Correio B

Literatura

Evento literário convida a debate sobre desejo e fantasia neste sábado

Será durante o lançamento do livro "O Diabo e Suas Máscaras A tríade infernal do desejo", da psicanalista Andréa Brunetto

Continue lendo...

O que move o ser humano? Pensamentos, escolhas, atos, emoções, palavras e muitos “não ditos” – e até “desconhecidos” – que nos habitam podem tentar explicar por que fazemos o que fazemos. E os desejos e as fantasias? As figuras mitológicas e religiosas, pagãs, que lugar ocupam nas profundezas do inconsciente?

Esses e outros temas, aos quais se dedica à psicanálise, serão debatidos neste sábado (25) em Campo Grande (MS), durante o lançamento do livro “O Diabo e Suas Máscaras – A tríade infernal do desejo”.

A autora, a psicanalista e psicóloga Andréa Brunetto, inicia o terceiro livro da carreira com citações de Sigmund Freud, lembrando que manifestações patológicas eram atribuídas a ação de demônios já na Idade Média e que a psicanálise também pode se mostrar inquietante ao se ocupar de “desvendar tais forças secretas”.

Por que resistimos tanto a entrar em contato com o desconhecido ou o “politicamente incorreto” que nos habita? Segundo Andréa, essa é justamente a definição da neurose descrita por Freud: “O que foi esquecido, recalcado, retorna fazendo sintoma, fazendo sofrer. O ser humano não é senhor em sua própria casa, escreveu Freud, quer dizer, não sabe, conscientemente, do mais importante que o determinou, pois esqueceu sua história. Esquecemos o infantil, reprimimos”, afirma.

Para Andréa, a análise – terapia conforme a abordagem psicanalítica – se dedica a resgatar a história de vida, o passado, os sonhos, o infantil, como um trabalho de investigação. “Freud escreve no começo de seu livro ´A Interpretação dos Sonhos’ sobre um compositor que acordou e escreveu imediatamente uma sonata inteira, maravilhosa, e que toda ela lhe veio no sonho. Creditou ao Diabo, que ele lhe passou a mesma no sonho.

Isso que Tartini [violinista, pedagogo e compositor italiano] creditou ao Diabo, Freud chamou de ‘o trabalho do inconsciente’. Começo o livro falando sobre isso”, conta Andréa, que detalha esta jornada a seguir:

Nos sonhos, estamos mais propensos a aceitar - e até gostar - das manifestações do demoníaco?

Andréa – Hoje em dia creio que não mais. À época de Freud, ele teve que provar, defender e propagar a ideia de que o inconsciente era um saber e que precisava ser decifrado. Recebo pessoas no consultório que não estudaram psicanálise, não lêem nada sobre, mas sabem que nos sonhos há um saber a ser resgatado. Semanas atrás, alguém me disse isso: estou aqui porque quero fazer análise com você, mas não sei se vai ser possível, porque eu não lembro nada de meus sonhos. Além disso, há os que negam e o negacionismo é próprio do ser humano, em alguns mais, em outros menos. E há aqueles que querem saber mais de sua própria história.

De que forma o ideal romântico do “amor perfeito e eterno”, como o desejado por Orfeu e descrito no livro, se constitui em verdadeiro inferno?

O tema do personagem Orfeu ocupa um capítulo do livro, esse personagem grego inconformado com a perda da mulher amada, que desce ao inferno para buscá-la e faz um acordo com Hades e tenta trazê-la de volta. Não a consegue, a perde mais uma vez. Ele é o exemplo desse homem que não consegue esquecer uma mulher. Um exemplo infernal do amor eterno. [Jacques] Lacan salienta que o amor eterno é um inferno. Explico o porquê no livro.

Citando justamente Lacan, você menciona que vivemos uma espécie de miragem, que nos condena a falar de tudo que vivemos e a vivermos no paradoxo do desejo, afinal, insaciável. De que forma a psicanálise pode ajudar as pessoas a lidarem com tudo isso?

Está aí um dos motivos por que um amor eterno é complicado. Porque existe o desejo e ele desliza, é metonímico, afirmou Lacan. Não sabemos o que vamos desejar amanhã, se amanhã ou depois vamos querer para nossa vida o que queremos hoje. O ser humano é muito insatisfeito. E as realizações são sempre insatisfatórias, que se satisfazem por um lado; por outro, fazem sofrer. Essa divisão entre instâncias psíquicas é própria do ser humano. A psicanálise pode ajudar aqueles que sofrem com suas divisões, suas insatisfações e querem saber mais sobre si mesmas.

Como podemos compreender a tríade infernal que reúne desejo, angústia e ato?

Essa expressão para dizer o desejo como uma tríade infernal é de Lacan. Ele marca a trindade, não a cristã, mas aquele que ele teoriza: real, simbólico e imaginário.

Na sua experiência clínica, como tem se manifestado o “dito cujo” atualmente? Existe vida para além da dualidade Deus-Diabo?

O Diabo aparece como uma alegoria em nossa linguagem o tempo todo: ‘mas que diabos está acontecendo?’ E Deus também. Aparecem como polos para se falar do bem e do mal, porém na clínica as coisas poucas vezes são tão maniqueístas assim, que possamos dizer o que é bom e o que é mal. Cada sujeito que me procura chega com seus próprios demônios e quer falar deles, se apaziguar de suas angústias. Aqueles que realmente acreditam que são assombrados pelo Diabo são os psicóticos. Já escutei alguns e daí, sim, estamos no âmbito da patologia.

Freud, Lacan, entre outros, se questionaram sobre o querer e, se o “demo” existe também como objeto do deslocamento do que não é divino, como será (será?) possível aplacar o desejo infernal?

Não, não se aplaca o desejo. Não o comandamos com nosso ideal, porém um sujeito pode se perder em um labirinto em que não saiba o que realmente desejo e se quer realmente o que deseja.

O que seria a luz a qual Freud se referiu quando imaginou que os novos tempos da cientificidade e da razão retirariam do humano a crença no miraculoso?

Freud apostava na ciência e com ela o ser humano iria querer se curar de suas ignorâncias – e digo isso ser usar o termo de jeito pejorativo. Ele achava que, com isso, as crenças religiosas iriam perder força. Errou nisso, mas era um homem de seu tempo. Lacan teve menos esperança que Freud quanto a isso.

Entre as inúmeras notas de rodapé e textos citados na bibliografia de seis páginas - inclusive o Dicionário do Diabo, vemos que se dedicou a compreender como o Diabo foi retratado ao longo da história. Como se sentiu nesse processo e agora, com a obra concluída?

Disse à minha editora que todas minhas leituras literárias, os tantos romances e biografias que li sobre o Diabo estão nas notas de rodapé, talvez até redundantes. Os que se interessarem só pela psicanálise é só esquecerem as notas de rodapé, mas o que gostam de literatura, estão lá nas notas os tantos romances de pactos com o Diabo que li nesses anos. O tema do pacto com o Diabo é muito fértil na literatura. Passei anos lendo tantos romances e peças sobre o Dito Cujo.

Você concluiu o livro lembrando as então 620 mil vítimas fatais da Covid-19 e ressaltando a importância crucial dos “homens da Ciência”. Em tempos - agora - de endemias, com muitas pessoas lidando com perdas ou mesmo sequelas causadas pelo coronavírus, como se configura o papel do analista, bem como dos demais profissionais da saúde mental?

Agora já estamos com quase 700 mil mortes. Está aí, essa pandemia mostrou como Freud estava certo: o ser humano pode negar, recalcar, o mais elementar e acreditar na realidade que cria. Quantos negaram o vírus, as pesquisas, as vacinas? Construíram realidades particulares e morreram até por isso? Uma pandemia colocou muito presente a morte para todos. A morte está aí, é o inevitável que comete a todos. Só que não sabemos quando, mas quando uma epidemia mata milhares a cada dia, a angústia se reforça, e o medo da morte toma conta da vida. Isso foi o dia a dia do trabalho de cada psicólogo e psicanalista durante a pandemia. E os analisantes que iam perdendo familiares, vizinhos, amigos, colegas de trabalho? Todo profissional de saúde mental lidou com isso todo dia durante a pandemia.

O livro fala aos psicanalistas e ao público leigo. Afinal de contas, o inferno “são os outros”, como disse Sartre, ou o Diabo “mora nos detalhes”, inclusive de nós próprios, como sugere o ditado alemão?

A frase de Sarte de que o inferno de alguém é a convivência com os outros tem razão de ser. Freud já afirmou que o mais difícil para o ser humano é a convivência com as outras pessoas. Mas o que podemos fazer? Dar um de eremita, ir viver sozinho em uma ilha deserta? Não dá. Como diz o escritor Jonh Donne, ninguém é uma ilha, então com esse inferno, que pode ser o outro, que é diferente de mim, preciso aprender a conviver.
O Diabo mora nos detalhes, achei ótimo isso. Nem está no meu livro. Mas o amor também mora nos detalhes. E Deus também. Meu livro tem muitos detalhes, espero que meus leitores gostem. Os psicanalistas e os leigos encontrarão nele muitas estórias.

*Biografia da autora*

Andréa Brunetto é psicanalista, psicóloga, Analista Membro de Escola da Escola dos Fóruns do Campo Lacaniano, membro da EPFCL-Brasil, membro fundador do Ágora instituto Lacaniano e do FCL-MS. Mestre em educação pela UFMS. É apaixonada por seu trabalho com a clínica psicanalítica, por viagens e literatura.

*Serviço:* _O Diabo e suas Máscaras – A Tríade Infernal do Desejo_ será lançado no próximo dia 25 de março, às 14h, no auditório do Grand Park Hotel, à avenida Afonso Pena, 5282, em Campo Grande (MS). Mais informações: (67) 3326-9617 e 3326-2288. O livro também pode ser adquirido com a editora Aller, com desconto de 25% na pré-venda.

literatura

Loyola Brandão participa de palestra da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras

Imortal da Academia Brasileira de Letras será atração do Chá Acadêmico de agosto, que reúne literatura, música e artes visuais nesta segunda-feira

24/08/2026 13h33

Ignácio de Loyola Brandão

Ignácio de Loyola Brandão Divulgação

Continue Lendo...

O escritor Ignácio de Loyola Brandão participa, nesta segunda-feira (24), do Chá Acadêmico promovido pela Academia Sul-Mato-Grossense de Letras (ASL). Ocupante da cadeira 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), o escritor será o convidado do ciclo 2026 do projeto “ABL na ASL: Palestras Imortais”, em uma programação que também reúne música e artes visuais.

O encontro será realizado excepcionalmente nesta segunda-feira, em razão das comemorações pelo aniversário de Campo Grande. A programação começa às 19h30, no auditório da ASL, localizado na Rua 14 de Julho, nº 4653, nos Altos do São Francisco. A entrada é gratuita.

Com o tema “Conversa Literária”, Loyola Brandão deverá abordar sua trajetória na literatura e sua relação com a escrita, em um formato que privilegia o diálogo e a aproximação com o público. O encontro integra uma iniciativa que busca trazer a Mato Grosso do Sul integrantes da Academia Brasileira de Letras para compartilhar experiências e reflexões sobre literatura.

Para o presidente da ASL, Henrique de Medeiros, a presença de Loyola Brandão representa uma oportunidade de aproximar a experiência de um dos principais escritores brasileiros do cotidiano dos leitores. Segundo ele, os encontros com o autor ultrapassam o formato tradicional de uma palestra ao reunir histórias pessoais, acontecimentos do cotidiano e literatura.

A trajetória de Loyola Brandão é marcada justamente pela capacidade de transformar questões sociais, políticas e ambientais em matéria literária. Jornalista, contista, romancista e cronista, ele iniciou sua carreira na imprensa e estreou na literatura em 1965, com o livro de contos “Depois do Sol”.

Ao longo de mais de seis décadas de produção, o escritor construiu uma obra extensa, passando por diferentes gêneros, como romance, conto, crônica, literatura infantojuvenil, teatro e relatos de viagem. São cerca de 50 livros publicados, além de trabalhos adaptados para outras linguagens, como cinema, teatro e balé.

Literatura e crítica social

Entre as características mais marcantes da produção de Loyola Brandão está a presença de temas relacionados às desigualdades sociais, ao autoritarismo, à opressão e às questões ambientais. Sua literatura frequentemente parte de situações reconhecíveis da realidade para construir narrativas que questionam os rumos da sociedade.

Um dos principais exemplos é o romance “Zero”, publicado em 1975. A obra, que apresenta uma narrativa marcada pela violência e pela repressão, foi proibida pela censura durante a ditadura militar brasileira. Anos depois, em 1981, Loyola publicou “Não Verás País Nenhum”, romance distópico que imagina um futuro marcado pela degradação ambiental e pelas consequências da ação humana sobre o planeta.

Os dois livros se tornaram referências da literatura brasileira de resistência e ajudaram a consolidar o nome do escritor entre os autores que utilizaram a ficção como instrumento de reflexão sobre seu tempo.

A produção de Loyola também inclui obras como “Bebel Que a Cidade Comeu”, “Dentes ao Sol”, “Cadeiras Proibidas”, “O Beijo Não Vem da Boca” e “O Anônimo Célebre”. Sua obra alcançou leitores de diferentes países e já foi traduzida para idiomas como inglês, espanhol, alemão, italiano, húngaro, tcheco e coreano.

O reconhecimento veio também por meio de importantes premiações. O escritor recebeu o Prêmio Jabuti em diferentes ocasiões, além do Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo conjunto de sua obra, e do Prêmio Fundação Biblioteca Nacional.

Além da literatura, Loyola Brandão manteve uma trajetória ligada ao jornalismo e a outras manifestações artísticas. Viveu na Itália e na Alemanha, escreveu roteiros para filmes e teve obras adaptadas para o teatro e o balé.

Música e artes visuais

A programação do Chá Acadêmico não ficará restrita à literatura. A noite também terá as atividades tradicionais desenvolvidas pela ASL em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e com a Confraria SociArtista.

Na área musical, o projeto “Música Erudita e suas Fronteiras”, realizado pela ASL e pela UFMS dentro do “Movimento Concerto”, contará com a participação do Quarteto de Violões da Orquestra de Violões de Campo Grande (OVCG).

Formado a partir da tradicional orquestra, o quarteto apresenta um repertório que transita entre diferentes períodos e estilos musicais. O grupo reúne obras da música de concerto, clássicos da música popular e composições autorais de seus integrantes.

A direção artística, a regência e os arranjos são conduzidos pelo maestro Anderson Francellino. A proposta é preservar a tradição da Orquestra de Violões de Campo Grande, ao mesmo tempo em que explora diferentes possibilidades musicais.

A participação do quarteto também reforça a proposta do projeto de aproximar a música de concerto de outras manifestações culturais. A formação representa, nesse sentido, o encontro entre a tradição da música clássica e elementos ligados à identidade cultural sul-mato-grossense.

Já no campo das artes visuais, a Confraria SociArtista participa por meio do projeto “Arte na Academia”. A convidada desta edição é Lizete Medeiros de Souza, artista residente em Campo Grande.

Lizete começou a desenhar e trabalhar com pintura ainda na infância. Na vida adulta, passou a se dedicar de maneira mais intensa às artes visuais e desenvolveu interesse pela pintura abstrata sobre tela, buscando aperfeiçoar continuamente suas técnicas e explorar novas formas de expressão.

A presença da artista integra a proposta da Confraria de levar diferentes linguagens artísticas para o espaço da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras, estabelecendo relações entre literatura, música e artes visuais.

Serviço

Chá Acadêmico – ABL na ASL: Palestras Imortais
“Conversa Literária” com Ignácio de Loyola Brandão
Data: Hoje, 24 de agosto
Horário: 19h30
Local: Auditório da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras – Rua 14 de Julho, nº 4653, Altos do São Francisco
Entrada gratuita

diálogo

Foi dada a largada da campanha eleitoral nas redes sociais... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (24)

24/08/2026 00h02

Continue Lendo...

François La Rochefoucald - escritor francês

"A verdadeira coragem está em fazermos
sem testemunha o que seríamos
capazes de fazer diante de todo mundo".

Felpuda

Foi dada a largada da campanha eleitoral nas redes sociais, que prometem ser o carro-chefe da propaganda,
e também nas ruas. Alguns candidatos estão irreconhecíveis nos "santinhos", como se tivessem descoberto
as fontes da "formosura" e da "juventude". Outros apostaram nos jingles, alguns de qualidade bastante duvidosa. Há ainda os que, para não correr riscos, preferiram a segurança da imagem estática, acompanhada de uma rápida biografia. É a campanha deste ano mostrando que, na política, vale quase tudo para chamar a atenção do eleitor. E, pelo jeito, criatividade não faltará...

Ponto

Na Assembleia Legislativa, a jornada dos servidores ganhou uma pitada de flexibilidade. Agora, a critério da chefia imediata, o horário poderá variar, desde que respeitada a jornada mínima prevista. A mudança promete
adaptar o expediente às necessidades de cada setor.

Mais

Ou quem sabe às necessidades de cada chefe. Afinal, ninguém conhece melhor a rotina da repartição do que quem manda nela. O novo formato também revoga um anexo do antigo ato que disciplinava a questão.
No papel, é modernização, nos corredores, campanha eleitoral.

Marcelo Alfredo Kroetz e Renata de Rezende Kroetz
Bruna Floriano

Abelhas

Nos meios políticos, já se comenta que boa parte dos candidatos de hoje pode estar apenas ensaiando os primeiros passos rumo à cadeira de prefeito da Capital em 2028. Afinal, 2027 será o ano de aquecimento
para uma eleição que promete movimentar o tabuleiro municipal.

No atual cenário, a prefeita Adriane ainda não teria um nome claramente competitivo para entrar no páreo.
E, sem um candidato forte, o Paço Municipal poderá se transformar numa espécie de pote de mel, atraindo políticos de A a Z.

Cobrança

O deputado José Teixeira levou à tribuna da Assembleia Legislativa de MS um problema que afeta diretamente quem depende da saúde pública: a dificuldade de conseguir vagas nos hospitais. Integrante da base aliada do governador, Teixeira fez questão de deixar clara sua posição. Disse que a crítica não significa
rompimento, mas a necessidade de buscar uma solução. Afinal, quando o problema envolve saúde,
a cobrança não deveria ter partido. E vaga hospitalar continua sendo urgência que não pode esperar. Só!

Palanque

Aproveitando o debate sobre a dificuldade de conseguir vagas nos hospitais, o deputado José Orcírio
fez um aparte. A manifestação, porém, foi recebida com certa ironia. Em conversas reservadas, alguns
colegas classificaram o comentário como um verdadeiro "óbvio ululante". Ou seja: nada que já não fosse de conhecimento de quem acompanha a realidade da saúde pública. Mas, na política, até alerta é usado como palanque por adversário. Principalmente em ano eleitoral.

ANIVERSARIANTES

  • Rosa Maria Pedrossian,
  • Dr. Marcelo de Castro Fortes,
  • Luzia Abes Bello,
  • Leonardo Arthur Marchini Veiga,
  • Paulina Severino de Souza Xavier,
  • Paulo Ezio Cuel,
  • Najla Mameri Faria,
  • Alberto Benedito da Silva,
  • Laércio Kiomido,
  • Ivone Nimer,
  • Antônio de Barros Filho,
  • Ovalto Rodrigues,
  • Dorival Fernandes,
  • Neize Borges dos Santos,
  • Tânia Cristina Moraes Gaviglia,
  • Atílio Hermann,
  • Eny Godoy Beltran,
  • Júlio Marcondes Netto,
  • Jorge Helito Mendes,
  • Maira Alves de Oliveira,
  • Irene Gonçalves da Cruz,
  • Lise Helena Muller Martins,
  • Alexandre Alves Corrêa,
  • Ari Paes Corrêa Junior,
  • Larissa Weiber de Oliveira,
  • Dra. Cristiane Gregori Mazzafera Iunes,
  • Graciett Ishy Cândia,
  • Jenifh de Souza Andrade,
  • Dr. Roberto Bezerra do Nascimento,
  • Alexandra Maria Favaro,
  • Lúcia Ferreira Falcão,
  • Stela Laura Teixeira Coelho Villalva,
  • Carlos Pinto de Almeida,
  • Luiz Tadeu Filartiga,
  • Cássia Sena de Azevedo,
  • Guttemberg de Castro Martins,
  • Valdevino da Silva Lima,
  • Andréa Quadros,
  • Enilda Gonçalves Duque,
  • Nélio Diniz,
  • Givanildo Eleu de Paula,
  • Janaina Oliveira Ribeiro,
  • Joel Vilas Boas Granges,
  • Tito Livio Canton,
  • Francismar Vidal de Arruda,
  • Dr. Gianfranco Gomes dos Santos,
  • Luiz Augusto de Moraes,
  • Daniel Marques Gomes Dias,
  • Gracia Maria Hosken Soares,
  • Clory Martinez Silva,
  • Cristina Rocha do Vale,
  • Marcelo Dutra Ferreira,
  • Antônio Mário da Silva,
  • Célia Maria Garcia,
  • Ana Maira Flôres,
  • Gisele Martins,
  • Maria Cristina dos Santos,
  • Neli Fontana Faria,
  • Helena Carlona Hitz,
  • Arlindo Fernando dos Santos Vale,
  • José Carlos de Souza Moreira,
  • Mara Lúcia do Nascimento,
  • Lia Monteiro,
  • Vera Lúcia Fernandes Xavier
  • Rossatti,
  • Kele Cristina Leite de Melo,
  • Oraci Maria Garcez,
  • Edna Gonçalves da Silva,
  • Marcelo Seiki Inamine,
  • Leonor Vieira de Azevedo,
  • Maria Helena Batista,
  • Ivone Saraiva,
  • Maria Beatriz Soares,
  • Élcio Manzano Gonçalves Moleiro,
  • Vicinio Vieira Jardim,
  • Ricardo Alexandre Ledesma Fonseca,
  • Juaribe Gonçalves Lanzarine,
  • Fernando Canedo da Silva,
  • Claudete de Sena Cabral,
  • Conceição dos Santos Leal,
  • Altair Pereira de Souza,
  • Isabel Cristina Nolasco Rodrigues,
  • Rosimeyre Alves Rodrigues,
  • Arnaldo Vicente Filho,
  • Cláudio Antônio Lima de Freitas,
  • Márcia Ferreira,
  • Ewangela Aparecida Pereira
  • da Cunha,
  • Jefferson Siqueira dos Santos,
  • José Francisco Sampaio Júnior,
  • Dra. Nely Nakao Iha,
  • Vanessa de Pina Lopes,
  • Karine Todeschini Vieira,
  • Joycelene Yamada,
  • Mônica Macedo das Neves,
  • Jayme Antônio Barbosa,
  • Isabel Cristina Lemos,
  • Anne Caroline Charles Pinto de Carvalho,
  • Liliane Vilanova Rodrigues,
  • Áurea Rezende Gatto,
  • Elizete dos Santos Balta,
  • Jaqueline Silveira da Silva,
  • Mariângela Hertel Cury,
  • Rosana Maciel da Cruz Costa,
  • Josiane Vargas de Carvalho,
  • Ruggiero Piccolo,
  • Maria Aparecida Barros de Almeida,
  • Carolina Maciel Nogueira,
  • Ronaldo Ferreira Pereira.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).