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Prêmio Destaque Imprensa Digital anuncia os destaques do teatro musical em 2022

O prêmio, que reúne representantes da imprensa digital e celebra o teatro musical em São Paulo, realizou sua 5ª edição, sendo a primeira presencial.

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O Prêmio DID, como também é conhecido, realizou na última quarta, 14, no Teatro Faap, a sua nova edição, sendo a primeira de forma presencial após quatro edições em formato digital.

Contemplando produções elegíveis e que realizaram temporadas entre 1º de janeiro e 31 de outubro de 2022, na cidade de São Paulo, a celebração destacou artistas e profissionais de diferentes áreas dos palcos, escolhidos em votação sigilosa pelo corpo de jurados, composto este ano por 14 representantes da imprensa digital, dedicados a divulgar o teatro musical brasileiro, em constante crescimento.

Kiara Sasso - Andy Santana

Idealizado pelo jornalista e ator Joaquim Araújo, que compõe o comitê organizador junto dos comunicadores Grazy Pisacane, Wall Toledo e Pedro de Landa, a edição contou com diversas novidades, como a realização de 09 números musicais exclusivos apresentados ao vivo, incluindo o número de abertura, uma paródia musical escrita por Vitor Rocha, autor do roteiro da cerimônia em parceria com Lucas Drummond, e apresentada pelos atores Ivan Parente e Aline Serra, o Stage Manager Luciano Fernandes e o próprio Joaquim.

A noite contou ainda com números de alguns dos musicais indicados nas categorias Destaque Musical Brasileiro (Brenda Lee e  o Palácio das Princesas, A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa e Nautopia - O Musical) e Destaque Musical Estrangeiro - Versão Brasileira (A Família Addams, Chicago, Sweeney Todd e West Side Story), além do número de encerramento, dirigido por Daniel Salve, e apresentado pelos atores Bianca Tadini, Caio Mutai, Henrique Moretzsohn, Luci Salutes, Marília Nunes Cortês e Tiago Barbosa, que soltaram a voz em um medley com trechos de canções de algumas das próximas estreias de 2023, acompanhados pelo pianista do evento, Rodolfo Schwenger.

Beto Sargentelli e Giulia Nardruz em West Side Story - Andy Santana

Outra novidade da edição foi a entrada de 09 novas categorias: Destaque Cenografia, Destaque Iluminação, Destaque Figurino, Destaque Visagismo, Destaque Letra Original, Destaque Ator/Atriz Revelação, Destaque Elenco, Destaque Voto Popular e Destaque Homenagem, ampliando assim seu olhar e reconhecimento a àqueles que movimentam este cenário e mercado.

E para a primeira homenagem, o Comitê Organizador escolheu celebrar o trabalho de Marllos Silva, ator, produtor, diretor, dramaturgo e idealizador do Prêmio Bibi Ferreira, criado em 2012 e pioneiro no reconhecimento aos musicais, com relevância irrevogável.

Andrezza Massei - Andy Santana

A cerimônia foi transmitida via Live pelo Instagram, e em breve estará disponível no canal do YouTube oficial do Prêmio DID, preservando o conceito digital valorizado desde 2017.

Tiago Barbosa - Andy Santana 


 

Comportamento Correio B+

Coluna Desatando nós: O cansaço invisível das mulheres

"A carga mental é o trabalho invisível de pensar, lembrar, planejar e antecipar tudo o que mantém a vida familiar funcionando", explica a Dra. em psicologia Vanessa Abdo

22/03/2026 14h00

Coluna Desatando nós: O cansaço invisível das mulheres

Coluna Desatando nós: O cansaço invisível das mulheres Foto: Divulgação

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Muitas mulheres chegam ao consultório dizendo que estão cansadas. Não é apenas cansaço físico. É um esgotamento mais profundo, difícil de explicar. Quando começamos a conversar, aparece algo que tem nome, mas ainda é pouco reconhecido no cotidiano das famílias: a carga mental.

A carga mental é o trabalho invisível de pensar, lembrar, planejar e antecipar tudo o que mantém a vida familiar funcionando. Não se trata apenas de fazer tarefas. Trata-se de lembrar a consulta médica do filho, organizar a rotina da casa, pensar no material da escola, prever aniversários, resolver conflitos, administrar emoções e garantir que tudo aconteça.

Inclusive ter que pedir para o parceiro lavar louça (uma ação óbvia que precisa ser feita, é exaustiva!). Mas é só pedir! Eles dizem! 

E elas exaaaaustas!

Mesmo em famílias onde as tarefas são divididas, muitas mulheres continuam sendo as responsáveis por coordenar mentalmente a vida de todos. São elas que pensam no que precisa ser feito, delegam, lembram, acompanham e verificam se tudo foi realizado. Esse trabalho não aparece nas listas de tarefas, mas ocupa espaço constante na mente.

Com o tempo, essa sobrecarga produz irritação, sensação de injustiça e um cansaço difícil de explicar. Muitas mulheres passam a se sentir culpadas por estarem sempre exaustas, enquanto muitos homens acreditam que estão colaborando porque executam tarefas pontuais. O problema é que a gestão emocional e organizacional da família continua concentrada em uma pessoa.

Falar sobre carga mental não é transformar relações em disputa. É reconhecer um desequilíbrio que ainda existe em muitas famílias e que impacta diretamente a saúde mental das mulheres. Quando essa responsabilidade passa a ser realmente compartilhada, não apenas nas tarefas, mas também no planejamento e na responsabilidade emocional, as relações se tornam mais leves.

Dividir a vida não é apenas dividir o que se faz. É também dividir o que se pensa, o que se lembra e o que se sustenta emocionalmente dentro de uma família.

Vamos desatar esses nós?

Coluna Desatando nós: O cansaço invisível das mulheresVanessa Abdo - Dra. em psicologia - Divulgação

 

Despedida

Enterro do ator Juca de Oliveira reúne famosos e familiares em São Paulo

Dramaturgo morreu na madrugada de sábado (21)

22/03/2026 12h30

Ator morreu na madrugada de sábado (21) devido a uma pneumonia

Ator morreu na madrugada de sábado (21) devido a uma pneumonia Divulgação

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O enterro de Juca de Oliveira aconteceu neste domingo, 22, no Cemitério do Araçá, em São Paulo. A cerimônia contou com a presença de familiares e amigos do ator.

O dramaturgo, um dos grandes nomes da televisão e do teatro no Brasil, morreu no sábado, 21. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês desde sexta-feira, 13, e enfrentava uma pneumonia associada a complicações cardíacas. Poucos dias depois da internação, no dia 16, havia completado 91 anos.

Uma vida dedicada à arte

Com uma trajetória que atravessa décadas, Juca de Oliveira construiu uma carreira extensa e diversa. Foram mais de 30 novelas e minisséries, cerca de dez filmes e mais de 60 peças teatrais, muitas delas também assinadas por ele como autor.

Mais do que números, sua história se confunde com a própria evolução da dramaturgia brasileira. Entre palcos e estúdios, trabalhou com alguns dos maiores nomes da cultura nacional e ajudou a moldar o teatro e a televisão como conhecemos hoje.

Muitos de seus trabalhos tinham forte teor político, assim como seus posicionamentos ao longo da vida. Em 2022, ele relatou ao Estadão a angústia de ter sido obrigado pela pandemia dois anos antes a tirar de cartaz a comédia Mãos Limpas, que vinha lotando o Teatro Renaissance.

"Foi a pior sensação da minha vida bloquear um espetáculo que garantia o sustento de uma equipe e perceber que a paralisação se arrastaria por muito tempo", disse. Mas comemorava poder retornar aos palcos com a peça A Flor do Meu Bem-Querer.

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