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CANAL 1 - FLÁVIO RICCO

Novelas não se preocupam em contar histórias diferentes

Novelas não se preocupam em contar histórias diferentes

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As novelas estão se repetindo.

O que se verifica é que mesmo com autores diferentes, quadro em permanente renovação, e elencos cada dia mais calibrados, as histórias são as velhas conhecidas de sempre. 

Em se tratando de Globo, “Bom Sucesso” começou agora, quase nada é possível falar, mas verifica-se que em “Órfãos da Terra” e “A Dona do Pedaço”, por exemplo, são colocadas situações que as suas antecessoras cansaram de abordar.

Será que houve um esgotamento de temas ou de criatividade? Ou por que se insiste tanto em certas similaridades?

No fundo, no fundo, nada vai além de história do mocinho ou mocinha contra bandido?

No cartaz de agora, Alice Wegmann faz as vezes da vilã, a todo do mal, na novela das 6 e Agatha Moreira, nos próximos capítulos, ficará ainda pior do que foi até agora na das 9. Nada diferente do que sempre foi, as vinganças floreadas, com os diversos pares se formando no caminho e um inevitável final feliz. Repare, a fórmula ou cartilha é única, no máximo com algumas pequenas variáveis. 

TV Tudo

DM

Elizabeth Savalla vai ficar um tempo longe da TV e, portanto, não se confirma sua entrada no elenco de “Salve-se Quem Puder”, a próxima novela das sete.

A prioridade da atriz no momento é a recuperação de uma cirurgia no quadril, que ela acabou adiando por três anos em função de vários trabalhos seguidos.

Turnê

Daqui uma semana, dia 17, no Credicard Hall, estreia “Xuxa Xou”, novo show da Xuxa, que vem com a proposta de atravessar gerações. A de fazer uma viagem no tempo.

Começa em São Paulo, para depois correr todo o Brasil. Realização da Time For Fun e Microfone, empresa do Celso Giunti.

Neymar Jr.

Um documentário sobre a vida do Neymar, da sua infância até chegar aos grandes clubes europeus, teve verba aprovada pela Ancine. Valor total: R$ 1.695.060,00.

Solicitação da produtora Canal Azul.

Em cima disso

Consultada, a ESPN admite que existe interesse na exibição deste documentário do Neymar.

No entanto, nada mais pode ser adiantado sobre ele, porque há a necessidade de esperar pelos desdobramentos burocráticos.

Tremendão também

Depois do filme, agora Erasmo Carlos terá a sua vida e carreira retratadas em um documentário de 70 minutos, com produção da Cineluz e estreia no canal Curta!, ainda sem data.

Direção de Sandra Werneck, que pretende mostrar tanto o lado romântico quanto o rebelde do cantor, através do olhar feminino de suas amigas e parceiras musicais.

Louvável

O trabalho do Atílio Bari, produzindo, dirigindo e apresentando o “Persona em Foco”, na TV Cultura, merece o melhor dos reconhecimentos.

Poucas vezes o teatro recebeu tratamento tão digno da televisão. O foco do programa é sempre destacar os grandes valores do nosso palco, agora às sextas-feiras, 22h30.

Trabalhando

Sob a direção de Alexandre Souza, Marcos Mion gravou as primeiras chamadas da nova “Fazenda”.

A ordem, na Record, é começar a colocar o programa na vitrine. Estreia em 11 de setembro.

Ainda não

A direção de jornalismo da Record, por aí se entenda Antonio Guerreiro, ainda está para definir a data de estreia do “JR – 24 horas”.

Tudo está sendo feito para ser ainda em agosto ou, mais tardar, nos primeiros dias de setembro.

Foto: Maurício Fidalgo / Globo

Festa literária

Depois de levar o debate sobre adaptação literária para televisão à Flip, no Rio, a Globo vai participar pela primeira vez da Flipelô – Festa Literária Internacional do Pelourinho.

Mariana Ximenes, Edney Silvestre e Ricardo Linhares estarão no evento neste domingo para falar sobre a minissérie “Se eu Fechar os Olhos Agora”.

Aniversário

Mês que vem, a TV Aparecida vai completar 14 anos. Dentre as atrações de comemoração programadas está um especial do “Santa Receita”, no Uruguai.

A apresentadora Claudete Troiano embarcou essa semana para uma série de matérias em Montevidéu e Punta Del Este, que envolve a culinária, a cultura e pontos turísticos. No ar, dia 6 de setembro.

Bate – Rebate

Rede TV! tem o italiano, mas continua em busca de um outro campeonato importante do futebol europeu.
No canal BandSports ainda não existe uma definição sobre o envio de equipes para a cobertura da Olimpíada do ano que vem...
... O que já se confirma é a transmissão do próximo Roland Garros.
Na Record ainda se estuda a possibilidade de um especial com a Xuxa em dezembro.
Ronnie Von será o entrevistado do “Ritmo Brasil”, DA Faa Morena, programa especial de dia dos pais, neste sábado, às 19h30, na Rede TV!.
A propósito de “Dia dos Pais”, neste domingo, o canal Bis estreia “Filhos da Música”...
... Programa em que filhos dos grandes cantores da MPB homenageiam seus pais, interpretando seus maiores sucessos.
Direção da Band admite que não tem data definida para o reality de jornalismo da Ana Paula Padrão...
... Talvez no ano que vem.
E o game show esportivo com Ivan Moré também não apresenta novidades...
... Por enquanto, existe só o desejo de fazer, sem ainda nenhuma iniciativa prática.

C´est fini

Ainda sem definir seu próximo passo na televisão, Dony De Núccio, ex-Globo, viajou no dia de ontem. Primeira parada, Oriente Médio, e depois Europa. O jornalista e apresentador ficará duas semanas em férias. Na volta, irá avaliar convites e se dedicar a projetos pessoais.

Então é isso. Mas amanhã tem mais. Tchau!

Correio B+

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

26/07/2026 14h00

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, muitos meninos cresceram ouvindo mensagens semelhantes: “engole o choro”, “seja forte”, “homem não demonstra fraqueza”. Embora essas frases pareçam inofensivas, elas ensinam algo profundo: que sentir deve ser escondido.

O problema é que emoções não desaparecem quando são reprimidas. Elas apenas encontram outras formas de se manifestar. Muitas vezes surgem como irritação, agressividade, isolamento ou dificuldade para construir relacionamentos saudáveis.

Quando falamos sobre prevenção da violência, saúde mental e relações mais equilibradas, também estamos falando sobre educação emocional. Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

A cultura costuma valorizar nos homens características como autonomia, coragem e firmeza. Todas elas são importantes. Mas podem coexistir com empatia, sensibilidade e capacidade de pedir ajuda. Uma habilidade não exclui a outra.

Pais, mães e educadores têm papel fundamental nesse processo. Quando acolhem emoções em vez de ridicularizá-las, ajudam a construir uma relação mais saudável com o próprio mundo interno. Quando demonstram que tristeza, medo e vulnerabilidade fazem parte da experiência humana, oferecem uma importante ferramenta de proteção emocional.

Isso também contribui para relações futuras. Adultos que conseguem identificar sentimentos tendem a comunicar necessidades com mais clareza, lidar melhor com frustrações e construir vínculos mais respeitosos.

Educar meninos para sentir não é apenas uma questão individual. É uma escolha que impacta famílias, relacionamentos e a sociedade como um todo. Afinal, homens emocionalmente conectados consigo mesmos costumam ser mais capazes de se conectar de forma saudável com os outros.

Talvez uma das maiores formas de proteção que possamos oferecer seja permitir que eles descubram que sentir não diminui ninguém. Humaniza.

Vamos desatar esses nós?

Moda Correio B+ - Entre Costuras & CuLtura

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus?

No verão italiano, dificilmente encontramos pessoas usando tecidos sintéticos de baixa qualidade durante o dia. O linho, algodão, seda leve e viscose de boa procedência dominam as vitrines e os guarda-roupas.

26/07/2026 13h00

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus?

Por que os italianos continuam elegantes mesmo com 35 graus? Foto: Divulgação

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Há alguns dias estou vivendo novamente o verão italiano. E, mesmo depois de tantos anos frequentando o país, uma cena continua chamando minha atenção: enquanto os termômetros ultrapassam os 35 graus, homens e mulheres caminham pelas ruas de cidades italianas com uma elegância que parece quase intuitiva.

Não se trata de um dom, muito menos de uma questão financeira, o segredo está nas escolhas.

Frequentemente associamos calor a roupas excessivamente informais ou ao desconforto de quem acredita que elegância exige sacrifício, os italianos mostram justamente o contrário: é possível vestir-se bem sem abrir mão do conforto.

A explicação começa pelo tecido. No verão italiano, dificilmente encontramos pessoas usando tecidos sintéticos de baixa qualidade durante o dia. O linho, algodão, seda leve e viscose de boa procedência dominam as vitrines e os guarda-roupas.

São materiais que permitem a circulação do ar, absorvem melhor a umidade e acompanham o movimento do corpo.

O curioso é que o linho, tão valorizado pelos italianos, ainda desperta certa resistência no Brasil por amarrotar com facilidade.

Como consultora de imagem acredito que uma das maiores lições seja aceitar que alguns tecidos carregam naturalmente as marcas da vida. Um linho levemente amarrotado transmite autenticidade. É muito mais elegante do que um tecido sintético impecavelmente esticado, mas que denuncia desconforto.

Outro detalhe quase imperceptível para quem visita a Itália é a predominância das cores suaves durante o verão.

Brancos, beges, areia, azul-claro, verde-sálvia, terracota suave e tons inspirados na própria paisagem mediterrânea aparecem constantemente.

Além de refletirem melhor o calor, essas cores conversam entre si. Isso significa que praticamente todas as peças do guarda-roupa podem ser combinadas. O resultado é uma imagem sofisticada sem esforço.

Enquanto muitas pessoas acreditam que precisam de dezenas de roupas para enfrentar uma estação, o italiano demonstra exatamente o oposto.

Existe uma lógica muito presente na cultura italiana: comprar menos e comprar melhor. Ao invés de um armário repleto de tendências passageiras, é comum encontrar poucas peças de excelente qualidade que funcionam em diferentes combinações.

Uma camisa de linho pode ser usada aberta sobre uma camiseta pela manhã, fechada para um almoço, dobrando as mangas para um passeio no fim da tarde ou combinada com um blazer leve para o jantar.

O mesmo vestido muda completamente com um cinto, uma bolsa ou uma sandália diferente.

Essa versatilidade é uma das maiores expressões da elegância contemporânea.

Outro aspecto importante é o caimento.

Roupas excessivamente justas aquecem mais, limitam os movimentos e frequentemente criam uma imagem de desconforto.

Os italianos preferem modelagens que acompanham o corpo sem apertá-lo. Vestidos fluidos, calças amplas em linho, camisas levemente soltas, bermudas de alfaiataria e peças com estrutura bem construída permitem que o ar circule naturalmente.

O importante é a roupa trabalhar a favor do corpo, e não contra ele. Na Itália, a elegância está muito ligada à naturalidade.

Vestir-se -se de maneira apropriada para cada ocasião é respeitar o próprio corpo, o clima e o contexto.

Há beleza em quem caminha confortavelmente por uma praça histórica, toma um café em uma cafeteria de bairro ou atravessa a cidade de bicicleta usando roupas simples, mas bem escolhidas.

O verdadeiro segredo da elegância italiana não está no guarda-roupa. Mas na consciência de que vestir-se bem não significa impressionar os outros, mas viver melhor dentro das próprias roupas.

E por fim 5 lições da elegância italiana para enfrentar o calor com estilo. 

1. Priorize tecidos naturais

Linho, algodão, seda e viscose de qualidade permitem que a pele respire, absorvem melhor a umidade e proporcionam conforto mesmo nos dias mais quentes. Antes de comprar uma peça, leia a etiqueta: a composição faz toda a diferença.

2. Aposte em uma cartela de cores coordenada

Branco, off-white, bege, areia, azul-claro, verde-oliva e tons terrosos claros combinam entre si e facilitam a criação de diversos looks com poucas peças, além de transmitirem frescor e sofisticação.

3. Escolha modelagens que favoreçam o movimento

Peças muito justas retêm calor e limitam a mobilidade. Prefira camisas de linho, vestidos fluidos, calças de pernas amplas e bermudas de alfaiataria com bom caimento. Elegância também é sentir-se confortável.

4. Monte um guarda-roupa inteligente, não um guarda-roupa cheio

Invista em peças versáteis que conversem entre si. Uma camisa de linho, uma calça de alfaiataria leve, um vestido atemporal e uma boa sandália podem render inúmeras combinações. Na moda italiana, qualidade supera quantidade.

5. Lembre-se: elegância é atitude, não sacrifício

A maior lição do verão italiano talvez seja esta: vestir-se bem não significa sofrer com o calor. Estar adequado ao clima, à ocasião e à sua personalidade transmite uma imagem muito mais refinada do que insistir em tendências ou peças desconfortáveis.

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