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GASTRONOMIA

Festival da carne: Mais de 30 estações de degustação, concurso de chefs, oficinas e shows

Mais de 30 estações de degustação, copa de assadores, concurso de chefs, oficinas e shows de João Bosco & Vinícius e outras atrações integram a programação do evento, com entrada franca, neste fim de semana

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Em sua segunda edição, o Festival Internacional da Carne movimenta o segmento da gastronomia, com mais de 30 estações de carne, oficinas gastronômicas, o Meat Master – Copa Internacional de Assadores e também com a grande novidade para a temporada de 2024: o Concurso Gastronômico Abrachefs MS, que vai selecionar um chef ou um bartender de Mato Grosso do Sul para representar o Estado, em 2025, no concurso nacional da Associação Brasileira de Chefs de Cozinha e Bartenders (Abrachef), a ser realizado em Fortaleza (CE).

O festival ocupa o Parque de Exposições Laucídio Coelho, de sexta-feira até domingo, 13 a 15 de setembro, com entrada franca para a visitação e para as atrações musicais programadas. 

O cardápio de opções oferece ainda, além de mais de 200 assadores e chefs ávidos para fisgar os visitantes pela boca, espaço kids, palestras, estandes com os mais variados produtos e serviços para quem se dedica à culinária profissionalmente ou como hobby, workshop e oficina de negócios. A dupla João Bosco & Vinícius está entre os shows confirmados.

De acordo com o corresponsável pelo concurso, o chef Felipe Caran, as inscrições de chefs e bartenders interessados seguiam abertas ontem (9), mediante preenchimento de formulário pela internet (www.festivaldacarnedoms.com.br) e pagamento de uma taxa de R$ 30. 

“Essa seleção do nosso estado vem mostrar a estrela do nosso Mato Grosso do Sul. É a hora de a gente mostrar as nossas revelações, tanto em mixologia [criação de drinks] quanto na gastronomia. Torço que a gente seja bem representado, e a expectativa está a mil”, diz Caran.

A também corresponsável pelo Concurso Abrachefs e embaixadora da gastronomia de MS, Helen Braz, complementa. “Nós temos muito para mostrar para o Brasil e para o mundo. Acredito que o vencedor precisa, antes de tudo, cumprir com as regras do edital do concurso. Depois, é preciso que ele tenha criatividade, apresentando algo totalmente diferente, que valorize a culinária regional, pois ele será o Mato Grosso do Sul dentro de um prato ou drink”.

DO SERTANEJO AO POP

Para acompanhar a vasta programação gastronômica do evento, realizado pela produtora cultural Márcia Marinho, em parceria com a Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul) e com o governo do Estado, o festival apresenta diversos shows musicais, que vão do sertanejo ao pop, em horários variados.

Confira detalhes a seguir.

Na sexta-feira (13/9), a banda Naip e a dupla João Haroldo & Betinho inauguram o palco do festival, com apresentações, respectivamente, às 19h30min e às 21h30min. No sábado (14/9) é a vez das bandas Alzira’s, às 16h, Os Filhos de Campo Grande, às 18h, e Vitor Gregório & Marco Aurélio, a partir das 20h. 

No domingo (15), Chicão Castro abre a programação mais cedo, às 13h, e quem encerra a maratona é a dupla João Bosco & Vinícius, responsável por sucessos como “Chora, Me Liga” e “Deixaria Tudo”, entre outros, a partir das 16h.

“Além do concurso de chefs da Abrachef, que entrou na programação deste ano, teremos preços variados nas ofertas das estações e teremos um restaurante conceito como inovação, para quem quiser sentar no ar condicionado e ter uma experiência diferenciada”, afirma a food-hunter, produtora e curadora de eventos Márcia Marinho.

PALESTRAS

As oficinas serão em horários variados durante os três dias de festival. E as duas palestras deste ano serão no sábado e no domingo. No sábado, das 17h às 19h, o barista Guilherme Horing fala sobre o preparo de bebidas à base de café. 

No domingo, das 11h às 13h, o instrutor será Kiko Espíndola, do perfil @churraskiko.ms, ensinando o caminho das pedras para quem quiser se dar bem no preparo dos mais variados formatos de churrasco.

No site do Festival Internacional da Carne, além de mais informações, há um tour visual em 3D, simulando o Parque de Exposições Laucídio Coelho durante o evento, e um link para uma playlist temática do Spotify, com 30 canções em inglês. (Pantanal Fashion Week começa amanhã: página B4)

Cinema Correio B+

Nobody Wants This: o amor deu certo. E agora?

Terceira temporada da comédia romântica da Netflix troca o drama do casal por novos relacionamentos e desafios

24/10/2026 13h30

Nobody Wants This: o amor deu certo. E agora?

Nobody Wants This: o amor deu certo. E agora? Foto: Divulgação

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Existe uma regra quase sagrada nas comédias românticas: o casal precisa enfrentar obstáculos para finalmente ficar junto. Podem ser famílias complicadas, diferenças culturais, desencontros, antigos namorados ou simplesmente a incapacidade de dizer o que sente.

O importante é manter o público torcendo por um beijo, uma reconciliação ou uma declaração apaixonada. Mas o que acontece depois do final feliz? É justamente esse o desafio de Nobody Wants This, que acaba de estrear sua terceira temporada na Netflix.

Quando surgiu, em 2024, a série criada por Erin Foster conquistou o público com uma fórmula que parecia simples, mas andava cada vez mais rara na televisão: uma comédia romântica adulta, divertida, inteligente e com dois protagonistas que tinham uma química irresistível. Kristen Bell interpreta Joanne, uma apresentadora de podcast sobre sexo e relacionamentos, sem religião e com uma vida amorosa complicada.

Adam Brody é Noah, um rabino recém-solteiro, charmoso, compreensivo e praticamente perfeito demais para existir fora da ficção.

O encontro dos dois parecia condenado desde o início. Afinal, Noah precisava conciliar sua religião, a família e as expectativas de sua comunidade com uma mulher que não era judia e não demonstrava qualquer interesse em se converter. Joanne, por sua vez, precisava descobrir se estava disposta a mudar parte de sua vida para fazer um relacionamento funcionar.

A primeira temporada foi uma delícia. O humor funcionava, as situações eram reconhecíveis e os diálogos tinham uma agilidade que lembrava as boas comédias românticas dos anos 1990. Mais importante, Bell e Brody faziam o público acreditar naquele casal. E isso, convenhamos, não é pouca coisa.

A segunda temporada já enfrentou um problema mais complicado. Depois de estabelecer que os dois estavam apaixonados, precisava inventar novas dificuldades para impedir que a história simplesmente terminasse. A conversão religiosa de Joanne tornou-se o grande obstáculo. Noah queria continuar sendo rabino e construir uma vida com ela, mas também não desejava que a namorada mudasse suas convicções apenas para agradá-lo.

A solução encontrada no final da temporada foi interessante. Joanne percebeu que poderia encontrar no judaísmo algo que não se resumia ao relacionamento. Ao mesmo tempo, Noah compreendeu que seu amor não poderia depender exclusivamente da conversão dela. Finalmente, os dois pareciam preparados para seguir juntos. E agora?

A terceira temporada começa com Joanne e Noah dividindo a mesma casa. A Netflix decidiu abandonar a pergunta sobre se eles ficariam juntos e explorar como seria a convivência depois da reconciliação. Parece uma mudança pequena, mas representa uma transformação importante para uma série construída sobre a tensão romântica.

A criadora Erin Foster e os responsáveis pela produção disseram que queriam recuperar a leveza da primeira temporada, permitindo que o casal aproveitasse a relação sem precisar enfrentar uma crise a cada episódio. A ideia era produzir uma temporada com o espírito de uma taça de champanhe: divertida, leve e romântica. É uma decisão simpática. Mas será que a estabilidade rende uma boa história?

Nobody Wants This: o amor deu certo. E agora?Nobody Wants This: o amor deu certo. E agora? - Divulgação

As primeiras críticas sugerem que sim, embora nem todos concordem sobre os motivos. A rotina doméstica diminui a tensão entre os protagonistas, mesmo que seja raro ver uma série que permite que o relacionamento amadureça. Sem surpresa, curiosamente, os personagens secundários começam a roubar a atenção.

Morgan, interpretada por Justine Lupe, e Sasha, vivido por Timothy Simons, ganham espaço com uma relação que já vinha despertando curiosidade nas temporadas anteriores. Ela é irmã de Joanne; ele, irmão de Noah. Os dois desenvolveram uma amizade improvável e uma intimidade que ultrapassava os limites de um relacionamento convencional, especialmente porque Sasha era casado.

Agora, com a separação de Sasha e Esther, interpretada por Jackie Tohn, essa aproximação ganha novas possibilidades. O que antes parecia uma atração inconveniente pode se transformar em algo mais sério. E, naturalmente, é justamente aí que a comédia romântica encontra novamente sua matéria-prima favorita: duas pessoas que não sabem exatamente o que fazer com o que sentem.

Esther também ganha uma oportunidade de existir além do papel de esposa controladora e cunhada difícil. Ao enfrentar a separação, começa a descobrir quem é fora do casamento. Uma transformação que pode ser tão interessante quanto qualquer novo romance.

Esse crescimento do elenco secundário talvez seja o caminho mais inteligente para prolongar a vida da série. Afinal, nem todo relacionamento precisa estar à beira do rompimento para ser interessante, mas é difícil sustentar indefinidamente uma comédia romântica baseada apenas na felicidade de seus protagonistas.

Há também uma questão que ultrapassa a televisão. Estamos tão acostumados a associar o amor ao sofrimento, à conquista e à insegurança que a tranquilidade de uma relação estável parece menos emocionante. Nas histórias românticas, assim como na vida, muitas vezes confundimos intensidade com profundidade.

Talvez Nobody Wants This esteja tentando contrariar essa lógica. Em vez de mostrar que o amor verdadeiro precisa superar obstáculos extraordinários, a série aposta na ideia de que construir uma vida a dois, respeitando diferenças e aprendendo a conviver, também pode ser interessante.

O problema é que, para os roteiristas, um casal feliz oferece menos possibilidades de conflito do que dois apaixonados que ainda não descobriram como ficar juntos.

Kristen Bell e Adam Brody continuam sendo o grande atrativo da produção. A química entre os atores não desaparece porque seus personagens finalmente decidiram dividir uma casa. Mas a terceira temporada parece reconhecer que o universo de Nobody Wants This precisa crescer para continuar funcionando.

E talvez essa seja a evolução mais interessante de uma série que começou falando de duas pessoas apaixonadas e agora precisa encontrar histórias para todos aqueles que vivem ao redor delas.

No fim das contas, a comédia romântica sempre nos ensinou a desejar o final feliz. O que raramente nos contou é que, depois dele, começa outra história.

E essa, convenhamos, costuma ser muito mais complicada.

Culinária

Grupo Conforti completa uma década à frente do Burger King com paixão que passa de geração

Confira lista de molhos e maioneses para fazer em casa e acompanhar o pedido

24/10/2026 10h01

Cristina, Thiago e Rômulo evidenciam foco na paixão pelo negócio de franquia, bem como os percalços e desafios que enfrentaram, no decorrer do caminho, em 10 anos de história à frente das lojas Burger King em Campo Grande

Cristina, Thiago e Rômulo evidenciam foco na paixão pelo negócio de franquia, bem como os percalços e desafios que enfrentaram, no decorrer do caminho, em 10 anos de história à frente das lojas Burger King em Campo Grande Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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Na Cidade Morena há cerca de uma década as lojas Burger King da Capital são comandadas pelo Grupo Conforti, uma paixão que nasceu com a matriarca da família e desenha-se em uma linha hereditária, que passa por desafios até mesmo sociais e econômicos, na missão de levar sabor e também oportunidades para as mesas e vidas das famílias campo-grandenses.

Em um cardápio fácil de ser adquirido, vale lembrar que sempre é possível incrementar o pedido e deixar a batata frita do BK, que já é sequinha e crocante, ainda mais irresistível.

Em entrevista ao Correio do Estado realizada na loja da Avenida Afonso Pena, pela celebração dos 10 anos de história, Cristina, Rômulo e Thiago Conforti evidenciaram o foco na paixão pelo negócio de franquia, bem como os percalços que foram enfrentando no decorrer do caminho, que dizem respeito às constantes mudanças tanto de geração como na atualização das leis brasileiras, por exemplo.

“Essa paixão surgiu por mim. Eu comecei em 2005, foi a primeira loja que nós abrimos, e vi lá uma oportunidade de dar trabalho para as pessoas, um primeiro emprego. Então, como fazer isso só com o que a franquia oferecia”, questiona Cristina Conforti.

Para concretizar esse desejo, Cristina explica que era necessário oferecer muito mais, estruturar o planejamento e finalmente alcançar o que as pessoas campo-grandenses em si precisavam.

“E a partir de lá, eu vim realmente conseguir efetivar isso quando nós viemos para cá. Então, nos últimos 10 anos isso está acontecendo... esse sonho. É gratificante”, comenta ela emocionada.

Sobre os segredos de “tocar” uma franquia, Cristina Conforti destaca que o modelo dá ao empreendedor uma série de estruturas e processos para trabalhar. Entretanto, a forma como cada região vai trabalhar com os colaboradores locais é o que costuma variar conforme o franqueado. 

“Aí cabe a nós tentar entender como é essa região, e aproveitar isso para trazer o que era o meu objetivo: transformar em profissionais o primeiro emprego”, disse ela sobre a oportunidade visualizada.

A partir de então, foi necessária uma estruturação interna para que, segundo Cristina, as pessoas já entrem no grupo gestor das lanchonetes BK em Campo Grande de uma forma profissional desde o primeiro dia. 
“Nós temos aula de integração, o primeiro recebimento com essas pessoas, como é o trabalho, quais são os direitos e deveres. Tem todo um trabalho antes delas chegarem às lojas”, afirma. 

Nesse sentido, a empreendedora ainda comenta justamente sobre essa hereditariedade do amor pelo negócio, com Thiago Conforti assumindo e dando continuidade ao trabalho desempenhado até então por ela e seu marido, Rômulo. 

SABOR À MESA

Thiago relembra que, em um negócio desse modelo, a franquia já traz os processos montados, o que passa desde a elaboração dos sanduíches até os fornecedores das receitas, recebendo ainda suporte da franqueadora, com o grupo gestor sendo principalmente responsável pelo elo entre o consumidor e o produto.

“Cabe a nós cuidar das pessoas, que é essa gestão mais local de como funciona aquele público, aquela cultura, como você vai fazer o casamento das pessoas com a marca. E falando de Burger King, a gente precisa de muitas pessoas, porque a gente mexe com rendimento, com produção, então é uma franquia que se você não tiver um foco em pessoas, não vai para frente”, expõe ele.

De acordo com o filho da família Conforti, o fato de trabalhar com pessoas, em si, já aparece como um grande desafio em razão das individualidades de cada ser humano, que têm seus desejos e objetivos específicos. Por isso, Thiago diz que esse alinhamento de expectativas ocorre no início da jornada do colaborador.

“A gente costuma olhar e sabe que o colaborador nem sempre vai ficar, mas a gente quer que esse momento que ele esteja aqui com a gente seja o melhor possível. Os desafios disso estão na adaptação do treinamento, na forma como cada um entende. Então, tem pessoas que são mais sinestésicas, outras mais visuais, tem os que são mais auditivos. Todo treinamento e cuidado da jornada tem muitos aspectos pessoais”, aponta.

Eles ainda complementam destacando a atenção que há para a parte da legislação, para que o grupo não se perca em relação ao que é o justo para cada um, mas que tudo se resume às necessidades individuais. 

“Cada pessoa tem um desafio e a gente vai trabalhando aquilo. Hoje, a gente tem um time muito grande de psicólogas internas, que elas trabalham isso, entendendo, recomendando, desenvolvendo, fazendo toda a parte de THO [sigla para o termo em inglês Talent and Human Operations, Talentos e Operações de Pessoas, em tradução livre], que é um pouco acima de RH”, completa Thiago.

Por fim, o filho da família Conforti comenta a respeito da atual safra de trabalhadores, gerações que ele bem comenta que mudam no intervalo de aproximadamente uma década. Porém, no mercado de trabalho ainda mantém-se a máxima de que “fica quem se adapta mais rápido”, com o grupo adaptando seus processos internos no período.

“Hoje nosso processo está totalmente digital, então não tem mais jeito de chamar a gente nas lojas, conversamos com todo mundo de forma digital, as pessoas já fazem teste, as entrevistas, todo o processo é digitalizado exatamente para pensar nesse público”.

Essas atualizações, como reforça Thiago, acompanham inclusive as mudanças na legislação brasileira, que, para além de discutir atualmente uma redução na jornada de trabalho que pode ser benéfica para a saúde mental do trabalhador, discute também as alterações na parte de segurança alimentar, exigência de exames, etc.

Pai da família Conforti, Rômulo comenta ainda a chegada de Free Refill nas lojas de Campo Grande e o retorno da Coca-Cola às lanchonetes do Burger King, que, segundo ele, faz parte de uma busca do que é melhor para o cliente.

“A Burger King começou a operar no Brasil com a marca Coca-Cola, depois passou para a Pepsi e agora nós estamos com a Coca novamente. É um parceiro de qualidade, interessante e que traz muito benefício para o negócio em relação à aceitação do cliente. Entre outros parceiros, né, nas sobremesas, que temos a Nutella, a Galak, Nestlé... sempre buscando o melhor”. 

Desde agosto, a loja da Afonso Pena voltou a atender os clientes, sendo ponto de referência quando se trata de BK na Capital, reformada já pensando na capacidade de maior absorção da clientela, com melhor climatização, conforto e um design moderno que vem com a expectativa de que seja bem recebida pelo campo-grandense. Rômulo completa destacando o desejo para a próxima década.

“Temos crescido em Campo Grande. Com a Burger King a gente busca sempre manter esse crescimento de acordo com as oportunidades de desenvolvimento da cidade. Então, para os próximos 10 anos, com certeza, terão novas lojas Burger King”, conclui.

Molhos caseiros

De iogurte e alho

Ingredientes

  • 3 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem;
  • 2 potes de iogurte natural sem soro;
  • 2 colheres (chá) de suco de limão;
  • 1 dente de alho espremido;
  • ½ colher (chá) de sal.

Modo de preparo

  • Em um recipiente, coloque o iogurte, o azeite, o sal, o alho, e o suco de limão.
  • Misture tudo e pronto: é só servir com as batatas de sua preferência.

Molho pesto

Ingredientes

  • 100 g de queijo pecorino ou parmesão ralado;
  • 4 dentes de alho espremidos;
  • 3 colheres (chá) de pinoli ou nozes trituradas;
  • 1 xícara (chá) de folhas de manjericão picado;
  • 1 colher (chá) de sal;
  • 1 pitada de pimenta-do-reino.

Modo de preparo

  • Em um recipiente, adicione todos os ingredientes.
  • Coloque sal a gosto e pronto!

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