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Inglês ao longo da vida: por que o aprendizado contínuo de um segundo idioma começa na infância

Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

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Aprender uma segunda língua deixou de ser um diferencial restrito a determinados momentos da vida acadêmica ou profissional. Em uma sociedade cada vez mais conectada, o domínio do inglês, principalmente, está relacionado à capacidade de acessar conhecimento, estabelecer relações, ampliar oportunidades e acompanhar transformações que acontecem em diferentes partes do mundo.

Mais do que aprender um idioma, desenvolver essa competência significa construir uma habilidade que pode acompanhar o indivíduo durante toda a vida. Por isso, quando falamos sobre educação em inglês, é importante pensar além da conclusão de um curso.

Marcia Lima que atua no Grupo MoveEdu como gerente pedagógica do Yázigi diz: "O aprendizado de uma segunda língua é um processo contínuo, que pode começar na infância, ganhar novos níveis de complexidade na adolescência e continuar sendo aprimorado na vida adulta. Quanto mais cedo esse contato começa, maiores são as possibilidades de incorporar o idioma de maneira natural à rotina e de construir uma relação de longo prazo com o aprendizado".

A infância representa uma etapa especialmente importante nesse processo. É nesse período que a criança está desenvolvendo diferentes habilidades cognitivas, sociais e de comunicação e apresenta grande capacidade de absorver novos sons, estruturas e formas de expressão.

"O contato precoce com o inglês permite que o idioma seja introduzido de maneira progressiva, respeitando cada fase do desenvolvimento e evitando que o aprendizado seja associado exclusivamente à memorização ou à preparação para provas", explica.

Por isso, o ensino para crianças precisa considerar que aprender uma língua também é uma experiência.

"Recursos lúdicos, interação, atividades práticas e situações próximas do universo infantil ajudam a tornar o contato com o inglês mais significativo. Quando o aluno percebe que pode utilizar o idioma para se comunicar, brincar, descobrir coisas novas e interagir com outras pessoas, o inglês deixa de ser apenas uma disciplina e passa a fazer parte de sua formação", diz Marcia.

Esse processo também contribui para que o estudante desenvolva confiança.

"Uma das principais barreiras encontradas por quem começa a estudar um idioma apenas na vida adulta é o receio de errar. Na infância, a relação com o erro tende a ser diferente. Criar um ambiente em que experimentar, tentar novamente e se comunicar fazem parte do aprendizado ajuda a formar estudantes mais seguros para utilizar o inglês em diferentes situações", fala.

Na infância, o aprendizado da fala em um segundo idioma também pode ser realizado de maneira mais natural, especialmente porque os pequenos estão em uma fase de intenso desenvolvimento da capacidade de articulação dos sons e de percepção auditiva.

"Ao ter contato frequente com o inglês desde cedo, podem desenvolver maior familiaridade com diferentes fonemas, entonações e ritmos da língua, reproduzindo-os com mais espontaneidade. Esse contato precoce contribui para a construção de uma pronúncia mais natural e para que a comunicação em outro idioma seja incorporada de forma gradual ao seu repertório".

Mas começar cedo não significa que o aprendizado termina cedo. Pelo contrário. O inglês deve acompanhar as diferentes fases da vida.

"Na adolescência, por exemplo, o idioma pode ser utilizado para ampliar o acesso a conteúdos, culturas, tecnologias e oportunidades internacionais. Na universidade e no início da trajetória profissional, passa a ter ainda mais relevância para pesquisas, cursos, networking e mercado de trabalho. Na vida adulta, a continuidade desse aprendizado também é fundamental. Novas profissões surgem, tecnologias transformam atividades e as relações profissionais se tornam cada vez mais globais. Nesse contexto, manter o contato com a língua significa também manter aberta a possibilidade de aprender continuamente".

Essa perspectiva muda a maneira como escolas de idiomas devem enxergar sua atuação. O objetivo não pode ser apenas fazer com que o aluno conclua determinado nível.

É preciso criar uma jornada educacional capaz de estimular autonomia e curiosidade para que o estudante continue utilizando e aprimorando o idioma ao longo do tempo.

"No Yázigi, por exemplo, essa visão está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido com crianças. A formação desde os primeiros anos busca criar uma base sólida para que o aluno avance progressivamente, respeitando seu desenvolvimento e construindo familiaridade com o idioma. Mais do que antecipar o contato com o inglês, a proposta é fazer com que a criança compreenda, desde cedo, que aprender uma língua é uma competência que poderá acompanhá-la em diferentes momentos de sua trajetória", exemplifica.

Em um mundo no qual informação e conhecimento circulam sem fronteiras, essa preparação ganha ainda mais relevância, já que o inglês está presente na ciência, na tecnologia, no entretenimento, nos negócios e na comunicação internacional.

"Ter acesso a esse universo sem depender exclusivamente de traduções amplia as possibilidades de aprendizagem e participação. A educação, portanto, precisa preparar o indivíduo não só para uma etapa específica, mas para uma vida de aprendizado. Começar o inglês na infância é uma forma de construir essa jornada desde cedo, mas o verdadeiro valor está em desenvolver no estudante a disposição para continuar aprendendo", explica.

Acredito que esse seja um dos principais papéis de uma escola de idiomas, não apenas ensinar uma língua, mas ajudar a formar pessoas que entendam o aprendizado como algo permanente.

"Quando uma criança começa a aprender inglês hoje, não estamos pensando somente na próxima prova ou no próximo nível do curso. Estamos contribuindo para que ela tenha, no futuro, mais ferramentas para estudar, trabalhar, viajar, se comunicar e compreender um mundo cada vez mais conectado", finaliza.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 07 e 13 de setembro. Momento de equilibrar responsabilidades

Como carta da semana, a Rainha de Ouros nos convida a colocar os pés no chão, equilibrar nossas responsabilidades práticas e cuidar, com a mesma atenção, da vida pessoal e do trabalho.

06/09/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 07 e 13 de setembro. Momento de equilibrar responsabilidades

A energia do Tarô da semana entre 07 e 13 de setembro. Momento de equilibrar responsabilidades Foto: Divulgação

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Rainha de ouros: o poder de cultivar o que importa

Depois de uma semana regida pelo Quatro de Espadas, que nos convidou à pausa, ao recolhimento e à recuperação das forças, o Tarô nos traz uma energia mais voltada para a vida prática.

De 7 a 13 de setembro, a carta regente é a Rainha de Ouros, uma figura que fala de estabilidade, maturidade, cuidado e, principalmente, da capacidade de transformar aquilo que desejamos em algo concreto.

As Rainhas dos Arcanos Menores representam uma energia amadurecida e interiorizada. Enquanto os Pajens estão ligados ao aprendizado e à descoberta, os Cavaleiros representam movimento e ação e os Reis simbolizam domínio e expressão dessa energia no mundo, as Rainhas mostram como aprendemos a acolher, administrar e desenvolver aquilo que cada naipe representa.

A Rainha de Copas conhece a profundidade dos sentimentos; a Rainha de Espadas, o discernimento; a Rainha de Paus, a força do desejo e da criatividade; e a Rainha de Ouros conhece o valor daquilo que é concreto, daquilo que precisa de tempo, presença e cuidado para crescer.

Apenas lembrando que, no Tarô, a Rainha de Ouros representa uma energia, e sua influência se estende a todos, independentemente do gênero. Afinal, todos manifestamos, em diferentes momentos, os arquétipos representados pelos arcanos.

Na imagem tradicional da carta, a Rainha de Ouros aparece sentada em seu trono, segurando uma grande moeda dourada. O símbolo de Ouros está em suas mãos como algo precioso, que merece atenção e proteção. Ao seu redor, a natureza é exuberante, reforçando a ideia de fertilidade e abundância.

É como se a imagem nos lembrasse de que uma semente não se transforma em árvore simplesmente porque desejamos que isso aconteça. É preciso preparar a terra, plantar, regar, esperar e continuar cuidando. Por isso, a Rainha de Ouros fala menos de resultados imediatos e mais de construção.

Essa energia encontra uma correspondência especialmente forte com o signo de Virgem, que domina boa parte do céu desta semana. Virgem é um signo de Terra associado à organização, ao discernimento, à atenção aos detalhes e ao aperfeiçoamento.

É a energia que observa o que existe e pergunta: o que pode funcionar melhor? Mas, em sua expressão mais elevada, Virgem não fala apenas de produtividade ou perfeccionismo. Fala de cuidado. De perceber o que precisa de atenção. De colocar a vida em ordem para que ela possa funcionar de uma maneira mais saudável.

É justamente aí que a Rainha de Ouros e Virgem se encontram. As duas nos lembram que grandes transformações muitas vezes começam com pequenas atitudes.

Uma rotina que precisa ser reorganizada, uma conta que precisa ser colocada em ordem, um projeto que precisa ser retomado, uma conversa que foi adiada, um limite que precisa ser estabelecido. Nem sempre precisamos mudar tudo. Às vezes, precisamos apenas cuidar melhor daquilo que já existe.

E essa mensagem ganha ainda mais força com a Lua Nova em Virgem, na sexta (11/9). Toda Lua Nova marca o início de um novo ciclo, e, em Virgem, esse recomeço ganha uma qualidade prática: é hora de olhar para a vida e perceber o que precisa ser ajustado, simplificado ou aperfeiçoado.

É uma excelente oportunidade para plantar novas intenções, mas a Rainha de Ouros nos lembra que intenção sem cuidado não é suficiente. É preciso criar as condições para que aquilo que desejamos possa realmente crescer.

Talvez essa seja a pergunta mais importante desta Lua Nova: o que eu quero cultivar?

Porque existe uma diferença entre conquistar e cultivar. Conquistas podem acontecer de repente, enquanto aquilo que realmente cria raízes precisa de tempo.

A Rainha de Ouros não tem pressa. Ela sabe que consistência é mais poderosa do que ansiedade e que fazer um pouco todos os dias pode ser mais transformador do que grandes esforços que não conseguimos sustentar.

No amor, essa carta fala de uma afetividade que se demonstra principalmente por atitudes. A Rainha de Ouros não precisa necessariamente de grandes declarações; ela reconhece o amor na presença, na disponibilidade, na atenção e nos pequenos gestos.

É uma energia que busca segurança emocional e estabilidade, mas também nos ensina que cuidar não significa carregar tudo nas costas. É importante perguntar se aquilo que oferecemos também retorna para nós.

Para quem está em um relacionamento, a semana pode favorecer gestos concretos de carinho e conversas sobre planos e segurança. Para quem está solteiro(a), a Rainha de Ouros aconselha observar menos o brilho imediato e mais a consistência.

Quem aparece pode ser interessante, mas quem permanece revela muito mais. A entrada de Vênus em Escorpião, na quinta-feira (10/9), acrescenta intensidade à vida afetiva e pode aprofundar desejos, vínculos e questões de confiança. A combinação pede profundidade, mas sem confundir intimidade com controle.

No trabalho e na carreira, a Rainha de Ouros fala de competência e reconhecimento do próprio valor. É uma carta que favorece projetos que precisam ser estruturados, conhecimentos que podem ser transformados em resultados e experiências que precisam ser valorizadas.

Ela nos lembra que aquilo que sabemos fazer também é patrimônio. Tudo o que aprendemos ao longo do caminho, inclusive com os erros, passa a fazer parte do nosso repertório.

Para quem está buscando uma mudança profissional, talvez a mensagem não seja sair correndo em direção ao primeiro caminho que aparecer, mas construir uma transição com mais consciência.

Para quem já está em uma carreira, pode ser uma semana importante para organizar processos, aperfeiçoar projetos e reconhecer o quanto já foi construído.

No dinheiro, a Rainha de Ouros é uma carta especialmente favorável. Ela fala de administração, prudência e estabilidade. Não necessariamente de dinheiro inesperado, mas da capacidade de cuidar bem dos recursos que temos. É um bom momento para rever gastos, estabelecer prioridades e pensar no futuro.

Mas a carta também propõe uma reflexão mais profunda: qual é a nossa relação com segurança material? Dinheiro pode representar liberdade, proteção e tranquilidade, mas não deve ser confundido com valor pessoal.

A Rainha de Ouros sabe que prosperidade não significa apenas acumular. Prosperidade também é ter tempo, tranquilidade, uma casa onde possamos descansar, relações que nos façam bem e liberdade para fazer escolhas. É tudo aquilo que sustenta uma vida com mais qualidade.

Mas existe uma sombra nessa carta, e ela merece atenção justamente porque a energia virginiana pode potencializar a cobrança. A Rainha de Ouros pode se transformar naquela pessoa que cuida de todo mundo, resolve todos os problemas, administra tudo e, quando percebe, esqueceu de cuidar de si mesma. Também pode acreditar que precisa deixar tudo perfeito antes de se permitir descansar.

E talvez seja justamente esse o lembrete mais importante da semana: cuidar não é controlar e aperfeiçoar não significa exigir perfeição de si mesmo.

Depois da pausa representada pelo Quatro de Espadas na semana passada, a Rainha de Ouros nos convida a voltar à vida, mas de uma maneira diferente. Mais consciente, mais presente e mais seletiva com aquilo que merece nossa energia.

A Lua Nova em Virgem abre espaço para um novo ciclo. E a Rainha de Ouros pergunta o que estamos dispostas a fazer para que esse novo ciclo seja, de fato, diferente.

Talvez seja hora de organizar, simplificar, escolher melhor, estabelecer limites e cuidar do corpo, da casa, do dinheiro, do trabalho e das relações — mas, acima de tudo, de cuidar de nós mesmos. Porque a grande sabedoria da Rainha de Ouros está em compreender que aquilo que recebe nossa atenção cresce.

Por isso, nesta semana, em vez de perguntar apenas “o que eu quero conquistar?”, experimente perguntar: “O que eu quero cultivar?”

É essa escolha que pode determinar onde estaremos daqui a algum tempo. A Rainha de Ouros sabe que não é preciso ter pressa para florescer. É preciso ter raiz.

Em poucas palavras, a Rainha de Ouros pede que você concentre sua energia naquilo que está construindo. Pode ser um novo projeto, um livro que você está escrevendo ou simplesmente o aprofundamento de uma prática cotidiana. Essa silenciosa e majestosa Rainha da Terra contempla sua moeda com absoluta atenção. Naquele momento, nada parece existir além daquele pequeno universo dourado que carrega nas mãos.

E é exatamente assim que você deve tratar essa oportunidade: como uma planta. Dê-lhe luz, água, alimento e tempo. Cuide dela e observe o que acontece.

Na ilustração de Pamela Colman Smith para essa carta, vemos uma paisagem de primavera, com flores, árvores e um coelho. Para mim, ela evoca Perséfone, que retorna ao seu trono depois do inverno, quando o frio finalmente perde sua força e permite que as flores voltem a brotar. É uma imagem poderosa da matéria que, mesmo em sua forma mais simples e essencial, aspira a participar do grande processo de criação.

Como personificação do elemento Terra, a Rainha de Ouros é silenciosa, serena e aparentemente passiva. Mas existe uma enorme potência nessa quietude. Ela possui uma concentração quase zen. Não precisa fazer barulho para transformar a realidade.

Por representar o mais concreto dos elementos, gosto de ler essa carta também como um chamado para lembrar de onde você veio.

Não necessariamente das dores e dos períodos difíceis da sua história, mas de todos os momentos de crescimento, afeto e descoberta. Das pessoas que fizeram parte deles. Lembre-se do toque da sua mãe, das caronas ou dos passeios com seu pai.

Das brincadeiras com primos, irmãos ou amigos, quando vocês eram capazes de criar mundos inteiros a partir da imaginação. Lembre-se daquela pessoa amiga da família que esteve presente durante tantos anos, acompanhando sua trajetória quase como uma testemunha silenciosa, sempre pronta para fazer alguém rir.

Lembre-se também das suas conquistas e de todas as pessoas que sentiram orgulho de você.

Tudo isso são pequenos fragmentos de amor que, ao longo do tempo, foram se juntando e ajudaram a formar quem você é hoje. Nada do que vivemos desaparece completamente. As experiências, os afetos, os encontros e as pessoas que passaram pela nossa vida deixam marcas e ajudam a construir aquilo que somos.

A Rainha de Ouros nos lembra que estamos sempre em processo de florescimento.

As plantas perenes não precisam pensar em como crescer. Elas simplesmente crescem. Todos os anos, cumprem seu ciclo, encontram novamente a luz, absorvem a água e retornam à vida.

Da mesma maneira, existe dentro de nós uma força silenciosa que sabe se regenerar. Como a água fresca que atravessa a terra sedenta e devolve a ela a capacidade de florescer, também podemos encontrar os recursos necessários para renovar nossa energia e seguir adiante.

Por isso, a carta pede presença e dedicação. Se existe algo importante sendo construído neste momento, dê a isso sua atenção. Não divida sua energia entre mil possibilidades. Escolha aquilo que realmente importa e alimente esse projeto.

Você está criando, neste momento, as bases da sua vida material, do seu trabalho e da sua prosperidade. E isso merece ser levado a sério.

Crie raízes, mas não deixe de crescer.

Você já manifestou a oportunidade. Agora é hora de cuidar dela, oferecer-lhe o que precisa e criar as condições para que possa se desenvolver.

Talvez, neste momento, ela ainda pareça pequena: uma ideia, um projeto, uma possibilidade. Mas, quando é nutrida com dedicação, pode se transformar em uma grande árvore, forte, generosa e cheia de frutos. E são esses frutos que, no futuro, poderão alimentar e sustentar a sua vida.

É essa a sabedoria da Rainha de Ouros: compreender que prosperidade não nasce apenas do que conquistamos, mas também daquilo que sabemos cultivar.

Ela representa o equilíbrio entre cuidar de quem amamos e construir uma vida de estabilidade e abundância, sem abrir mão da nossa independência, da nossa autonomia e da segurança que desejamos para o futuro.

Nesta semana, procure encontrar o seu próprio ritmo entre a vida pessoal e o trabalho. Cuide de quem você ama, mas não se coloque em segundo plano. Afinal, cuidar dos outros não significa esquecer de si mesmo.

Lembre-se: “A melhor época para plantar uma árvore foi há 20 anos. A segunda melhor época é agora.” — Provérbio chinês

Uma ótima semana e muita luz!

Ana Cristina Paixão

Gastronomia Correio B+

No feriado da Independência do Brasil: aposte no Pudim de Tapioca com Calda de Coco

Aproveite essa receita fácil e saborosa para levar brasilidade à sua mesa

06/09/2026 11h40

No feriado da Independência do Brasil: aposte no Pudim de Tapioca com Calda de Coco

No feriado da Independência do Brasil: aposte no Pudim de Tapioca com Calda de Coco Foto: Divulgação

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Uma sugestão do Correio B+ e da Água Doce Cachaçaria para o seu feriado da Independência do Brasil.

PUDIM DE TAPIOCA COM CALDA DE COCO E CACHAÇA

Ingredientes:

Para o Pudim:

  • 1 xicara de chá com tapioca granulada
  • 500ml de leite de coco
  • 1 xícara de chá de leite integral
  • 1 lata de leite condensado
  • 3 ovos
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • Para a calda:
  • 1 xícara de café de açúcar
  • ½ xícara de chá de água
  • ¼ de xícara de chá de cachaça (Coquinho)
  • ½ xícara de chá de leite de coco

Modo de preparo:

Em uma tigela, misture a tapioca com o leite de coco e o leite integral. Deixe descansar por 30 minutos, até que os grãos fiquem macios. Depois, no liquidificador, bata os ovos, o leite condensado, a essência de baunilha e a pitada de sal. Acrescente a tapioca já hidratada e bata rapidamente, apenas para misturar.

Para a calda, derreta o açúcar até formar um caramelo dourado. Adicione a água com cuidado, mexendo até dissolver. Acrescente a cachaça e o leite de coco, misture bem e deixe reduzir até engrossar levemente.

Para a montagem e o cozimento, caramelize a forma com a calda e despeje a mistura do pudim. Asse em banho-maria no forno preaquecido a 180 ºC por aproximadamente 50 minutos ou até firmar. Deixe esfriar e leve à geladeira por quatro horas antes de desenformar. Sirva com mais calda por cima.

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