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SAÚDE MENTAL

Especialistas alertam para o avanço da nomofobia, medo irracional de ficar sem o celular

Com brasileiros passando mais de nove horas por dia conectados, especialistas alertam para o avanço de condição marcada pela ansiedade de ficar desconectado e pelos impactos na saúde mental

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Presente no trabalho, nos estudos, no lazer, nas relações pessoais e até nos momentos de descanso, o celular ocupa cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros.

Mas, na medida em que cresce a dependência dos dispositivos móveis, especialistas alertam para um fenômeno que vem ganhando força: a nomofobia, termo utilizado para descrever o medo ou a ansiedade de ficar sem acesso ao celular.

Segundo o levantamento Digital 2026, do DataReportal, o Brasil conta atualmente com cerca de 185 milhões de usuários de internet. Já dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que quase 90% dos brasileiros com mais de 10 anos utilizam o celular diariamente.

O tempo de exposição às telas também chama a atenção. Dados da Comparitech mostram que os brasileiros permanecem conectados, em média, 9 horas e 13 minutos por dia, o segundo maior índice do planeta e muito acima da média mundial, estimada em 6 horas e 40 minutos diários.

O crescimento da dependência digital acompanha a popularização dos vídeos curtos e da chamada “rolagem infinita” das redes sociais. Plataformas como TikTok, Instagram Reels e YouTube Shorts passaram a ocupar parte significativa do tempo livre de milhões de pessoas, oferecendo estímulos constantes e recompensas imediatas.

Para o psiquiatra Marcelo Heyde, esse modelo de consumo digital exerce efeitos importantes sobre o funcionamento cerebral.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade, pois o cérebro se acostuma com as recompensas rápidas e simples em detrimento de tarefas minimamente mais complexas”, explica.

Segundo o especialista, o fenômeno que recentemente passou a ser chamado popularmente de brain rot – expressão em inglês que pode ser traduzida como “apodrecimento” cerebral – ajuda a ilustrar algumas das consequências da hiperestimulação digital.

Embora o termo não seja reconhecido como um diagnóstico médico, ele descreve uma situação em que o cérebro passa a preferir conteúdos rápidos e altamente estimulantes, reduzindo o interesse por atividades que exigem maior esforço cognitivo, como leitura prolongada, estudos ou tarefas que demandam concentração.

Desconforto extremo

A nomofobia deriva da expressão inglesa no mobile phone phobia, que significa medo de ficar sem celular. O conceito surgiu em 2008, após um estudo realizado pelo serviço postal do Reino Unido investigar a ansiedade provocada pela ausência do aparelho.

Hoje, a condição é caracterizada por um estado de desconforto intenso quando a pessoa não consegue acessar o smartphone, seja porque esqueceu o aparelho, ficou sem bateria, perdeu o sinal de internet ou simplesmente não pode utilizá-lo naquele momento.

Embora ainda não seja oficialmente classificada como um transtorno psiquiátrico independente, a nomofobia vem sendo amplamente estudada por especialistas em razão dos impactos emocionais, comportamentais e físicos associados ao uso excessivo da tecnologia.

Uma análise global publicada em 2025 na revista Psychiatry Research, que reuniu dados de mais de 30 mil participantes em 18 países, apontou que uma em cada duas pessoas apresenta níveis moderados de nomofobia e uma em cada cinco sofre com sintomas considerados graves.

Para Marcelo Heyde, o problema vai além da simples vontade de verificar notificações.

“Trata-se de um estado de alerta constante, em que a pessoa precisa ficar checando o celular, pelo receio de perder o assunto do momento, gerando um estado de tensão contínua, muito semelhante ao estado de alguém que está em sobreaviso. O cérebro passa a se acostumar com ciclos rápidos de recompensa e hiperestimulação frequente, o que dificulta pausas e aumenta a necessidade de permanecer conectado”, ressalta.

Essa necessidade constante de monitorar mensagens, redes sociais e atualizações cria um ciclo difícil de interromper. Quanto mais frequente o acesso, maior tende a ser a sensação de desconforto quando o aparelho não está disponível.

Sintomas

Entre os sinais mais comuns da nomofobia estão a necessidade de verificar constantemente o celular, a ansiedade ao permanecer desconectado, o hábito de interromper atividades para consultar notificações e a dificuldade de permanecer períodos prolongados longe do aparelho.

Muitas pessoas também relatam irritação quando esquecem o celular em casa, desconforto ao perceber que a bateria está acabando ou preocupação excessiva ao ficar em locais sem acesso à internet.

Em casos mais intensos, os sintomas podem se assemelhar aos observados em transtornos de ansiedade. Tremores, suor excessivo, aceleração dos batimentos cardíacos, sensação de falta de ar e agitação são algumas das manifestações físicas relatadas por pessoas que apresentam forte dependência digital.

Outro comportamento frequente é a chamada vibração fantasma, quando o usuário acredita ter recebido uma mensagem ou ligação mesmo sem que o aparelho tenha emitido qualquer alerta.

Recompensa imediata

A popularização dos conteúdos de curta duração representa um dos fatores mais relevantes para a intensificação da dependência digital.

Dados do DataReportal indicam que 87,5% dos adultos conectados assistem semanalmente a vídeos curtos. Em escala global, mais de 5,6 bilhões de usuários utilizam redes sociais, acumulando mais de 15 bilhões de horas de consumo diário.

Segundo Marcelo Heyde, o cérebro humano responde de forma muito intensa a esse modelo de conteúdo.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade, pois o cérebro se acostuma com as recompensas rápidas e simples em detrimento de tarefas minimamente mais complexas”, explica o psiquiatra.

A consequência é uma redução gradual da tolerância ao tédio e às atividades que exigem atenção sustentada.

Ler um livro, assistir a uma aula, estudar ou realizar tarefas profissionais por períodos mais longos pode se tornar cada vez mais difícil para quem passa horas consumindo conteúdos rápidos e altamente estimulantes.

Sono prejudicado

Os efeitos da hiperconectividade também atingem o descanso.

Muitas pessoas mantêm o celular ao lado da cama, verificam mensagens antes de dormir e acordam durante a madrugada para consultar notificações. Esse comportamento reduz a qualidade do sono e dificulta o desligamento mental necessário para o descanso adequado.

Marcelo Heyde destaca que a exposição contínua aos estímulos digitais interfere diretamente na regulação emocional.

“Esse excesso de estímulos pode impactar a concentração, a memória, a qualidade do sono e a regulação da ansiedade”, afirma.

A combinação entre privação de sono, excesso de informações e necessidade constante de conexão cria um ambiente propício para o aumento dos níveis de estresse e ansiedade.

Mais vulneráveis

Embora a nomofobia possa afetar pessoas de todas as idades, crianças e adolescentes figuram entre os grupos mais vulneráveis.

Isso ocorre porque o cérebro ainda está em desenvolvimento e apresenta maior sensibilidade aos mecanismos de recompensa oferecidos pelas plataformas digitais.

Além disso, a geração atual cresceu em um ambiente no qual a conectividade permanente é vista como algo natural. Redes sociais, aplicativos de mensagens e vídeos curtos fazem parte da rotina desde os primeiros anos de vida.

Nesse contexto, especialistas alertam para a importância da supervisão familiar, do estabelecimento de limites e da promoção de atividades off-line que favoreçam a convivência social, o desenvolvimento emocional e a construção da autonomia.

Quando procurar ajuda

Nem todo uso intenso de celular caracteriza nomofobia. O problema surge quando o aparelho passa a interferir significativamente na qualidade de vida, nos relacionamentos, nos estudos, no trabalho ou no bem-estar emocional.

Sinais como ansiedade intensa ao ficar sem acesso ao dispositivo, incapacidade de reduzir o tempo de uso, prejuízos no sono e dificuldade de concentração podem indicar a necessidade de avaliação profissional.

O acompanhamento psicológico e psiquiátrico pode ajudar a identificar padrões de comportamento, compreender os fatores associados à dependência digital e desenvolver estratégias para recuperar o equilíbrio na relação com a tecnologia.

SÁUDE

Junho Verde reforça a importância do diagnóstico precoce da escoliose para evitar agravamentos

Campanha do Junho Verde reforça a importância do diagnóstico precoce para evitar agravamentos e ampliar as chances de tratamento da condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo

16/06/2026 08h30

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvatura

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvatura Divulgação

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Um ombro mais alto que o outro, a cintura desalinhada, uma costela mais evidente de um lado do corpo ou até mesmo uma camiseta que parece vestir de forma desigual podem ser sinais de escoliose, uma condição que afeta milhões de pessoas em todo o mundo.

Muitas vezes silenciosa e sem provocar dor nos estágios iniciais, a alteração na coluna pode passar despercebida durante anos e ser descoberta apenas quando a curvatura já está mais acentuada.

O tema ganha destaque durante o Junho Verde, campanha internacional de conscientização sobre a escoliose, que tem o dia 27 de junho como marco mundial, para ampliar a informação sobre a doença e reforçar a importância do diagnóstico precoce.

Muito além da questão estética, a escoliose pode trazer impactos significativos para a saúde. Dependendo da gravidade, a condição pode provocar dores, fadiga muscular, limitações de movimento e, em casos mais severos, comprometer a capacidade respiratória.

Em crianças e adolescentes, as alterações visíveis no corpo também podem afetar a autoestima, as relações sociais e o bem-estar emocional.

O QUE É?

A escoliose é caracterizada por uma curvatura lateral anormal da coluna vertebral, geralmente acompanhada da rotação das vértebras. Na prática, isso significa que a coluna não apresenta apenas um desvio para os lados, mas sofre alterações tridimensionais que afetam todo o alinhamento corporal.

Essa mudança pode influenciar a posição dos ombros, da cintura, das costelas e até mesmo a forma como o corpo distribui peso e equilíbrio durante atividades simples do cotidiano.

Por ser uma condição que nem sempre causa sintomas evidentes no início, especialistas alertam para a necessidade de observação constante, principalmente durante a infância e a adolescência.

PERÍODO CRÍTICO

Embora a escoliose possa surgir em qualquer fase da vida, a adolescência é considerada o período de maior risco para o aparecimento e a progressão da doença. A chamada escoliose idiopática do adolescente é a forma mais comum da condição, representando cerca de 80% dos casos diagnosticados.

Ela costuma se manifestar entre os 10 anos e os 16 anos, justamente durante o estirão de crescimento, quando o corpo passa por mudanças aceleradas. As meninas são as mais afetadas e apresentam maior risco de evolução da curvatura.

Dados citados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que a escoliose idiopática do adolescente atinge entre 2% e 4% da população.

A boa notícia é que, quando identificada precocemente, grande parte dos casos pode ser estabilizada por meio de tratamentos conservadores específicos, evitando a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

Tratamento da escoliose varia de caso a caso, de acordo com a gravidade da curvaturaDaniely Rosa, fisioterapeuta - Foto: Divulgação

Para a fisioterapeuta Daniely Rosa, que atua há duas décadas nas áreas de postura, ortopedia e pilates, detectar a alteração nos estágios iniciais faz toda a diferença.

“Quando a alteração é identificada no início, é possível acompanhar a evolução da curvatura, orientar a família e indicar a melhor conduta para cada caso. Nem toda escoliose exige o mesmo tratamento, mas toda suspeita precisa ser avaliada”, afirma.

SINAIS

Um dos principais desafios relacionados à escoliose é justamente o fato de que ela pode evoluir sem causar dor. Por isso, pais, responsáveis e educadores desempenham papel fundamental na identificação dos primeiros sinais.

Entre os indícios mais comuns estão: ombros em alturas diferentes; cintura assimétrica; inclinação do tronco para um dos lados; escápulas em posições diferentes; costela mais saliente de um lado do corpo; quadris desalinhados; alterações no caimento das roupas; sensação frequente de cansaço muscular.

A fisioterapeuta Stéfany Vanin destaca que a ausência de desconforto não significa que a coluna esteja saudável.

“Em muitos casos, a escoliose começa de forma silenciosa. Por isso, os pais devem observar a postura no dia a dia, no caimento das roupas, na posição dos ombros e até na forma como a criança ou o adolescente se inclina. Pequenas assimetrias podem ser o primeiro sinal de que a coluna precisa ser avaliada”, explica.

Segundo especialistas, exames simples realizados por profissionais de saúde podem identificar alterações precocemente e indicar a necessidade de avaliações complementares.

DIAGNÓSTICO

Após a suspeita clínica, exames de imagem são utilizados para confirmar o diagnóstico e medir a gravidade da curvatura. O principal parâmetro utilizado pelos especialistas é o chamado ângulo de Cobb, que permite classificar a escoliose em diferentes níveis de severidade.

De forma geral, as curvaturas podem ser classificadas como leves, moderadas, graves ou muito graves. No entanto, a definição do tratamento não depende apenas desse número.

A idade do paciente, o estágio de crescimento, a presença de sintomas, o impacto na rotina diária e o risco de progressão da curva também são fatores considerados pelos profissionais de saúde.

“É preciso avaliar a idade, o potencial de crescimento, os sintomas, a limitação funcional, o impacto na rotina e o risco de progressão. Cada paciente precisa ser olhado de forma individual”, ressalta Daniely Rosa.

TRATAMENTO

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não existe um tratamento único para todos os pacientes com escoliose. A conduta é personalizada e depende das características de cada quadro.

Nos casos leves, o acompanhamento periódico e a realização de exercícios específicos costumam ser suficientes para monitorar a evolução da curvatura. Quando a escoliose apresenta risco de progressão, podem ser indicados programas de fisioterapia especializados.

Já os casos moderados podem exigir a combinação de exercícios terapêuticos com o uso de coletes ortopédicos, especialmente durante a fase de crescimento.

Em situações mais graves, quando há comprometimento importante da coluna ou risco para outras funções do organismo, a cirurgia pode ser considerada como alternativa.

Os especialistas reforçam que o objetivo principal do tratamento não é apenas corrigir a curvatura, mas preservar a funcionalidade, reduzir desconfortos e garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

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Diálogo

Em Paranaíba, uma aula cara sobre redes sociais acaba de custar... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (16)

16/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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George Orwell - escritor britânico

"Se a liberdade significa alguma coisa, será sobretudo o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir"

FELPUDA

Em Paranaíba, uma aula cara sobre redes sociais acaba de custar R$ 10 mil aos cofres públicos. O então prefeito resolveu trocar os corredores da administração pelo palco do Facebook e expôs nominalmente uma professora, ao criticar atestados médicos que vinham sendo apresentados como "enxurrada em dia de temporal". O resultado? A Justiça entendeu que fiscalização não se faz com likes e constrangimento público. Por unanimidade, o Tribunal de Justiça de MS manteve a indenização por danos morais. Vai vendo...

Peso

Os Republicanos deixaram de ser "bancada do eu sozinho" na Assembleia Legislativa de MS. Antes representado apenas pelo deputado Antonio Vaz, o partido agora reúne quatro parlamentares.

Mais

Isso, após as filiações de Roberto Hashioka (ex-União Brasil), Pedrossian Neto (ex-PSD) e Renato Câmara (ex-MDB), que assume a liderança da bancada. Assim, legenda amplia seu peso político.

DiálogoFoto: Divulgação

Nesta quarta-feira (17), às 19h, no Teatro Glauce Rocha, a Orquestra Jovem Sesc MS apresenta o concerto "Clássicos do Brasil e do Mundo", espetáculo que reúne obras consagradas da música erudita internacional e da produção brasileira. A regência é do maestro convidado Rodrigo Faleiros, que terá executada uma composição de sua autoria, "Concerto Lúdico".  O evento integra a temporada 2026 do projeto Movimento Concerto UFMS, iniciativa que promove a difusão deste estilo de música, ampliando o acesso da população a apresentações musicais de qualidade. A entrada é gratuita e os ingressos estão disponíveis no Sympla.

DiálogoGerson Cullmann e Mônica Fernandes Cullmann - Foto: Studio Vollkopf

  

DiálogoPaula Bezerra de Mello - Foto: Miguel Sá    

De onde?

O reajuste para os servidores municipais foi comemorado. Claro que no estilo "ruim com ele, pior sem ele", tendo em vista que o percentual não foi o ideal. O problema é que antes mesmo do aumento fazer efeito, o Tribunal de Contas de MS já bateu à porta da Prefeitura e da Câmara, querendo saber de Adriane Lopes e do vereador Epaminondas Neto, o Papy, de onde sairá o dinheiro. Valorizar o funcionalismo é justo. Difícil parece ser fechar a conta depois.

Freio de mão

Mal o projeto saiu do papel, a administração municipal e o comando da vereança tiveram que explicar como pretendem manter as despesas sob controle. O recado do Tribunal de Contas foi claro: conceder aumento é uma coisa, respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal é outra. E o órgão deu prazo de cinco dias úteis para as respostas, e  com alerta de que o eventual descumprimento dos limites legais pode caracterizar crime de responsabilidade.

Faz de conta

Enquanto os problemas estruturais seguem desafiando moradores da Comunidade Lagoa Park, a prefeitura resolveu destacar a distribuição de lonas como se fosse uma grande conquista administrativa. O socorro emergencial é necessário e merece reconhecimento, mas dificilmente substitui obras capazes de evitar que as famílias dependam desse tipo de ajuda a cada nova chuva. No fim das contas, a lona cobre o telhado, mas não esconde a falta de soluções definitivas.

ANIVERSARIANTES 

Manuela Simões Rodrigues;
Luís Fernando de Souza Gameiro;
Olguita Souza Soares;
Alexandre de Arruda Namour;
Dr. Zaloar Murat Martins de Souza;
Antonio Sacchi;
Victor Hugo Rodrigues Barboza;
Reginaldo de Souza Braga;
Henrique Nomura;
Inez Pires de Almeida;
Patrícia Fabiana Miranda Centurião;
João Hideo Akamine;
João Nakasa;
Silvio Guizelini;
Kerma Dias Rezende;
Cláudia Helena Molina Teodoro;
Aureliano José da Silva;
Ozita Alves do Amaral;
Carlos Antonio da Silva;
Salvador Zeferino da Silva;
Dr. José Aparecido Barcellos de Lima;
Dr. Manoel Cunha Lacerda;
Maria Cristina Orsi Casali do Amaral;
Ricardo Henrique Dannemann;
Adinaldo Amadeu;
Aurelia Delgado Martins;
Patrícia Aparecida Soares;
Gabriela Isla Villar Martins;
Naerte Lemos do Amaral;
Kátia Oliveira Ricardo da Silva;
Flávio de Souza Maravieski;
Bruno Maddalena;
Kelly Cristina Gonçalves Rodrigues;
Gilmar Neri de Souza;
Odmilson Ruiz;
Débora Almeida Ota;
Isabela Torres Correa;
Aparecido Martins Veloso;
Teresinha Maria da Conceição;
Daniel Carlos Cruz de Carvalho;
Angela Siqueira;
Dayane Amorim de Oliveira;
Virginia Takayassu;
Carlos Roberto Mancilla;
Eva Aparecida Saravy Pinto;
Antônio Cláudio Barsotti;
Agenor Vargas Rodrigues;
Ivan Claro Correa;
Jackeline Morel Franco;
Sandra Aparecida Barbosa;
Maria Ivone Mascarenhas Robaldo;
Manoel Gomes Cabral Junior;
Hildebrand de Faria;
Valdir Paredes da Silva;
Júlia Gusmão de Paula;
João Francisco Cáceres;
Ari Azevedo Perez;
Manoel Eduardo Gomes da Silva;
Ayrton Alfredo Lourenço;
Edom Carlos Gonzales;
Antônio de Oliveira Costa;
Neuza Izabel Scatena;
Kousei Yonamine;
Alice Marcondes Sansalone;
Dilma Guedes;
Ana Flávia Casavechia Nuner;
Irondina Suzuki Serpa Elias;
Luiza Yoshie Nakaya Kinoshita;
Honório da Silva Cordeiro;
Milena Melo da Silva;
José Paulo Almeida Nunes;
Fátima Aparecida da Silva;
Arabela Abdo Reis;
Caridade Oliveira da Silva;
Anelise Godoy;
Carlos Alberto Duarte;
Adeon Machado Couto;
Joaquim Carlos Lara Pereira Pinto Neto;
Albele da Silva Azevedo;
Ivan Junior Marckezan da Cunha;
Odiles Pires de Souza;
Silvia Maria Martins;
Ricardo Favaro Neto;
Antonio Lisboa de Souza Junior;
Franciele da Silva Carlos;
José Carlos de Campos Melo;
Igo Cipriano Rocha;
Alexandro Lopes;
Cleonice Goulart Quirino;
Michela Melissa Duarte Seixas Sostena;
Marize de Castro Rondon;
Aurelina de Fátima Silva;
Cristiani Massilon Bezerra;
Pollyanna Kassia de Oliveira Borges;
Antonio da Costa Neto;
Halison da Silva Araujo;
Thaisa Maria Ferreira Botelho;
Hevely Nelize Martins da Silva;
Renata Gradela;
João Andrade de Alencar;
Carlos Alberto Reggiani;
Lucélia Corssatto Dias;
Eulinda de Souza e Almeida;
Luiz Antônio Stopa;
Janaína Adriana Lisbinski;
Olmira Boeira Zatorre;
Aline Santin;
Jader Evaristo Tonelli Peixer.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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