Correio B

CANETAS EMAGRECEDORAS

Patente do Ozempic cai hoje e abre caminho para genéricos no Brasil

Fim da exclusividade da semaglutida deve reduzir preços, estimular concorrência e facilitar entrada do medicamento no SUS

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A partir de hoje, um dos medicamentos mais populares no tratamento do diabetes tipo 2 e amplamente conhecido também pelo uso no controle de peso entra em uma nova fase no Brasil.

A patente da semaglutida, princípio ativo do Ozempic, chega ao fim após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que optou por não prorrogar a proteção exclusiva da fórmula no País.

Na prática, a medida abre o mercado para a produção de versões genéricas e similares, o que pode impactar diretamente o preço e o acesso ao tratamento.

Até então, a farmacêutica Novo Nordisk detinha exclusividade na fabricação e comercialização da semaglutida. Com o término da patente, outras empresas passam a ter autorização para desenvolver medicamentos com o mesmo princípio ativo, desde que cumpram as exigências regulatórias.

Em 2025, a Anvisa passou a priorizar as análises para liberação das canetas para empresas nacionais. Por isso, o primeiro registro da semaglutida no Brasil pode sair ainda no fim de maio, com as farmacêuticas Àvita Care, EMS e Megalabs à frente na corrida.

A pressa das empresas se dá para garantir a conquista de um mercado que movimentou R$ 10 bilhões com as canetas emagrecedoras no último ano e promete movimentar R$ 15,6 bilhões em 2026.

QUEDA DE PREÇOS

Um dos efeitos mais esperados com a quebra da exclusividade é a redução no preço. Atualmente, a caneta de Ozempic pode custar cerca de R$ 1.000, valor que limita o acesso de muitos pacientes. Especialistas do setor farmacêutico apontam que, com a entrada de novos fabricantes, o preço pode cair entre 30% e 50% ao longo dos próximos anos.

Esse movimento segue uma lógica já observada com outros medicamentos: quanto maior a concorrência, menor tende a ser o custo final para o consumidor.

No entanto, essa redução não deve acontecer de forma imediata ou uniforme. Fatores como escala de produção, logística e estratégia comercial das empresas influenciam diretamente no valor final nas farmácias.

PRODUÇÃO NACIONAL

A expectativa em torno da quebra da patente já mobiliza o setor farmacêutico. Empresas brasileiras e multinacionais estão em uma espécie de “corrida industrial” para lançar suas próprias versões da semaglutida.

Parcerias para produção local também começam a ser estruturadas, o que pode fortalecer a indústria nacional e reduzir a dependência de importações.

Além disso, a produção local tende a facilitar a distribuição do medicamento e, potencialmente, acelerar sua chegada a diferentes regiões do País. Ainda assim, o processo exige investimentos em tecnologia e infraestrutura, especialmente por se tratar de um medicamento biológico complexo.

Por fim, a chegada dos genéricos às farmácias ainda depende da aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Atualmente, diversos pedidos de registro de versões da semaglutida estão em fase final de análise.

A agência é responsável por avaliar a segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos antes de autorizar sua comercialização. Esse processo pode levar meses, o que significa que os consumidores podem não ver mudanças imediatas nas prateleiras.

No caso de medicamentos biológicos, como a semaglutida, as versões alternativas são conhecidas como biossimilares – produtos altamente semelhantes ao original, mas não idênticos, exigindo estudos mais complexos para comprovação de equivalência.

IMPACTO NO SUS

Outro ponto central da discussão é o impacto da quebra da patente no Sistema Único de Saúde (SUS). Com a tendência de redução de preços, cresce a possibilidade de o SUS incorporar a semaglutida em suas políticas de tratamento.

Hoje, o acesso ao medicamento pelo sistema público é limitado, principalmente em razão do alto custo. Com versões mais baratas disponíveis, o cenário pode mudar, ampliando o tratamento para pacientes com diabetes tipo 2 e, eventualmente, obesidade – duas condições que representam desafios crescentes para a saúde pública no Brasil.

A inclusão no SUS, no entanto, depende de avaliações de custo-benefício e da incorporação oficial por órgãos responsáveis, como a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Decisão do STJ

Em janeiro, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu não prorrogar o prazo de vigência das patentes dos medicamentos Ozempic e Rybelsus, ambos utilizados no tratamento do diabetes tipo 2 e também no controle do peso corporal.

A ação foi movida pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, em conjunto com a Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda., contra o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi).

As empresas alegaram demora na análise dos pedidos de patente e solicitaram o reconhecimento da chamada “mora administrativa”, com a consequente extensão do prazo de exclusividade.

O pedido, no entanto, já havia sido negado nas instâncias anteriores. Os tribunais entenderam que, após o julgamento da ação direta de inconstitucionalidade (ADI) nº 5.529 pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ficou estabelecido que a validade das patentes de invenção no Brasil é de 20 anos, contados a partir do depósito do pedido no Inpi, sem possibilidade de prorrogação judicial em razão de atrasos administrativos.

Ao analisar o caso, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) destacou que a Constituição Federal prevê a exploração exclusiva de invenções por prazo determinado.

Segundo a Corte, eventuais usos indevidos por terceiros podem gerar direito à indenização desde a data do depósito do pedido, o que não altera o limite temporal da patente.

No recurso ao STJ, as farmacêuticas voltaram a argumentar que houve demora excessiva por parte do Inpi na tramitação dos processos e pediram a extensão das patentes por mais 12 anos.

As empresas também defenderam que o direito à indenização não substitui o período de exclusividade garantido pela patente e que o Estado deve reparar os prejuízos causados pela demora administrativa.

Apesar dos argumentos, a 4ª Turma do STJ manteve o entendimento das instâncias anteriores e rejeitou o pedido de prorrogação das patentes.

Alerta

Diabéticos devem ter cuidado redobrado com a saúde bucal

No Dia Mundial da Saúde Bucal, especialista alerta que inflamações na gengiva podem agravar a diabetes e reforça a importância do acompanhamento odontológico regular para prevenir complicações

19/03/2026 09h00

Higiene bucal diária é essencial para a prevenção de complicações odontológicas

Higiene bucal diária é essencial para a prevenção de complicações odontológicas Divulgação

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Celebrado no dia 20 de março, o Dia Mundial da Saúde Bucal chama a atenção para a ligação direta entre a saúde da boca e o funcionamento do organismo como um todo. Entre os pontos de maior preocupação está a relação entre doenças gengivais e a diabetes, condição que afeta milhões de brasileiros e exige cuidados contínuos.

Especialistas alertam que problemas bucais podem interferir diretamente no controle da glicose no sangue, agravando o quadro de quem convive com a doença. Ao mesmo tempo, o descontrole glicêmico também aumenta o risco de complicações na cavidade oral, criando um ciclo que exige atenção redobrada e acompanhamento multidisciplinar.

A conexão entre saúde bucal e diabetes é considerada bidirecional. Isso significa que uma condição pode influenciar diretamente a outra. Segundo a cirurgiã-dentista e especialista em periodontia Marina Lua Manfrin Martins, quando os níveis de glicose estão elevados, o organismo se torna mais vulnerável a infecções, inclusive na boca. 

Esse cenário favorece o surgimento de inflamações gengivais, como a gengivite e a periodontite, que atingem não apenas a gengiva, mas também os tecidos de sustentação dos dentes.

Em contrapartida, essas infecções aumentam o processo inflamatório no corpo, dificultando ainda mais o controle da glicemia.

“Quando os níveis de glicose no sangue estão elevados, o organismo fica mais suscetível a infecções, inclusive na cavidade bucal. Ao mesmo tempo, infecções bucais podem aumentar a inflamação no organismo e dificultar o controle da glicemia”, explica a cirurgiã-dentista.

Na prática, isso significa que uma pessoa com diabetes descompensada tem maior probabilidade de desenvolver problemas bucais, e esses problemas, por sua vez, tornam o controle da doença ainda mais difícil.

Um dos principais pontos dessa relação está no impacto da inflamação no organismo. Doenças gengivais provocam uma resposta inflamatória contínua que pode aumentar a resistência à insulina, hormônio responsável por regular os níveis de açúcar no sangue.

“Essas doenças provocam um processo inflamatório no organismo que pode aumentar a resistência à insulina, hormônio responsável por controlar os níveis de açúcar no sangue”, afirma Marina.

Com isso, o corpo passa a ter mais dificuldade para utilizar a glicose de forma adequada, elevando ainda mais os níveis glicêmicos. Esse processo pode contribuir para o agravamento da diabetes e aumentar o risco de complicações sistêmicas, como doenças cardiovasculares e problemas renais.

Além disso, pacientes com diabetes frequentemente apresentam outros problemas bucais associados, como a xerostomia, infecções recorrentes e cicatrização mais lenta após procedimentos odontológicos, o que pode tornar tratamentos mais complexos e prolongados.

IMPACTOS

Os efeitos das doenças bucais em pessoas com diabetes não se limitam ao aspecto clínico. A dor, o desconforto ao mastigar e até a perda de dentes podem impactar diretamente a alimentação e a nutrição, dificultando ainda mais o controle da glicemia.

Pacientes com dor ao mastigar, por exemplo, tendem a evitar alimentos mais duros ou fibrosos, como frutas, verduras e proteínas magras, optando por alimentos mais macios e, muitas vezes, mais ricos em carboidratos simples. Esse padrão alimentar pode agravar o descontrole glicêmico.

Além disso, questões como mau hálito persistente e alterações estéticas podem afetar a autoestima e a vida social, o que reforça a importância de um cuidado integral que considere não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional.

DOENÇAS GENGIVAIS

Estudos e a prática clínica indicam que pessoas com diabetes têm maior predisposição ao desenvolvimento de doenças periodontais. Isso ocorre não apenas por conta da imunidade mais baixa, mas também pelas alterações na circulação sanguínea e na resposta inflamatória do organismo.

A gengivite, estágio inicial, costuma se manifestar com vermelhidão, inchaço e sangramento durante a escovação. Já a periodontite, forma mais avançada, pode levar à destruição dos tecidos que sustentam os dentes, resultando até mesmo na perda dentária.

Em casos mais graves, os dentes podem apresentar mobilidade, um sinal de comprometimento significativo da estrutura óssea e gengival. Esse tipo de situação exige tratamento especializado e pode impactar diretamente a qualidade de vida do paciente.

“Em casos mais avançados, também pode ocorrer mobilidade dentária, quando os dentes passam a apresentar movimento por causa do comprometimento dos tecidos que os sustentam”, alerta a docente.

Alguns sintomas na cavidade bucal podem indicar que a diabetes não está bem controlada. Ficar atento a esses sinais é fundamental para buscar ajuda profissional o quanto antes.

Entre os principais indícios estão: Gengivas vermelhas, inchadas ou sensíveis; sangramento frequente durante a escovação ou uso do fio dental; mau hálito persistente; sensação constante de boca seca; presença de feridas que demoram a cicatrizar; infecções bucais recorrentes.

Esses sinais não devem ser tratados como problemas isolados. Muitas vezes, eles refletem um desequilíbrio maior no organismo e podem ser o primeiro indicativo de que o controle glicêmico precisa ser revisto.

PREVENÇÃO DIÁRIA

Apesar dos riscos, a boa notícia é que a maioria das complicações pode ser evitada com cuidados simples no dia a dia. A higiene bucal adequada é a principal aliada na prevenção de doenças gengivais, especialmente para pessoas com diabetes.

A recomendação inclui escovar os dentes após as refeições, utilizar fio dental diariamente e manter uma boa hidratação para evitar a boca seca. O uso de enxaguantes bucais pode ser indicado em alguns casos, sempre com orientação profissional.

Outro ponto essencial é o controle da diabetes. Manter os níveis de glicose dentro dos parâmetros recomendados ajuda a reduzir significativamente o risco de infecções e inflamações, inclusive na boca.

Além da higiene, hábitos de vida têm papel fundamental na manutenção da saúde bucal e no controle da diabetes. Uma alimentação equilibrada, rica em fibras, vitaminas e minerais, contribui tanto para a saúde das gengivas quanto para o controle glicêmico.

Evitar o consumo excessivo de açúcares e alimentos ultraprocessados é uma medida importante, já que esses produtos favorecem tanto o aumento da glicose no sangue quanto o desenvolvimento de cáries e inflamações gengivais.

O tabagismo também merece atenção. Fumar aumenta significativamente o risco de doenças periodontais e dificulta a cicatrização, e é um fator agravante especialmente perigoso para pessoas com diabetes.

Além dos cuidados em casa, o acompanhamento regular com o dentista é indispensável. Para pessoas com diabetes, a recomendação geral é realizar consultas a cada três a seis meses, dependendo do quadro clínico.

Essas visitas permitem identificar precocemente qualquer alteração na gengiva ou nos dentes, evitando a progressão de doenças e reduzindo a necessidade de tratamentos mais invasivos.

Durante o atendimento, o profissional também pode orientar sobre técnicas adequadas de higiene bucal, indicar produtos específicos e avaliar a necessidade de intervenções preventivas, como limpezas mais frequentes.

Outro ponto destacado por especialistas é a importância da integração entre diferentes áreas da saúde. O acompanhamento de pessoas com diabetes deve envolver não apenas médicos, mas também dentistas, nutricionistas e outros profissionais.

Essa abordagem integrada permite um cuidado mais completo, considerando todos os fatores que podem influenciar o controle da doença. 

Em muitos casos, o dentista pode ser o primeiro a identificar sinais de descontrole glicêmico, encaminhando o paciente para avaliação médica.

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Felpuda

Deputados com base eleitoral em Dourados, segundo maior colégio eleitoral...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (19)

19/03/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Benjamin Disraeli - escritor britânico

"Há pessoas silenciosas que são muito mais interessantes que os melhores oradores”.

 

FELPUDA

Deputados com base eleitoral em Dourados, segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso do Sul, terão de apertar o passo para não ficarem para trás, com os olhos voltados para a reeleição. Os deputados estaduais interessados no “aqui me tens de regresso” são o veterano José Teixeira (ainda tucano, mas a caminho do PL), Lia Nogueira (PSDB), Gleice Jane (PT) e Renato Câmara (MDB). E quem está também com as botinas calçadas e correndo o trecho é a vereadora mais votada do município, Isa Jane Marcondes (Republicanos). Como se vê, na terra do agro há “colheita” até de pré-candidaturas.

DiálogoO anuário estatístico do turismo de Bonito – ano-Base 2025 mostra índices expressivos no município e na região da Serra da Bodoquena. Os dados, divulgados pelo observatório do turismo e eventos de Bonito (oteb), indicam que foram recebidos 293.712 visitantes no ano que passou, número que mantém o destino em patamar elevado de fluxo turístico, após a forte recuperação registrada no período pós-pandemia. Mostram também a alta procura pelos atrativos naturais: foram registradas 880.669 visitações, consolidando a localidade como um dos principais destinos de ecoturismo do País. Em 2025, o aeroporto regional da cidade contabilizou 36.388 desembarques, o maior volume da série histórica desde a retomada das operações regulares. O número representa cerca de 12,39% dos turistas que chegaram ao destino utilizando o modal aéreo. Na hotelaria, a taxa média de ocupação ficou em 53%, mantendo estabilidade em relação ao ano anterior e demonstrando a consolidação do setor após o período de retomada do turismo.
DiálogoRosana Razuk e Dr. Claudio Razuk

 

DiálogoDra. Beatriz Graf

Tomou!

Sem choro nem vela! Assim uma pessoa foi condenada pelo Tribunal de Justiça de MS a indenizar mãe e filha por crime de racismo. O fato ocorreu em Corumbá, e as ofensas foram dirigidas em local público a uma criança de 10 anos. Entre as expressões utilizadas estavam termos depreciativos relacionados à cor da pele e ao cabelo da vítima. A ré até tentou diminuir o valor da indenização, mas não teve jeito.

Martelo

O ex-deputado federal Fábio Trad deverá se encontrar com Lula, em Brasília, nos próximos dias para, dizem, bater o martelo sobre sua pré-candidatura ao governo do Estado. Este será o seu primeiro encontro com o petista. Desde que não foi eleito, em 2022, para a Câmara dos Deputados, Fábio atua como nomeado na Embratur. No seu encontro com Lula, deverá ser discutido o cenário político em MS e futuras estratégias.

Pois é...

Está tramitando na Câmara projeto de lei federal que reconhece como de relevante interesse social e cultural as atividades realizadas por motoclubes, motogrupos, motocarclubes e outras entidades dedicadas ao motociclismo ou automobilismo como expressão cultural, de lazer e convívio social. A proposta é da deputada Cristiane Lopes e a justificativa é de que manifestações reconhecidas ganham prioridade ou facilidade no acesso a editais, recursos do Sistema Nacional de Cultura e leis de incentivo, como Rouanet e Aldir Blanc. Nada como viver num país sem problemas!...

Aniversariantes

Márcia Ivanov,
Dr. José Eduardo Cury,
Thaís de Castro Trindade Violin,
Fayez Feiz José Rizk,
Geovana Bigaton Sabadotto,
Fátima Caseiro,
José Henrique da Rocha Paim,
Osmar José Schossler,
Mauricio Kanashiro,
José Carlos de Lemos Ribeiro,
Wellington Klimpel do Nascimento,
José Edir Chaves de Siqueira,
Jacqueline Varela Lima,
Daniel Castro Gomes da Costa,
Regina Maria de Araujo Kadri,
José Henrique Gonçalves Trindade,
Cláudio Aparecido de Oliveira Silva,
Renato Artiolli Barnabe,
Bianca Wolek,
Maria José da Costa Kassar,
Wilson Borges de Sousa,
José Chadid,
Edilza Maria Cazerta Goulart,
Emilia Massako Higa Nakao,
Laerte Monteiro Morais,
Kassilene Carneiro Cardadeiro,
Neuza de Souza Romero,
Dr. Antônio Toshime Arashiro,
Maria de Lourdes Maciel,
Ataridson Santos Almeida,
Eduardo Gheno,
Vangler Sergio do Nascimento,
Néri Muncio Compagnone,
Marilane Maria Fenner,
Dr. Josiberto Martins de Lima,
José Roberto Gianini,
Renata Almeida Caminha,
Dr. José Schroder Campos,
Dr. Hélio Fernandes da Silva,
Renato Curado do Amaral,
Lina Maria Honda Flôres,
Leonardo Calixto,
Dr. José Zacarias de Barros,
Maria José Vital,
José Vianna Lyrio,
Abetisa Arakaki Komiyama,
Denise Puccinelli,
Aurea Lilia Spengler Vavas,
Silvio Rodrigues,
Dib Jorge Abussafi Figueiró,
Tailci Cristina de Rosa Silva,
Roberto Asato,
Maricy Godoy,
Renato Martinez da Silva,
Sandro Christhopher de Oliveira,
João Maria Ribeiro dos Santos,
Andréa Alves do Egito,
Laura Cardoso,
Maria José Antunes de Souza,
Fernando César Corrêa,
Dr. José Leão Ribeiro,
Cerise Rodrigues Pereira,
José Reinaldo Carneiro Tavares,
Pantalena Guido,
Razuk Jorge Neto,
Grasiella Alvarez Benetti de Lima,
José Humberto Duarte,
Josefa Gimenes Araujo,
José Luis Mattos Cunha,
Lana Meire Saad Peron,
Gisele Maria de Carvalho Bueno,
Márcio Pereira,
Dolores Benitez Nardini,
Margareth Caimar,
Walter Renato Gonçalves,
Ana Cristina Medeiros Santana Lopes,
Tânia Thijiride da Silva Ramires,
Adriana Lázaro,
José Ricardo de Assis Perina,
Mônica Vieira Leremen Zart,
Gilberto Apolinário,
Márcio Nogueira de Moraes,
Paulo Roberto Lima Fernandes,
José Caetano Pereira,
Rose Mary Monteiro,
José Bonifácio de Paula Serra,
Rafael Batista da Rocha,
José Garcia Maia,
Elizabeth Freitas Valim de Melo,
José Manfroi,
Nilcimar Gomes Sales,
Fábio Peró Corrêa Paes,
Ricardo Bittencourt,
Ademir Gastardelo,
Marcelo Puchalski Rezende,
Ricardo Flores de Carvalho,
José Leôncio Benites,
Alpheu Rodrigues de Alencar Neto,
Bruno Mazzo Ramos dos Santos,
José Carlos Del Grossi,
Cristiane Rodrigues,
Juliana Fernandes Neves,
Elaine Cristina Ribeiro da Silva,
Rodrigo Sêmpio Faria,
Fábio Davanso dos Santos,
Jaci Lucia de Abreu,
Pericles Soares Filho,
Zeliana Luzia Delarissa Sabala,
Gesse Cubel Gonçalves,
Maria Alice Nunes Vieira,
Ricardo Ribeiro Tavares. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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