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ARTE PÚBLICA

O que pode um muro

Projeto Agenda 2030 inaugura, em escolas públicas de Campo Grande, quatro primeiros murais, de um total de 17, que estão sendo criados por grafiteiras sob a inspiração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

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Enquanto duas guerras – Rússia x Ucrânia e Hamas x Israel – deixam todo o planeta em alerta, iniciativas como o projeto Agenda 2030: ODS nos Muros buscam um alento ao terror ao plantar uma semente de esperança em escolas públicas de Campo Grande, sob a inspiração de metas globais criadas pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Com uma lata de spray nas mãos e uma ideia na cabeça, 17 artistas mulheres já começaram a retratar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas paredes de escolas da rede estadual da Capital. 
Por trás da proposta está a vontade de “fazer do ambiente escolar uma verdadeira galeria a céu aberto para abordar de forma lúdica, com alunos e professores, questões emergenciais do nosso planeta”, como meio ambiente, mudança climática, erradicação da pobreza, direitos humanos e consumo de água.


“Já passamos por quatro escolas, e a gente traz essa linguagem artística para a galera do Ensino Médio, que tem essa aproximação com as cores. Muitos querem pintar com as artistas, inclusive alguns pintam e ficam mais interessados”, conta Julia Basso, da Fuá Produções, idealizadora do projeto.


“Teve uma aluna diagnosticada com TOD [Transtorno de Oposição Desafiador] que interagiu e pintou com uma das artistas. Algo que marcou essa menina, e a gente sente que algo muda no ambiente escolar. Os alunos começam a entender o que está sendo pintado ali, porque cada muro reflete um objetivo, ou melhor, cada muro concretiza um dos objetivos”, relata.


Uma construção coletiva que tem tocado a sensibilidade das artistas envolvidas neste processo criativo, como Maria Carolina Ferreira, mais conhecida nas artes visuais por Da Mataa. Residente em Dourados, a jovem de descendência indígena busca atrelar sua experiência artística com a sua formação em Gestão Ambiental.


“Além da própria pintura, que é algo incrível, você deixa um pouco do seu trabalho impresso na rotina escolar, o projeto promove bate-papo das artistas com alunos e professores. Falar da minha vivência, do acordo internacional das ODS, é algo muito bacana. As ODS postas ali são quase uma utopia, falei bastante sobre isso durante a minha roda de conversa. E, claro, do mural que pintei, que retrata a segunda ODS, agricultura sustentável e fome zero, tema que dialoga e muito com minha formação”.

IMPORTÂNCIA HUMANA


No total, 17 muros serão pintados em escolas localizadas desde o centro até a periferia da cidade, contemplando bairros como Parque do Lageado, Moreninhas, União, Jardim Aeroporto, Coophatrabalho, Santo Amaro, Jardim Tijuca, São Francisco, Coophavila, Mata do Jacinto, Itanhangá Park, Estrela do Sul e Nova Lima. Além de outros três muros de espaços públicos da Orla Ferroviária e da Rua Barão do Rio Branco.O andamento dos trabalhos tem gerado expectativa entre as artistas selecionadas, como é o caso de Maria Axiliadora, pedagoga que descende da etnia terena, e da arquiteta e muralista Natacha IK. 


“O projeto tem esse viés igualitário de também buscar artistas indígenas, quilombolas e trans. O muralismo é uma arte em sua maioria masculina, e ter esse foco para o feminino dentro do ambiente escolar é algo de grande relevância. Minha formação acadêmica me traz uma didática com os alunos, quero sensibilizá-los”, diz Auxiliadora.


“Espero que os alunos indígenas se sintam representados nesse muro, que terá como pano de fundo a ODS vida terrestre”, projeta a artista terena. “Faço mestrado em Eficiência Energética e Desenvolvimento Sustentável e estudo sobre as ODS e os impactos. Obviamente, então, é tanta coisa que tenho a dizer que não sei como começar, e acho que poder expressar isso com o meu trabalho artístico é um privilégio”, pontua Natacha.


“A importância é humana, porém, o projeto dá voz ao feminino. É tipo, ‘vem cá, mulher, o que você tem a dizer, assim como a natureza, que gera, cria e amamenta?’. Digo de todas as mulheres, porque as trans também sentem isso, e esse sentir é mais humano. Achei fantástico o projeto abrir isso”, avalia a artista, que terá a missão de retratar a ODS vida na água.

SENTINDO NA PELE


Por atuarem a céu aberto, as participantes do Agenda 2030 têm, literalmente, sentido na pele a onda de calor que vem atingindo em cheio as cidades de Mato Grosso do Sul nas últimas semanas. A questão climática dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que norteiam o projeto.


“O trabalho começou bem na época da onda de calor. Tem sido desafiador, pois em alguns muros a gente tinha sombra e em outros não. Então, tivemos de adaptar os horários de trabalho, porque as artistas corriam risco de insolação. A Letícia Maidana, por exemplo, optou por chegar na escola às 5h30min. Já a Maria Chiang está indo à noite, porque o colégio [do seu mural] tem horário noturno e iluminação. Além, claro, de cuidados com hidratação para toda a equipe”, afirma Julia Basso.


O projeto, bancado pelo Fundo de Investimentos Culturais (FIC), do governo do Estado, ainda prevê a criação de um mapa digital com a localização de todos os murais para integrar o circuito às opções de passeios urbanos na Capital. Mais informações nas redes sociais (@fuaproduções) ou no site fuaproducoes.com.br.

 

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MOBILIDADE

Dia Mundial sem Carro expõe desafios da dependência dos automóveis

Com frota em alta, data coloca em debate a necessidade de integrar transporte público, bicicletas e caminhada ao planejamento urbano

22/09/2026 08h30

Uso de automóvel passa a ser a única opção viável quando cidades não estão preparadas para acolher as necessidades da mobilidade urbana

Uso de automóvel passa a ser a única opção viável quando cidades não estão preparadas para acolher as necessidades da mobilidade urbana Pexels

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Celebrado hoje, o Dia Mundial sem Carro propõe uma pausa no cotidiano marcado pelos deslocamentos de automóvel e abre espaço para uma discussão mais ampla: até que ponto as cidades brasileiras oferecem condições para que deixar o carro em casa seja, de fato, uma escolha?

A data, criada para estimular a reflexão sobre os impactos da dependência dos veículos particulares, também chama atenção para a forma como ruas, bairros e serviços são planejados.

No Brasil, o debate ocorre em meio ao crescimento da frota de veículos, que se aproxima de 135 milhões de unidades registradas. Ao mesmo tempo, novas possibilidades de deslocamento, como bicicletas elétricas, patinetes e outros equipamentos de micromobilidade, passaram a fazer parte da paisagem urbana.

A existência desses meios, porém, não significa necessariamente que eles sejam alternativas acessíveis para toda a população.

Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, professora Lusianne Azamor, a redução da dependência do automóvel está diretamente relacionada à estrutura das cidades. Para ela, a discussão não pode ser colocada apenas como uma mudança de comportamento individual.

“A primeira questão é realmente a cidade oferecer uma infraestrutura urbana adequada, que tenha segurança para que as pessoas possam fazer esse deslocamento com esses tipos de modais. A gente precisa ter calçadas adequadas, vias adequadas, ciclovias e ciclofaixas conectadas, arborização, iluminação no período noturno e um transporte público que realmente atenda essa população”, defende.

A avaliação considera que a escolha pelo automóvel, muitas vezes, está relacionada às condições oferecidas pelos demais meios de transporte.

Se caminhar significa enfrentar calçadas inadequadas, se pedalar envolve trajetos sem conexão ou segurança e se o transporte coletivo exige longos períodos de espera, o carro acaba ocupando uma posição privilegiada entre as opções disponíveis.

ALÉM DAS ALTERNATIVAS

Uma das questões centrais para diminuir a dependência dos veículos particulares é a integração entre os diferentes meios de transporte.

A construção de uma ciclovia isolada, a instalação de um novo ponto de ônibus ou a oferta de equipamentos de micromobilidade não resolvem sozinhas os problemas de deslocamento.

Na prática, uma mesma viagem pode envolver diferentes modais. Uma pessoa que vive em uma área mais afastada pode caminhar ou pedalar até um terminal, utilizar o transporte coletivo para percorrer uma distância maior e completar o trajeto novamente a pé ou de bicicleta.

Para que isso funcione, entretanto, os sistemas precisam estar conectados.

“Essa conexão é muito importante. Os modais precisam estar interligados e também ter uma relação com a própria organização urbana, para que as pessoas consigam fazer esses deslocamentos com conforto e segurança”, afirma Lusianne.

Nesse cenário, mobilidade urbana deixa de ser apenas uma questão de trânsito. Ela passa a envolver calçadas, iluminação, arborização, transporte público, ciclovias, segurança e também a localização das moradias e dos serviços.

A distribuição das atividades pela cidade influencia a quantidade e a distância dos deslocamentos. Quando moradia, trabalho, escola, comércio e serviços estão concentrados em regiões muito distantes umas das outras, aumenta a necessidade de percorrer grandes trajetos diariamente.

“Quando as pessoas moram mais próximas da sua atividade do dia a dia, do trabalho, do estudo, do comércio e dos serviços de que precisam, os deslocamentos ficam menores. Então, a gente consegue fazer esses percursos utilizando outros modais além do carro”, pontua.

A chamada cidade compacta envolve pensar na presença de diferentes usos em uma mesma região, permitindo que parte das necessidades cotidianas possa ser atendida sem grandes deslocamentos.

PLANEJAMENTO URBANO

A relação entre urbanização e automóveis não é recente.

De acordo com Lusianne, parte da configuração das cidades brasileiras atuais está ligada a um modelo de planejamento que ganhou força especialmente nas décadas de 1960 e 1970, período em que a circulação dos veículos passou a ter grande influência na organização urbana.

“Quando a gente pensa a cidade a partir da circulação somente de veículos, perde a escala das pessoas, perde a escala do caminhar, do pedalar e perde também a noção de como a gente ocupa a cidade”, afirma.

A mudança dessa lógica passa por recuperar a chamada escala humana. Isso significa considerar não apenas a velocidade e a capacidade de circulação dos veículos, mas também a experiência de quem caminha, pedala, espera o ônibus ou permanece nos espaços públicos.

Nesse sentido, elementos aparentemente simples podem determinar se uma pessoa se sente confortável para fazer um percurso a pé ou de bicicleta.

Em cidades de temperaturas elevadas, por exemplo, a arborização pode representar uma diferença importante para quem precisa caminhar durante o dia. À noite, a iluminação das ruas e calçadas também influencia a percepção de segurança e a possibilidade de utilização dos espaços.

Mas, segundo a professora, esses elementos não devem ser pensados separadamente.

“Não é simplesmente falar que precisa de árvore ou que precisa de iluminação. É pensar que tipo de iluminação, que tipo de arborização e como esses elementos se relacionam. Uma árvore que garante sombra durante o dia também não pode comprometer a iluminação à noite”, pontua.

O CENÁRIO EM CAMPO GRANDE

Em Campo Grande, o contraste entre o crescimento da frota e a redução no número de passageiros do transporte coletivo ajuda a dimensionar o desafio.

Entre 2024 e 2025, aproximadamente 26 mil veículos foram acrescentados à frota da Capital. No mesmo período, a média diária de passageiros dos ônibus caiu para cerca de 102,5 mil usuários.

O número é significativamente inferior ao registrado em 2016, quando o transporte coletivo municipal contabilizava mais de 201 mil passageiros por dia.

Outro levantamento, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande, apontou que 63% dos usuários entrevistados chegam a gastar até quatro horas por dia considerando o tempo de espera nos pontos, passagem pelos terminais e as viagens de ida e volta.

A decisão de utilizar ou não um automóvel não depende somente da disposição de uma pessoa em optar por outro meio de transporte. O tempo gasto no deslocamento, a segurança do percurso, o conforto e a possibilidade de integração entre diferentes modais também interferem nessa decisão.

Para Lusianne, por isso, a mobilidade precisa ser analisada em conjunto com outras áreas do planejamento urbano. Habitação, segurança pública e uso do solo estão relacionados à maneira como a população se desloca.

Uma cidade que concentra empregos e serviços em determinadas regiões, enquanto mantém áreas residenciais distantes desses locais, cria necessidades de deslocamento que precisam ser consideradas pelo planejamento.

Da mesma maneira, a ausência de infraestrutura adequada em determinadas regiões pode restringir as opções disponíveis para os moradores.

O planejamento, nesse contexto, também precisa considerar as particularidades de cada comunidade e incorporar a participação da população na construção das soluções.

APROVEITAR O TRAJETO

A escolha pelo deslocamento a pé ou de bicicleta também altera a relação com a cidade. Em vez de atravessar uma região rapidamente dentro de um automóvel, o percurso permite observar as ruas, estabelecimentos, praças e outras pessoas que ocupam aquele espaço.

“Quando as pessoas começam a andar, a pedalar nas cidades, elas começam a viver um pouco mais a cidade. Passam a perceber a cidade de outra forma, a parar, olhar, vivenciar aquele momento”, afirma.

Para a professora, essa mudança pode ser percebida inclusive na região central de Campo Grande, que passou a receber diferentes formas de ocupação e circulação, inclusive durante a noite.

A presença de pessoas nas ruas pode contribuir para a movimentação dos espaços, fortalecer o sentimento de pertencimento e também beneficiar atividades comerciais.

“A pessoa que está caminhando ou pedalando percebe os comércios, os serviços, os espaços. É uma relação muito diferente daquela de quem simplesmente passa por esses caminhos dentro do carro”, explica.

Diálogo

A campanha eleitoral de 2026 está a todo vapor lá pelas bandas da... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta terça-feira (22)

22/09/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Bráulio Bessa - Escritor brasileiro

"Recomece! Se refaça! Relembre o que foi bom. E se um dia lá na frente, a vida der uma ré, recupere a sua fé, e recomece novamente”.

FELPUDA 

A campanha eleitoral de 2026 está a todo vapor lá pelas bandas da Prefeitura Municipal de Campo Grande. Mas engana-se quem pensar que funcionários com cargos comissionados estão engajados nas eleições para presidente, governador, senador ou deputado federal. O foco mesmo é na eleição de candidato a uma cadeira para chamar de sua na Assembleia de MS. Não se sabe se a adesão é voluntária ou “por livre e espontânea pressão”, mas os servidores mergulharam de cabeça. Como diria vovó: “O que não se faz para manter a amizade...”.

Livres

Está vigorando desde o último sábado, a proibição da prisão de candidatos que disputam eleições deste ano. A determinação vai até 48h após o encerramento da votação do primeiro turno.

Mais

A prisão ou detenção dos candidatos, durante o período da vigência da medida, que vai até o dia 6 de outubro, só poderá ocorrer em casos de flagrante delito.

DiálogoFoto: Divulgação/Sesc

Nesta quinta-feira (24), às 19h, será realizado o show do Trimanos Brasil, formado pelos irmãos paraenses Gleydson, Yvison e Lohan. A jovem banda vem ampliando sua projeção nacional e acumula milhões de visualizações e seguidores nas redes sociais. Parte dessa conexão com o público está na releitura de músicas conhecidas , interpretadas a partir da identidade musical construída pelos trio. A apresentação acontecerá no Sesc Teatro Prosa. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis pelo Sympla.

DiálogoDra. Maria Auxiliadora Budib - Foto: Studio Vollkopf

 

DiálogoMarcella Zorzo - Foto: Arquivo pessoal

Nem aí...

Na reta final da campanha eleitoral, os plenários da Câmara Municipal de Campo Grande e da Assembleia Legislativa de MS deverão ficar esvaziados, na medida em que os candidatos correm contra o tempo em busca dos votos dos indecisos. Como se a Capital não estivesse em estado de emergência e, portanto, não precisasse de atenção redobrada neste momento.

Em campanha

A tal força-tarefa anunciada em alto e bom som 24 horas após o temporal parece não ter decolado como o cidadão que paga seus impostos esperava. Na Assembleia, o assunto entre os deputados estaduais é um só: a reeleição. Todos em plena campanha para garantir mais quatro anos de mandato. Nada como viver numa cidade e num estado sem problemas, né?! Dá licença!

Resgate

Uma postagem do secretário da Casa Civil, Walter Carneiro Júnior, nas redes sociais resgatou registros de 2010 para reforçar sua trajetória na política. No resgate histórico, ele relembra a criação do Bloco de Desenvolvimento Regional e a consolidação do municipalismo como pauta central, destacando a ascensão do ex-governador Reinaldo Azambuja, hoje candidato ao Senado. Ao conectar o trabalho realizado ao longo da última década às transformações vividas pelo MS, Walter Carneiro aproveita a publicação para reafirmar seu compromisso com a gestão pública, e não por acaso, para manter o municipalismo em evidência.

ANIVERSARIANTES

  • Carla Guizzo Couto Rocha de Lima;  
  • Leide Simioli de Brito;  
  • Giovanna Maria Assis Trad Cavalcanti;  
  • Ariane Pina Ferreira Moreira;  
  • Luciana Gonçalves Rolo;  
  • Marcia Arashiro de Lima;  
  • João Komathu;  
  • Sandra Moragas Leite de Barros;  
  • Mauricio Ramão Fernandes;  
  • José Leite da Silva Sobrinho;  
  • Mauricia de Arruda Cortez;  
  • Zoleni Santos de Mattos;  
  • Maria Angelica de Freitas Oliveira;  
  • Florentino Edmundo Talgatti;  
  • Pablo Henrique Avelino da Silva;  
  • Marlene Pontim Gomes;  
  • Van Hanegam Donero;  
  • Edgar Calixto Paz;  
  • Rubens Clayton Pereira de Deus;  
  • Humberto Ivan Massa;  
  • Sônia Gonçalves Kaneshige;  
  • Fagner Saltarelli;  
  • Jacqueline Folley Coelho;  
  • Adão Rodrigo Coene;  
  • Sergio Costa dos Santos;  
  • Claudiney Guimarães Alves;  
  • Leonardo Kling;  
  • Luiz D’Ávila;  
  • Domingos Alves da Silva;  
  • José Luiz Forte Filho;  
  • Maquielves Lopes Grison;  
  • Brunella Meura;  
  • Livia Alves Barcelos;  
  • João Dias;  
  • Cristina Hebe Scardini;  
  • Norberto Antonio Soares;  
  • Marco Aurélio Pallacio;  
  • Paula Helena Saab Mujica;  
  • Maria de Lourdes Calixto Mendes;  
  • Maria Nadir Militão;  
  • Marcelo Barbosa da Fonseca;  
  • Leonardo Coimbra;  
  • Marilda da Silva Tôrres;  
  • Rafael Mendonça;  
  • Gervásio Scheid;  
  • Alomah Rizk;  
  • Mary Radeck de Carvalho;  
  • Danilo Antonio Bruschi;  
  • Waldir Roma Ferreira;  
  • Diana Moreira Santana;  
  • Dra. Regina Célia Azuaga;  
  • Simone Ribeiro Pereira;  
  • Rocino Ramiro Cavalcanti;  
  • José Pereira de Souza;  
  • Erik Pereira de Castro;  
  • Aureo Franco Vilela;  
  • Maria Helena Fonseca;  
  • Rosa Maria de Barros;  
  • Meire Teixeira;  
  • Claudete Oliveira da Vera Cruz;  
  • Francisca Auzenir da Silva;  
  • Ivaneide de Araújo Armoa;  
  • Jean Kleber Paiva Barbosa;  
  • Santos de Oliveira Junior;  
  • Edson Ferreira da Silva;  
  • André Luiz Ossuna;  
  • Luiz Carlos de Lima;  
  • Jorge Ossamo Karimata;  
  • Dr. Renato Lúcio Martins;  
  • Paulo Cesar de Santos de Barros;  
  • Akiko Kanayama;  
  • Julião Flaves Gauna;  
  • Maria Eunice Corrêa;  
  • Gilda Lopes Braga;  
  • Rodrigo Targino de Almeida;  
  • Luiz Carlos Rodrigues;  
  • Antônio Henrique Nantes;  
  • Juliana Nunes;  
  • Adelina Tocie Miyashiro;  
  • Ronivaldo Farias de Mendonça;  
  • Augusto César Sepalho;  
  • Gilmar Javorski;  
  • Maria Cristina Coutinho da Silva;  
  • Márcio Teruhiko Yamamoto;  
  • Iedenilda Yocie Oyadomari;  
  • Nedir Migueis Pinto;  
  • Richard Alexandre Lima Siqueira;  
  • Francisco Maia Nogueira;  
  • Mirian Bezerra Sesper;  
  • Rogério Pereira Spotti;  
  • Sílvio Lucas Costa;  
  • Miguel Antunes de Miranda Sá;  
  • João Carlos Klaus;  
  • Fábio Medeiros Szukala;  
  • Lowatto Yuuichi Yamasaki;  
  • Eliana de Jesus Gonçalves Tiecher;  
  • Ana Helena Bastos e Silva Cândia;  
  • Kleber Vieira Cação;  
  • Antônio Neves de Medeiros;  
  • Carlos Roberto de Faria;  
  • Arianne Gonçalves Mendonça;  
  • Wania Helena de Carvalho;  
  • Arlindo Mariano de Farias;  
  • Marilda do Carmo Rodrigues;  
  • Heber Seba Queiroz;  
  • Adenil José de Oliveira;  
  • Maria Aparecida Corrêa Marques;  
  • Fernando Tatsunori Kuboyama;  
  • Andrea Luiza Tôrres de Figueiredo;  
  • Macoto Okuda;  
  • Alberto Angelisio Spani.

Colaborou com Tatyane Gameiro

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