Correio B

BEBIDA SAUDÁVEL

Exagerou na ceia de Natal? Veja 10 receitas de suco detox para desintoxicar o organismo

Sucos detox são ricos em nutrientes e limpam o organismo, tirando o inchaço e desconforto ocasionado pelos excessos na alimentação

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Com tantas delícias postas a mesa, é difícil resistir aos pratos típicos natalinos nas festas de fim de ano. Por isso, é comum ter o "olho maior que a barriga" e exagerar nas garfadas.

Os sucos detox são uma boa opção para recuperar o equilíbrio corporal após esses exageros alimentares.

Feitos com frutas e alimentos funcionais, eles ajudam a eliminar as toxinas do corpo, limpando o organismo e tirando o inchaço e desconforto ocasionado pelos excessos na alimentação.

O detox tem como objetivo eliminar as toxinas que foram adquiridas, devido a ação diurética e anti-inflamatória que irão ajudar no processo de detoxificação. O ideal é que essas bebidas sejam consumidas uma vez ao dia, no lugar de uma refeição.

O Correio do Estado preparou 10 receitas de suco detox para desintoxicar seu organismo após a Ceia de Natal. Confira:

Suco detox de melão com gengibre

Ingredientes:

150 ml de água de coco;

1 fatia pequena de melão;

1 colher de café de gengibre descascado e ralado;

Folhas de hortelã frescas.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coe, adoce com adoçante de sua preferência e beba.

Suco detox de abacaxi

Ingredientes:

1 copo com abacaxi cortado em pedaços;

340 ml de água de coco natural;

Meio copo de água filtrada;

1 maçã verde descascada e sem sementes;

Suco de 2 limões;

Folhas de hortelã.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador e consuma imediatamente. Não precisa coar!

Suco detox com água de coco

Ingredientes:

400 ml de água de coco;

2 folhas de couve (sem o talo);

2 xícaras (chá) de morangos cortados sem o talo;

Suco fresco de 3 laranjas.

Modo de preparo:

Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba com gelo durante todo o dia.

Suco verde de couve, limão e pepino

Ingredientes:

1 folha de couve

suco de ½ limão

1/3 de pepino sem casca

1 maçã vermelha sem casca

150 ml de água de coco

Modo de preparo: 

Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber a seguir, de preferência sem açúcar. 

Suco detox cítrico com morango

Ingredientes:

1 xícara de abacaxi picado com casca

1 talo de capim-santo

1 1/2 xícara de morango limpo e picado

1 colher (sopa) de gengibre picado

1/2 unidade de limão espremido e coado

3 colheres (sopa) de mel de abelha

Modo de preparo:

Bata o abacaxi com o capim-santo no liquidificador e coe. Bata de novo com os demais ingredientes e 1 1/2 xícara de água e sirva.

Suco detox de melancia e capim santo

Ingredientes:

3 xícaras (chá) de melancia em pedaços

½ xícara (chá) de capim-santo em pedacinhos

½ xícara (chá) de folhas de clorofila (folhas do trigo germinado)

½ xícara (chá) de água mineral

Açúcar ou adoçante a gosto

Cubos de gelo

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador, exceto o gelo, por 2 minutos. Passe pela peneira e sirva com cubos de gelo.

Suco detox de cenoura com maça

Ingredientes:

1/2 cenoura

1 maçã

1/2 pepino

1 colher (sopa) de chia

200 ml de água de coco

1 folha de couve

hortelã a gosto

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador.

O ideal é que o suco seja consumido sem coar. Evite usar açúcar e adoçantes.

Consuma de imediato para não haver a perda de nutrientes.

Suco de mamão com limão e pimenta-rosa

Ingredientes:

1 fatia de mamão  (média)

2 colheres (sopa) de suco de limão Taiti

1xícara (chá) de suco de laranja-pera

1/2 colher (chá) de pimenta rosa

Cubos de gelo

açúcar ou adoçante

Modo de preparo:

Bata os 4 primeiros ingredientes no liquidificador por ½ minuto.

Passe pela peneira, adoce a gosto e sirva com cubos de gelo.

Suco de limão com casca  

Ingredientes:

750 ml de água

gelo à gosto

2 raminhos de hortelã

1 limão orgânico, com casca

Modo de preparo:

Bater os ingredientes no liquidificador no modo pulsar durante poucos segundos para não triturar completamente o limão. 

Coar e tomar a seguir. 

Adoçar à gosto, de preferência com uma pequena quantidade de mel, evitando o uso de açúcar branco, para que o corpo possa desintoxicar. 

Suco de laranja, acerola, gengibre e ervas

Ingredientes:

2 e ½ xícaras (chá) de suco de laranja-pera

½ xícara (chá) de acerola

1 pedaço de gengibre de 3 cm

2 colheres (sopa) de folhas de salsinha

2 colheres (sopa) de folhas de manjericão

1 colher (sopa) de mel

Cubos de gelo

Modo de Preparo:

Bata tudo no liquidificador, exceto o gelo, por 2 minutos. Passe pela peneira e sirva com cubos de gelo.

Dica: Além de rico em vitamina C, este suco leva gengibre fresco, uma raiz que tem efeito termogênico, ou seja, acelera o metabolismo, causando um gasto maior de calorias.

* Colaborou Glaucea Vaccari

TRATAMENTO MEDICINAL

Evento sobre cannabis medicinal reúne especialistas na UFMS

Projeto itinerante da Divina Flor em parceria com a Universidade Federal de Matro Grosso do Sul, "Divina na Estada" promove atualização científica sobre prescrição, pesquisas e regulamentação no estado

05/03/2026 17h43

Thiago Dragão

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Com o objetivo de ampliar o debate científico e a qualificação profissional sobre o uso terapêutico da cannabis, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) recebe, nesta sexta-feira (6), o projeto “Divina na Estrada – Cannabis Medicinal na Prática Clínica: Bases Científicas e Aplicações Terapêuticas”. O encontro será realizado das 8h às 17h, no Anfiteatro Multiuso 1, na Cidade Universitária, em Campo Grande.

A iniciativa é promovida pela Associação Divina Flor em parceria com a UFMS e marca o fortalecimento da colaboração entre a entidade e a universidade para o desenvolvimento de pesquisas e ações de extensão voltadas à cannabis medicinal. O projeto possui caráter itinerante e deve percorrer, ao longo do ano, municípios de Mato Grosso do Sul que possuem câmpus da universidade, levando capacitação técnica a profissionais da saúde, estudantes, pesquisadores, pacientes e demais interessados.

De acordo com a diretora da Associação Divina Flor, Fátima Carvalho, o crescimento da busca por tratamentos à base de cannabis no Brasil tem aumentado a demanda por atualização científica entre profissionais da saúde. Ainda assim, o tema segue cercado por lacunas de informação.

“Com o aumento da procura por terapias à base de cannabis, médicos e outros profissionais têm buscado compreender melhor o sistema endocanabinoide, as indicações clínicas e os aspectos regulatórios. Em Mato Grosso do Sul ainda existem muitas dúvidas sobre legislação e produção nacional de preparados, o que impacta diretamente o acesso dos pacientes a tratamentos seguros e baseados em evidências. Por isso queremos levar essa capacitação para diferentes regiões do Estado”, explica.

Além da formação clínica, o evento também está ligado a pesquisas desenvolvidas na UFMS que investigam o conteúdo de fitocanabinoides — substâncias presentes na Cannabis sativa — e analisam, em laboratório, as atividades biológicas de óleos e resíduos provenientes do processamento da planta para uso medicinal. O objetivo é ampliar o conhecimento científico sobre a composição química, qualidade e possíveis aplicações terapêuticas desses produtos.

PROGRAMAÇÃO MULTIDISCIPLINAR

A programação reúne especialistas de diferentes áreas do conhecimento, incluindo pesquisadores, médicos e profissionais que atuam diretamente com a temática da cannabis medicinal.

A diretora da Divina Flor, Fátima Carvalho, apresenta o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Saúde e Qualidade de Vida da associação. Já a química responsável da entidade, Talita Vilalva Freire, aborda aspectos técnicos relacionados ao cultivo, às análises laboratoriais, ao controle de qualidade e à produção nacional de preparados à base da planta.

A professora Nídia Yoshida, do Instituto de Química da UFMS, discute o cenário atual das pesquisas científicas sobre cannabis medicinal no Brasil. Segundo a pesquisadora, levar o debate para o ambiente universitário é fundamental para ampliar o conhecimento e reduzir desinformações sobre o tema.

“O principal objetivo do evento é apresentar e discutir as pesquisas científicas mais recentes sobre o uso terapêutico da cannabis em diferentes enfermidades, integrando evidências químicas, biológicas, clínicas e regulatórias. Diante do crescimento do interesse social e científico sobre o assunto, é essencial qualificar o debate com base em dados consistentes”, afirma.

Também participam da programação os médicos da família e prescritores Bárbara Rosa e José Ikeda Neto, que irão abordar o funcionamento do sistema endocanabinoide e as aplicações clínicas da cannabis em tratamentos de saúde.

As indicações terapêuticas na medicina humana e veterinária serão discutidas pelas professoras Cláudia Du Bocage, da Faculdade de Medicina da UFMS, e Bruna Fernanda Firmo, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia.

O coordenador jurídico da Divina Flor, Felipe Nechar, apresenta ainda um panorama sobre o papel das associações de pacientes no avanço da regulamentação da cannabis medicinal no Brasil, destacando o protagonismo dessas organizações na ampliação do acesso aos tratamentos.

ACESSO À INFORMAÇÃO

Para os organizadores, o projeto “Divina na Estrada” busca fortalecer o diálogo entre universidade e sociedade ao integrar pesquisa científica, prática clínica e as demandas reais da população que utiliza ou busca terapias com cannabis medicinal.

Nesse contexto, as universidades públicas desempenham papel estratégico na produção de conhecimento qualificado e na orientação técnica da sociedade e de órgãos reguladores, contribuindo para decisões fundamentadas em evidências científicas e responsabilidade social.

A iniciativa também destaca a importância das associações de pacientes na disseminação de informação de qualidade, na redução de estigmas históricos associados à planta e na construção de políticas públicas baseadas em dados científicos.

Ao ampliar o debate sobre os potenciais usos terapêuticos da cannabis, o projeto pretende estimular uma compreensão mais ampla sobre o tema e fortalecer a formação de uma comunidade mais informada, crítica e preparada para discutir os impactos da cannabis medicinal na saúde pública.

O “Divina na Estrada” integra uma agenda estadual que deverá percorrer diferentes municípios sul-mato-grossenses ao longo de 2026.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

8h – 8h30 – RECEPÇÃO
8h30 – 8h45 – ABERTURA
8h45 – 9h – Fátima Carvalho – Diretora da Associação Divina Flor: “O trabalho da Divina Flor no Núcleo de Saúde e Qualidade de Vida.” 
9h - 10h30 - Dra. Talita Vilalva Freire – Química responsável Associação Divina Flor: “Laboratório e Cultivo: Bases Técnicas, Controle de Qualidade e Produção Nacional”;
10h30 – 10h45 - INTERVALO CAFÉ
10h45 – 11h30 – Profa. Nídia Yoshida – Instituto de Química – INQUI/UFMS/Campo Grande: “Pesquisa com Cannabis Medicinal no Brasil: Perspectivas, Desafios e a Contribuição das Instituições de Ensino e Pesquisa”
11h30 - 13h – ALMOÇO
13h - 13h45 – Dra. Dra. Bárbara Rosa – Médica da Família e prescritora / Dr. José Ikeda Neto - Médico da Família e prescritor: “Introdução ao Sistema Endocanabinoide e aplicações clínicas da cannabis”;
13h45 - 14h15 – Profa. Cláudia Du Bocage - Faculdade de Medicina – FAMED/ UFMS/Campo Grande: “Aspectos relacionados à utilização de cannabis medicinal por pacientes da Associação Divina Flor, Campo Grande – MS”
14h15 – 15h15 – Profa. Bruna Fernanda Firmo – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – FAMEZ/UFMS/Campo Grande: “Terapia canabinoide na Medicina Veterinária: indicações terapêuticas”
15h15 - 15h30 - INTERVALO CAFÉ
15h30 – 16h30 – Dr. Felipe Nechar – Coordenador Jurídico Divina Flor: "O Protagonismo das Associações de pacientes na regulamentação da Cannabis no Brasil"   
 

ARTE

Exposição reúne artistas mulheres e propõe reflexão sobre a alta de feminicídios no Estado

Exposição reúne 14 artistas mulheres no Museu da Imagem e do Som e propõe reflexão urgente sobre a alta de feminicídios em Mato Grosso do Sul e no Brasil

05/03/2026 10h00

Divulgação

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Está aberta ao público, no Museu da Imagem e do Som (MIS), a exposição “O Grito que Ecoa”, mostra que coloca o feminicídio e as múltiplas violências contra mulheres no centro do debate artístico e social.

Com curadoria de Sara Welter (Syunoi), a exposição reúne obras de 14 artistas mulheres e articula pintura, arte têxtil, objetos, instalação, performance, música e poesia em um percurso que tensiona delicadeza e brutalidade, intimidade e política.

Participam da mostra Bejona, Marcia Lobo Crochê, Vitória Lorrayne, Syunoi, Veryruim, Letícia Maidana, Terrorzinho, Kami, Sabrina Lima, Thalya Veron e Maíra Espíndola, entre outras integrantes do coletivo.

A proposta é transformar experiências de silenciamento e apagamento em presença, linguagem e ocupação simbólica do espaço institucional.

Em um estado que registra índices alarmantes de violência contra mulheres, a exposição assume a arte como gesto de denúncia, memória e resistência.

“O Grito que Ecoa” foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc, com apoio da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac). Para Sara Welter, o financiamento público é essencial para viabilizar projetos dessa natureza.

“Com esses financiamentos muitos artistas têm portas abertas para fazer com que suas ideias saiam do papel e se tornem palpáveis. Essa exposição é uma dessas ideias que se tornou real. Conseguimos garantir infraestrutura adequada, produzir obras inéditas e desenvolver todas as etapas do projeto com qualidade”, afirma Sara.

ARTE QUE GRITA

Segundo a curadora, a ideia da mostra surgiu a partir de discussões com o Coletivo Dorcelina Folador.

“Observando que essa temática percorre desde o próprio coletivo, visto que Dorcelina Folador foi vítima de feminicídio em Mundo Novo, e vendo a necessidade de falarmos sobre isso e toda a repercussão com as tantas vítimas no Brasil e em Mato Grosso do Sul, chegamos à conclusão de que era necessário e urgente produzir essa exposição”, afirma.

Criado em 2020, o Coletivo Dorcelina Folador tem como objetivo romper padrões patriarcais e fortalecer a produção artística feminina. A história do grupo se constrói a partir da união de artistas mulheres que utilizam a arte para contar suas vivências e reivindicar espaços.

Atualmente, o coletivo reúne mais de dez artistas de MS, entre elas Bejona, Erika Pedraza, Leticia Maidana, Marcia Lobo Crochê, Thalya Veron, Veryruim, Terrorzinho, Maíra Espíndola, Cecilia Hanna, Sabrina Lima, Sara Welter (Syunoi), Thalita Nogueira, Suellen Rocha, Ester Rohr, Da Mata, Ana Deluck, Vitória Queiroz, Vitória Lorrayne e Kami.

A exposição integra a primeira etapa do projeto Nós Dissemos: Circuito de Arte Dorcelina Folador, que prevê ainda outras duas mostras em diferentes espaços culturais da cidade.

“A Via Crucis do Corpo”

“A Via Crucis do Corpo”, de Sara Welter - Foto: Divulgação

Entre as obras inéditas está “A Via Crucis do Corpo”, assinada por Sara Welter especialmente para a exposição. Produzida com nanquim, carvão e pastel seco, a obra representa o corpo feminino de forma ambígua e fantasmagórica.

“Esse corpo aparece em duas formas opostas, ora pendurado pela mão, ora pendurado pelo pé. As linhas se enrolam pelo corpo da figura, trazendo referência desde shibari até mesmo como cortes. Esse corpo sem cabeça, com sua face ocultada, é dilacerado, machucado e violentado. O que resta é apenas a impressão do crime no tecido”, explica a curadora.

A obra sintetiza o conceito da mostra: tornar visível aquilo que muitas vezes é reduzido a estatísticas e transformar o trauma em linguagem.

NÚMEROS

O Brasil registrou 6.904 vítimas de casos consumados e tentados de feminicídio em 2025, um aumento de 34% em relação a 2024, quando houve 5.150 vítimas. Foram 4.755 tentativas e 2.149 assassinatos, totalizando quase seis (5,89) mulheres mortas por dia no País.

Os números são do Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025, elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios da Universidade Estadual de Londrina (Lesfem/UEL).

O levantamento aponta que 75% dos casos ocorreram no âmbito íntimo – quando o agressor faz ou fez parte do círculo de intimidade da vítima, como companheiros, ex-companheiros ou pais de seus filhos.

A maioria das mulheres foi morta ou agredida em casa (38%) ou na residência do casal (21%). A faixa etária predominante das vítimas é de 25 a 34 anos (30%), com mediana de 33 anos. Ao menos 22% das vítimas já haviam denunciado o agressor antes do feminicídio.

O relatório revela ainda que 69% das vítimas, com dados conhecidos, tinham filhos ou dependentes. Ao todo, 101 mulheres estavam grávidas no momento da violência, e 1.653 crianças foram deixadas órfãs.

A idade média dos agressores é de 36 anos. Em 94% dos casos, o crime foi cometido por uma única pessoa, e quase metade (48%) envolveu arma branca, como faca ou canivete.

Em Mato Grosso do Sul, os dados do Monitor da Violência Contra a Mulher reforçam o cenário preocupante. Em 2025, o Estado registrou 39 vítimas de feminicídio e 22.087 casos de violência doméstica – número superior ao de 2024, quando foram contabilizados 21.151 casos de violência doméstica e 35 feminicídios.

Neste ano, até o momento, quatro mulheres já foram vítimas de feminicídio e 3.688 casos de violência doméstica foram registrados no Estado.

Os gráficos históricos indicam oscilações ao longo dos últimos anos, mas mantêm patamares elevados tanto em feminicídios quanto em ocorrências de violência doméstica, evidenciando a persistência estrutural do problema.

>> Serviço

A exposição “O Grito que Ecoa”

Segue em cartaz até o dia 6 no Museu da Imagem e do Som (MIS), localizado no 3º andar do Memorial da Cultura e da Cidadania, que fica na Avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 559, no Centro, em Campo Grande.

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