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I Play Rocky: quando o azarão de Rocky vira o próprio Stallone

Cinquenta anos depois, essa mesma história volta ao cinema, agora com outro ator relativamente desconhecido tentando convencer o público de que pode ser Sylvester Stallone.

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Há algo quase perfeito demais em I Play Rocky. Em 1976, Sylvester Stallone escreveu a história de um homem no qual ninguém acreditava, brigou para interpretá-lo quando ninguém acreditava que fosse capaz e acabou transformando Rocky em um dos maiores fenômenos da história de Hollywood.

Cinquenta anos depois, essa mesma história volta ao cinema, agora com outro ator relativamente desconhecido tentando convencer o público de que pode ser Sylvester Stallone.

A metalinguagem é tão evidente que poderia parecer fabricada, mas a própria história de Anthony Ippolito ajuda o filme. Quando soube que uma produção sobre a criação de Rocky estava sendo preparada, ele ainda não tinha recebido convite, roteiro ou material para um teste.

Mesmo assim, pendurou um saco de pancadas no porão da avó, chamou um amigo e um primo e gravou por conta própria uma tentativa de interpretar Stallone. O material chegou à produção, que então lhe enviou o roteiro e pediu uma audição oficial. Ippolito fez novos testes e acabou conquistando o papel.

É difícil imaginar uma forma mais apropriada de chegar a I Play Rocky. O ator também traz uma curiosa especialização em interpretar lendas do cinema antes de elas se tornarem lendas. Em The Offer, minissérie sobre a tumultuada produção de O Poderoso Chefão, Ippolito viveu o jovem Al Pacino.

Agora interpreta Stallone durante a criação de outro filme dos anos 1970 que terminaria a temporada levando o Oscar de Melhor Filme. Há ainda uma pequena ligação deliciosa entre as duas histórias: Talia Shire estava em O Poderoso Chefão e seria Adrian em Rocky.

Interpretar Stallone, porém, exige muito mais do que uma boa caracterização física. Talvez ele seja um dos atores mais fáceis de imitar e, justamente por isso, um dos mais perigosos de interpretar.

A voz arrastada, a assimetria do rosto, os movimentos dos ombros, a postura e a maneira de olhar são tão reconhecíveis que basta exagerar um pouco para que a atuação se transforme em caricatura.

Ippolito passou um longo período se preparando fisicamente e estudando não apenas a voz de Stallone, mas sua linguagem corporal e, principalmente, a diferença entre o homem que conhecemos hoje e aquele ator ainda desconhecido dos anos 1970.

Esse detalhe é fundamental. Ele não está interpretando o Stallone de Rambo, das grandes franquias ou das décadas de estrelato. Está tentando encontrar o homem que ainda não sabia se algum dia chegaria lá.

Essa é também a dificuldade central de I Play Rocky: todos nós sabemos o final. Sabemos que Stallone conseguiu fazer o filme, que Rocky se tornou um fenômeno, que ele foi indicado ao Oscar como ator e roteirista e que o longa venceu Melhor Filme. Sabemos que nasceu uma franquia, depois outra com Creed, e que Stallone se transformou em um dos maiores astros de sua geração.

Peter Farrelly, portanto, não pode depender de suspense para contar essa história. Assim como no próprio Rocky, a questão nunca é realmente saber quem vence, mas entender como alguém conseguiu permanecer de pé até o último round.

O filme volta ao período em que Stallone acumulava rejeições, problemas financeiros e pequenos papéis enquanto tentava descobrir uma maneira de entrar definitivamente em Hollywood. AnnaSophia Robb interpreta Sasha Czack, que viria a ser sua primeira mulher e aparece como uma das pessoas que o incentivam a escrever os próprios roteiros. Se ninguém estivesse disposto a lhe oferecer um grande personagem, talvez fosse necessário criá-lo.

Foi assim que surgiu Rocky Balboa, mas escrever um bom roteiro resolveu apenas metade do problema. Os produtores começaram a perceber o potencial do filme e Hollywood ficou interessada. O obstáculo passou a ser outro: queriam Rocky, mas não necessariamente queriam Stallone como Rocky.

I Play Rocky: quando o azarão de Rocky vira o próprio Stallone - Divulgação

Ele não aceitou essa separação.

É daí que vem o próprio título. I Play Rocky resume a posição que transformaria a negociação em uma das histórias mais repetidas de Hollywood. Stallone podia precisar desesperadamente do dinheiro, podia não ter qualquer poder dentro da indústria e podia estar diante de produtores que enxergavam atores conhecidos como uma escolha muito mais segura, mas havia uma coisa da qual não estava disposto a abrir mão. Se o filme fosse feito, ele interpretaria Rocky.

A produção reconstrói, portanto, não apenas Stallone, mas todo o pequeno universo que participou daquele nascimento. P.J. Byrne interpreta Irwin Winkler, Toby Kebbell é Robert Chartoff e Jay Duplass assume John G. Avildsen, o diretor que percebeu que o roteiro aparentemente sobre boxe era, antes de tudo, uma história de amor, solidão e dignidade. Stephan James interpreta Carl Weathers, enquanto Kiki Seto interpreta Talia Shire e Robert Morgan assume Burgess Meredith.

Matt Dillon ocupa um lugar diferente nessa reconstrução ao interpretar Frank Stallone Sr., pai de Sylvester. A relação difícil entre os dois oferece ao filme uma explicação mais íntima para a necessidade quase obsessiva que Stallone tinha de provar seu valor. A recusa em entregar Rocky a outro ator deixa, assim, de ser apenas uma disputa profissional e passa também pela necessidade de demonstrar que todas aquelas pessoas que haviam duvidado dele estavam erradas.

Há uma camada particularmente interessante nisso porque o verdadeiro Stallone não esteve inicialmente envolvido com I Play Rocky. Quando soube que o projeto estava sendo desenvolvido, contou que ninguém havia entrado em contato com ele e que descobrira a existência do filme pelas notícias. Não era, portanto, uma cinebiografia concebida sob sua supervisão ou com sua aprovação desde o começo.

A relação mudou depois. Ippolito conseguiu conversar com Stallone durante a preparação e encontrou alguém disposto a ajudá-lo a compreender aquele período de sua vida. Quando finalmente viu o trailer, Stallone também mudou publicamente de tom e desejou sucesso ao elenco e à equipe, dizendo estar ansioso para ver o começo de sua história ganhar vida.

É uma situação curiosa para alguém que passou meio século tão ligado ao personagem que criou. Stallone teve de assistir a outro ator interpretando o momento exato em que ele tentava convencer todo mundo de que ninguém além dele deveria interpretar Rocky.

Peter Farrelly também chega ao projeto carregando sua própria relação recente com o Oscar. Green Book, seu filme anterior para os cinemas, saiu de Toronto com enorme impulso e terminou a temporada vencendo Melhor Filme. Agora ele retorna com outra história construída para provocar uma resposta emocional forte do público, novamente baseada em personagens reais e novamente chegando em plena temporada de premiações.

I Play Rocky estreou no Festival de Toronto e deixou claro que tem vocação para agradar plateias. A atuação de Ippolito surgiu como um dos elementos mais comentados, o que naturalmente aproximou o filme da conversa sobre premiações. Isso não significa prever onde ele chegará, mas é impossível ignorar a simetria: 50 anos depois de Stallone ter sido indicado ao Oscar por interpretar Rocky, outro ator chega à temporada interpretando Stallone enquanto ele criava Rocky.

Talvez o maior risco do filme esteja justamente nessa proximidade com uma história que já conhecemos tão bem. Recriar os bastidores de Rocky significa competir constantemente com nossas lembranças do original e com uma lenda que Stallone, a imprensa e Hollywood passaram cinco décadas alimentando. Quanto mais reconhecível a cena, maior a tentação de transformar a cinebiografia em uma sequência de momentos que o público já espera encontrar.

O trailer sugere que Farrelly decidiu não combater essa mitologia. Ao contrário, I Play Rocky parece abraçá-la. O filme assume a história do sujeito sem dinheiro que escutou “não” repetidas vezes, escreveu a própria oportunidade e, quando Hollywood finalmente quis aquilo que ele havia criado, preferiu arriscar tudo a entregar o papel para outro ator. A cinebiografia sobre o criador de Rocky transforma Sylvester Stallone no verdadeiro Rocky Balboa.

Até “Gonna Fly Now” volta para completar o espelho. Em 1976, a música acompanhava Rocky enquanto ele começava a acreditar que conseguiria chegar até o fim. Cinquenta anos depois, ela acompanha o homem que o inventou durante sua própria tentativa de chegar ao topo.

No Brasil, Eu Sou o Rocky estreia em 19 de novembro, praticamente junto ao aniversário de 50 anos do filme original. O momento dificilmente poderia ser mais adequado. Em 1976, Hollywood assistiu a um ator praticamente desconhecido apostar tudo na certeza de que deveria interpretar Rocky. Meio século depois, Anthony Ippolito chega ao cinema interpretando justamente aquele momento, depois de também ter criado sozinho sua primeira oportunidade de conseguir o papel.

Talvez seja essa a ideia que une melhor os dois filmes. Às vezes ninguém oferece a oportunidade que estamos esperando, e continuar esperando não resolve nada.

Stallone escreveu a sua.

Cinquenta anos depois, Hollywood resolveu fazer um filme sobre isso.

Agenda Cultural

Fim de semana tem música, cinema, literatura, exposições e mais

De hoje até domingo, Campo Grande e cidades do interior de Mato Grosso do Sul recebem festivais, apresentações, exposições, encontros literários e programação gratuita para diferentes públicos

25/09/2026 09h00

Cinema

Cinema "Higa Ke Olho por Olho" - Na UFMS, filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas as transformações de Campo Grande Foto: Divulgação

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O último fim de semana de setembro reúne uma programação cultural diversificada em Mato Grosso do Sul. Entre hoje e domingo, Campo Grande recebe eventos que passam por cinema, teatro, literatura, moda, música e gastronomia, enquanto Dourados e Caracol também entram no circuito com festivais que ocupam espaços públicos e reúnem diferentes linguagens artísticas.

Cinema

Hoje, o Autocine da UFMS será reaberto com uma sessão especial do Festival Mais Cultura deste ano. A partir das 19h, serão exibidos os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

O segundo filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas transformações de Campo Grande, personagens e manifestações culturais de Mato Grosso do Sul.

Dirigido por Conrado Roel e Débora Bah, o documentário também aborda a relação do fotógrafo com a memória e o avanço do Alzheimer.

“Higa Ke – Olho por Olho” foi reconhecido no Festival de Cinema de Bonito deste ano como Melhor Filme Sul-Mato-Grossense pelo Júri Popular.

Também hoje chega ao fim o 8º Desver – Festival de Cinema Universitário de Mato Grosso do Sul, realizado na UFMS. A programação do dia começa às 14h, com a oficina de preparação de elenco, e às 17h30min acontece a última sessão da Mostra Competitiva, reunindo seis curtas universitários.

O anúncio do vencedor da mostra está previsto para as 19h30min. A programação é gratuita e ocorre no Anfiteatro Marçal de Souza Tupã-Y.

Festival de Música, gastronomia e cultura

O Festival Internacional da Carne 2026 começa hoje e segue até domingo, no Parque de Exposições Laucídio Coelho, em Campo Grande. Com entrada gratuita, o evento reúne gastronomia, música, palestras, oficinas, economia criativa e atividades para crianças.

A gastronomia ocupa o centro da programação, com mais de 30 estações de carnes distribuídas pelo espaço. O festival também terá oficinas do Senac MS, que exploram molhos, conservas, vegetais, farofas, pães e outros acompanhamentos.

Hoje, às 15h, a palestra “Ao Ponto” aborda atendimento, entrega dos pratos, postura profissional e gestão de equipes. Amanhã, no mesmo horário, a palestra “A influência da tecnologia na produção de carne bovina” discute a relação entre inovação e produção pecuária.

A programação musical começa hoje com Os Cara da Kombi e Fred e Victor. No sábado, sobem ao palco Samba Pop, Banda Seven, Naip e Chicão Castro e banda. No domingo, o encerramento musical fica por conta de Zé do Pantanal e Renato Pacheco.

O festival também terá a Fazendinha, voltada ao público infantil, além de espaços de economia criativa e a Carreta da Energisa.

Moda e criação

Cinema  "Higa Ke  Olho por Olho" - Na UFMS, filme acompanha a trajetória do fotógrafo Roberto Higa, responsável por registrar durante décadas as transformações de Campo GrandeModa Pantanal Fashion - Evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa, oficinas e atrações artísticas no Ponto Bar - Foto: DIvulgação

O Pantanal Fashion Experience 2026 ocupa o Ponto Bar hoje e amanhã, com programação a partir das 18h. O evento reúne desfiles de moda autoral, exposições, gastronomia, artesanato, feira de economia criativa,

oficinas e atrações artísticas.
Hoje, o conceito “Origem” aborda identidade, território, memória, cultura e autoria. Entre os destaques está a participação da Anarandá, com o projeto Fênix, que leva referências dos povos originários de Mato Grosso do Sul à programação.

Amanhã, o conceito “Futuro” trabalha temas como inovação, comportamento, experimentação, diversidade e novas linguagens. A programação inclui ainda um Sunset com DJs, desfiles e uma collab entre artistas independentes.

O evento também terá duas oficinas, uma voltada a mulheres em situação de vulnerabilidade e outra conduzida por uma artesã indígena sobre construção de acessórios.

Teatro

Amanhã, o Sesc Teatro Prosa recebe duas atividades gratuitas.

Às 14h, o espaço sedia o encontro do Clube Sesc de Leitura, dedicado ao livro “Atirei uma Pedrinha na Lagoa Mansidão”, de Henrique Pimenta. A obra reúne contos inspirados no cotidiano sul-mato-grossense e trabalha elementos como medo, absurdo, ironia e humor negro.

A atividade é aberta tanto a leitores habituais quanto a quem deseja conhecer o clube e participar da discussão sobre a obra.

Às 16h, a Trupe Guavira apresenta o espetáculo infantil “Meu Vizinho, Minhas Regras!” A montagem utiliza situações do cotidiano para abordar convivência, respeito, escuta e colaboração. A classificação é livre e a atividade é voltada a crianças e famílias.

Literatura

Também amanhã, às 16h, o Recanto das Ervas, em Campo Grande, recebe o lançamento do romance “Me Coma Viva”, da escritora e jornalista sul-mato-grossense Mariana Vilela.

A obra é construída por meio da troca de cartas entre as irmãs Sarah e Marcela, que seguem caminhos diferentes entre a vida no campo e na cidade. A narrativa aborda relações familiares, questões ambientais, religiosidade e sexualidade, além de incorporar elementos da cultura popular, como cantos de trabalho, cantigas e Folias de Santo Reis.

Nascida em Três Lagoas e residente em São Paulo, Mariana Vilela também é autora de “Compulsão de Clarisse”. O novo romance recebeu texto de orelha do escritor Marcelino Freire.
A mediação do lançamento será feita pela psicanalista Hilza Ferri. O livro poderá ser adquirido diretamente com a autora.

Crianças

Para o público infantil, o Quintal do Brincar acontece amanhã, das 15h às 18h, no Shopping Bosque dos Ipês. A atividade gratuita é voltada a crianças de 3 a 11 anos.

A programação propõe uma tarde dedicada a brincadeiras que fizeram parte da infância de outras gerações, com gincanas, brinquedos de madeira e jogos clássicos. A ideia é estimular movimento, criatividade e convivência longe das telas.

Festival Mais Cultura

Hoje marca o encerramento do Festival Mais Cultura deste ano, realizado pela UFMS. A programação do dia começa às 8h, com apresentações culturais no Corredor da Saúde, e segue com atividades em diferentes espaços da universidade.

No Autocine, a partir das 14h, continuam a Feira de Economia Criativa e a Feira Geek. Às 17h, o espaço recebe o show “Alquimistas”, seguido pela apresentação de Pilotos do Oeste, às 18h.

Às 19h, a Sala Imersiva do Museu de Ciência e Tecnologia recebe teatro e roda de conversa, enquanto o Teatro Glauce Rocha apresenta, às 19h30min, “Oliver Twist – livre adaptação da obra de Charles Dickens – Ato histórico”.

No Autocine, a partir das 19h, a Mostra Autocine – Sessão Especial reúne os documentários “Jardim de Pedra – Vida e Morte de Glauce Rocha” e “Higa Ke – Olho por Olho”.

Interior

Em Caracol, amanhã o dia será marcado pela 4ª etapa do MS na Rota + CriAtiva, evento multicultural itinerante que percorre municípios ligados à Rota Bioceânica. A programação ocorre das 16h às 22h, na Praça Primeiro de Maio, com entrada gratuita.

A agenda começa com feira criativa, praça de alimentação e Espaço Kids Cult, além de oficina de artesanato com modelagem em biscuit inspirada na fauna regional. Às 17h, estão previstas uma sessão do Cine Pipoca e uma oficina de literatura com Ramona Rodrigues. A abertura oficial ocorre às 18h, seguida pelas apresentações do projeto “Primavere-se Meu Mato Grosso do Sul – Caracol”.

Na sequência, o público poderá assistir ao espetáculo teatral “A Princesa Engasgada”, de Campo Grande, e à apresentação do Samba do Caramelo. O encerramento fica por conta do Grupo Estilo Baileiro, de Caracol, às 21h.

Já em Dourados, a Praça do Cinquentenário será ocupada pelo Grito Rock Dourados, que retorna à cidade depois de seis anos. O festival acontece de hoje a domingo e reúne música, artes visuais, literatura, cinema, cultura urbana, circo, atividades infantis e sustentabilidade.

A programação é dividida em diferentes frentes, como Grito Hip Hop, Grito Slam, Grito D’Ellas, Grito Litera, Cine Grito, Circo Grita, Gritinho, Expo Grito, Grito Verde, Grito Tekoha Sapucaí e Techno Grito. O Grito Flashback também integra a programação no domingo, data em que é celebrado o Dia Municipal do Flashback em Dourados.

Entre as ações previstas está uma intervenção de graffiti na praça, com o tema “Identidade, Fronteira e Território”. O festival também terá atividades relacionadas à cultura indígena, sustentabilidade, literatura, audiovisual e produção independente.

Diálogo

Quando questionado o que motivou sua desistência de concorrer à reeleição... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta sexta-feira (25)

25/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cristovão Tezza - Escritor brasileiro

"Há como que um processo de emburrecimento geral,em que Estados funcionam irracionais como pessoas e pessoas agem com a racionalidade de Estados”.

FELPUDA

Quando questionado o que motivou sua desistência de concorrer à reeleição, o senador Nelson Trad Filho tem alegado que foi uma jogada política para não prejudicar o grupo. Nos bastidores, há quem garanta que a “jogada” é ele retornar ao Senado no início de 2031, com eventual eleição, em 2030, de Reinaldo Azambuja ao Governo de MS. Se tudo estiver bem combinadinho mesmo com o eleitor, neste ano Azambuja ganharia uma cadeira de senador e daqui a 4 anos, se for eleito, de governador, Trad iria para o Senado, cumprir o restante do mandato. Vai vendo...

Diálogo

Automática

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro próxiimo, não precisarão fazer a verificação da Prova de Vida.Ela ocorrerá de forma automática. 

Mais

A verificação vai ocorrer  a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS. O procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.

Diálogo Annalu Dibo - Foto: Arquivo Pessoal

 

Diálogo Ludimila e Oscar Emboaba - Foto: Lu Prezia

Elas

Certas lideranças políticas estão até apostando que Mato Grosso do Sul poderá eleger quase a metade da bancada federal só de mulheres. Dentro do atual cenário, opinião é de que as que mais se destacam são Rose Modesto, Mara Caseiro e Camila Jara. A bancada federal é formada  por oito deputados. Assim sendo...

Currículo

Na disputa pelo Senado, Reinaldo Azambuja (PL) apresenta trajetória política mais extensa que a dos demais candidatos. Ele já foi prefeito de Maracaju, deputado estadual, deputado federal e governador por dois mandatos. mandatos. Também conseguiu eleger seu sucessor Eduardo Riedel (PP), em 2022. Agora, Azambuja disputa uma vaga no Senado Federal. O mandato terá oito anos, o que amplia a importância da escolha do eleitor.

Na onda

Capitão Contar (PL) e Soraya Thronicke (PSB) chegaram à política pela onda bolsonarista, mas seguiram caminhos diferentes. Contar exerceu quatro anos de mandato de deputado estadual e depois disputou o Governo de MS, chegando ao segundo turno. Soraya foi eleita senadora e ao longo dos oito anos, mudou sua posição no cenário político nacional, se aproximou de setores da esquerda e filiou-se ao PSB. Agora, tenta renovar seu mandato no Senado. Já Contar mantém atuação política identificada com o campo conservador.

ANIVERSARIANTES 

  • Ulysses de Almeida Serra,
  • Dra. Ângela Hermínia Sichinel,
  • Dr. Tarley Ferreira Marques,
  • Lacy Severo Pupin, 
  • Igor Vilela Pereira, 
  • Antonio Wilson Silveira Souza,
  • Clarice Maria Nascimento Diogo,
  • Seluta Tarifa Basaglia,
  • Valter de Araujo Bogado,
  • Zulmira Mercedes Lopes Yamada,
  • Ivone Rojas Franco de Souza,
  • Wender Vieira Oshiro,
  • Luiz Carlos Ferreira,
  • Setembrino Farias de Lima,
  • Regina da Paixão,
  • Moyses Carlos Camargo,
  • Sinelli Karina Frederico Senna,
  • Santiago Sotto Mendes Filho,
  • Simone de Oliveira Elias,
  • Adriana Keiko Hayafuji, 
  • Silvia Marques,
  • Marlene Marchesi, 
  • Márcio Tuller Espósito,
  • Dr. Luiz Alberto Ovando, 
  • Ney Silveira, 
  • Dr. Blal Yassine Dalloul,
  • Adrianny de Oliveira Extrato,
  • Maria Aparecida dos Santos,
  • Silvio Pereira Amorim, 
  • Ari Miguel Pettenan,
  • Eda Jacques Costa,
  • Alberto de Medeiros Guimarães,
  • Seme Butrabe Beraldo,
  • André Luiz Almeida de Araújo, 
  • Marluce Vieira Recalde,
  • João Marcello Borba Leite,
  • Jorge Luiz Takahashi,
  • Carolina de Souza,
  • Wilson Fernando de Andrade,
  • Ricardo Planez Diniz,
  • Dr. Fauze Ferreira Gutierrez,
  • Valda Maria Garcia Alves,
  • Emerson Augusto Ramos,
  • Vanda Anderson,
  • Mirene Duarte Monteiro Cano,
  • João Carlos Kohler, 
  • Suela Mello Guerra, 
  • Izauro José de Oliveira,
  • Ângela Hansen dos Santos,
  • Célia Franco Silvério Batista,
  • Sônia Morato Carneiro,
  • Antônio da Silva Lima,
  • Marlene de Souza,
  • Jorge Abrão Baccach Neto,
  • Alberto Fortes Corrêa Meyer,
  • Leonice de Fátima Borges Gomes,
  • Olga dos Santos Ribeiro Kohagura,
  • Telma Lima de Oliveira,
  • Dr. Olímpio Giraldo,
  • Paulo Dorsa,
  • Andrea Braga Fontoura,
  • Gislaine Sobreira de Oliveira,
  • Paulo Sérgio França,
  • Raquel Leite Ferraro Teixeira,
  • Albari Ribeiro de Souza,
  • Celene Rodrigues de Lima,
  • Hamine Garcia Hadid,
  • Aparecido Floriano Duarte,
  • Leonildo Joe Viam,
  • Maria Célia Pegolo dos Santos, 
  • Ana Cristhina Balaniuc,
  • Dra. Érica Abel da Silva, 
  • Paulo Humberto Medeiros,
  • Carolina França,
  • Dra. Márcia Cristina Leal Coutinho,
  • Ervino Martinez,
  • João Batista Portela,
  • Paulo Freire Azevedo,
  • Waldner Miguel Rodrigues,
  • Marileide de Oliveira Corrêa,
  • Maria Luiza Fernandes,
  • Francisco Gonçalves Motta,
  • Pietro Falco,
  • Vanda de Souza Salles,
  • Afonso Celso da Silva,
  • João Melo Sobrinho,
  • Rosemeire Takahathi,
  • Carla Abdulahad Nunes Rios,
  • Ronaldo São Romão Sanches,   
  • Pedro Paulo Moreira,
  • Georgia Nantes, 
  • Ângelo de Oliveira Fernandes,
  • Dra.Milena Muzzi Grinfelder,
  • Elizabeth Figueiredo de Castro, 
  • Edson de Saboya e Silva Júnior,
  • Luiz Felipe Santa Rita D’Athayde Gall Filho, 
  • Carolina Miyuki Kurose,
  • Luiz Eduardo Simioli, 
  • Henrique Ribeiro de Oliveira,
  • José Luiz Rodrigues Martins,  
  • Alyne Alves Lemes,
  • Manuela Tucunduva,
  • Regina Maria Raffaele,
  • Sabrina Gargioni,
  • Karina Haddad Georges,
  • Renato Rodrigues Gualberto Júnior,
  • Etiene Queiroz Paim Osiro,
  • Carlos Alberto Kazuo Kanno,
  • Saulo Figueiredo Guedes,
  • Thadeu Striquer,
  • Vilmar Alessi.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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