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Pinguim nada 8 mil quilômetros anualmente para visitar homem que o salvou

Pinguim nada 8 mil quilômetros anualmente para visitar homem que o salvou

GADOO

21/08/2016 - 13h00
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Para quem acha que a gratidão é um sentimento restrito aos seres humanos, este pinguim vem nos demonstrar que os animais também podem senti-la.

O bichinho teve sua vida salva no Brasil em 2011 por este senhor de 71 anos de idade e após o fato, viaja anualmente cerca de 8 mil quilômetros para visitar o seu salvador.

O senhor João Pereira de Souza conta que encontrou o pinguim morrendo na praia, levou-o para sua casa e cuidou dele até que melhorasse.

Quando já estava em condições de nadar novamente, senhor João o soltou na praia e depois de algum tempo o bichinho voltou para lhe fazer uma visita.

Especialistas acreditam que o animal sai de perto das costas argentinas ou chilenas e viaja todo esse percurso em busca de seu amigo.

Os biólogos acreditam que o pinguim enxerga o senhor João como pertencente à sua família.

Pet Correio B+

Você se importa com o bem estar dos médicos veterinários? Conheça a campanha sobre o assunto.

Com foco em saúde, carreira e negócios, iniciativa da Petlove reúne benefícios e parcerias estratégicas para fortalecer quem está na linha de frente no cuidado com os pets

14/03/2026 15h30

Você se importa com o bem estar dos médicos veterinários? Conheça sobre a campanha sobre o assunto.

Você se importa com o bem estar dos médicos veterinários? Conheça sobre a campanha sobre o assunto. Foto: Divulgação

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Cuidar de quem cuida. É com esse propósito que a Petlove, maior ecossistema pet do Brasil, lança a Vetlove, uma plataforma criada especialmente para apoiar médicos-veterinários de todo o país. O projeto está aberto a todos os profissionais da classe e se estrutura em três eixos essenciais - saúde, carreira e negócios - reunindo soluções que buscam apoiar, valorizar e ampliar a qualidade de vida desses profissionais, considerando os diversos desafios enfrentados no cotidiano da profissão.

Para isso, foram  disponibilizados múltiplos benefícios com acesso facilitado a programas de saúde física e mental, entre outras frentes relacionadas ao desenvolvimento profissional e ao bem-estar, além de cursos voltados à gestão de empresas.

A Vetlove nasce com o objetivo de auxiliar médicos-veterinários e democratizar o acesso a soluções que facilitem suas jornadas, rotinas e vida. Na plataforma, os profissionais terão acesso a programas em parceria com empresas como Wellhub, com iniciativas voltadas à saúde física, esportes e bem-estar; New Value, com experiências nas áreas de alimentação, beleza e fitness, cultura e turismo, pets e compras; FGV e Anclivepa, com cursos de pós-graduação e capacitação em gestão; MDS Brasil, com oferta de seguros pessoais e empresariais; e Contabilizei, com soluções voltadas ao fortalecimento e à gestão dos negócios desses profissionais.

Para a idealização do projeto, foram considerados os principais desafios enfrentados pelos profissionais do setor. A pesquisa VetsSurvey (2021), por exemplo, aponta que o Brasil está entre os países com os maiores níveis de estresse entre médicos-veterinários. Conclusão semelhante também aparece no relatório “Demografia da Medicina Veterinária do Brasil 2022”, que revelou que 34,1% dos profissionais já precisaram se afastar do trabalho devido a impactos na saúde mental.

O dado acende um alerta em um país que possui uma das maiores comunidades veterinárias do mundo, com aproximadamente 200 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). Dentro desse cenário, a nova plataforma busca mudar o paradigma de cuidado com os médicos-veterinários de todo o país.

“A Petlove tem um propósito inegociável: transformar o mundo em um lugar onde todos os pets possam viver mais felizes e saudáveis. Mas sabemos que esse futuro só é possível ao lado de quem está diariamente na linha de frente do cuidado: os médicos-veterinários. Não existe cuidado com os pets sem cuidar também de quem cuida deles. A Vetlove nasce desse compromisso - de apoiar, empoderar e valorizar esses profissionais, ampliando o acesso ao conhecimento, à saúde e ao bem-estar. Quando fortalecemos os médicos-veterinários, fortalecemos também o cuidado com milhões de pets que fazem parte das nossas famílias. Ainda, particularmente, este é um projeto que eu gostaria que existisse há 30 anos em meu cotidiano em atendimentos, já que como médico-veterinário, conheço os diversos desafios do setor e muitas vezes já me senti sobrecarregado em função deles. A iniciativa surge com esse ideal de oferecer auxílio e suporte, de modo que seja um verdadeiro marco de um novo paradigma de cuidado com toda a comunidade”, afirma Marcio Waldman, médico-veterinário e fundador da Petlove.

A inscrição na Vetlove é gratuita e pode ser realizada no site. Para participar, é necessário possuir registro profissional ativo. Após o cadastro, os participantes poderão acessar os benefícios oferecidos, com opções gratuitas e outras com descontos diferenciados.

Campanha

Para amplificar a visibilidade sobre o projeto, a Vetlove está preparando diferentes filmes, que serão transmitidos nas redes sociais próprias da nova marca, com o fim de apresentar suas soluções. Com o slogan “A plataforma para cuidar de quem cuida”, as produções destacam que um médico-veterinário está presente nos diferentes momentos da vida e cotidiano de um pet, sempre promovendo saúde ao animal, recordando a importância da classe. As peças também buscam explicar o funcionamento, apresentando os benefícios existentes.

Em um dos filmes, com o intuito de gerar protagonismo aos médicos-veterinários, alguns profissionais do meio abordam os desafios e histórias de carreira e vida, que geram identificação, por serem experiências semelhantes entre os entrevistados e também dentro da profissão. Após os depoimentos, eles são convidados a ingressarem na Vetlove, como uma forma de reconhecimento e representação da dedicação do setor.

Cinema Correio B+

Oscar 2026: o Brasil no centro da corrida e uma noite sem vencedores óbvios

Com indicações de brasileiros nas principais categorias, disputas abertas em atuação e Melhor Filme e polêmicas de campanha na reta final, a edição deste ano chega ao Oscar com um nível raro de suspense.

14/03/2026 14h00

Oscar 2026: o Brasil no centro da corrida e uma noite sem vencedores óbvios

Oscar 2026: o Brasil no centro da corrida e uma noite sem vencedores óbvios Foto: Divulgação

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Todo mundo vai estar de olho em Los Angeles no domingo, quando a indústria do cinema se reúne para a cerimônia do Academy Awards de 2026. E há uma sensação relativamente rara pairando sobre a temporada deste ano: mesmo com uma transmissão que deve ultrapassar facilmente as três horas, dificilmente a festa terá o ar arrastado e previsível que marcou algumas edições recentes.

O motivo é simples. Esta é uma corrida que chega à reta final sem respostas claras para várias das categorias mais importantes da noite.

Para o público brasileiro, há ainda um elemento adicional. O Brasil aparece desta vez no centro da conversa da temporada. Artistas brasileiros estão entre os indicados em categorias como Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Fotografia, algo que raramente acontece simultaneamente.

Ao mesmo tempo, a corrida de atuação masculina coloca o país novamente em destaque graças à presença de Wagner Moura entre os concorrentes mais comentados do ano.

Esse conjunto de indicações cria algo incomum: a sensação de que o Brasil não está apenas presente na festa, mas disputando espaço real nas categorias que definem o rumo da noite.

Durante décadas, a participação brasileira no Oscar foi marcada por momentos isolados. Filmes como Central do Brasil e Cidade de Deus ajudaram a colocar o país no radar da indústria internacional, enquanto a indicação histórica de Fernanda Montenegro permanece como um dos marcos da presença brasileira na premiação.

Mas a paisagem atual parece diferente. O crescimento das coproduções internacionais, o circuito de festivais e o interesse crescente da Academia por cinematografias fora do eixo tradicional de Hollywood ampliaram o espaço para filmes e artistas de diferentes países.

Essa transformação se conecta diretamente com mudanças dentro da própria Academia. A ampliação do número de votantes internacionais na última década alterou o perfil das indicações. Filmes falados em diferentes idiomas passaram a disputar categorias principais com mais frequência, tornando o Oscar uma vitrine mais global do que em qualquer outro momento de sua história.

Ainda assim, o que torna a edição de 2026 particularmente fascinante é a ausência de vencedores evidentes em várias categorias.

A disputa de Melhor Filme resume bem essa sensação. Ao longo da temporada, diferentes produções venceram prêmios importantes da indústria, impedindo que qualquer título consolidasse uma liderança clara. O resultado é uma corrida fragmentada, na qual vários filmes chegam ao Oscar com apoio suficiente para sonhar com a vitória.

Essa mesma instabilidade aparece nas categorias de atuação.

Durante boa parte da temporada, parecia relativamente seguro apostar na vitória de Timothée Chalamet em Melhor Ator. Mas nas últimas semanas a narrativa mudou.

Declarações do ator em entrevistas — nas quais afirmou abertamente que gostaria de ganhar o Oscar — provocaram reações negativas entre parte da indústria. Em um ambiente onde campanhas costumam ser cuidadosamente calibradas, esse tipo de comentário pode gerar resistência entre votantes.

Esse tipo de mudança de clima costuma abrir espaço para surpresas. E é justamente nesse contexto que a candidatura de Wagner Moura passou a ganhar ainda mais atenção nas análises da temporada. Em uma disputa apertada, pequenas mudanças de percepção podem alterar completamente o resultado final.

Outras categorias importantes também chegam à cerimônia sem consenso absoluto. A corrida de ator coadjuvante mudou várias vezes de direção ao longo dos últimos meses, enquanto diferentes performances foram ganhando força conforme os prêmios precursores eram anunciados.

Na disputa de Melhor Atriz, por outro lado, existe um ponto de convergência mais claro em torno de Jessie Buckley, cuja performance vem sendo apontada por muitos críticos como uma das mais impressionantes do ano. Ainda assim, o histórico do Oscar mostra que esta é uma das categorias mais propensas a reviravoltas inesperadas.

Entre os prêmios principais, talvez o único relativamente consolidado seja o de direção. Ao longo da temporada, o trabalho de Paul Thomas Anderson construiu uma narrativa de reconhecimento quase inevitável. Considerado há décadas um dos grandes autores do cinema contemporâneo, Anderson parece finalmente reunir o consenso necessário para conquistar a estatueta.

Mesmo assim, quando se trata de Melhor Filme, a situação permanece completamente aberta.

Essa fragmentação reflete uma mudança profunda na própria Academia. Hoje, o Oscar reúne um número muito maior de votantes internacionais e profissionais vindos de diferentes áreas da indústria. O consenso se tornou mais difícil — e o resultado, paradoxalmente, mais interessante.

Depois de meses de campanhas, debates e especulações, várias das estatuetas mais importantes da noite continuam sem dono definido.

Por isso mesmo, quando as luzes se acenderem em Los Angeles e os envelopes começarem a ser abertos, o que o público provavelmente verá é algo que o Oscar raramente consegue oferecer hoje em dia: suspense real.

E para uma cerimônia que, em alguns anos, foi criticada por parecer longa demais e surpreendente de menos, isso pode fazer toda a diferença.

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