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ALIMENTAÇÃO & ESTILO DE VIDA

Não basta matar a fome

Consultoria de food service de SP participa de evento nos EUA e revela tendências sobre como as pessoas desejam comer e experimentar e quais produtos ganham espaço no segmento

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O mercado de food service traz, constantemente, novidades que são incorporadas nos negócios, nas opções gastronômicas e no cuidado com o consumidor. Um dos grandes eventos do setor é a NRA Show, realizada recentemente, nos EUA, e que recebeu uma missão técnica da consultoria Galunion, de São Paulo.

Três entidades nacionais integraram a força-tarefa que viabilizou a missão: a Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc), a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e a Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Especializada em alimentação e catalisadora de conhecimento, network e inovação em prol do food service, a empresa paulista tem mais de 10 anos de atuação em consultoria para food service. E fez a parceria com a norte-americana National Restaurant Association (NRA) com o objetivo de trazer ao Brasil as tendências globais do setor diretamente da principal vitrine de soluções, tecnologias, informações e categorias da indústria de restaurantes e serviços de alimentação do mundo.

A NRA Show, realizada em Chicago, de 18 a 23 de maio, contou com mais de 150 participantes, que puderam se atualizar sobre o que está em alta no setor em diferentes frentes, seja no âmbito tecnológico, culinário ou dos modelos de negócios.

Durante o evento, os especialistas da Galunion conduziram diferentes visitas guiadas exclusivas para o grupo da missão técnica, garantindo o melhor aproveitamento de todo o conteúdo da feira, que recebeu mais de 1.800 expositores na edição deste ano.

Foi possível verificar, por exemplo, que, com base em um estudo da Datassential, 76% dos consumidores norte-americanos estão animados com as novas tendências de alimentos e bebidas em 2023.

Em contraste, segundo a mais recente pesquisa com consumidores da própria Galunion, no Brasil, 95% querem encontrar novidades em alimentos e bebidas em bares e restaurantes.

“O consumidor está sempre mudando. Como corroborado em palestra da Technomic com Ana Maria Rodriguez [responsável pelo setor de Qualidade e Inovação da Pizza Hut Internacional], desde o início da pandemia até hoje a busca do consumidor tem se atualizado, desde itens que trazem conforto, passando por ofertas para grupos que promovessem encontros, chegando hoje a uma fome por novidades”, afirma Simone Galante.

“Dentro das tendências, vemos ainda com força as opções clássicas que trazem conforto, muitas vezes oferecidas de forma diferente, com um twist. Para trazer tráfego incremental, nota-se investimento em itens difíceis de replicar em casa e inovação em itens de café da manhã”, prossegue a fundadora e CEO da Galunion.

“A singularidade se faz presente no uso de ingredientes funcionais de forma atípica, como em doces e coquetéis, e em mash-ups de receitas já consolidadas. E por fim, a indulgência continua como tendência forte”, diz Simone.

MOCKTAILS

Em meio às apresentações e cases difundidos na NRA Show 2023, as bebidas especiais tiveram destaque. Uma pesquisa da Technomic apresentou que pedir uma marca mais cara de bebida alcoólica torna a ocasião mais especial.

Essa é a visão de 41% dos clientes de forma geral e para 47% daqueles com idade entre 21 e 34 anos. A experimentação em bebidas alcoólicas também faz a diferença na experiência de consumo no local para 26% dos consumidores.

Outra tendência que vem ganhando adeptos está focada no consumo de bebidas com baixo teor alcoólico ou sem álcool. Atualmente, 27% dos operadores norte-americanos oferecem bebidas sem álcool para adultos e 64% dos que oferecem opções sem álcool relatam um impacto positivo em seus negócios.

“Os mocktails são a nova tendência em coquetelaria em todo o mundo. Consistem, basicamente, em uma mistura de sabores para a produção de um saboroso drinque, com o diferencial de ser sem álcool.

Segundo a opinião de Cassie Sakai, diretora corporativa de bebidas do Gibsons Restaurants Group, a categoria de mocktails ainda precisa melhorar na criatividade e na qualidade”, ressalta Nathalia Royo, responsável pelo setor de Inteligência de Mercado e Marketing na Galunion.

“E isso é sobre incluir as pessoas que não podem ou não querem consumir álcool, mas desejam pertencer ao momento de celebração. Apesar desses clientes ainda não estarem preparados para pagar o mesmo valor de uma opção com álcool, mocktails são uma opção de incremento ao tíquete se comparados às opções tradicionais de bebidas não alcoólicas”, afirma Nathalia.

ZEITGEIST

Zeitgeist é um termo alemão que pode ser traduzido como o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo em uma certa época.

“Durante a missão técnica à NRA Show deste ano, pudemos ver diversos temas ligados ao zeitgeist atual refletidos nos produtos, tanto na feira como em visitas técnicas em Chicago. São produtos que refletem temas atuais, como o cuidado com a própria saúde, física e mental, o cuidado com o mundo e com as pessoas, o indivíduo cada vez mais protagonista de seu consumo e consciente de suas decisões e a inclusão, a aproximação e a fusão de culturas”, analisa Simone Galante.

Questões ligadas à saúde, por exemplo, se tornam cada vez mais evidentes no food service. Dessa forma, produtos funcionais, muitos selos enfatizando tais características nas embalagens, além de opções naturais e produtos frescos, ganham a preferência de quem se preocupa com o bem-estar na hora de se alimentar.

Um exemplo interessante de uma das visitas feitas pela Missão Técnica Galunion é o da marca Smoothie King, que tem produtos direcionados e comunicados com base no impacto que terão na saúde do consumidor, seja de corpo ou de mente, como smoothies para maior energia, para um corpo saudável ou mesmo para aproveitar o dia. 
O eu como protagonista, explorando a customização e entendendo o que é saudável ou mesmo indulgente para cada um, foi visto em diversas culinárias, locais e aplicações.

SUSTENTABILIDADE

“Há diversas empresas e negócios que estão trazendo temas de cuidado com o mundo para o food service. Algumas delas têm a missão de proteger as terras e capacitar os agricultores, outras estão relacionadas a consumo consciente, compostagem e outros fatores que levam em conta o cuidado social, humano, ambiental e animal. Uma variedade de produtos já traz estampado nas embalagens essas características da produção e de operação”, observa Nathalia Royo.

“Como exemplo, temos insumos comunicados como sendo de empresas 100% de propriedade dos funcionários ou daquelas que são fundadas e lideradas por mulheres, animais criados de forma humana, bem-estar animal certificado, redução do uso de plástico, entre outros”, ilustra.

Produtos e ofertas à base de plantas é outro tema ligado à saúde do mundo que já era importante na edição do ano passado e se manteve relevante neste ano. O que pode ser observado agora foram novos caminhos e evoluções tecnológicas.

“Vimos evolução em cores, texturas e sabores, que nos trouxeram a experiência de um salmão à base de plantas muito similar ao peixe, e vimos também um caminho novo nessa oferta: o de produtos e receitas plant-forward, ou seja, com foco nos legumes e nos vegetais, destacando suas texturas, cores e sabores naturais de forma atrativa”, relata Simone.

“O mundo está mudando, e a forma de se alimentar, experimentar e investir em produtos

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Gastronomia Correio B+

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Além do tradicional carvalho, diferentes tipos de madeira influenciam aromas, sabores e características da bebida brasileira

13/09/2026 10h34

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa Foto: Divulgação

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Você sabia que a cachaça vai muito além da famosa caipirinha? Para ganhar diferentes aromas, sabores e características, a madeira onde fica armazenada a ‘água ardente’ influencia diretamente no paladar e no perfil da bebida.

Em celebração ao Dia Nacional da Cachaça, celebrado hoje 13 de setembro, Delfino Golfeto, cachacier e fundador da Água Doce Sabores do Brasil, revela 10 espécies brasileiras utilizadas no envelhecimento do destilado e indica pratos que podem harmonizar com cada versão.

“A madeira tem papel importante no envelhecimento da cachaça, já que o contato com a bebida pode influenciar a cor, o aroma e o sabor. O resultado varia de acordo com o tipo utilizado, o tempo de contato, as condições de armazenamento, entre outros fatores. Por isso, uma mesma cachaça pode apresentar características diferentes conforme a madeira escolhida e o período de maturação”, revela Delfino.

Amendoim: para um perfil equilibrado

Apesar do nome, o amendoim também é uma madeira utilizada no envelhecimento de cachaça. Considerada uma madeira "neutra", ela diminui a acidez e amacia o destilado sem alterar de forma drástica a cor ou o sabor original da cana-de-açúcar, sendo excelente para coquetelaria. A espécie contribui para uma bebida equilibrada e de perfil mais macio, que pode ser harmonizada com frango assado, carne suína, castanhas, queijos semiduros e sobremesas de chocolate ou caramelo.

Grápia: suavidade com toque amadeirado

Considerada uma madeira neutra a semineutra, ela altera pouco a cor da cachaça, deixando um tom amarelo-palha bem claro, e reduz a acidez da bebida, mantendo o sabor original da cana-de-açúcar com notas suavemente adocicadas. Pode contribuir para as características amadeiradas do destilado, sem necessariamente resultar em um perfil excessivamente intenso. Na mesa, pode acompanhar carnes assadas, queijos semiduros e sobremesas com caramelo, mel ou frutas secas.

Peroba: uma opção pouco conhecida

Entre as espécies menos familiares ao consumidor, a peroba também aparece entre as madeiras utilizadas para armazenamento de cachaça. É uma madeira que confere uma coloração amarelada e um toque sutilmente amargo e seco ao destilado. Ela ajuda a amaciar a cachaça sem mascarar o seu perfil original. Por seu perfil menos explorado, pode ser apresentada em degustações acompanhadas de petiscos, carnes brancas, queijos e pratos de intensidade média.

Louro: aromas que pedem pratos bem temperados

Mais conhecido como tempero, o louro também pode aparecer como madeira utilizada no armazenamento da bebida. Esta madeira transfere para a cachaça notas marcadamente florais e de especiarias, como o cravo-da-índia e canela, além de proporcionar um fundo levemente adstringente e medicinal. Seu perfil aromático pode combinar com carnes de panela, pratos com ervas, feijão, preparos com molhos e receitas tradicionais brasileiras.

Amburana: para quem gosta de aromas marcantes

Uma das madeiras mais conhecidas entre os apreciadores de cachaça, a amburana pode conferir notas adocicadas e de especiarias ao destilado. Ela reduz a acidez e confere um fundo floral e marcadamente adocicado, com aromas que lembram baunilha e canela. O perfil aromático combina com carne suína, costela com molho agridoce, queijos curados e sobremesas com doce de leite ou caramelo.

Bálsamo: intensidade para acompanhar sabores fortes

O bálsamo pode proporcionar características herbais e amadeiradas, de especiarias, como cravo, e uma sensação levemente picante e adstringente ao paladar dando mais personalidade à bebida. Por isso, a sugestão é servi-lo com carnes vermelhas, embutidos, queijos maturados e pratos com temperos mais intensos.

Jatobá: madeira brasileira para bebidas complexas

Conhecido pela resistência de sua madeira, o jatobá também pode ser utilizado no envelhecimento de cachaças. Se trata de uma madeira densa que confere à cachaça uma coloração âmbar ou avermelhada muito bonita e intensa. No paladar, traz robustez com notas que remetem a frutas secas, especiarias e um leve toque amadeirado resinoso. Sua influência pode resultar em notas amadeiradas e especiadas, que conversam bem com carnes assadas, costelas, queijos de sabor intenso e chocolate amargo.

Jequitibá: equilíbrio para pratos delicados

Com influência mais discreta, o jequitibá é uma opção para quem prefere perceber com maior clareza as características originais da cachaça. Há duas versões que podem ser utilizadas. O Jequitibá-branco preserva as características originais da cachaça sem alterar sua cor. Já o Jequitibá-rosa confere uma coloração dourada sutil e sabores macios semelhantes aos do carvalho. Por isso, ambas podem acompanhar peixes, aves, saladas, frutos do mar e queijos suaves.

Freijó: leveza que valoriza o destilado

O freijó apresenta influência mais suave sobre a bebida, contribuindo para um perfil equilibrado. Bastante utilizada na região Norte e Nordeste, funciona de forma semelhante ao Jequitibá-branco. É uma madeira que praticamente não solta cor ou aromas fortes, focando em reduzir a agressividade do álcool e amaciar o destilado, preservando a pureza da cana. É uma alternativa para acompanhar entradas, peixes, frutos do mar, queijos frescos e pratos leves.

Ipê: personalidade para pratos grelhados

O ipê, tanto amarelo quanto roxo, também aparece entre as espécies brasileiras utilizadas no armazenamento de cachaça. Transfere uma coloração dourada escura ou alaranjada à bebida. O ipê amacia consideravelmente o destilado, agregando notas de especiarias e aromas que lembram nozes e castanhas, com um final de boca macio e aveludado. Por seu potencial de conferir maior estrutura ao destilado, pode ser combinado com carnes grelhadas, linguiças, preparos defumados e queijos curados.

Há uma curiosidade na produção da bebida brasileira. O carvalho é o principal tipo de madeira usado no envelhecimento e armazenamento da cachaça, embora seja uma madeira importada principalmente das variedades Carvalho Americano e Carvalho Europeu. Ele lidera o mercado por ser o padrão mundial na maturação de destilados e por agregar notas muito apreciadas de baunilha, coco, mel e caramelo. No Brasil, a castanheira frequentemente é chamada de "carvalho brasileiro", sendo utilizada na produção e trazendo notas intensas de castanhas, chocolate e amêndoas.

“A cachaça é um dos produtos que mais representam a nossa cultura e tem uma diversidade que muitas vezes não é conhecida pelo consumidor. Quando falamos das diferentes madeiras utilizadas em seu processo, mostramos que uma mesma bebida pode proporcionar experiências muito distintas. E isso também abre possibilidades interessantes para a gastronomia, com harmonizações que vão muito além da caipirinha”, finaliza Delfino.

Saúde Correio B+

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Sono ruim, estresse, álcool, cigarro eletrônico, alimentação e até a velocidade do emagrecimento podem interferir no envelhecimento facial

12/09/2026 16h00

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora Foto: Divulgação

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Cuidar da pele, usar protetor solar e manter uma rotina de skincare já fazem parte dos cuidados de muitas pessoas que querem preservar a aparência do rosto ao longo dos anos.

Mas o envelhecimento facial não acontece apenas por causa da exposição ao sol ou pela passagem do tempo. Hábitos presentes na rotina também podem influenciar a forma como a face muda, e alguns deles passam longe daquilo que normalmente associamos às rugas e à flacidez.

Sono ruim, estresse constante, consumo excessivo de álcool, cigarro eletrônico, alimentação desequilibrada, excesso de telas e perda de peso acelerada estão entre os fatores que merecem atenção. O impacto não está restrito à pele, pois o envelhecimento envolve diferentes camadas do rosto, incluindo gordura, músculos e estruturas responsáveis pela sustentação facial.

“Quando falamos em envelhecimento do rosto, é importante entender que não estamos falando apenas de rugas. A face passa por mudanças em diferentes tecidos ao longo do tempo, e fatores externos podem contribuir para que algumas dessas alterações apareçam ou se acentuam mais cedo”, explica a Dra. Isadora Ragognete, médica atuante em dermatologia. Confira, a seguir, os sete hábitos que podem contribuir para o envelhecimento facial antes da hora, segundo a especialista:

Dormir pouco e não tirar a maquiagem antes de dormir

Dormir poucas horas e não remover a maquiagem antes de dormir acelera o processo de envelhecimento e você não tem percebido. “ Durante o período noturno é onde a gente tem o aumento de alguns hormônios que são responsáveis pela reparação do nosso sono e pela reparação textual, então processos celulares de renovação celular acontecem durante esse período. Se você tem a maquiagem algo ocluindo, isso vai prejudicar muito a renovação celular da sua pele e do seu rosto”, explica a Dra. Isadora Ragognete.

Não usar filtro solar todos os dias e tomar muito sol

A exposição excessiva ao sol e a falta de proteção solar diária estão entre os principais fatores que contribuem para o envelhecimento da pele e do câncer de pele. “Não usar filtro solar todos os dias, já é habitual para algumas pessoas, além de  tomar muito sol no corpo, o sol é o principal fator que vai prejudicar as nossas células, ele vai promover uma elastose solar, que é as fibras de colágeno que estão todas organizadas e o sol vai quebrando elas ao longo do tempo, a transformando essas fibras que eram lineares, hidratadas em algo fragmentado, ressecado e mais envelhecido. Esses dois fatores a gente precisa tomar muito cuidado. Além é claro da prevenção do câncer de pele”, explica Isadora.

Tabagismo e excesso de bebida alcoólica

O tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são hábitos que podem prejudicar o organismo como um todo e também impactar a saúde da pele. “Tabagismo e bebida alcoólica são coisas que andam juntas e que prejudicam muito nosso corpo como um todo, mas também a nossa pele. Eles aumentam muito o estresse oxidativo do nosso corpo e isso tudo vai prejudicar o funcionamento do nosso organismo como um todo e envelhecer muito mais rápido”, pontua a especialista.

Não manter uma alimentação equilibrada, hidratação e atividade física

Uma rotina de cuidados com a saúde também passa por hábitos básicos, como manter uma alimentação equilibrada, beber água e praticar atividade física. Embora sejam recomendações conhecidas, a constância nesses cuidados também pode fazer diferença na saúde do organismo e, consequentemente, na aparência da pele ao longo do tempo. “Não ter uma alimentação equilibrada, uma rotina de hidratação, atividade física, isso é óbvio, acho que todo mundo já sabe, mas é importante reforçar que isso também te envelhece sem você perceber”, diz.

Postergar o início dos procedimentos estéticos

Os procedimentos estéticos podem ser aliados na manutenção da jovialidade e da naturalidade do rosto quando realizados de forma adequada e individualizada. “Postergar muito o início dos procedimentos estéticos. Eles são excelentes aliados para a naturalidade, a jovialidade do rosto, de uma maneira que traduz a quem você é sem mudar sua expressão, sem mudar sua aparência, mas mantendo muito mais saudável, muito mais jovem por mais tempo. Então não postergue nenhuma dessas medidas que eu falei aqui”, conclui a doutora.

Para a especialista, entender o envelhecimento facial dessa maneira ajuda a tirar o assunto do campo exclusivamente estético e colocá-lo também dentro de uma perspectiva de saúde e prevenção.

“O envelhecimento é inevitável, mas a forma como ele acontece é influenciada por diversos fatores. Genética e passagem do tempo têm um papel importante, mas nossos hábitos também fazem parte dessa equação. Cuidar do rosto não significa apenas pensar em rugas ou procedimentos, mas olhar para a saúde de maneira mais ampla”, conclui a médica.

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