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Lista reúne recordes curiosos que já foram quebrados em 2014

Lista reúne recordes curiosos que já foram quebrados em 2014

g1

24/02/2014 - 00h00
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Confira a lista de recordes que foram quebrados este ano:

Coração de legumes
Membros da Associação dos Cirurgiões da Índia (APICON), em parceria com um laboratório, criaram um mosaico gigante em formato de coração feito com legumes, e quebraram um recorde mundial. O Guinness Book reconheceu a obra como o maior mosaico em formato de coração montado com legumes, medindo 479 metros quadrados, superando o recorde anterior registrado no Japão.

Bandeira gigante
Jovens se reuniram no estádio nacional de hóquei em Lahore, no Paquistão, para formarem a maior bandeira nacional do mundo formada por pessoas. De acordo com representantes do Guinness, que estavam presentes no local, a marca foi registrada com a ajuda de 29.040 jovens, que levantaram placas com cores para montar o desenho da bandeira.

Caminhada gigante
Mais 175 mil pessoas fizeram uma caminhada para arrecadar fundos para a caridade pela baía de Manila, nas Filipinas, e, na tentativa de estabelecer um recorde e acabaram registrando duas marcas no Guinness Book. Além da maior caminhada beneficente, os representantes da instituição fizeram a mesma caminhada em outros 28 países, totalizando 519 mil pessoas participando do mesmo evento, o que também quebrou o recorde de maior caminhada de caridade em múltiplas localidades.

Malas em fila
Em Zabreh, na República Tcheca, 583 pessoas se reuniram para montar uma longa linha de 146 malas para superar o atual recorde de maior número de pessoas com bagagens de viagem. O evento foi realizado em homenagem ao explorador polar e aventureiro Jan Eskymo Welzl.

6 cubos mágicos em 7 minutos
O jovem Kevin Hays, de apenas 19 anos, afirma ter quebrado um recorde mundial ao resolver seis cubos mágicos de dificuldades diferentes, finalizando a empreitada em 6 minutos e 23 segundos, cerca de 30 segundos abaixo do atual recordista. Começando com um cubo simples, de apenas 2x2, Hays, passa pelo clássico de 3x3, e resolve sem pausar cubos de 4x4, 5x5, 6x6 linhas e termina alinhando as cores de um impressionante cubo de 7x7.

87 horas de televisão
Um trio de americanos de Las Vegas, nos EUA, quebrou um recorde mundial ao ficar 87 horas assistindo TV, durante uma maratona que durou 5 dias. O feito foi registrado em vídeo durante a CES 2014, a maior feira de eletrônicos do mundo, realizada na cidade. Após o fim da maratona e a superação do recorde anterior, que era de 86 horas, os três americanos ganharam R$ 11 mil cada um e outros prêmios, incluindo aparelhos eletrônicos e um ano de assinatura de um canal de TV por streaming.

Americana devora bife
Em janeiro deste ano, a americana Molly Schuyler quebrou um recorde mundial ao comer um bife de mais de 2 kg em apenas três minutos, menos que a metade do tempo do antigo recordista. Com a marca, Schuyler superou Peter Furious PEte Czerwinski”, um fisiculturista canadense que havia comido o bife em 6 minutos e 48 segundos.

Pimenta mais ardida
O americano Ed Currie entrou para o Guinness no início do ano ao cultivar a pimenta mais ardida do mundo. A ardência de uma pimenta é medida através da escala de Scoville. Uma pimenta jalapeno normal registra cerca de 5 mil unidades na escala de Scoville. Já um lote cultivado por Corrie atingiu 1.569.300 unidades nessa escala, sendo que uma das pimentas obteve 2,2 milhões de unidades.

Saúde Correio B+

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas

Hábito frequentemente associado à ansiedade pode causar danos permanentes ao esmalte dentário, sobrecarregar a mandíbula e aumentar o risco de infecções por bactérias presentes sob as unhas

10/10/2026 15h00

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas

Roer unhas pode provocar desgaste irreversível dos dentes e alterar a mordida, alertam especialistas Foto: Divulgação

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Muito além de uma simples mania, roer unhas pode provocar danos permanentes à saúde bucal. O hábito, conhecido clinicamente como onicofagia, favorece o desgaste irreversível do esmalte dentário, pode alterar a mordida, sobrecarregar a articulação da mandíbula e aumentar a exposição da boca a bactérias presentes sob as unhas.

Frequentemente associado à ansiedade e a outros comportamentos repetitivos relacionados ao estresse emocional, o problema pode surgir em qualquer idade e, muitas vezes, evoluir de forma silenciosa. Como os danos costumam aparecer gradualmente, é comum que só sejam percebidos quando a estrutura dos dentes já foi comprometida.

Segundo a cirurgiã-dentista Dra. Jose Daniela Delgado, especialista em GBT (Guided Biofilm Therapy) da EMS e especialista em Estomatologia e Odontologia Legal e Forense, a onicofagia não deve ser encarada apenas como um hábito estético.

“A onicofagia é um comportamento repetitivo frequentemente relacionado à ansiedade e que acontece de forma inconsciente. Não representa falta de controle ou fraqueza, mas uma maneira que algumas pessoas encontram para lidar com determinadas emoções. O problema é que, quando se torna frequente, pode causar consequências importantes para a saúde bucal”, explica.

Embora fatores como rotina acelerada, excesso de estímulos e estresse sejam frequentemente associados ao aumento da ansiedade, a especialista ressalta que não existe um único gatilho para esse comportamento.

“Cada pessoa manifesta a ansiedade de uma forma diferente. Assim como algumas comem compulsivamente, outras desenvolvem hábitos repetitivos, como roer as unhas. Por isso, é importante compreender a origem desse comportamento para tratá-lo adequadamente”.

Um dos principais riscos está no desgaste do esmalte dentário, camada responsável por proteger os dentes e que não possui capacidade natural de regeneração.

O atrito constante entre os dentes provocado pelo hábito acelera esse processo e pode comprometer permanentemente sua estrutura.

“Diferentemente da pele, o esmalte do dente não se regenera. Quando ele é perdido, não volta naturalmente. Dependendo da extensão do desgaste, o paciente pode precisar de restaurações, facetas ou coroas para recuperar a função e a estética dos dentes”, alerta.

Além do desgaste, a onicofagia pode favorecer pequenas fraturas dentárias, aumentar a sensibilidade e provocar alterações na mordida. O esforço repetitivo também sobrecarrega a articulação temporomandibular (ATM), responsável pelos movimentos da mandíbula, favorecendo dores, inflamações, estalos e alterações funcionais da mastigação, especialmente em pessoas que também apresentam bruxismo ou apertamento dental.

Outro risco pouco conhecido está relacionado à contaminação por microrganismos.

As unhas entram em contato diariamente com diferentes superfícies e acumulam biofilme bacteriano. Ao levá-las repetidamente à boca, esses microrganismos podem ser introduzidos na cavidade oral, aumentando o risco de infecções e desequilíbrios da microbiota bucal.

“As unhas acumulam bactérias presentes nas superfícies que tocamos ao longo do dia. Ao levá-las repetidamente à boca, aumentamos a exposição a microrganismos que não fazem parte da microbiota bucal, favorecendo infecções e outros problemas de saúde”.

Além dos impactos físicos, a onicofagia é reconhecida pela comunidade médica como um comportamento repetitivo focado no corpo (Body-Focused Repetitive Behavior – BFRB). O transtorno está descrito no Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-5-TR), da American Psychiatric Association, e integra o grupo dos transtornos obsessivo-compulsivos e relacionados. Revisões científicas também apontam associação entre o hábito e desgaste dentário, alterações na mordida, lesões gengivais, disfunções da ATM e maior exposição da cavidade oral a microrganismos potencialmente patogênicos. 

Para interromper o comportamento, a especialista destaca que simplesmente tentar parar de roer as unhas costuma não ser suficiente.

“Parar de roer as unhas sem tratar a causa costuma ser apenas uma solução temporária. É preciso identificar o gatilho emocional. Dependendo do caso, o tratamento pode envolver acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, além de recursos odontológicos para proteger os dentes durante esse processo”.

Ela alerta ainda que muitas pessoas acabam substituindo a onicofagia por outros hábitos igualmente prejudiciais, como morder tampas de caneta, lápis ou outros objetos rígidos, o que pode intensificar o desgaste dentário.

Além do controle do comportamento, o acompanhamento odontológico periódico é fundamental para identificar precocemente sinais de desgaste e de acúmulo de biofilme. Nesse contexto, protocolos preventivos como o Guided Biofilm Therapy (GBT) permitem evidenciar o biofilme antes da remoção, tornando a limpeza profissional mais precisa e ajudando o paciente a compreender melhor sua condição e participar de forma mais ativa dos cuidados com a saúde bucal.

Para a Dra. Daniela, o principal alerta é não subestimar hábitos aparentemente inofensivos. “Quando um hábito começa a desgastar os dentes, alterar a mordida ou provocar dores na mandíbula, ele deixa de ser apenas uma mania e passa a ser uma questão de saúde. Quanto mais cedo o problema for identificado e tratado, maiores são as chances de evitar consequências permanentes”.

Pet Correio B+

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets

Além do aparecimento da pelagem branca, ressecamento e sensibilidade podem aumentar; chegada da nova fase exige adaptação dos cuidados

10/10/2026 14h00

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets

Mudanças na pele e nos pelos estão entre primeiros sinais de envelhecimento nos pets Foto: Divulgação

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Não existe uma regra que determine a idade em que os pets são considerados idosos, uma vez que o envelhecimento depende de porte, genética e estilo de vida. As mudanças na pelagem costumam ser um dos sinais mais visíveis, porém, não se limitam ao aparecimento de fios brancos: a pele tende a ficar mais seca e fina, enquanto os pelos podem perder brilho, densidade e maciez.

As alterações ocorrem devido à renovação celular, que pode se tornar mais lenta, assim como a diminuição na produção da barreira lipídica e as mudanças no ciclo folicular. Além dos resultados visíveis, a pele pode ficar mais sensível e o crescimento dos pelos, mais lento.

“O pet idoso pode apresentar uma barreira cutânea mais delicada e uma capacidade de recuperação menor. Banhos excessivos, produtos muito detergentes, água muito quente e principalmente secagens muito quentes podem remover excessivamente a proteção lipídica natural e favorecer ressecamento, sensibilidade e desequilíbrio da microbiota cutânea”, explica a médica-veterinária Nathália Starek, CEO da Vidaá Care.

Portanto, é necessário adaptar a rotina de higiene para garantir a saúde e o bem-estar integral. A frequência de banhos depende de cada animal, visto que alguns podem precisar de protocolos terapêuticos mais frequentes, enquanto outros podem tomar banhos de imersão mais espaçados.

Nos intervalos, a rotina de skincare deve seguir de acordo com as características individuais, com limpeza a seco e aplicação de séruns específicos.

“O maior erro é continuar fazendo tudo exatamente como quando o animal era jovem, ou ir ao extremo oposto e deixar de cuidar da pele porque ele envelheceu. O ideal é adaptar o cuidado para uma rotina com menos estresse e mais conforto, com produtos adequados, movimentos delicados e respeito aos limites de cada pet”, orienta Nathália.

A médica-veterinária destaca que nem toda alteração na pele e nos pelos são causadas pelo avanço da idade. Queda excessiva, alopecia, coceira, descamação intensa, odor ou mudanças abruptas na pelagem podem sinalizar também questões metabólicas, nutricionais ou hormonais, e devem ser investigadas.

Saúde integral

Além dos cuidados tópicos, cuidar do animal idoso exige um olhar integral. Sinais sutis como hesitação ao subir em sofás, dificuldade para se levantar e falta de disposição para passeios costumam ser atribuídos à “coisas da idade”, mas podem indicar dor e problemas articulares, por exemplo. 

Já a insegurança em ambientes escuros, esbarrões, dificuldade para encontrar objetos ou hesitação diante de degraus podem significar questões na visão. “Mudanças de sono, apetite, consumo de água, peso, disposição, interação social e comportamento merecem atenção. Nem tudo é simplesmente velhice e muitas mudanças físicas e de comportamento são condições que precisam ser diagnosticadas e tratadas para dar mais qualidade de vida”, afirma Nathália.

Além disso, a alimentação se torna ainda mais importante para os pets idosos. Isso porque o metabolismo e, consequentemente, a necessidade energética mudam. Paralelamente, a manutenção da massa muscular e do peso requerem mais atenção à qualidade das proteínas e ao aporte adequado de gorduras, fibras, vitaminas, minerais e antioxidantes.

“A alimentação não deve ser pensada apenas como ‘encher o potinho’. Ela faz parte do cuidado diário e influencia na saúde intestinal e metabólica, na imunidade, na pele e na pelagem. O melhor alimento e complemento alimentar não é o que tem mais ingredientes, mas aquele que atende à necessidade daquele animal”, assinala Nathália.

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