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Férias escolares: Pizza de Pão de Forma é opção prática para preparar com a criançada

Participar de todas as etapas da compra dos alimentos, do preparo da comida, da arrumação depois da refeição ensina à criança sobre a importância da alimentação.

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Começou a temporada de crianças em casa! Férias escolares são uma boa oportunidade de aproximá-las da cozinha. Uma alimentação saudável e divertida não se resume ao prato: ela é também educação e cultura.

Participar de todas as etapas – da compra dos alimentos, do preparo da comida, da arrumação depois da refeição – ensina à criança sobre a importância da alimentação.

Por fim, está em jogo também a educação do paladar. Por exemplo, uma criança que vai à quitanda e compra o morango com os pais, depois lava o morango e come a fruta fresca sabe bem a diferença entre a fruta e o sabor artificial da bala com a fruta estampada na embalagem. (Não que ela não vá gostar das guloseimas, que são milimetricamente criadas para agradar o paladar da criançada, mas ela terá a referência do morango real na medida em que a fruta de verdade estiver mais presente em sua alimentação do que a bala com o sabor artificial da fruta).

Tarefas que elas podem fazer
Com um pouco de planejamento e uma dose extra de tempo, dá para incluir as crianças no preparo dos alimentos. É preciso, claro, atentar para a segurança. Fogo e faca, nem pensar. Mas elas podem lavar frutas e hortaliças, medir ingredientes, quebrar ovos e misturar massas.

O lance é fazer o convite e caprichar na supervisão. Que tal uma pizza de pão de forma? Vamos para a cozinha com a criançada e aprender?
Essa receita gostosa e divertida foi compartilhada com o B+ plo Divino Fogão.

PIZZA DE PÃO DE FORMA

Ingredientes:

  • Fatias de pão de forma
  • Molho de tomate
  • Queijo mussarela ralado ou em fatias
  1. Toppings variados: calabresa fatiada, milho, azeitonas, orégano, presunto e tomate
  2. Manteiga ou azeite para untar 


Modo de preparo:

Para montar a base, unte levemente uma assadeira com azeite ou manteiga, disponha as fatias de pão. Para o molho, peça para as crianças espalharem uma camada fina de molho de tomate sobre o pão, adicione o queijo e, em seguida, deixe que cada uma escolha seus toppings favoritos para decorar a mini pizza. Leve ao forno preaquecido a 180°C por cerca de 10 a 15 minutos, ou até o queijo derreter e as bordas do pão ficarem levemente crocantes. Sirva quente.

Fonte: Divino Fogão

 

Moda Correio B+

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol

A camisa do Brasil passou a ser usada com alfaiataria, salto alto, joias, bolsas de luxo e até em produções fashionistas durante semanas de moda. Ela deixou de representar apenas uma paixão pelo futebol para se tornar um símbolo cultural.

04/07/2026 16h30

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol Foto: Divulgação

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Em toda Copa do Mundo acontece o mesmo fenômeno: o verde e amarelo voltam às ruas. Mas desta vez existe uma diferença importante, a camisa da seleção brasileira deixou de ser apenas uniforme de torcedor.

Ela passou a ocupar passarelas, editoriais de moda, festivais de música, aeroportos e o guarda-roupa de celebridades internacionais. O nome desse movimento é Brazilcore.

Reduzir esse fenômeno às cores da bandeira seria simplificar demais uma transformação muito maior. Durante décadas, marcas de luxo buscaram inspiração na elegância francesa, no minimalismo escandinavo ou na alfaiataria italiana.

Hoje, cada vez mais, o olhar internacional também se volta para algo que o Brasil possui de forma quase exclusiva: a capacidade de transformar leveza em estilo de vida.

Não se trata apenas do verde, do amarelo ou da camisa da seleção. O que desperta interesse é a espontaneidade, a mistura entre natureza e cidade, a informalidade sofisticada e a alegria que não parece construída.

Por isso, a camisa do Brasil passou a ser usada com alfaiataria, salto alto, joias, bolsas de luxo e até em produções fashionistas durante semanas de moda. Ela deixou de representar apenas uma paixão pelo futebol para se tornar um símbolo cultural.

Curiosamente, esse movimento acontece justamente quando o luxo também passa por uma transformação. Durante anos, o consumo de luxo esteve associado à discrição, à neutralidade e ao chamado quiet luxury. Agora, cresce o desejo por autenticidade, identidade cultural e movimentos capazes de diferenciar pessoas e marcas.

Nesse cenário, o Brasil oferece exatamente aquilo que muitos países tentam construir artificialmente: uma cultura visual forte, reconhecível e emocional.

A música brasileira conquista festivais internacionais, a gastronomia ganha protagonismo. O turismo volta ao centro do imaginário global. Marcas como Farm Rio, Havaianas e Melissa expandem sua presença pelo mundo sem esconder suas origens pelo contrário, fazem delas seu maior ativo.

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol
Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol - Divulgação 

Até grandes grifes internacionais incorporam referências tropicais, cores vibrantes e elementos que remetem ao nosso imaginário. Mas existe um aspecto ainda mais interessante. Vestir a camisa da seleção durante a Copa significa mais do que acompanhar um campeonato, mas participar de um momento coletivo. 

É por isso que uma mesma camisa pode representar patriotismo para uns, nostalgia para outros e, para muitos jovens, simplesmente uma peça de moda.

A consultoria de imagem ensina justamente isso: nenhuma roupa comunica apenas aquilo para o qual foi criada. O significado das peças muda conforme a sociedade muda.

O que o mundo deseja vestir é mais do que uma camisa verde e amarela. É uma ideia de Brasil,  que reúne criatividade, diversidade, calor humano, natureza, música, movimento e uma maneira singular de viver.

Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol
Entre Costuras & Cultura: Brazilcore: quando vestir a camisa do Brasil vai muito além do futebol - Divulgação

A seguir 5 dicas para vestir a camisa do Brasil com estilo nesta Copa

1. Pense além do estádio

A camisa da seleção não precisa ser usada apenas em dias de jogo. Combine-a com peças do guarda-roupa cotidiano, como jeans de corte reto, calças de alfaiataria ou uma saia midi. O contraste entre o esportivo e o sofisticado cria um visual contemporâneo.

2. Equilibre as proporções

Como a camisa costuma ter modelagem ampla, experimente combiná-la com peças mais estruturadas ou de cintura alta. Um blazer, um colete ou uma terceira peça elevam instantaneamente a produção.

3. Aposte nos acessórios

Um scarpin, uma sandália elegante, mocassins, uma bolsa de couro ou joias douradas transformam completamente a leitura da camisa. São os detalhes que fazem a diferença entre um look esportivo e um look de moda.

4. Não limite o Brasil ao verde e amarelo

O verdadeiro espírito do Brazilcore está na alegria, na criatividade e na autenticidade. Estampas tropicais, artesanato brasileiro, fibras naturais e peças de marcas nacionais também comunicam essa identidade.

5. Vista a sua personalidade

A maior tendência nunca será uma peça específica, mas a coerência entre roupa, comportamento e identidade. A camisa do Brasil ganha força quando representa quem você é, e não apenas o momento da Copa.

Pet Correio B+

Férias escolares: 6 cuidados para evitar estresse em cães e gatos durante o período

Mudanças na rotina da casa podem impactar o bem-estar emocional dos animais; psicóloga especializada em vínculo humano-animal e luto pet explica como manter o equilíbrio e fortalecer a convivência entre pets e crianças

04/07/2026 15h00

Férias escolares: 6 cuidados para evitar estresse em cães e gatos durante o período

Férias escolares: 6 cuidados para evitar estresse em cães e gatos durante o período Foto: Divulgação

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Com a chegada das férias escolares, a rotina das famílias muda completamente. Crianças passam mais tempo em casa, os horários ficam menos rígidos, aumentam as visitas, os passeios e as viagens. O que muitos tutores não percebem é que essas transformações também afetam diretamente o bem-estar emocional dos animais de estimação.

Segundo a psicóloga Juliana Sato, especialista em vínculo humano-animal e luto pet, cães e gatos são altamente sensíveis às mudanças do ambiente e da dinâmica familiar.

“Os animais se organizam a partir da repetição e da previsibilidade. Eles reconhecem horários, ambientes e comportamentos da família. Quando tudo muda de uma vez, é comum que sintam insegurança, estresse ou cansaço emocional”, explica.

Para ajudar os tutores a atravessarem esse período de forma mais tranquila, a especialista reuniu seis orientações.

1. Mantenha alguns horários fixos

Mesmo que a rotina fique mais flexível, é importante preservar referências para o animal. “Os horários de alimentação, passeios e descanso funcionam como âncoras de segurança para os pets”, afirma.

2. Observe os sinais que o pet está comunicando

Mudanças comportamentais podem indicar dificuldades de adaptação. Entre os sinais mais comuns estão isolamento, irritabilidade, alterações no sono, inquietação e tentativas frequentes de evitar contato. Além disso, os tutores devem estar atentos a comportamentos que demonstram desconforto durante as interações, como se afastar, lamber os lábios repetidamente, bocejar fora de contexto, enrijecer o corpo ou virar a cabeça para evitar contato.

Estudos internacionais mostram que a maioria dos incidentes envolvendo mordeduras em crianças ocorre com cães conhecidos, muitas vezes o próprio animal da família. Em diversos casos, o pet já havia demonstrado sinais de desconforto antes da situação.

“A maioria dessas situações é evitável quando a família aprende a ler o que o animal está comunicando. Não se trata de afastar a criança do pet, mas de construir uma convivência em que os dois se sintam seguros”, orienta Juliana.

3. Ensine as crianças a respeitar os limites do pet

Com mais tempo livre, é natural que as crianças queiram brincar constantemente com cães e gatos. No entanto, os animais também precisam de momentos de descanso. “O pet não é um brinquedo disponível o tempo todo. As férias são uma ótima oportunidade para ensinar que os animais possuem necessidades e limites que devem ser respeitados”, destaca.

4. Garanta um espaço de refúgio

A especialista recomenda que cães e gatos tenham um local reservado para descansar e se afastar da movimentação da casa quando desejarem. “Quando o animal tem um espaço seguro para se recolher, ele consegue regular melhor o estresse. É fundamental que as crianças aprendam a respeitar esse ambiente”, orienta.

Férias escolares: 6 cuidados para evitar estresse em cães e gatos durante o períodoJuliana Sato - Divulgação

5. Planeje as viagens com antecedência

As férias também costumam trazer dúvidas sobre levar ou não o animal durante os passeios. “Muitos gatos costumam lidar melhor com a permanência no próprio ambiente, recebendo os cuidados de uma pessoa de confiança.

Já alguns cães podem se beneficiar mais da companhia constante oferecida por uma hospedagem especializada. Cada caso deve ser avaliado individualmente”, explica. Caso a família viaje com o pet, é importante verificar documentação, vacinação, identificação e realizar uma adaptação gradual à caixa de transporte.

6. Inclua o pet no planejamento familiar

Para a especialista, um dos principais erros é esquecer que os animais também são impactados pelas mudanças da rotina. “O pet não entende o conceito de férias. Ele entende segurança, previsibilidade e respeito aos seus limites.

Quando a família considera essas necessidades, o período se torna mais agradável para todos e fortalece os vínculos dentro de casa”, conclui.

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