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Lideranças políticas estão articulando "cirurgicamente" estratégias na for... Leia na coluna de hoje

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Eleanor Roosevelt - diplomata americana

Não é suficiente falar sobre a paz. É preciso acreditar nela. E não basta acreditar nela. É preciso trabalhar para alcançá-la”.

Felpuda

Lideranças políticas estão articulando “cirurgicamente” estratégias na formação das chapas para deputados estaduais e federais, com especial atenção às vagas do Senado. No grupo de apoio ao governador Eduardo Riedel, que vai para a reeleição, a segunda vaga ao Senado está igual brincadeira da “dança das cadeiras”, com muita gente querendo. Mas, para os desavisados, um alerta: muita água vai ainda rolar sob a ponte, ou seja, muita coisa vai acontecer até as convenções partidárias, que acontecerão entre 25 de julho e 25 de agosto. Portanto...

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O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, da UFMS, alcançou o 1º lugar no ranking das instituições mais elogiadas do Poder Executivo Federal, conforme consta no “Painel Resolveu?”, da Controladoria-Geral da União (CGU).

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Assim como ocorreu em 2021, 2022 e 2024, o Humap novamente liderou o ranking de elogios em 2025, em razão do elevado número de registros realizados por meio da Ouvidoria. A administração é feita pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

Dr. Ronaldo Perches Queiroz, mudando de idade hoje

Calados

Nos meios políticos, estranha-se o silêncio da base aliada da prefeita Adriane Lopes, que perdurou por praticamente todo o primeiro ano da administração sem que houvesse ação mais defensiva aos ataques sofridos pela gestora. A opinião é que teria faltado posição mais firme para se contrapor às críticas, mostrando o que teria sido feito de benefício para Campo Grande. Ficou tudo na base do “quem cala, consente”

Lado

O Podemos, que não se coloca como partido dos campos da esquerda ou direita e se diz independente, deverá ficar no palanque de Eduardo Riedel em 2026, segundo alguns políticos que avaliam o cenário da futura disputa eleitoral. Lembram que a sigla havia se tornado “um braço” do time do governador, tanto é que em várias oportunidades o deputado estadual Pedro Caravina, que foi secretário da Casa Civil, esteve presente em reuniões da legenda com lideranças de outras agremiações partidárias.

Sim

Total de 48 projetos de lei de autoria do Executivo estadual foi aprovado em 2025 pela Assembleia Legislativa de MS. A informação é do deputado Londres Machado, líder do governo do Estado. Segundo ele, o comando de cada bancada e bloco mostrou-se receptivo à importância das propostas. O governo tem como oposição apenas os três deputados do PT e um do PL.

ANIVERSARIANTES

Camila Chinaglia Maiolino,
Carlos Bobadilla Garcia,
Natália Rios Godoy Trad,
Yosichico Tomari,
Antônio Perez Filho (Toninho),
Adão Cezar de Souza Mendonça,
Eduardo Ferreira da Cunha,
Ito Miyahira,
Anderson Ribeiro da Cruz,
Thalita Caixeta Arakaki,
Leandro Buceli Zandona,
Necia Ines Candido da Silva,
Marco Antonio Novaes Nogueira,
Hugo Vinicius Aravites Fornari,
Ana Paula Castilho da Cruz,
Márcio Flávio Carmo Pires,
Danyeli Ayumi Sotoma Arguelo,
Jacqueline Hildebrand Romero,
Luiz Antonio Cese,
Marcio Augusto da Rosa,
Jaqueline Ayako Furucho,
Ninfa Risoleida da Silva Santos,
Dra. Sônia Maria Medeiros,
Rubiney Aparecido Kruki Ferraz,
Maristela Bronel Corrêa,
Dr. João Santana de Mello Filho,
Yonne Alves Corrêa Stefanini,
Kika Haralampidis Costa,
Cristina Maria Horwath,
Pedro Sérgio Lima Ortale,
Maria Inês Buchara de Alencar,
Dalton de Souza Lima,
Inês Lopes Chaves,
Solênia Coelho Oliveira,
Ana Paula Medeiros Cubel,
Vera Lúcia Alves Dutra,
Natcha Costa Marques,
Avany Ramires,
Roberto Dias de Andrade,
Mari Corrêa Lopes,
Danilo Giraldo,
Áttila Teixeira Gomes,
Maria de Fátima Lima,
Marcos Duailibi,
Raulina Leal,
Arlinda Cantero Dorsa,
Regina Helena Nunes da Cunha Caneppele,
Paulo Adalberto Cervieri,
José Eurico Silva Gomes,
Luiz Garcia Elvira,
Nilson Cabral,
Sebastião de Souza Pereira,
Marlene Rodrigues Ferreira,
José Érico Pinheiro,
Inês dos Santos Porto,
Luiz Carlos Prazain,
Alberto Ruiz Peres,
Ricardo de Aquino Araujo,
Jânio Ferreira Bonfim,
Antônio Carvalho da Silva,
José Antunes de Oliveira,
Adriana Yukiko Nakaoshi,
Leandro Santos Urtado,
Ananias Costa do Santos,
Ademir de Paula,
Inês Nazira Abrão Barbosa,
Elizabeth de Fátima Santos Rocha,
Dr. João Jazbik Neto,
Dr. Fábio Tavares Lobo,
Cristina Silva de Alencastro Marques,
Maria Aparecida Gomes de Melo,
Aloizio Moreira de Souza,
Luiz Afonso Pereira Mendes,
Maria Aparecida Ferreira Chaves,
Sebastião Damázio Filho,
Marcelo Carneiro dos Santos,
Pedro Luiz Carvalho,
Andrea de Oliveira Rodrigues,
Dário Pereira dos Santos,
Celso Lucas de Azevedo Carvalho,
Wanderley Magalhães,
Enedir Inês Carrinho,
Jorge de Souza Rosa,
Leidemar da Silva Azevedo,
José Fernando Brandão Nogueira,
Maurício Carlos de Oliveira Coimbra,
Oswaldo Marques da Silva,
Mariana Lima Loureiro,
Michel Teló,
Cíntia Jueci Menghini Barbosa,
Daniele Cassandra de Oliveira Miyazaki,
Edson Sebastião Alexandre da Cruz,
Luciene Nogueira Queder,
Sebastião Dias Fernandes,
Leonardo Ortiz Olmedo,
Arnaldo Escobar,
Cecilio Rodrigues de Almeida,
Afonso Nobrega,
Ivan Roberto,
Edgard Augusto de Campos Nunes,
José Fernando Machado,
Lilian Huppes,
Kátia Queiroz Cicuto,
Paulo César da Silva Queiroz,
Reginete Leite Santana Antunes da Silva,
Wilson Sales de Almeida.

*Colaborou Tatyane Gameiro

 

Moda Correio B+

A morte de Valentino e seu legado

A consultora de moda e estilo Gabriela Rosa escreve com exclusividade com o B+ sobre sua herança e marca registrada

20/01/2026 17h00

A consultora de moda e estilo Gabriela Rosa escreve com exclusividade com o B+ sobre sua herança e marca registrada

A consultora de moda e estilo Gabriela Rosa escreve com exclusividade com o B+ sobre sua herança e marca registrada Foto: Divulgação

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Morreu ontem o grande ícone da moda mundial o estilista italiano Valentino Garavani, aos 93 anos. Suas criações foram usadas por celebridades e figuras conhecidas como: Elizabeth Taylor, Nancy Reagan, Sharon Stone, Julia Roberts, Gwyneth Paltrow, Anne Hathaway e claro, a maior modelo do mundo Gisele Bundchen. 

Um dos maiores nomes da moda do século XX, ele cofundou a casa de moda Valentino em 1960 e figurou ao lado de Giorgio Armani e Karl Lagerfeld. Em seu instagram foi dado o comunicado: "Ele morreu em paz em sua casa em Roma, cercado pelo amor de sua família."

A consultora de moda e estilo que viveu na Europa e na Itália por anos e que terá a estreia de sua coluna Entre Costuras & Cultura no B+ esse mês Gabriela Rosa fala sobre a importância do estilista, suas marcas e legado para o mundo da moda. 

A moda já viu muitos gênios, mas poucos souberam sair de cena como artistas. Valentino foi um deles!
Existe uma história que me marcou profundamente. Numa entrevista, Giancarlo Giammetti, parceiro de Valentino, conta que, em certo momento, no ateliê de Roma, eles tinham cem costureiras, e nenhuma máquina de costura.

Tudo era feito à mão. Cada ponto, cada detalhe, cada vestido, e isso diz tudo sobre Valentino.
Porque ele não era um empresário, ele não era movido por números, investimentos ou estratégias de mercado, o estilista era, antes de tudo, um artista. Quando ele percebeu que a moda já não era mais aquela que conhecia, quando virou um grande negócio nas mãos de bancos e fundos de investimento ele teve a coragem de se retirar.

A indústria continuou ganhando dinheiro com perfumes, acessórios e imagens. Os desfiles viraram espetáculo, marketing e nada mais, mas Valentino nunca foi sobre isso. Ele não vestia celebridades para o tapete vermelho. Ele não corria atrás de holofotes. Valentino vestia a realeza e princesas de toda a Europa.

De Lady Diana a Beatrice Borromeo.Ele vestiu First Ladies e os maiores ícones de estilo da história, como Jackie Onassis, para quem ele desenhou até o vestido do segundo casamento.

E não era só sobre criar vestidos, Valentino criava identidades. Ele pensava no guarda-roupa inteiro, na imagem completa, na presença. Seu estilo deixou uma marca que poucos conseguiram deixar. Basta pensar no impacto cultural do vermelho Valentino, uma herança que estará sempre marcada, ou no fato de reconhecermos um look dele só pelo coque no cabelo.

Ele dominava o equilíbrio: feminilidade e elegância, opulência e linhas limpas, clássico e eterno. E é exatamente por isso que a morte de Valentino não marca um fim, mas sim uma consagração. Porque alguns criadores fazem roupas, outros constroem impérios.

Valentino construiu eternidade, e seu nome não vive em tendências, ele vive na história, na memória, e na cultura. Enquanto a moda muda,Valentino permanece, porque artistas de verdade nunca saem de cena, eles viram legado.

@gabrielarosastyle

A consultora de moda e estilo Gabriela Rosa escreve com exclusividade com o B+ sobre sua herança e marca registradaA consultora de moda e estilo Gabriela Rosa - Divulgação

 

Comportamento Correio B+

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica

A Dra. em psicóloga da segunda temporada do Reality Show do Canal E! New Faces, avalia um dos assuntos mais comentados da semana com exclusividade para o Caderno

20/01/2026 15h30

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explica Foto: Divulgação

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Desde o último domingo, 18 de janeiro, um dos assuntos mais comentados na imprensa brasileira é a saída do ex-BBB Pedro da atração. O vendedor ambulante de 22 anos e morador de Curitiba (PR), lamentavelmente faz parte de uma estatística de situações recorrentes como essa de assédio na TV e fora dela também.
O Correio B+ convidou a Dra.em psicóloga Vanessa Abdo, que terá sua estreia como colunista no Caderno em breve para fazer uma avaliação do assunto. Confira: 

Quando um corpo vira entretenimento, ele deixa de ser reconhecido como território de direitos. Passa a ser tratado como cenário disponível, como parte do jogo, como algo que pode ser invadido, tocado, avaliado e consumido. Reality shows não criam o problema — apenas revelam uma lógica social muito mais profunda: a de que certos corpos existem para o olhar, para o desejo e, em última instância, para a satisfação alheia.

Quando um homem tenta forçar um beijo, a violência raramente é lida como aquilo que ela é. Rapidamente surgem explicações que deslocam o foco do ato e do autor: “foi o álcool”, “foi o jogo”, “foi o impulso”, “foi a loucura”. E, junto com essas justificativas, vem a tentativa recorrente de responsabilizar a mulher — pelo lugar em que estava, pela roupa, pela proximidade, pelo silêncio, pela situação. Como se o corpo feminino fosse sempre corresponsável pela violência que sofre.

É fundamental fazer aqui um apontamento enfático: não é loucura.

E insistir nessa associação é duplamente violento.

Pedro do BBB: maluco ou vilão? Psicóloga Vanessa Abdo explicaA Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Divulgação Canal E!

Primeiro, porque atrelar esse tipo de comportamento à doença mental reforça estigmas históricos contra pessoas que sofrem psiquicamente. Pessoas com transtornos mentais são muito mais vítimas de violência do que autoras dela.

Associá-las automaticamente ao abuso, à agressividade ou à perda de controle é desinformação, preconceito e exclusão. Isso alimenta o imaginário social de que o “doente mental” é perigoso, quando na realidade o perigo está em estruturas de poder, desigualdade de gênero e permissividade social.

Segundo — e talvez ainda mais grave —, porque chamar de loucura desresponsabiliza o abusador. Quando o ato é explicado como descontrole ou patologia, o sujeito deixa de ser visto como alguém que fez uma escolha. A violência vira um acidente, algo fora da vontade, fora da ética, fora da responsabilidade. E não é. Abuso é comportamento aprendido, autorizado e muitas vezes reiterado. Ele nasce da certeza — ainda muito difundida — de que o desejo masculino tem prioridade sobre o consentimento feminino.

Não é falta de sanidade.

É excesso de permissividade.

É uma cultura que relativiza limites e depois pergunta por que eles não foram respeitados.

Enquanto continuarmos tratando corpos femininos como _coisa_  e violência como desvio individual — e não como expressão de uma estrutura — seguiremos protegendo agressores e cobrando das vítimas aquilo que nunca deveria ser delas: a responsabilidade pelo ato do outro.

Que o Pedro responda pelo que decidiu fazer…

Por @vanessaabdo

 

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