Correio B

APADRINHE

Instituto Arara Azul lança Campanha "Adote um Ninho"

Iniciativa ajudará na manutenção da biodiversidade do Pantanal

DA REDAÇÃO

24/08/2015 - 14h58
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Com o objetivo de dar continuidade ao desenvolvimento das pesquisas e ações de proteção e conservação da arara azul na natureza, o Instituto Arara Azul lança a 2ª Campanha “Adote um Ninho” com uma grande ação coletiva de doações na internet para subsidiar estudos e monitoramento de ninhos no Pantanal. A Organização é reconhecida internacionalmente pelos 25 anos de trabalho do Projeto Arara Azul, liderado pela Dra. Neiva Guedes, professora, pesquisadora da Universidade Uniderp e Presidente do Instituto Arara Azul.

“Queremos repetir o sucesso do ano passado, pois o apadrinhamento proporcionará também a manutenção da biodiversidade do Pantanal, tanto às araras-azuis como várias outras espécies de aves que ocupam as mesmas cavidades”, explica Neiva Guedes.

A edição 2014 colheu resultados significativos, com 45 ninhos apadrinhados por empresas e pessoas físicas, dentre esses vários famosos, como Ziraldo, Michel Teló, Almir Sater e Gabriel Sater, Carlos Saldanha, Chitãozinho e Xororó, Munhoz e Mariano e Luan Santana. Muitos já renovaram suas adoções e novos padrinhos estão aderindo à segunda edição da Campanha. Além do apadrinhamento, no link http://www.kickante.com.br/campanhas/instituto-arara-azul-conserve-biodiversidade-do-pantanal é possível conferir as várias categorias de contribuição para a preservação da arara-azul.

Em 2015, o período de reprodução das araras-azuis já começou. Normalmente inicia-se no segundo semestre de cada ano e se estende até meados de março do ano seguinte. Como resultados dos trabalhos do último ciclo, Neiva compartilha que na região de Miranda – Pantanal há 237 quilômetros da Capital - por exemplo, dos 52 filhotes que nasceram 65% sobreviveram até o último monitoramento, 4% foram predados, 4% foram encontrados mortos dentro do ninho e 26% desapareceram sem vestígios. Por tratar-se de uma espécie frágil, estes números refletem os cuidados e a dedicação da equipe do Projeto Arara Azul”.

Tornando-se padrinho

Durante o período reprodutivo da espécie, o padrinho acompanhará as novidades do ninho e outras informações relativas ao projeto, optando por batizar sua ave ao nascimento. Ele também receberá um kit de boas-vindas com foto exclusiva do ninho e sua divulgação no marketing da Campanha.

“Ao iniciar o processo de adoção, os padrinhos passam por um curso preparatório, no qual aprendem sobre o monitoramento dos ninhos naturais e artificiais e sobre o relatório periódico do comportamento e desenvolvimento dos filhotes afilhados”, complementa a diretora executiva do Instituto Arara Azul, Eliza Mense.

Adotar de um ninho é apoiar a preservação da biodiversidade, queremos contribuir com isso”, explica o presidente da Biofaces, Leonardo Avelino Duarte.

Quero ajudar

A Campanha Adote um Ninho também está na internet. O Instituto Arara Azul apresenta sua ação na plataforma Kickante, a mais utilizada pelas ONGs do Brasil para arrecadação de fundos. No link http://www.kickante.com.br/campanhas/instituto-arara-azul-conserve-biodiversidade-do-pantanal  possível conferir várias categorias de contribuição para a preservação da espécie. Veja quais são:

·Admirador: destinando R$ 15,00, o doador receberá um certificado digital.

· Ajudante: colaborando com R$ 40,00 as recompensas são o certificado digital e um chaveiro do Instituto Arara Azul.

·Amigo: contribuindo com R$ 70,00 é possível obter o certificado digital juntamente com uma ecobag artesanal.

·Protetor: doando R$ 100,00, o benfeitor ganha certificado digital e camiseta do Instituto Arara Azul.

·Defensor: destinando R$ 150,00, as recompensas são o certificado digital, chaveiro artesanal de couro do Instituto Arara Azul e porta cartão de couro do Pantanal.

·Guardião: contribuindo com R$ 500,00, o doador recebe certificado digital, chaveiro artesanal de couro do Instituto Arara Azul, porta cartão de couro do Pantanal e camiseta do Instituto Arara Azul.

·Tutor: colaborando com R$ 1000,00, o benfeitor leva certificado digital, chaveiro artesanal de couro do Instituto Arara Azul, porta cartão de couro do Pantanal, camiseta do Instituto Arara Azul e o livro “Joias Azuis no céu do Pantanal”.

·Padrinho: doando R$ 10.000, você estará adotando um ninho.


 

Felpuda

A fila de espera por exames diagnósticos essenciais, como tomografia...Leia a coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (7)

07/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Cacilda Becker - atriz brasileira

"Tenho confiança cega em mim, apesar das insuficiências, toco tudo para a frente. Sempre foi assim”.

 

FELPUDA

A fila de espera por exames diagnósticos essenciais, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, eletroneuromiografia e radiografia simples contínua. De acordo com o Ministério Público, dados oficiais mostram que, em fevereiro de 2024, mais de 25 mil pessoas aguardavam a realização desses exames. O Ministério instaurou procedimento administrativo que acompanha a ação civil pública já em curso. O órgão cobra a apresentação de um plano em até 180 dias, com metas e cronograma, conforme parâmetros que consideram excessiva a espera superior a 100 dias.

Espaço

Dois nomes vêm sendo apontados como certos em uma futura administração, caso o governador Eduardo Riedel (PP) seja reeleito. um deles é o de Barbosinha, que deverá compor a chapa como vice.

Mais

O outro é Walter Carneiro Junior, secretário da Casa Civil de Riedel, e que está fazendo bom trabalho de interlocução política. Ele, que é suplente de deputado federal, decidiu não disputar mandato.

DiálogoConcedido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul na área de arte e cultura, o de doutor Honoris Causa. A escolha do artista levou em consideração sua trajetória como referência na música brasileira, além de sua atuação em causas sociais e ambientais. Outro fator determinante foi sua origem sul-mato-grossense, já que o artista nasceu em Bela Vista. O grande momento da noite foi quando a reitora Camila Ítavo levantou o capelo doutoral e anunciou: “Nosso mais novo doutor Honoris Causa, Ney Matogrosso”. Em seu discurso, o artista se mostrou emocionado. “Isso tudo é muito inesperado para mim. É uma novidade na minha vida. Mas saibam que estou muito feliz em estar com vocês aqui”.

 

DiálogoIgnez Charbel Stephanini, Vera Saad e Carla Stephanini

 

DiálogoAlice Braga

Foco

O grupo da direita de apoio à eleição do pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL), de dois candidatos para o Senado e reeleição de Riedel, trabalhou para montar chapas de candidatos a deputados estaduais e federais para “tratorar”, nas urnas, a esquerda. A ideia é conquistar o maior número de vagas de maneira a não deixar espaço para o PT e suas legendas aliadas nos próximos quatro anos. Como ninguém tem bola de cristal...

Missão

Nos bastidores, a informação é que a ex-secretária de Cidadania Viviane Luiza (PSDB) é o nome escalado para “tirar” nas urnas a vaga da deputada federal Camila Jara (PT), que tentará a reeleição. A hoje tucana (deixou o PP) foi titular do órgão onde havia nove secretarias-executivas do PT e seria ligada a Vander Loubet, o que ela contestou quando o partido deixou a administração de Riedel, entregando os cargos. Viviane entrou na disputa porque teria trabalho a apresentar.

Guinada

A senadora Soraya Thronicke acabou mesmo deixando o Podemos e se filiando ao PSB no último dia da janela partidária. Será o nome para a segunda vaga ao Senado da chapa de pré-candidatura de Fábio Trad, do PT, ao governo do Estado. Ela trabalhará também para tentar reeleger Lula presidente da República. Assim, a parlamentar dá uma guinda em sua vida política nesse seu primeiro mandato de oito anos como senadora. Conquistou a cadeira 2018 como “senadora do Bolsonaro” e o encerra integrando a esquerda.

Aniversariantes

Regina Helena Barcelos Brandão,
York da Silva Corrêa,
Adelina de Souza Brandão Ota,
Aldo Miranda,
Vilson Luiz Galvão,
Iracema Paixão de Souza,
Andrielly Alves Rodrigues,
Marcio de Oliveira Ribas,
Maria Cristina Medeiros de Almeida,
Lucia Conceição de Oliveira Friozi,
Éder Marsiglia Ocampos Orué,
Mario Cesar Ferreira Santana,
Wanderley Matias Guimarães,
Tânia Maura Barbosa,
Guilherme Rahe Pereira,
Rosa Maria Martins de Oliveira,
Janaina Nunes Roque,
Josimar Machado dos Reis,
Antônio Carlos Navarrete Sanches,
Valdemir da Costa Lima,
Aguinaldo dos Santos,
Gisele Marques Carvalho,
Francisco Vaitti,
Monique de Paula Scaff Raffi,
Sérgio Roberto Barcelos,
Dr. Paulo Sérgio dos Santos Calderon,
Garcia Kemparsk de Andrade,
Dra. Yassuco Ueda Purisco,
Hilda Nunes da Cunha,
Manoel Fernandes de Oliveira Neto,
Jackeline Santana,
Waldir Tramontine,
Amadeu Furtado Alvim,
Adilson Edson Reich,
Silvestre Lopes,
Ana Maria Ferreira,
Vivian Luise Mendes da Silva,
Aylda Menezes Alves,
Luiz Gonzaga Prata Braga,
Luciana Lazarin,
Sérgio Adilson de Cicco,
Ciro José Guerreiro,
Tânia Maria Braga Netto,
Maria do Socorro Cavalcanti Freitas,
Neuza Franco de Arruda Pare,
Germano Barros de Souza Filho,
Elizabete do Carmo Cortez Pereira,
Florivaldo Bruno Ribeiro,
Leila Rondon Pereira,
Irineu Navas,
Aureo Nogueira Lisboa,
Edilmar Soares Arruda,
Felipe Euripedes Amaral,
Valdo Batista de Souza Junior,
Izabel Morais,
Elizabete Fabris de Albuquerque,
Vilmê Maria Rodrigues Gomes,
Nelson Ruy Pitta,
Viviane Rodrigues Saad,
Luciane Massaroto Gonçalves de Almeida,
Antônio Cancian Lopes,
Geraldo Macelaro Leite,
Iranilda Bordon Buchara,
Dr. Carlos Roberto Delfim,
Nelson Carlos Trindade,
Prudente Ramos da Silva,
Antônio Mandetta Filho,
Tânia Maria Nahas Curado,
Denise Cunha de Souza,
Ruben Campos Gehre,
Valdir Moritz,
Inaldo Geraldo Viedes,
Delarim Martins Gomes,
Aldecir Roque de Carvalho,
Edney Arantes de Campos,
Jucinez dos Santos Reis,
Rosilene Aparecida Mendes,
Vilmar Gomes de Carvalho,
Seiko Nakamura,
Osnei Rosa da Costa,
Keila Renata Barreiro,
Hélio Costa Lima,
Patricia Robban,
Cláudia Ramos de Souza Magalhães,
Nelson Gracia Villa Verde,
Roseli Veiber,
Fernando Zanélli Mitsunaga,
Lucia Gomes Barroso Pavani,
Aracelli Benatto,
Dr. Roberto Vinicius Bertoni,
Edvaldo Cezar Germiniani,
Amim Antonio Fonseca,
Daniela Gomes Guimarães,
Andréia Martins da Conceição Terron,
Luis Augusto Freitas Caetano Teixeira,
Leidiane dos Santos Souza,
Marcus Vinicius Amaro Garcia,
Gleyce Brandão,
Maria Helena Miranda Stevanato,
Alex André Cesar Faria,
Cleusa Spinola,
Antonio Joaquim de Oliveira Neto,
Arion Lemos Prestes,
Célio Braz Faria,
Gustavo Medeiros Horn,
Gustavo Feitosa Beltrão,
João Guilherme Miranda Carpes. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRA

Música

Antes de Guns N' Roses, relembre grandes shows internacionais em Campo Grande

Desde os anos 2000, Campo Grande vem acumulando experiências com artistas estrangeiros, da cena underground às grandes turnês

06/04/2026 08h30

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira Divulgação

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Campo Grande está a poucos dias de viver um divisor de águas em sua história cultural. Na quinta-feira, a capital sul-mato-grossense recebe o Guns N’ Roses, em um evento que já é considerado o maior espetáculo musical realizado no Estado.

Com expectativa de até 40 mil pessoas no Autódromo Internacional Orlando Moura e cerca de 70% do público vindo de fora, a cidade entra definitivamente no radar das grandes turnês internacionais.

A estrutura montada impressiona: camarins, camarotes, áreas de circulação, rede elétrica e hidráulica, além de um palco que acompanha a turnê mundial da banda.

Tudo isso erguido praticamente do zero. Mas, apesar da grandiosidade, o show não surge como um acontecimento isolado. Ele é resultado de uma trajetória construída ao longo de décadas.

Campo Grande pode até não ter tido, até agora, um fluxo constante de megaeventos internacionais, mas sempre esteve conectada ao circuito global da música.

Seja por meio de bandas underground, festivais independentes ou apresentações pontuais de grandes nomes, a cidade construiu uma base sólida que ajuda a explicar por que o momento atual é possível.

UNDERGROUD FOI A BASE

Muito antes de sonhar com estruturas gigantescas, Campo Grande já vivia intensamente a música internacional em espaços alternativos. Nos anos 1990 e início dos 2000, bares, festivais independentes e produtores locais desempenharam papel fundamental na formação de público.

É nesse contexto que surge uma geração de produtores e músicos que ajudaram a manter viva a cena, como Enrique Gonçalves de Souza, vocalista do DxDxOx desde 1998, produtor de shows de rock pela Panela Eventos entre os anos 2000 e 2010 e dono da loja Terror Rock Shop desde 2014.

Atuando no segmento desde o fim dos anos 1990, Enrique esteve diretamente envolvido na produção e organização de apresentações internacionais que, embora menores em escala e nichadas para a galera do rock n’roll, foram essenciais para colocar Campo Grande no mapa.

Entre os nomes que passaram pela cidade com apoio de Enrique estão a banda japonesa Guitar Wolf, o grupo norte-americano Black Oil, os argentinos do Vagazos e o Slow Agony, do Paraguai. “Sempre vieram bandas internacionais, até banda gospel de metal, o Bride”, relembra.

Entre os momentos mais simbólicos dessa fase está a passagem da Guitar Wolf pela Capital, em novembro de 2001. O trio, conhecido pelo estilo jet rock, se apresentou durante o Yeah! Fest!, nos dias 23 e 24, como parte da turnê de divulgação do álbum “Jet Generation”.

O evento reuniu também bandas brasileiras independentes e marcou época por trazer uma atração internacional de um país pouco comum nas rotas musicais da época.

A apresentação representou um intercâmbio cultural que ajudou a fortalecer a cena local e ampliar horizontes. Para muitos músicos e produtores, foi a prova de que Campo Grande poderia, sim, fazer parte de circuitos globais.

A partir dos anos 2000, a cidade passou a receber com mais frequência bandas que circulavam pela América Latina. Em 2006, a produtora Panela Eventos celebrou uma década de atuação trazendo o grupo argentino Vagazos para o Setembro Rock.

As apresentações aconteceram em espaços como Bar do Carioca e Bar do Tião, que se tornaram pontos de referência para o rock na cidade.

A passagem da banda reforçou a conexão de Campo Grande com países vizinhos e consolidou o público local como consumidor ativo de música internacional.

Dois anos depois, em 2008, a banda californiana Black Oil escolheu Campo Grande como ponto de partida para sua turnê latino-americana.

O show no Bar Fly trouxe uma sonoridade que misturava hardcore e thrash metal, influenciada por nomes como Sepultura e Soulfly.

Esse tipo de circulação foi essencial para consolidar a cidade como uma parada possível, ainda que alternativa, dentro de rotas internacionais.

Mas se nesse ponto ainda havia dúvidas sobre a capacidade de Campo Grande receber bandas de maior relevância no cenário mundial, elas começaram a desaparecer na década de 2010.

Em 2010, a cidade recebeu duas potências do metal extremo europeu: os poloneses do Vader e os suecos do Marduk. Os shows, realizados no República Music Bar, atraíram fãs de diferentes regiões e reforçaram o potencial da Capital.

Essas apresentações mostraram que, mesmo sem grandes arenas, havia público e interesse suficientes para sustentar eventos internacionais, ainda que em escala menor.

GRANDES NOMES

Paralelamente à cena underground, Campo Grande também experimentou momentos de grande visibilidade com artistas de alcance global.

Em 2004, a clássica Steppenwolf, liderada por John Kay, se apresentou durante o Moto Road, conectando o público local a uma das bandas mais emblemáticas do rock.

Em 2012, o DJ francês David Guetta levou entre 20 e 25 mil pessoas ao Jóquei Clube. O evento ficou marcado não apenas pela apresentação, mas também pela estrutura robusta, efeitos visuais e congestionamentos que chegaram a três quilômetros no caminho para o show.

Na mesma época, o espaço também recebeu o britânico Fatboy Slim, reflexo da presença da música eletrônica na Capital.

Mesmo com altos e baixos, a presença internacional nunca deixou de existir. Em 2022, o MS Blues Festival marcou o retorno de eventos do gênero com a participação do guitarrista Breezy Rodio, trazendo a tradição do blues norte-americano para o público local.

Em 2023, o projeto Dire Straits Legacy reuniu milhares de pessoas no Ginásio Guanandizão, com um repertório repleto de clássicos. O sucesso foi tão grande que a banda retorna à cidade no dia 22 de maio para um show no Bosque Expo.

Outras atrações, como o Revisiting Creedence, que mantém viva a obra do Creedence Clearwater Revival e passou pela cidade em novembro de 2024, mostram que o público campo-grandense continua conectado a diferentes gerações do rock.

NOVO MARCO HISTÓRICO

Se até o momento o maior show da história de Campo Grande era o do DJ David Guetta em 2012, agora o recorde de público deve ser o dobro do atingido na época, com Guns N’ Roses reunindo até 40 mil pessoas nesta semana.

A apresentação da banda estadunidense pode representar um divisor de águas para Campo Grande. A expectativa da organização é de que o sucesso do evento ajude a consolidar a cidade como destino viável para grandes turnês internacionais.

Segundo Valter Júnior, produtor local da Santo Show, existem conversas em andamento com outras bandas, inclusive com possibilidade de atrações ainda maiores. No entanto, ele reforça que a falta de infraestrutura continua sendo o maior obstáculo.

“Se a gente tivesse um estádio, já teríamos vários outros shows confirmados. A cidade perde muito por não ter um espaço adequado”, afirma.

Mas para além da infraestrutura, se depender da história, a cidade provou que tem público, diversidade musical e uma base cultural sólida. O que faltava era justamente uma oportunidade em grande escala.


SERVIÇO

Show: Guns N’ Roses.
Data: 9 de abril.
Local: Autódromo Internacional Orlando Moura.
Ingressos: on-line, pela Bilheteria Digital, e no ponto físico, no Shopping Bosque dos Ipês (terça-feira a domingo, das 14h às 20h).
 

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