabalho de uma maneira que antes parecia impossível.

Ted Lasso mostra que ser pai também é saber voltarTed Lasso mostra que ser pai também é saber voltar - Divulgação

Talvez seja esse o passo mais difícil para alguém que cresceu marcado pela perda do pai. Ted passou a vida acreditando que amar significava permanecer disponível para salvar os outros.

Primeiro, precisou aprender que não conseguiria salvar todo mundo. Depois, que deveria estar presente para o filho. Agora, começa a descorir que estar presente não significa deixar de viver.

A paternidade de Ted não é construída pela autoridade. Ele não precisa ser o homem que possui todas as respostas, esconde a tristeza ou vence qualquer dificuldade sozinho. Ao contrário, sua maior força aparece quando admite medo, procura ajuda, pede desculpas e muda de direção.

Ele também oferece a Henry algo que o próprio pai não conseguiu lhe deixar: a possibilidade de falar sobre a dor antes que ela se transforme em silêncio.

Neste Dia dos Pais, talvez por isso Ted Lasso seja uma figura tão comovente. Não porque represente um modelo perfeito, mas porque mostra que a paternidade também pode ser uma reparação.

Ted não pode mudar o que aconteceu com seu pai, nem apagar o impacto daquela perda. Pode, porém, interromper a repetição. Pode voltar. Pode ficar. E, desta vez, pode levar o filho com ele.

Feliz Dia dos Pais!

Gastronomia Correio B+

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja

Uma receita saborosa para fazer para a família e amigos

09/08/2026 09h00

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja

Aprenda a fazer uma costelinha suína na cerveja Foto: Divulgação

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COSTELINHA SUÍNA NA CERVEJA 

Ingredientes: 

  • 1,2 kg de costelinha suína (cortada em ripas) 
  • 4 dentes de alho amassados 
  • 1 cebola grande em rodelas 
  • 1 colher de sopa de mostarda 
  • 1 colher de sopa de molho inglês 
  • 1 colher de sopa de mel (ou açúcar mascavo) 
  • 1 lata de 350 ml de cerveja (pilsen ou escura, conforme preferência) 
  • 1 colher de chá de páprica doce ou defumada 
  • 1 folha de louro 
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto 
  • Azeite ou óleo para dourar 

Modo de preparo: 

Comece temperando a costelinha em uma tigela grande, misture com o alho, sal, pimenta, páprica, molho inglês, mostarda, mel e a folha de louro. Cubra com a cerveja e deixe marinar por pelo menos duas horas, ou de um dia para o outro na geladeira.

Aqueça um fio de óleo em uma panela grande ou em uma assadeira funda, retire a carne marinada e reserve o molho e doure bem a costelinha, reserve. Na mesma panela, adicione a cebola e refogue até dourar, volte a carne para o recipiente e despeje a marinada por cima.

Tampe a panela e deixe cozinhando em fogo baixo por cerca de 40 a 50 minutos, mexendo algumas vezes até a carne ficar macia e o molho encorpado. Se desejar, pode finalizar no forno pré-aquecido a 220°C por 20 minutos, com a carne e o molho em uma assadeira, para caramelizar e criar uma crosta. Sirva.  

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