Correio B

LPG

Mato Grosso do Sul receberá R$ 52,2 milhões da Lei Paulo Gustavo para investir em cultura

Deste valor, R$ 27,1 milhões serão destinados ao Estado, e R$ 25 milhões aos 79 municípios

Continue lendo...

A Lei Paulo Gustavo, criada com o intuito de atenuar os efeitos da pandemia de Covid-19 no setor cultural, prevê investimentos de R$ 3,86 bilhões em todo o Brasil. Nesta sexta-feira (27), o Governo Federal anunciou que Mato Grosso do Sul receberá R$ 52 milhões para viabilizar manifestações artísticas e culturais em todo o Estado.

Deste valor, R$ 27,1 milhões são para projetos a serem executados pelo Estado, e R$ 25 milhões voltados para os 79 municípios sul-mato-grossenses. 

"A intenção da Lei Paulo Gustavo é democratizar o acesso à cultura, fazendo com que chegue na ponta, em todos os cantos do país. Música, dança, pintura, escultura, cinema, fotografia, artes digitais. É amplo o espectro e pulverizada a proposta da lei, que pretende contemplar toda a diversidade de manifestações culturais e artísticas do país", diz nota.

Campo Grande é o município que receberá o maior valor, com R$ 6,9 milhões em repasse; na sequência, estão Dourados (R$ 1,8 milhão), Três Lagoas (R$ 1 milhão), Corumbá (R$ 948,4 mil) e Ponta Porã (R$ 817,7 mil). 

“A cultura é um vetor econômico, e a Lei Paulo Gustavo assegurou que todos estados e 98% dos municípios brasileiros pudessem movimentar o setor. Agora, os editais começam a tomar forma e alçar todos os cantos", afirma a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

REGIÕES

O Centro-Oeste é a região que receberá menos repasses da Lei Paulo Gustavo, com R$ 298 milhões totais. O Sudeste lidera os repasses, com R$ 1,45 bilhão, seguido pelo Nordeste, com R$ 1,1 bilhão. Na sequência aparece o Sul, com R$ 523 milhões destinados a projetos culturais, e o Norte, com R$ 424 milhões.

AMPLO ESPECTRO

Do valor total destinado à LPG, cerca de R$ 2,7 bilhões serão aplicados no setor audiovisual, seja para produções audiovisuais, reformas, restauros, manutenção e funcionamento de salas de cinema, além de capacitação, formação e qualificação no audiovisual e apoio às micro e pequenas empresas do setor. Para as demais áreas culturais serão destinados R$ 1,06 bilhão.

Pet Correio B+

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa

Cães do Patinhas Urbanas viram estrelas do futebol em um álbum de figurinhas autocolantes inspirado na Copa do Mundo

27/06/2026 15h00

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa Foto: Vanessa Sallesaro

Continue Lendo...

Enquanto os craques disputam a Copa do Mundo de 2026, uma seleção de quatro patas também entrou em campo. Na Zona Norte de São Paulo, os alunos da creche Patinhas Urbanas foram escalados para defender posições como goleiro, atacante, artilheiro, lateral, capitão e até técnico.

O resultado da convocação virou um álbum de figurinhas autocolantes inspirado nos tradicionais álbuns da Copa, que será entregue aos tutores como lembrança da programação especial promovida durante o Mundial.

Para dar vida ao projeto, os cães participaram de um ensaio fotográfico temático realizado pela fotógrafa Vanessa Sallesaro, do perfil Fotografia de Cães, e receberam posições de acordo com suas características e personalidade.

Os mais velozes viraram atacantes, os atentos assumiram a meta como goleiros, enquanto os líderes das brincadeiras ganharam a faixa de capitão. Cada pet passou a integrar oficialmente a "Seleção do Patinhas", em uma brincadeira que une criatividade, enriquecimento ambiental e interação com as famílias.

"A Copa do Mundo desperta um clima de união e diversão. Queríamos trazer esse universo para os nossos alunos de forma lúdica e criar uma recordação especial para os tutores. O álbum de figurinhas transforma cada cachorro em um verdadeiro craque da nossa seleção", afirma Daniel Navarro, administrador e sócio do Patinhas Urbanas.

Além do álbum de figurinhas, a Copa do Patinhas inclui uma série de atividades temáticas ao longo do torneio. Os cães participam de partidas adaptadas de futebol, usam bandanas da Seleção Brasileira e interagem em brincadeiras planejadas para estimular movimento, socialização e gasto de energia, sempre respeitando o perfil e os limites de cada animal.

Seleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da CopaSeleção de quatro patas: cães ganham posições em campo e álbum de figurinhas da Copa - Foto: Vanessa Sallesaro

A programação também contempla ações voltadas ao bem-estar dos pets durante o período de jogos. A equipe realiza um trabalho de dessensibilização aos sons de fogos, buzinas, gritos e comemorações, ajudando os cães a enfrentarem com mais tranquilidade os ruídos comuns durante as partidas.

Segundo Daniel Navarro, o treinamento é realizado de forma gradual, associando os sons a experiências positivas. "Nosso objetivo é reduzir o estresse e preparar os cães para esse período de maior movimentação. O trabalho também contribui para outras épocas do ano, como as festas de fim de ano, quando os ruídos costumam ser ainda mais intensos."

Durante o Mundial, o Patinhas Urbanas também oferece hospedagem para cães em ambiente climatizado e com isolamento acústico, proporcionando uma alternativa para famílias que buscam um local tranquilo para os pets nos dias de maior agitação.

Cinema Correio B+

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z

Nova comédia de Mindy Kaling se torna um dos maiores sucessos da Disney ao transformar ansiedade profissional e amizade em entretenimento viciante

27/06/2026 14h00

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Quando Inapropriados para o Trabalho estreou na Disney, a comparação com Friends pareceu inevitável. Um grupo de jovens adultos, vivendo em Manhattan, tentando equilibrar carreira, romances e a descoberta de quem realmente são.

A crítica americana, aliás, reagiu inicialmente com certo ceticismo, acusando a série de ser apenas uma versão atualizada e mais diversa da clássica sitcom dos anos 1990. O público, porém, viu algo diferente. E talvez tenha razão.

Criada por Mindy Kaling, Inapropriados para o Trabalho é, na verdade, a conclusão natural de uma trilogia informal iniciada por Eu Nunca... e continuada por A Vida Sexual das Universitárias: a tentativa de compreender como cada geração vive sua própria crise de identidade.

Se as protagonistas anteriores estavam descobrindo quem eram na adolescência e na universidade, agora chegou a vez da fase mais assustadora de todas: a entrada na vida adulta.

A série acompanha cinco jovens profissionais vivendo em Nova York, tentando equilibrar carreiras exigentes, relacionamentos instáveis e a permanente sensação de que todos os outros parecem saber exatamente o que estão fazendo.

AJ Pascarelli, interpretada por Ella Hunt, é uma jovem ambiciosa do mercado financeiro que rapidamente descobre que competência profissional não garante felicidade.

Abby, vivida por Avantika, tenta conciliar expectativas familiares, vida amorosa e ambições pessoais. Ao lado de Davis, Josh e Kel, elas formam um grupo que funciona menos como um conjunto de protagonistas e mais como uma família improvisada, construída a partir da amizade e da vulnerabilidade compartilhada.

É justamente nessa dinâmica que aparece a assinatura mais característica de Mindy Kaling. Como em The Mindy Project, Eu Nunca... e A Vida Sexual das Universitárias, suas personagens vivem permanentemente divididas entre quem acreditam ser, quem desejam ser e quem o mundo espera que elas sejam.

Seus romances são desastrosos, suas carreiras frequentemente decepcionantes e suas decisões, muitas vezes, profundamente questionáveis. Mas Kaling sempre compreendeu que a comédia nasce menos do sucesso do que da tentativa desesperada de parecer bem-sucedido.

Inapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração ZInapropriados para o Trabalho encontra a fórmula de Friends para a geração Z - Divulgação

A recepção da crítica americana foi curiosa. Muitos críticos consideraram a série excessivamente familiar, apontando semelhanças com outras comédias de grupo ambientadas em Nova York.

Os elogios, no entanto, foram praticamente unânimes quando o assunto era a química do elenco e a habilidade de Kaling para criar personagens instantaneamente reconhecíveis e humanos.

O público, entretanto, respondeu de forma completamente diferente. Inapropriados para o Trabalho rapidamente se transformou em um dos maiores sucessos recentes da Disney, impulsionada principalmente pelas redes sociais e pela identificação de espectadores que talvez nunca tenham assistido a um episódio de Friends, mas reconhecem perfeitamente a ansiedade de viver em uma geração que exige sucesso profissional, realização amorosa e estabilidade emocional — tudo ao mesmo tempo.

Talvez seja cedo para afirmar que Inapropriados para o Trabalho será a Friends desta geração. Pouquíssimas séries conseguem sobreviver ao teste do tempo. Mas existe algo revelador no fato de que milhões de espectadores tenham escolhido acompanhar justamente uma história sobre jovens adultos que não fazem ideia do que estão fazendo.

No fim das contas, talvez essa sempre tenha sido a verdadeira fórmula de Friends. Nunca foi apenas sobre seis amigos vivendo em Nova York. Era sobre a reconfortante descoberta de que ninguém sabe realmente como se tornar adulto. E Inapropriados para o Trabalho entendeu isso perfeitamente.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).