O Dr. Antônio Rivaldo Menezes de Araújo, campo-grandense, filho de Antônio de Souza Araújo e de Maria Menezes de Araújo, nasceu no dia 19 de julho de 1945, na Rua Maracaju, no centro de nossa capital.
Ainda muito jovem, foi embora com dois primos para a cidade de São Paulo, onde finalizou os estudos, chamados à época de “Clássico”, no conceituado Colégio Paes Leme, após ter estudado na Escola Estadual Maria Constança de Barros Machado, também de grande reconhecimento e prestígio em Campo Grande, da qual ele muito se orgulhava.
Formou-se no Curso Superior de Bacharelado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), no Largo São Francisco, no ano de 1970.
Terminados os estudos, regressou à sua cidade natal, onde escolheu estabelecer-se como advogado, profissão que exerceu com paixão durante toda a sua vida. O amor ao Direito e ao exercício da advocacia lhe eram natos, e sua atuação revelou-se como sacerdócio.
Além da advocacia, exerceu diversas funções educacionais e públicas, a saber: professor-assistente na cadeira de Direito Civil da Faculdade de Direito de Campo Grande – FDCG (FUCMAT), de 1973 a 1981, paraninfando os bacharelados de 1974 e 1979, e professor titular de Direito Tributário; coordenador, pela FUCMAT, do Curso de Especialização em Direito Civil, promovido pela PUC de São Paulo, em 1975; assessor jurídico da Prefeitura Municipal de Campo Grande, em 1979; chefe de gabinete da Prefeitura Municipal de Campo Grande, de 1979 a 1980; assessor técnico jurídico-legislativo da Câmara Municipal de Campo Grande, em 1980; assessor de planejamento na Casa Civil da Governadoria do Estado de Mato Grosso do Sul, de 1980 a 1981; coordenador do Sistema Nacional de Emprego em Mato Grosso do Sul (SINE/MTB), de 1981 a 1985.
Finalmente, exerceu a função de juiz do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS), como membro efetivo na classe de juristas, por três biênios – 1993-1995, 1997-1999, 1999-2001.
Em discurso, o Exmo.
Desembargador José Augusto de Souza, por ocasião de uma das posses do Dr. Antônio Rivaldo como juiz do TRE-MS, declarou: “Conhecemos S. Exª há muitos anos e sabemos que, como homem, é de reputação ilibada e, como advogado, honra sobremaneira a classe a que pertence e é um dos paradigmas do Direito de nossa comuna”.
A você pai: Segundo Carl Jung, o mês de julho, além de ser voltado para o retiro e a introspecção, representa também o arquétipo do calor humano no mês mais frio do ano. E este mês que te trouxe à vida, foi o mesmo q te retirou para depois te ausentar de nós. E vindo agosto de 2020, não vislumbramos a primavera. Sua partida foi a mais dura e dolorosa porção de nossas vidas.
E com a dor dilacerante, após atravessarmos um negro vale, surgiu o aprendizado também.
Como crescemos e precisamos romper em tantos aspectos e situações. Estamos na vida tentando fazer florescer todas as boas sementes que recebemos de você, mas ainda sentindo muito a sua retirada. Hoje não caberia senti-la. Hoje, o senhor deveria estar aqui, celebrando os seus indeléveis 80 anos!
Pai, todo ser humano tem várias facetas, mas as suas foram muito marcantes. A principal delas, o sorriso!
Hoje o senhor é conhecido em casa pelos netinhos como o vovô sorridente! Este legado de sorriso e generosidade é lembrado por todos que vêm nos falar de você.
E, de certa forma, esta marca que o senhor deixou nas pessoas acalenta um pouquinho o nosso coração e faz latejar a imensa saudade que sentimos.
Como pai, esposo, vovô, profissional, mestre e amigo, tudo o que você foi ainda nos alegra e agracia nossas vidas! Esta singela homenagem expressa o nosso orgulho de ter tido a dádiva de sua existência entre nós.
Parabéns, pai! Que sua alma e consciência estejam felizes e em paz! A paz dos dignos, daqueles que deixaram inúmeros frutos de amor, valores e exemplos, principalmente o do bem viver, consigo e com os outros. Obrigado! Te amamos!
De seus filhos e esposa.






Casual: conforto sem descuido - Divulgação
Smart Casual: a elegância contemporânea - Divulgação
Business Casual: profissionalismo com leveza - Divulgação
Black Tie: a formalidade como experiência - Divulgação

