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Nureyev, maior bailarino do século 20, ganha exposição inédita em Joinville

Registros cedidos por instituições europeias formam a mostra que integra o 6º Projeto Artes do Palco, que abre em 15 de julho na Sociedade Harmonia-Lyra

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Joinville e todo o Estado de Santa Catarina poderão conhecer momentos da arte genial e revolucionária de Rudolf Nureyev, o maior bailarino do século 20. Entre 15 e 31 de julho, a capital brasileira da dança recebe a exposição “Nureyev - Lord of Dance”, mostra inédita no Brasil composta, na maior parte, de imagens vindas da Europa especialmente para este fim.

Sediada novamente na Sociedade Harmonia-Lyra iniciativa faz parte da sexta edição do Projeto Artes no Palco, que ainda contará com aulas da estrela do Teatro Alla Scala de Milão, Isabel Seabra, bailarina que trabalhou com Nureyev nos anos 1980.

A exposição que chega à Joinville representa esse universo artístico em mais de 60 fotografias históricas, reunindo registros de balés de repertório como “Giselle”, “O Lago dos Cisnes”, “O Corsário”, “La Sylphide”, entre outros. Uma mostra que celebra a genialidade, a beleza e o legado de um artista que revolucionou a dança no mundo.

As fotografias foram cedidas pela Rudolf Nureyev Foundation, com sede na Suíça, e pelo Teatro Alla Scala, de Milão, que pela primeira vez disponibilizam seus acervos no Brasil. A exposição conta ainda com uma coleção de fotos que capturam Nureyev com artistas brasileiros.

A realização de “Nureyev - Lord of Dance” em Joinville é de Darling Quadros, diretor do Projeto Artes no Palco. Acostumado a visitar a Europa para acompanhar apresentações de balé e visitar instituições culturais, ele conheceu, no ano passado, uma exposição dedicada a Rudolf Nureyev em Paris. A qualidade curatorial, o rigor na apresentação e o respeito demonstrado na preservação da memória artística chamaram sua atenção.

“Essa experiência despertou em mim o interesse em desenvolver um projeto expositivo dedicado a esse artista, reconhecido como uma das figuras mais relevantes da dança no século 20”, conta Darling, que manteve contatos com personalidades da dança que conviveram com Nureyev, entre elas Dalal Achcar, Tatiana Leskova e Isabel Seabra.

Uma parceria com a Fundação Rudolf Nureyev, que cedeu um acervo de grande valor, acabou viabilizando a exposição em solo catarinense. Além da exposição, a edição deste ano do Projeto Artes no Palco terá aulas de balé clássico ministradas pela estrela internacional Isabel Seabra, primeira e única bailarina brasileira a ingressar no Corpo de Baile do Teatro Alla Scala, em Milão, e que atuou com Nureyev em diversos momentos.

Nureyev, maior bailarino do século 20, ganha exposição inédita em Joinville - Foto: Francette Levieux 

Ela orientará bailarinas de todo o Estado entre os dias 27 e 31 de julho, tendo ao lado o pianista convidado Eduardo Boechat, atual pianista da companhia de ballet Am Rhein, na Alemanha, e com enorme experiência internacional. As inscrições para os níveis intermediário e avançado devem ser feitas no site sympla.com.br.

Isabel também participará de um bate-papo com o público mediado pelo bailarino, coreógrafo e diretor Tíndaro Silvano no dia 29, às 10h, no foyer Liselott Trinks. Completando a programação, Eliana Caminada faz palestra sobre a vida e a obra de Rudolf Nureyev no dia 28, às 10h, também no foyer Liselott Trinks.

Eliana é uma referência da dança no Brasil, tendo feito história como bailarina, professora, pesquisadora e autora do livro “História da Dança – Evolução Cultural”. O Projeto Artes do Palco é realizado por meio do PIC - Programa de Incentivo à Cultura, da Fundação Catarinense de Cultura, Governo do Estado de Santa Catarina, e tem como incentivadores Ciser, IHCS, Nidec e Rede Cooper.

Sobre Rudolf Nureyev

Rudolf Nureyev foi um dos bailarinos mais influentes do século 20. Nasceu na antiga União Soviética, em 1938, e formou-se em Leningrado, na prestigiada Academia Vaganova, na qual desenvolveu a técnica e a expressividade que marcariam sua trajetória artística.

Em 1958, ingressou como solista no Ballet Kirov (atual Mariinsky), destacando-se rapidamente em obras do repertório clássico, como “O Lago dos Cisnes” e “O Corsário”. Seu talento singular e sua intensa presença cênica projetaram-no no cenário internacional.

Um momento decisivo de sua carreira ocorreu em 1961, durante uma turnê em Paris, quando solicitou asilo político no aeroporto de Le Bourget, rompendo com a União Soviética. No Ocidente, seu encontro com Margot Fonteyn no Royal Ballet de Londres tornou-se um dos mais emblemáticos da história da dança.

Em 1983, assumiu a direção do ballet da Ópera de Paris, promovendo uma renovação artística marcada pela valorização do repertório clássico, pelo resgate da herança dos Ballets Russes de  Diaghilev, pela incorporação de novas obras e por uma inédita popularização do ballet.

Além de intérprete, destacou-se como coreógrafo, sendo responsável por remontagens de consagrados ballets russos, às quais imprimiu vigor dramático e sofisticação técnica.
Rudolf Nureyev faleceu em 1993, em Paris. Seu legado permanece como referência incontornável na história da dança, influenciando gerações de artistas em todo o mundo.
 

Nureyev, maior bailarino do século 20 - Foto: Francette Levieux 

Sobre Isabel Seabra

A carioca Isabel Seabra integrou o Corpo de Baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e posteriormente mudou-se para Paris, onde se aperfeiçoou com o grande mestre Raymond Franchetti. Em seguida, transferiu-se para a Itália e ingressou no Corpo de Baile do Teatro alla Scala, em Milão, na produção de “Dom Quixote, com coreografia de Rudolf Nureyev, em 1980. É até hoje, a primeira e única bailarina brasileira a ingressar na prestigiada companhia italiana, onde obteve o título de Estrela.

Ao longo de sua carreira no Scala, foi protagonista de inúmeras obras-primas do repertório clássico, entre as quais “O Lago dos Cisnes”, no qual teve Nureyev como partner. Ainda participou, por três vezes, das prestigiadas turnês mundiais “Rudolf Nureyev and Friends”, atuando como intérprete principal ao lado do próprio Nureyev.

 Há mais de 18 anos atua como professora de dança clássica, desenvolvendo um método próprio que reúne a experiência adquirida com grandes mestres da dança, Foi docente na Universidade Paolo Grassi e colaborou com a Accademia Teatro alla Scala em workshops e masterclasses. Em 2013, recebeu o Prêmio de Carreira em Alassio e, em 2018, no Teatro Ariston, em Sanremo.

Nureyev, maior bailarino do século 20 - Foto: Francette Levieux 

PROGRAMAÇÃO

Exposição Nureyev - Lord of Dance
De 15 a 31 de julho
Entrada gratuita

Aulas de balé clássico com Isabel Seabra
De 27 a 31 de julho
Nível intermediário: das 14h às 15h30
Nível avançado: das 16h às 17h30
Inscrições gratuitas em sympla.com.br

Palestra Nureyev - Lord of Dance, com Eliana Caminada
Dia 28 de julho, às 10h
Inscrições gratuitas em sympla.com.br

Bate-papo com Tíndaro Silvano e Isabel Seabra
Dia 29 de julho, às 10h
Inscrições gratuitas em sympla.com.br

SERVIÇO

O QUÊ: 6º Projeto Palco das Artes.
QUANDO: De 15 a 31 de julho.
ONDE: Sociedade Harmonia-Lyra, rua 15 de Novembro, 483, Centro.
QUANTO: Gratuito. Mais informações no Instagram @artesdopalco.
 

Gastronomia

Conheça a história da pizza e sua chegada ao Brasil e confira receitas práticas

Conheça a história da pizza, sua chegada ao Brasil e confira receitas práticas para preparar diferentes sabores sem sair de casa

11/07/2026 10h30

O Dia da Pizza foi criado em 1985, em São Paulo, durante um concurso gastronômico

O Dia da Pizza foi criado em 1985, em São Paulo, durante um concurso gastronômico Pexels

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Poucos alimentos conseguem atravessar fronteiras, culturas e gerações com tanta facilidade quanto a pizza. Presente em encontros entre amigos, comemorações em família ou até mesmo em refeições rápidas do dia a dia, ela se tornou um dos pratos mais consumidos do planeta e ganhou incontáveis versões ao longo do tempo.

Celebrado em 10 de julho, o Dia da Pizza é uma oportunidade para relembrar a trajetória dessa receita que nasceu de forma simples, conquistou a Itália e, posteriormente, o restante do mundo.

No Brasil, o prato encontrou terreno fértil para se reinventar, incorporando ingredientes regionais, sabores inusitados e combinações que dificilmente seriam encontradas em outro país.

Embora existam registros de pães achatados cobertos com ervas e azeite desde a Antiguidade, a pizza como é conhecida atualmente tem origem em Nápoles, no sul da Itália.

Povos como egípcios, gregos e romanos já preparavam massas assadas semelhantes, utilizadas como alimento básico e, muitas vezes, servidas com azeite, especiarias e vegetais.

Foi apenas entre os séculos 18 e 19 que surgiu a pizza napolitana.

Na época, trabalhadores da cidade de Nápoles buscavam uma refeição barata, nutritiva e fácil de consumir nas ruas. Sobre a massa fermentada passaram a ser colocados tomates – ingrediente que havia chegado da América algum tempo antes –, além de alho, queijo, azeite e folhas de manjericão.

Uma das histórias mais conhecidas sobre a pizza envolve a criação da tradicional Margherita. Em 1889, o pizzaiolo Raffaele Esposito preparou uma receita especial para homenagear a rainha Margherita de Savoia.

A combinação de tomate, muçarela e manjericão representava as cores da bandeira italiana: vermelho, branco e verde. A receita fez sucesso e se tornou uma das pizzas mais famosas do mundo.

Com a imigração italiana para diversos países entre o fim do século 19 e o início do século 20, a pizza cruzou o oceano e passou a integrar a culinária de diferentes nações. Cada região adaptou a receita de acordo com seus costumes e ingredientes locais.

Chegada ao Brasil

No Brasil, a pizza desembarcou com milhares de imigrantes italianos, principalmente em São Paulo, onde comunidades inteiras se estabeleceram em bairros como Brás, Mooca e Bixiga.

Inicialmente, a receita era preparada apenas dentro das casas das famílias italianas e em pequenas cantinas. Aos poucos, o hábito conquistou outros brasileiros e as primeiras pizzarias começaram a surgir na capital paulista durante as primeiras décadas do século 20.

Com o passar dos anos, São Paulo transformou-se na principal referência nacional quando o assunto é pizza.

A cidade reúne milhares de pizzarias e desenvolveu uma verdadeira cultura em torno do prato, combinando técnicas tradicionais italianas com ingredientes tipicamente brasileiros.

Foi justamente para reconhecer essa importância que, em 1985, durante um concurso gastronômico realizado em São Paulo, o dia 10 de julho passou a ser comemorado oficialmente como o Dia da Pizza no Brasil.

Hoje, o alimento faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Há quem prefira receitas clássicas, como muçarela, portuguesa e calabresa, enquanto outros apostam em combinações criativas que incluem carne seca, milho, estrogonofe, camarão, chocolate, frutas e até ingredientes típicos de diferentes regiões do País.

Essa capacidade de adaptação talvez seja um dos principais motivos para o sucesso da pizza. Ao mesmo tempo em que preserva tradições centenárias, ela continua se reinventando e conquistando novos públicos.

Além das pizzarias, preparar a própria pizza em casa tornou-se um programa cada vez mais comum. Com poucos ingredientes e um pouco de planejamento, é possível produzir uma massa leve, um molho saboroso e criar coberturas personalizadas, transformando a cozinha em uma verdadeira cantina italiana.

Dicas para a pizza perfeita

Para obter uma massa mais leve, respeite o tempo de fermentação e utilize água apenas morna, nunca quente.

Também é importante pré-aquecer o forno na temperatura máxima antes de levar a pizza para assar. Se utilizar pedra refratária ou chapa de aço, o resultado ficará ainda mais próximo das pizzarias.

Outro segredo é evitar o excesso de molho e de recheio. Ingredientes em grande quantidade podem deixar a massa úmida e comprometer o cozimento.

Por fim, vale investir em ingredientes frescos. Um bom queijo, tomates maduros, folhas de manjericão recém-colhidas e azeite de qualidade fazem toda a diferença no sabor final.

O Dia da Pizza foi criado em 1985, em São Paulo, durante um concurso gastronômicoDepois de aprender a fazer a massa tradicional de pizza e o molho de tomate caseiro, monte seu recheio favorito - Foto: Pexels

Massa tradicional de pizza

Ingredientes:

  • 500 g de farinha de trigo;
  • 10 g de fermento biológico seco;
  • 300 ml de água morna;
  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • 1 colher (chá) de açúcar;
  • 1 colher (chá) de sal.

Modo de Preparo:

Misture o fermento, o açúcar e a água morna. Deixe descansar por cerca de 5 minutos;

Acrescente o azeite e, aos poucos, adicione a farinha e o sal. Sove a massa por aproximadamente 10 minutos até ficar lisa e elástica;

Cubra com um pano e deixe descansar por uma hora ou até dobrar de volume. Divida em duas porções, abra com um rolo ou com as mãos e coloque em formas untadas;

Após adicionar o molho e o recheio de sua preferência, leve ao forno preaquecido a 250°C por cerca de 15 minutos.

Molho de tomate caseiro

Ingredientes:

  • 4 tomates maduros;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 2 colheres (sopa) de azeite;
  • Sal a gosto;
  • Pimenta-do-reino;
  • Orégano;
  • Folhas de manjericão.

Modo de Preparo:

Refogue o alho no azeite. Acrescente os tomates picados e cozinhe até desmancharem;

Tempere com sal, pimenta e orégano. Finalize com folhas de manjericão;

Espere esfriar antes de espalhar sobre a massa.

Diálogo

À medida que as convenções partidárias se aproximam, começam a... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo deste sábado (11) e domingo (12)

11/07/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Geraldo Ramon Pereira - Poeta de MS

"E eis o Tempo oscilando em nossa mente: pois se infância torna-se velhice lá na frente, velhice é o retorno à infância lá de trás!”

FELPUDA

À medida que as convenções partidárias se aproximam, começam a surgir as primeiras desistências de pré-candidaturas. Oficialmente, os motivos costumam ser os mais variados. E estes vão de decisão de “foro íntímo” até as mais lacrimejantes. Nos bastidores, porém, nem sempre as explicações revelam as verdadeiras razões. Como escreveu Shakespeare: “Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia”. Em política, a frase segue mais atual do que nunca. E como!

Questionando

O vereador Marcos Trad recorreu à sua experiência administrativa para questionar a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Afirmou que uma peça dessa importância não pode ser construída apenas com estimativas, sem estudos técnicos que sustentem os números apresentados. Planejamento exige critérios e responsabilidade, disse.

Aluguel social?

Apesar de o governo insistir em afirmar que “acabou com a pobreza”, agora surge a iniciativa de se criar, via projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados, mais um benefício social. Se a miséria foi vencida, para quem será esse “presente com chapéu alheio” ? Essa é a pergunta que se faz. E, como de costume, a conta cairá no bolso de quem trabalha e paga impostos. Afinal, esses programas não nascem do nada...

Transparência

O vereador também questionou a previsão de arrecadação de R$ 7,2 bilhões sem apresentação dos estudos que a embasem. Cobrou projeções sobre IPTU, ISS, ICMS e Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além de comparativos entre a receita prevista e a arrecadada nos anos anteriores. Ele avalia que a falta dessas informações compromete a análise da LDO e pode resultar em suplementações orçamentárias e mudanças no orçamento durante o ano.

Brecha

E adivinhe só: o projeto é de dois deputados petistas e a proposta até fala em proteção, mas deixou uma brecha que poderá abrir caminho para transferir a custódia às ONGs, que em sua maioria é mais enrolada que macarrão. Coincidência ou não, a porta ficou entreaberta. Em política, quando sobra espaço para interpretação, dificilmente falta interessado em ocupá-lo. A justificativa: foi apenas um detalhe técnico. Dá licença, vai!.

HOMENAGEM

DiálogoFoto: Divulgação UFMS

O educador Pedro Chaves dos Santos Filho, a cantora e compositora Tetê Espíndola e o empresário Edison Ferreira de Araújo foram  agraciados pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul com o Título de Doutor Honoris Causa. Os títulos foram aprovados pelo Conselho Universitário e outorgados pela reitora Camila Ítavo e o vice-reitor Albert Schiaveto. A cerimônia foi realizada dia 2 de julho, no Teatro Glauce Rocha, marcando a celebração dos 47 anos de federalização da universidade, que soma 64 anos de história. A proponente dos títulos, professora Milene Bartolomei Silva, diretora da Faculdade de Educação, resumiu o que unia os três homenageados de áreas tão distintas: “A capacidade de sonhar, de liderar, de inovar e, sobretudo, de deixar marcas permanentes na vida das pessoas”.

 

 

DiálogoFoto: Divulgação UFMS

 

DiálogoFoto: Divulgação UFMS

ANIVERSARIANTES

Sábado (11)

Pio Lopez,
Valmir Guarinão,
Priscilla Davanso Gonçalves,
Rosemary Felipe,
Geraldo Ildelbrand Utinoi,
Juliana da Nobrega Medeiros de Brito,
Maria Ester Cestari,
Matheus Delano de Angelo Mendonça,
Nivaldo Azarias,
Fernando Lopes Nogueira, 
Elso Gaban,
Marcos Antonio Miranda Pereira,
Ines Oliveira Santos, 
Dr. Elpídio Helvécio Chaves Martins,
Rhaquel Rezende,
Suzimar Batistela Magalhães, 
Luiz Antonio Milhorança,
Dra. Ingrid Idê Kohatsu,
Sueli Kasakama Carneiro,
Anivaldo Moraes de Almeida,
Eduardo dos Santos Dionizio,
Claudinei Jung,
Gisele Mendes,
Juliane Gomes do Nascimento,
José Zulin Neto, 
Gleice Mara Amado Ocampos, 
Beatriz Santini, 
André Luis Waideman,
Cynthia Nakaya Kinoshita,
Wilma Chaves de Souza,
Curvelo Muniz,
José Belisário Ferreira Júnior,
Helena dos Santos Silva,
Milton Paes de Macedo,
Ênio Rodrigues Freitas,
Dra. Queila Adriana Rodrigues Curvelo Diniz, 
Felix Sales,
Dr. Marcos José de Brito Rodrigues, 
Fernando Souza Freire,
Liliane Reiko Tamazato,
Ariovaldo Escudeiro,
Geizimary Silva Rodrigues,
Maluse Zaneratto de Moraes,
Gilmar Antonio Damin,
Maria de Fátima Juscelino Maniçoba,
Elayne Amaral Simioli,
Salvina Pinto da Luz,
Ruy Ottoni Rondon Junior,
Leonardo Valadares,
Gabriel de Mattos,
Heitor Murillo da Silva,
Tereza Cristina Albuquerque,
Dr. Antonio Carlos Bilo,
Getúlio Barbosa,
Lúcia Inêz da Silva Souza,
Humberto Machado da Silva,
Paulo Faria Pires,
Valdete dos Santos,
Rodrigo Nascimento da Silva,
Murilo Amaral de Souza,
Bruno Jefferson Rezende,  
Rodrigo Augusto Casadei,
Rainerio Espindola,
Luis Guilherme Branches Formiguieri,
Maria de Lourdes Machado Zanin,
Jenipher Karolliny Nobre de Miranda Palhano,
José dos Santos Gomes Prata,
Fernanda Jorge Guimarães Gelain, 
Eduardo Yukio Nishikawa,          
Júlio Yamashita Imagava,
Sinclei Dagner Espassa, 
Kazuyoshi Takahashi,
Cláudio Caleman,
Juliana Cardoso Zampolli,
Neder Mohamad Salla,
Thiago de Freitas Cardoso Abdo,
Lilian Cambuhi Albarello.

Domingo (12)

Anagildes Caetano Oliveira,
Nina Azambuja Doria Vargas,
Dr. Gualberto Nogueira de Leles,
Raquel Anderson,
Alaor Ferreira de Oliveira,
Erico Levi Baches,
Geraldo Conceição Bordon Ajala,
Leonidas Pereira dos Anjos,
Magali Freire da Silva Campos,
Roberto de Souza Trefilo,
Wilma dos Santos Costa,
Luciene Ibanez Quinhones,
Guilherme Antonio de Moraes,
Cristiane Barbosa do Egito Costa Marques,
Juliana Zanato Martins,
João Carlos da Silva,
Luana Bertagnolli Gonçalves,
Gisele Baís,
Thalyta Santana,
Miriam Paulino dos Santos,
Eduardo Gibo,
Gabriel Henrique Moreira Dias,
Rosangela Rosa Dias de Andrade,
Dra. Alda Lemos de Brito Curado, 
Reinaldo Ayalla,
Antônio Souza de Oliveira,
Dra. Sandra Gaban, 
João Alberto Maymone,
Carlos Roberto Taveira,
Astrogildo Silva de Lima,
Maria Lúcia Nunes Serôdio,
Marcos Antônio Adorno,
Geraldo Ney da Silva,
Carla Fernandes Veiga,
Cleide Pereira de Oliveira,
Regina Helena Scavone,
Terezinha Benzi da Cunha,
Luiz Henrique Ferreira Soares,
Lúcia Pires Pereira,
Dr. João Filgueiras Neto,
Lino Neto Nogueira,
Flávio Cunha de Almeida,
Victor Marcelo Herrera,
Fernando Lopes de Oliveira,
Antônio Fontoura Corrêa da Costa,
Estevão Luiz de Oliveira Neto,
Regina Stela Andreoli de Almeida,
Luciane Fracasso Dierings,
Rafael Paes de Barros Netto,
Renata Gottardi Queiroz Silva, 
Anna Clara Simões,
Dra. Regina Maria Araujo Ajalla,
Dr. Valnei Bento Serra Damasceno,
Emerson Paes de Rezende,   
Sandra Mara Peralta Cabreira,
Marcelo Fontoura Dorneles,
Raphael Modesto Carvalho Rojas,
Ana Celia Franceschini,
Miriam Rumi Sato,
Walderez Rissato Camilo,
Ana Carla Rios Grincevicus,
Keila Priscila de Vasconcelos Lobo Catan,
Clarinda Yamaura Tamashiro,
Magali Corsato,
Marianne Fernandes Barrigosse,   
Jorge Luiz Bittencourt,           
Felipe Cagliari da Rocha Soares,
Wanilza Gomes Soares Vendas.

Colaborou Tatyane Gameiro

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