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LAZER

Festival de Yoga promove práticas de meditação e alongamento no Parque das Nações no domingo (21)

Prazo para se inscrever encerra hoje e práticas de yoga são destinadas para todos os públicos e idades, com atividades acessíveis e aulas especiais

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Para aqueles que gostam de se exercitar, iniciaram o projeto de vida saudável nesse ano ou prometeram na virada dele, no próximo domingo (21) o calendário marca o Dia Internacional do Yoga e para comemorar a data acontecerá a 3ª edição do Festival de Yoga Vida Saudável 2026.

O evento acontece gratuitamente a partir das 07h, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande, e inclui atividades de caminhada, aula do protocolo indiano, práticas de yoga acessível, yoga adpatado para crianças, abraço coletivo e sorteios.

Para participar é necessário realizar a inscrição antecipadamente e hoje é o último dia para fazer isso pela plataforma kmais, que garantirá a participação e camiseta do evento para os inscritos.

A Fundação de Desporto e Lazer (Fundesporte) e Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (Setesc) realiza a iniciativa em busca de promover a saúde, o bem-estar, integração social e qualidade de vida com práticas corporais, de meditação e recreação para a população.

A programação do evento ainda é acessível a todos os públicos, contando com práticas simultânea em tenda a partir das 09h até às 10h destinada a idosos, pessoas com mobilidade reduzida, usuários de cadeira de rodas e gestantes,.

E no mesmo horário a outra prática simultânea em tenda voltada para as crianças. Podem participar da yoga infantil os pequenos de três a 12 anos para que também tenham momento de conexão com o corpo e a natureza.

Confira o cronograma:

  • 06h30 - Entrega de Camiseta
  • 07h15 - Caminhada
  • 08h15 - Cerimônia de Abertura
  • 08h30 às 10h - Aula do Protocolo Indiano
  • 09h às 10h - Yoga Acessível (prática simultânea em tenda, idosos e PCD’s)
  • 09h às 10h - Yoga Adaptado para Crianças (prática simultânea em tenda)
  • 10h - Abraço Coletivo
  • 10h30 - Sorteio
  • 11h - Encerramento

Em parceira com a Embaixada da Índia, Yoga para Todos, Movimento Sadhaka, Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Tribunal de Contas, a Fundesporte convidou o professor especialista em yoga e em respiração, Rodrgido Duarte, de 47 anos e com mais de 20 anos de experiência.

O professor explica que o evento é uma oportunidade de saúde e bem estar para as pessoas, e que eventos como Dia Internacional da Yoga fortalece a difusão da prática, além de ampliar o acesso a população com uma cultura de mais consciência.

“Hoje vemos um público bastante diverso, formado por jovens, adultos e idosos e protocolo indiano é uma prática tradicional de Yoga desenvolvida para ser acessível a pessoas de diferentes idades e níveis de experiência. Acredito que respirar é voltar para si. Quando aprendemos a respirar com mais consciência, passamos a nos perceber com mais clareza, equilíbrio e carinho. Essa reconexão reflete diretamente na saúde, nos relacionamentos, no trabalho e na forma como enfrentamos os desafios do dia a dia”.

A professora de yoga e diretora-presidente da Associação Yoga para Todos, Milena de Barros Fontoura, de 46 anos, destaca a importância da atividade para o público infantil, que impacta no desenvolvimento e qualidade de vida, além de explicar que a atividade é prepada especialmente para eles.

“A prática de yoga para crianças é conduzida de forma lúdica, onde as crianças realizam posturas de equilíbrio, flexibilidade e força no contexto de histórias e brincadeiras. Também são realizadas respiração consciente e relaxamento, que contribuem para um estado meditativo, reduzindo a ansiedade e a dispersão. Assim, a prática trabalha o corpo e a mente, promovendo bem estar”.

A professora comenta que a prática de yoga adpatado respeita a condição e limitação do praticante de modo que a prática não seja excludente e vá além da atividade física.

“O yoga é uma prática de autoconhecimento que vai além da atividade física, por isso ele é acessível à todos os corpos e idades. No yoga adaptado é respeitado a condição e limitações do praticante, com posturas modificadas  para que ele possa experienciar momentos de foco, meditação, auxiliando na saúde como um todo, pois as posturas ativam glândulas que melhoram o sistema circulatório, digestivo e respiratório”. 

Por fim, ela destaca a importância do contato com a natureza, explicando os benefícios da prática para ansiedade, medo e inseguranças.

"A sociedade está conectada a celulares, excesso de informações, o que gera ansiedade, medos, comparações, distanciando as pessoas de sua essência natural. O Yoga visa o resgate dessa essência, com técnicas simples, como respiração consciente que ativam ondas cerebrais que naturalmente acalmam a mente e o corpo”.

O evento é aberto ao público, gratuito e a retirada das camisetas acontece no mesmo dia às 06h30, no Parque das Nações Indígenas, na Entrada Guató, pela Rua Ivan Fernandes Pereira. Além disso, o evento possui um regulamento que disponibiliza algumas recomendações, orientações e regras de convivência.

A organização do evento ressalta que devido a motivos técnicos, climáticos, operacionais ou de segurança é possível que aconteça ajustes na operacionalidade.

Recomendações

Para realizar a prática com mais conforto e segurança é recomendado que leve:

  • um tapete de yoga ou canga;
  • garrafa de água;
  • protetor solar;

A indicação é que o público utilize roupas leves, confortáveis e adequadas à prática de atividades físicas de baixa intensidade, alongamentos, caminhada e momentos de relaxamento.

>> Serviço

Data: 21/06/2026
Local: Parque das Nações Indígenas, na Entrada Guató, pela Rua Ivan Fernandes Pereira
Horário: 6h30 às 11h

SAÚDE MENTAL

Especialistas alertam para o avanço da nomofobia, medo irracional de ficar sem o celular

Com brasileiros passando mais de nove horas por dia conectados, especialistas alertam para o avanço de condição marcada pela ansiedade de ficar desconectado e pelos impactos na saúde mental

17/06/2026 08h30

Uso constante do celular antes de dormir e durante a madrugada é sinal de alerta para a nomofobia

Uso constante do celular antes de dormir e durante a madrugada é sinal de alerta para a nomofobia Magnific

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Presente no trabalho, nos estudos, no lazer, nas relações pessoais e até nos momentos de descanso, o celular ocupa cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros.

Mas, na medida em que cresce a dependência dos dispositivos móveis, especialistas alertam para um fenômeno que vem ganhando força: a nomofobia, termo utilizado para descrever o medo ou a ansiedade de ficar sem acesso ao celular.

Segundo o levantamento Digital 2026, do DataReportal, o Brasil conta atualmente com cerca de 185 milhões de usuários de internet. Já dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que quase 90% dos brasileiros com mais de 10 anos utilizam o celular diariamente.

O tempo de exposição às telas também chama a atenção. Dados da Comparitech mostram que os brasileiros permanecem conectados, em média, 9 horas e 13 minutos por dia, o segundo maior índice do planeta e muito acima da média mundial, estimada em 6 horas e 40 minutos diários.

O crescimento da dependência digital acompanha a popularização dos vídeos curtos e da chamada “rolagem infinita” das redes sociais. Plataformas como TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts passaram a ocupar parte significativa do tempo livre de milhões de pessoas, oferecendo estímulos constantes e recompensas imediatas.

Para o psiquiatra Marcelo Heyde, esse modelo de consumo digital exerce efeitos importantes sobre o funcionamento cerebral.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade, pois o cérebro se acostuma com as recompensas rápidas e simples em detrimento de tarefas minimamente mais complexas”, explica.

Segundo o especialista, o fenômeno que recentemente passou a ser chamado popularmente de brain rot – expressão em inglês que pode ser traduzida como “apodrecimento” cerebral – ajuda a ilustrar algumas das consequências da hiperestimulação digital.

Embora o termo não seja reconhecido como um diagnóstico médico, ele descreve uma situação em que o cérebro passa a preferir conteúdos rápidos e altamente estimulantes, reduzindo o interesse por atividades que exigem maior esforço cognitivo, como leitura prolongada, estudos ou tarefas que demandam concentração.

Desconforto extremo

A nomofobia deriva da expressão inglesa no mobile phone phobia, que significa medo de ficar sem celular. O conceito surgiu em 2008, após um estudo realizado pelo serviço postal do Reino Unido investigar a ansiedade provocada pela ausência do aparelho.

Hoje, a condição é caracterizada por um estado de desconforto intenso quando a pessoa não consegue acessar o smartphone, seja porque esqueceu o aparelho, ficou sem bateria, perdeu o sinal de internet ou simplesmente não pode utilizá-lo naquele momento.

Embora ainda não seja oficialmente classificada como um transtorno psiquiátrico independente, a nomofobia vem sendo amplamente estudada por especialistas em razão dos impactos emocionais, comportamentais e físicos associados ao uso excessivo da tecnologia.

Uma análise global publicada em 2025 na revista Psychiatry Research, que reuniu dados de mais de 30 mil participantes em 18 países, apontou que uma em cada duas pessoas apresenta níveis moderados de nomofobia e uma em cada cinco sofre com sintomas considerados graves.

Para Marcelo Heyde, o problema vai além da simples vontade de verificar notificações.

“Trata-se de um estado de alerta constante, em que a pessoa precisa ficar checando o celular, pelo receio de perder o assunto do momento, gerando um estado de tensão contínua, muito semelhante ao estado de alguém que está em sobreaviso. O cérebro passa a se acostumar com ciclos rápidos de recompensa e hiperestimulação frequente, o que dificulta pausas e aumenta a necessidade de permanecer conectado”, ressalta.

Essa necessidade constante de monitorar mensagens, redes sociais e atualizações cria um ciclo difícil de interromper. Quanto mais frequente o acesso, maior tende a ser a sensação de desconforto quando o aparelho não está disponível.

Sintomas

Entre os sinais mais comuns da nomofobia estão a necessidade de verificar constantemente o celular, a ansiedade ao permanecer desconectado, o hábito de interromper atividades para consultar notificações e a dificuldade de permanecer períodos prolongados longe do aparelho.

Muitas pessoas também relatam irritação quando esquecem o celular em casa, desconforto ao perceber que a bateria está acabando ou preocupação excessiva ao ficar em locais sem acesso à internet.

Em casos mais intensos, os sintomas podem se assemelhar aos observados em transtornos de ansiedade. Tremores, suor excessivo, aceleração dos batimentos cardíacos, sensação de falta de ar e agitação são algumas das manifestações físicas relatadas por pessoas que apresentam forte dependência digital.

Outro comportamento frequente é a chamada vibração fantasma, quando o usuário acredita ter recebido uma mensagem ou ligação mesmo sem que o aparelho tenha emitido qualquer alerta.

Recompensa imediata

A popularização dos conteúdos de curta duração representa um dos fatores mais relevantes para a intensificação da dependência digital.

Dados do DataReportal indicam que 87,5% dos adultos conectados assistem semanalmente a vídeos curtos. Em escala global, mais de 5,6 bilhões de usuários utilizam redes sociais, acumulando mais de 15 bilhões de horas de consumo diário.

Segundo Marcelo Heyde, o cérebro humano responde de forma muito intensa a esse modelo de conteúdo.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade, pois o cérebro se acostuma com as recompensas rápidas e simples em detrimento de tarefas minimamente mais complexas”, explica o psiquiatra.

A consequência é uma redução gradual da tolerância ao tédio e às atividades que exigem atenção sustentada.

Ler um livro, assistir a uma aula, estudar ou realizar tarefas profissionais por períodos mais longos pode se tornar cada vez mais difícil para quem passa horas consumindo conteúdos rápidos e altamente estimulantes.

Sono prejudicado

Os efeitos da hiperconectividade também atingem o descanso.

Muitas pessoas mantêm o celular ao lado da cama, verificam mensagens antes de dormir e acordam durante a madrugada para consultar notificações. Esse comportamento reduz a qualidade do sono e dificulta o desligamento mental necessário para o descanso adequado.

Marcelo Heyde destaca que a exposição contínua aos estímulos digitais interfere diretamente na regulação emocional.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade”, afirma.

A combinação entre privação de sono, excesso de informações e necessidade constante de conexão cria um ambiente propício para o aumento dos níveis de estresse e ansiedade.

Mais vulneráveis

Embora a nomofobia possa afetar pessoas de todas as idades, crianças e adolescentes figuram entre os grupos mais vulneráveis.

Isso ocorre porque o cérebro ainda está em desenvolvimento e apresenta maior sensibilidade aos mecanismos de recompensa oferecidos pelas plataformas digitais.

Além disso, a geração atual cresceu em um ambiente no qual a conectividade permanente é vista como algo natural. Redes sociais, aplicativos de mensagens e vídeos curtos fazem parte da rotina desde os primeiros anos de vida.

Nesse contexto, especialistas alertam para a importância da supervisão familiar, do estabelecimento de limites e da promoção de atividades off-line que favoreçam a convivência social, o desenvolvimento emocional e a construção da autonomia.

Quando procurar ajuda

Nem todo uso intenso de celular caracteriza nomofobia. O problema surge quando o aparelho passa a interferir significativamente na qualidade de vida, nos relacionamentos, nos estudos, no trabalho ou no bem-estar emocional.

Sinais como ansiedade intensa ao ficar sem acesso ao dispositivo, incapacidade de reduzir o tempo de uso, prejuízos no sono e dificuldade de concentração podem indicar a necessidade de avaliação profissional.

O acompanhamento psicológico e psiquiátrico pode ajudar a identificar padrões de comportamento, compreender os fatores associados à dependência digital e desenvolver estratégias para recuperar o equilíbrio na relação com a tecnologia.

Diálogo

Na política, em ano eleitoral, adversário de ontem vira aliado de hoje... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quarta-feira (17)

17/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Khalil Gibran - Escritor Libanês

"Aprendi o silêncio com os faladores, a tolerância com os intolerantes, a bondade com os maldosos; e, por estranho que pareça, sou grato a esses professores”.

FELPUDA

Na política, em ano eleitoral, adversário de ontem vira aliado de hoje, sem nem pedir desculpas. Os antigos rivais, em muitos dos casos, dividem o mesmo palanque e sorrisos fotográficos. Essa “engenharia partidária” dos acordos, na disputa pelo poder, lembra casa velha com telhado novo. Pode até não chover por cima, mas as paredes continuam rachadas. E é justamente por elas que entra a desconfiança. O eleitor conhece bem esse tipo de reforma. Só muda a tinta, mas o alicerce permanece o mesmo. Assim, todo cuidado é pouco...

Diálogo

Cidadania

Japorã tenta viabilizar junto ao governo estadual a implantação de uma Sala da Cidadania no município. Lideranças políticas do município estiveram em Campo Grande para fazer a reivindicação. O espaço concentraria serviços como emissão de documentos.

Mais

Também haveria orientação sobre direitos, acesso a programas sociais e atendimento voltado a grupos em situação de vulnerabilidade. A ideia é evitar que moradores precisem se deslocar para outras cidades em busca de serviços públicos essenciais.

Diálogo Durante encontro casual, José Marques e Elizabeth Puccinelli - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Priscila Borgonovi - Foto: Divulgação

Cautela 

O distinto eleitor faria enorme favor a si mesmo se dedicasse alguns minutos para descobrir quem pretende se empregar pelas bandas de Brasília. Em 2022, por exemplo, surgiu a “brilhante ideia” de flexibilizar punição  para determinados furtos. A proposta foi de uma deputada do Psol com co-autoria de mais sete parlamentares e ainda reduzia as chances de prisão até para os larápios reincidentes. Tudo “muito humanitário”. Dá licença, vai!...

Golpe

O Detran-MS acendeu o alerta para a circulação de sites falsos que imitam o portal oficial, justamente em época de licenciamento. Uma motorista desconfiou de endereço estranho e escapou do golpe antes de pagar a guia, comunicando o órgão sobre a ação dos golpistas. Pouco mais de dez minutos após a denúncia, o site fraudulento foi retirado do ar por se tratar de um clone do portal oficial. A recomendação é simples: confira se o endereço termina em ms.gov.br.

Condenado

A Justiça de Mato Grosso do Sul manteve a condenação de um pai por violência psicológica e verbal contra a própria filha. Ele teve que pagar indenização de R$ 15 mil por danos morais e ainda ressarcir R$ 2,1 mil gastos com tratamento psiquiátrico. Os desembargadores entenderam que ameaças, perseguições e agressões agravaram o quadro de depressão e ansiedade da vítima. O motivo das agressões seria porque ela começou a se relacionar com o atual marido.

ANIVERSARIANTES 

Yassmin Sleiman Saab;
Rodrigo Marques;
Cicero Carlos da Silva;
Geraldo Zamlutti;
Dr. Júlio Roberto Siqueira Cardoso;
Ubirajara Rezende Salgado;
Renata Sibeli Siqueira;
Nelson Machado;
Dr. Ricardo Buainain Bomussa;
Katsuaki Yasunaka;
Paulo Sergio Lopes Cristaldo;
Rosemary Cavassa de Almeida;
Dr. Lucides Leite de Medeiros;
Israel Silvesso;
Oscar Luiz Moselle;
Arlindo de Oliveira Sampaio Jorge;
Flávia Victorio Schafer;
Antonio Ferreira Filho;
Enoel Soares Penzo;
Antonio Auxiliador Nantes;
Maria Auxiliadora de Souza Almeida;
Zeno Vitorino Brazuna;
Adilson Venâncio Paniago Trindade;
Maria Cristina Possari Lemos;
Dra. Sandra Regina Chahuan Tobji Hernandes;
Dr. Hermindo de David;
Roberto Valadares Santos;
Alaor Ferreira Cação;
Acelino de Souza Cristaldo;
Paulo César Franjotti;
Marley Lopes;
Renata Salmazo;
Haydêe Aparecida Souza Seidenfuss;
Simone Ferreira Leal;
Adriano Vitória do Nascimento;
Silvia Aparecida Ferraz;
Leandro do Nascimento Bezerra;
Márcio Pacheco de Moraes;
Carla Adriana Fontoura Carlana;
Neuza Alice Pereira;
Paulo César Pereira da Silva;
Vera Amaral de Lima;
Pedro Alves dos Santos;
Mário Seiti Shiraishi;
Elso de Oliveira Duarte;
Herculano Amador Filho;
Sônia Maria Andrade dos Santos;
Estela Maris Bernardo;
Ary Corrêa Addor;
Maria de Fátima Costa;
Marluci Barbosa Echeverria;
Arno Antonio Gai;
Semíramis Rocha;
Vicente João Interlando Júnior;
Juliana Claudia Honório Lyrio;
Aparecido Wanderley Rosa Conde;
Carlos Alberto dos Santos Lopes;
Gilberto Ozuma;
Maria Auxiliadora Gomes;
Izabel Cristina de Oliveira;
Valda Pereira de Freitas de Souza;
Márcia Cristina Razuk Jorge;
Eulaine de Oliveira Pereira Pombeiro;
Emília Yoshie Akamine Nakasato;
Yvone Aparecida Burato Marques;
Cleuza Baís Leal;
Dra. Laudicéia Maeoka Amarilha;
Arnaldo Nogueira da Silva;
Lilian Ribeiro de Andrade;
Pedro Mejer Glaychman;
João Henrique Martins Andrade;
Roseli Martins Corrêa;
Adriana Knibbe;
Fabio Moreno Travain Ferreira;
Sônia Zeole Teodoro;
Alexandre Yamazaki;
José Henrique Ibanez;
Elizângela Aparecida dos Santos;
Denise Barbosa da Silva Almeida;
Douglas Wagner Van Spitzenbergen;
Valton Moreira Pael Junior;
Jorge Massashigue Kaku;
Luiz Ricardo Junqueira de Lima;
Eugênia Portela de Siqueira Marques;
Cristiane Lopes de Oliveira;
Mateus da Fonseca;
Emory Peron Coelho Razuk;
Flávio Nantes de Castro;
Jânio Luiz Pereira;
Helaine de Souza Medeiros;
Olivia Jurca Marini Pinheiro de Lacerda;
Eduardo dos Santos Soares;
Kamyla Cristina de Souza Pereira;
Douglas da Costa Cardoso;
Janes Lau Pini;
Maria Amália Vilela;
Edmar Batistela;
Adriana Del Bianco;
Carlos Lourenço Mitsuoshi;
Daltro Hayashida;
Sidiney Bossay dos Santos;
Oscar Augusto Leite de Barros;
Wesley Miyai Majolo;
Maria Auxiliadora Correia Porto;
Silvio Fernando Martins Portugal.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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