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Personal Organizer proporciona melhor qualidade de vida através da organização de espaços

Profissional faz de casas e escritórios organizados muito mais do que ambientes físicos oferecendo soluções inteligentes

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A Indoor é a junção de conforto, praticidade e organização em um único ambiente. Há cinco anos a empresa fundada pela personal organizer Claudia Pessoa, oferece soluções inteligentes para espaços residenciais e profissionais em todo o Brasil, transformando o conceito de organização em qualidade de vida.

"A organização do ambiente pode ter um impacto significativo na saúde mental das pessoas. Quando o ambiente está desorganizado, pode causar estresse e ansiedade, pois há uma sensação de falta de controle e sobrecarga mental.

Por outro lado, estar em um ambiente organizado pode ter efeitos positivos na saúde mental, pois ajuda a reduzir a sensação de sobrecarga e desordem. Quando sabemos onde as coisas estão e podemos encontrar o que precisamos facilmente, isso nos dá uma sensação de controle e segurança.

Além disso, um ambiente organizado pode ajudar a promover uma sensação de calma e tranquilidade, tornando-o mais agradável e confortável. Portanto, a organização do ambiente pode contribuir para a saúde mental, pois pode reduzir o estresse e a ansiedade, aumentar a sensação de controle e segurança, e promover a sensação de calma e tranquilidade", explica a personal.

A organização dos espaços traz mais qualidade de vida - Foto: Divulgação

Claudia Pessoa, 57 anos, é de Niterói (RJ), e tinha a sua própria rede de loja de roupas e sapatos, quando em 2018 decidiu mudar e investir em um novo negócio. A empresária tem sua mãe como fonte de inspiração, pois ela atuava no mercado de design de interiores, e foi assim que herdou o interesse pelo mundo da organização.

“Sempre gostei de trabalhar com algo que proporcionasse algum tipo de bem-estar para as pessoas... Seja ao vestir uma roupa nova ou decorar uma casa, por exemplo. A ideia de poder transformar a vida de alguém de forma positiva é o que me motiva a fazer o que faço. Por isso, decidi ingressar na área fazendo algo que eu já gostava, mas de uma forma diferente”, relembra.

Especialista em organização de espaços, sua empresa oferece serviços para ambientes residencial e profissional, organização para noivos, baby organizer para bebês e crianças, treinamento de colaboradores domésticos, photo organizer para acervo de lembranças com técnicas de conservação e consultoria on-line.

"Organizei o HOME OFFICE de uma médica perita que atuava para 53 varas cíveis e me chamou para organizar os processos por varas, datas e autores pois estava perecendo os prazos e consequentemente o controle de seu trabalho. Após a organização por setores de categorias de processos o problema  acabou  e a cliente conseguiu se organizar e atender de forma precisa cada caso sem perder prazos e causas importantes", exemplifica a profissional.

Organize suas prioridades diárias - Divulgação

A consultoria on-line também é uma opção para quem não mora em Niterói ou no estado do Rio de Janeiro onde Claudia reside, pois ela tem clientes inclusive fora do país.

A consultoria on-line funciona da seguinte forma:

  • No primeiro encontro divido a chamada e faço o raio X life stylle da rotina e dia a do cliente.
  • Peço vídeos e fotos detalhados do ambiente a ser organizado.
  • Depois, através dos vídeos e fotos faço um mapeamento do ambiente e como ele será organizado através de métodos e técnicas e sistemas de organização.
  • No segundo e terceiro encontros são para organização propriamente dita com instruções e o passo a passo da organização.
  • O último encontro de chamada de vídeo é para adequações e instruções de manutenções de organização.
  • São quatro encontros por chamada de vídeo no total, sendo mais de um ambiente adaptamos o período e o número de encontros.

Cláudia também faz organização pré e pós-mudança, no qual a empresa acompanha o cliente durante todo o momento no qual ele vive, seja para facilitar a ida ao novo lar ou tornar a sua chegada mais eficiente. Nesse serviço, são elaboradas técnicas organizacionais que tornam a rotina na nova residência mais leve, adaptável e aconchegante.

Para quem gostaria de viver a experiência da organização, Cláudia dá dicas coringas para a sua rotina e para melhorar o seu dia a dia. "Crie uma rotina matinal, e ao estabelecer essa rotina, você pode começar o dia com um senso de propósito e organização. Reserve um tempo para se exercitar, meditar, tomar um café da manhã saudável ou realizar outras atividades que o ajudem a começar o dia com energia e foco. 

Tente manter essa rotina todos os dias, mesmo nos finais de semana. Faça uma lista de tarefas diárias e semanais. Priorize as tarefas mais importantes e tente fazê-las primeiro, isso ajuda a manter o foco e evita a sensação de sobrecarga.

Agrupe tarefas semelhantes, pois tarefas semelhantes podem ajudar a maximizar a eficiência e reduzir o tempo gasto em transições. Por exemplo, agrupe tarefas de e-mail e telefone em um horário específico do dia, ou agrupe tarefas de limpeza em um dia específico da semana.

Tente trabalhar em uma tarefa por um determinado período de tempo e, em seguida, faça uma pausa. Isso pode ajudar a evitar a fadiga mental e manter o foco.Utilize uma agenda ou calendário para programar suas tarefas e compromissos. Isso pode ajudar a manter o foco, a organização e reduzir o risco de esquecer compromissos importantes.

Simplifique suas escolhas, reduza a quantidade de decisões que você precisa tomar diariamente. Simplifique suas escolhas de roupas, alimentos e outras decisões diárias para reduzir a fadiga mental.

Faça pausas regulares durante o dia, tente levantar, caminhar, alongar-se ou meditar durante essas pausas. Lembre-se de adaptar essas dicas às suas necessidades pessoais e experimentar diferentes métodos para encontrar o que funciona melhor para você", finaliza Cláudia.

Música de MS

Rap indígena e rezas guarani e kaiowá ganham o mundo em lançamento internacional

Rap indígena e rezas guarani e kaiowá ganham o mundo em álbum que une espiritualidade, ciência e música contemporânea; produtor de Paul McCartney e Guns N' Roses está envolvido no projeto

20/04/2026 08h30

Álbum guarani e kaiowá

Álbum guarani e kaiowá "Shamans in Space" carrega um sentido profundo, ligado ao conceito de Mba'ekuaa, um conhecimento vivo que articula dimensões espirituais, práticas e comunitárias Divulgação

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Um encontro entre mundos, sons e espiritualidades começa a ecoar para além das fronteiras do Brasil.

Lançado em vinil no sábado, o álbum “Shamans in Space” nasce de um diálogo profundo entre os povos guarani e kaiowá, de Mato Grosso do Sul, e artistas da música eletrônica internacional, propondo uma experiência que ultrapassa os limites tradicionais da música e se aproxima de um território sensorial, espiritual e político.

O projeto se apresenta como um gesto de resistência, preservação cultural e criação coletiva.

Com distribuição em cerca de 5 mil lojas ao redor do mundo e estreia nas plataformas digitais marcada para o dia 1º de maio, o álbum leva ao cenário internacional um conhecimento ancestral que, para esses povos, nunca foi apenas som – mas reza, tecnologia espiritual e forma de existência.

ALÉM DOS OUVIDOS

Para os guarani e kaiowá, o som não é entretenimento. Ele carrega um sentido profundo, ligado ao conceito de Mba’ekuaa, um conhecimento vivo que articula dimensões espirituais, práticas e comunitárias. Nesse contexto, cantar é também cuidar do equilíbrio entre mundos, preservar memórias e manter vivas as relações entre humanos, natureza e o invisível.

É a partir dessa compreensão que “Shamans in Space” foi concebido: não como uma simples fusão de gêneros musicais, mas como um encontro orientado pela escuta, pelo respeito e pela espiritualidade.

Álbum guarani e kaiowá "Shamans in Space" carrega um sentido profundo, ligado ao conceito de MbaCapa do álbum “Shamans in Space” - Foto: Divulgação

O projeto propõe uma ruptura com a lógica da indústria cultural tradicional, em que frequentemente há apropriação de saberes indígenas sem o devido reconhecimento ou participação efetiva das comunidades.

No centro dessa criação estão lideranças espirituais guarani e kaiowá, como Nhandesy Roseli, Nhandesy Fausta e Nhanderu Tadeu, que assumem não apenas a participação, mas a direção do projeto.

São eles que definem o que pode ser compartilhado, orientam os processos e garantem que os cantos sagrados – considerados pilares da cosmologia indígena – sejam preservados em sua integridade.

A pesquisadora e coordenadora do projeto, Fabi Fernandes, destaca que esse cuidado foi construído ao longo de anos de diálogo com as comunidades.

“A gente fez questão de que tudo seja construído com os anciãos, etapa por etapa. Eles são os diretores de tudo. Não é só colocar o nome deles como coautores, é garantir que a decisão final seja sempre deles. Isso muda completamente a forma de produzir arte e conhecimento”, explica.

RAP INDÍGENA

Entre as vozes que atravessam o álbum está a do rapper indígena Kelvin Mbaretê, integrante do Brô MC’s, considerado o primeiro grupo de rap indígena do País.

No projeto, Kelvin transforma o rap em uma ferramenta que conecta tradição e contemporaneidade. Sua participação não é apenas artística, mas espiritual.

“A música deixa de ser só música. Ela vira reza, vira mensagem, vira cura. O rap sempre foi minha arma de luta, mas os cantos sagrados são a voz dos nossos ancestrais. Quando essas duas forças se encontram, tudo muda”, afirma.

Oriundo de um território marcado por conflitos fundiários, violência e processos de retomada, o artista leva para o mundo uma narrativa que por muito tempo foi silenciada. “Antes, nossa luta era ouvida só aqui. Hoje, com a música, o mundo começa a ouvir.

A flecha vira palavra que atravessa fronteiras. É uma forma de mostrar que a gente continua resistindo, mas também criando, vivendo e sonhando”, diz.

Ao cantar em guarani, Kelvin também reforça a importância da língua como território simbólico. “A nossa língua é o nosso DNA. Mesmo quem não entende as palavras sente a energia. Ela vira ponte entre culturas. E mostra que a nossa língua pode viajar o mundo sem perder a raiz”, completa.

CENA INTERNACIONAL

O álbum também reúne nomes de peso da música internacional, criando uma ponte entre diferentes tradições sonoras. Entre eles está o produtor britânico Martin Youth Glover, conhecido por trabalhos com Paul McCartney, Pink Floyd, U2 e Guns N’ Roses.

Com uma trajetória marcada pela experimentação sonora, Youth vê no projeto uma ampliação de sua pesquisa sobre o poder transformador do som

“Sempre senti que o som tem um efeito de cura e regeneração. O que me interessa é criar uma espécie de alquimia xamânica entre todos os envolvidos. A música pode nos reconectar com nós mesmos, com a Terra e com o cosmos”, afirma.

Outro participante é o músico Tymon Dogg, ligado ao universo do The Clash, que adiciona ao álbum elementos do folk e da música experimental por meio de seu violino.

Já Matt Black, cofundador da Ninja Tune, contribui com sua experiência na cultura do sampling e na música eletrônica contemporânea, ampliando as possibilidades sonoras do projeto sem deslocar seu centro espiritual.

Produzido pela gravadora Liquid Sound Design, o álbum chega ao mercado internacional com forte presença na cena de música eletrônica psicodélica, transitando entre gêneros como psytrance, ambient e downtempo.

Apesar do alcance global, o projeto mantém um compromisso direto com as comunidades indígenas. Todos os royalties do álbum serão destinados aos rezadores e rezadoras guarani e kaiowá, fortalecendo a continuidade dos cantos sagrados e a autonomia cultural desses povos.

CANTOS E REZAS

“Shamans in Space” se constrói em duas dimensões que coexistem de forma complementar. De um lado, estão as faixas que dialogam com a música eletrônica e com cantos tradicionais autorizados para experimentação, como os guahú e guaxiré, associados à celebração e à conexão com a natureza.

De outro, as rezas consideradas mais sensíveis são preservadas em sua forma original, sem qualquer tipo de interferência. Esses cantos aparecem como uma experiência paralela ao álbum principal, acessível por meio de um QR Code no encarte do vinil, que direciona para um registro especial de cerca de 15 minutos.

Essa escolha reforça o compromisso ético do projeto com os protocolos culturais dos povos envolvidos. Em vez de transformar tudo em produto, o álbum estabelece limites claros, respeitando o que deve permanecer no campo do sagrado.

CONHECIMENTO

O projeto é resultado de uma colaboração internacional que integra arte, pesquisa e saberes ancestrais.

“Shamans in Space” nasce dentro do Sounding Futures, desenvolvido em parceria com o UCL Multimedia Anthropology Lab, o Instituto para o Desenvolvimento da Arte e da Cultura e a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Para a coordenadora Raffaella Fryer-Moreira, o álbum propõe uma transformação na forma de produzir conhecimento.

“Esse trabalho nasce de uma investigação sobre como fazer pesquisa de outras formas, mais abertas, colaborativas e acessíveis. Ao trazer o som como ferramenta central, o projeto questiona a divisão entre arte e ciência e mostra que a música também pode ser uma forma de conhecimento”, explica.

Segundo ela, o conceito de Mba’ekuaa revela que diferentes culturas têm suas próprias tecnologias. “Quando os anciãos dizem ‘esse é o nosso Mba’ekuaa’, eles estão falando de um saber fazer, de uma tecnologia própria. Assim como usamos câmeras e microfones, eles utilizam o som, a reza. São formas diferentes de produzir conhecimento e de se relacionar com o mundo”, afirma.

PRESENTE AO FUTURO

Em um mundo marcado por crises ambientais, distanciamentos culturais e desconexões profundas, “Shamans in Space” propõe outra forma de escutar. Uma escuta que não separa arte e vida, som e espírito, passado e futuro.

Entre beats eletrônicos, maracás, sintetizadores e takuapus, o álbum constrói uma travessia sensorial que convida o ouvinte a experimentar a música de forma mais profunda. Cada faixa carrega uma cosmologia própria, um tempo distinto e uma relação com o invisível.

Mais do que ouvir, a proposta é sentir. Permitir que o som atravesse o corpo, reorganize percepções e abra espaço para novas formas de conexão.

“Eu quero que, quando alguém ouvir esse álbum, sinta algo no coração. Porque isso é mais do que música. É a nossa história, nossa espiritualidade, nossa resistência viva”, resume Kelvin Mbaretê.

Felpuda

A terceirização da saúde que vem sendo discutida em Campo Grande está ...Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta segunda-feira (20)

20/04/2026 00h03

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Paulo Coelho - escritor brasileiro

"Não desista. Geralmente é a última chave do chaveiro que abre a porta”.

 

FELPUDA

A terceirização da saúde que vem sendo discutida em Campo Grande está parecendo clássico de futebol, com torcida organizada e tudo, e com os olhos da população, atentos para saber quem conquistará a vitória. De um lado, a Prefeitura de Campo Grande tentando convencer que a sua jogada é a melhor para as necessidades das pessoas e do outro os dribles são ainda maiores. Enquanto isso, os dois lados jogam para a plateia, o caos vai se instalando fora dos gramados, com o setor enfrentando momentos de extremas dificuldades. Seria cômico, se não fosse trágico.

Diálogo

Perspectiva

O Dia das Mães deste ano deverá injetar R$ 452,6 milhões na economia de Mato Grosso do Sul, segundo pesquisa do IPF-MS e Sebrae-MS. Apesar de leve queda de 3,3% na intenção de consumo, o volume se mantém próximo ao de 2025.

Mais

Do total, R$ 234,7 milhões devem ser gastos com presentes e R$ 217,8 milhões, comemorações. A pesquisa indica que 64,17% dos consumidores pretendem comprar presentes, com gasto médio de R$ 242,94, enquanto 66,08% devem celebrar a data, com gasto médio de R$ 218,95.

DiálogoDra. Maria José Maldonado e Dr. Guilherme Maldonado

 

DiálogoJo Holley e Armin Schwander

Mornas

Com 20 deputados apoiando o governo do Estado, as sessões na Assembleia Legislativa de MS estão mornas no que se relaciona a discussões de projetos, mesmo os mais polêmicos. A oposição, restrita a quatro deputados, três do PT e um do Novo, até que esboça uma certa reação, mas acaba “engolida” pela base governista. O que se tem visto são discussões de assuntos menos relevantes, daqueles que geram bate-boca para tentar sensibilizar o eleitor.

Puxando

O aval de Lula ao pedido de empréstimo do governo do Estado de R$ 1,2 bilhão ao Bird e aprovado pelo Senado, está sendo defendido pelos petistas como um grande feito do governo federal. A discussão ocorreu na Assembleia, até que alguém lembrou que se não fosse a capacidade de endividamento do Estado, isso não seria possível. Dizem que a fase por lá é a tese do “copo com água pela metade”: está meio vazio ou está meio cheio.

Solitário

O Psol sairá mesmo sem estar aliançado a partidos do mesmo campo ideológico, preferindo enfrentar as urnas, “na cara e coragem” como na maioria das outras ocasiões. Apesar disso, apoiará a provável pré-candidatura de Lula à reeleição. O pré-candidato ao governo do Estado Lucien Rezende se identifica como “pequeno produtor rural” e já foi secretário de Desenvolvimento de Ribas de Rio Pardo. Já o pré-candidato ao Senado é Jonas Carlos da Conceição, o Beto do Movimento ou Beto sem Terra.

Aniversariantes

Eudiley Proença,
Dr. José Kimei Wanderley Tobaru,
José Carlo Tenório,
Dr. Geraldo Resende Pereira,
Fábio Rezek Silva,
Inara Maria Correa Peixoto de Azevedo,
Luciana Ferrari Ledesma,
Eliane de Oliveira,
Aguida Salem,
Aparecido José do Carmo,
Mauro Abrão Siufi,
Vilma Carlos Nantes Silveira,
Sônia de Oliveira Paulino dos Santos,
Sérgio Pedrossian de Abrantes,
Pe. Reginaldo Nascimento Padilha,
Dra. Kamilla Amaral Gonçalves,
Ariel Morilhas Corrêa da Costa,
Guilherme Tabosa,
Karen Recalde Rodrigues,
Carmen Marina do Nascimento Gomes,
Cezar Mafus Maksoud,
Dr. Denis Cleiber Myashiro Castilho,
Junichi Ono,
Carlos Augusto Martinez dos Santos,
Adrianus Lodevicus Maria Vosters,
Edem Luiz Sleimam,
Fernando José Oliveira de Moraes Cardoso,
Jair Alves de Souza,
Zulma Ferreira Nantes,
Pedro Ribeiro de Assunção,
João Rosa Ferreira,
Marcelo Galiano Fernandes,
Edinho Neves,
Leopoldo Ramão Aguero,
Talita Machado Nogueira Guimarães,
Graziele Carneiro,
Luciene Barbosa Anastacio da Silva,
Cristina Aparecida Ferreira da Silva,
Jessika(Jehh) Pazini de Castro,
Andréa Roselle de Souza Medeiros,
Dra. May Melke Amaral Penteado Siravegna,
Urbano Aloysio Rihl,
Dorival Barbosa Campos,
Luiza Soares de Melo,
Ivanete Cruz Lopes,
Ailton Tanaka,
Ozane Moraes Gomes,
José Mauro de Campos,
Tereza Venécia de San Fulgêncio,
Zeli Loubet de Almeida,
Bráulio Cândia,
Sandra Maria Amorim dos Santos Baltha,
Cléber Navas,
Rogério Santiago de Mello,
Francisca Souza Nepomuceno,
Jacy Fonseca Andrade Pinho,
Joana Camila Santiago de Mello,
Juliana Peixoto,
Antônio Clementino da Silva,
Lázaro Sandim,
Reinaldo Antonio de Queiroz,
Dr. Francisco Gomes Rodrigues,
Dra. Maria Lúcia Nakamatsu,
Genoveva Witake Quintella,
Júlio César de Oliveira,
Alda de Jesus Garcia Brown,
Gilberto Salermo,
Elias Martinez,
Letícia Coelho Novaes,
Ernani Fortunati,
Sandra Vieira Nunes,
Carolina Silva,
Mário Sérgio Vieira,
Aislan Felipe da Silva,
Maria Auxiliadora Nunes,
Carlota Maria Lopes,
Maria Aparecida de Sales,
Antonino Gauto Rios,
Marcos Otávio Bezerra Brates,
José Carlos Barbosa,
Aurinete Florência da Silva,
Odair Jaques dos Santos,
Orozimbo Garcia Decenzo,
Helga Livis Lopes,
Dra. Maiza dos Santos Viegas,
Tatiana Rodrigues de Souza,
Dorival Gonçalves,
Paulo Eduardo Palermo Martins,
Maria de Freitas,
Carlos Takumi,
Félix Fernando Santiago de Mello,
Pedro Bezerra da Silva,
Sônia de Aquino Grisoste Barbosa,
Dr. Jeoli Medeiros da Cunha,
Luiz Antônio Ruiz Filipe,
Antônio Marcos da Silva,
Everton Will,
Luis Hervê Castilho,
João Belarmino Figueiredo,
Elison Yukio Miyamura,
Flavia Roberta Ayres Filipini,
Thaís Pereira Rihl Vergitz,
Claudinei Antonio Poletti,
Ariana Mourão Borges. 

COLABOROU TATYANE GAMEIRO

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