Correio B

Saúde da Mulher em Foco

Qualidade de vida, menopausa e lipedema: viver mais é importante, viver melhor é essencial

Recentemente, a médica participou de um congresso de atualização em Harvard, acompanhando as principais tendências e avanços na saúde da mulher e na medicina da longevidade

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A medicina moderna tem ampliado seu olhar para além do tratamento de doenças, priorizando também a promoção da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida. Nesta entrevista, a Dra. Mariana Vilela fala sobre menopausa, lipedema e a importância de uma abordagem preventiva para que as mulheres possam envelhecer com mais saúde, autonomia e disposição.

Recentemente, a médica participou de um congresso de atualização em Harvard, acompanhando as principais tendências e avanços na saúde da mulher e na medicina da longevidade.

A busca por mais qualidade de vida tem ganhado espaço nas discussões sobre saúde, especialmente entre as mulheres que enfrentam desafios relacionados à menopausa, ao lipedema e ao processo de envelhecimento.

Para falar sobre o tema, o Correio do Estado conversou com a médica Mariana Vilela, que recentemente participou de um congresso de atualização em Harvard voltado para saúde da mulher e medicina da longevidade.

Correio do Estado: Muito se fala atualmente sobre qualidade de vida. O que esse conceito representa na prática?

Dra. Mariana Vilela: Qualidade de vida significa ter saúde física, equilíbrio emocional, disposição, autonomia e bem-estar para aproveitar todas as fases da vida.

Hoje, as pessoas não buscam apenas viver mais, mas viver melhor. A medicina tem um papel importante em ajudar os pacientes a manterem sua funcionalidade, sua autoestima e sua independência ao longo dos anos.

Correio do Estado: A senhora participou recentemente de um congresso em Boston. Quais foram os principais aprendizados?

Dra. Mariana Vilela: Foi uma experiência muito enriquecedora. O congresso reuniu especialistas de diversas partes do mundo para discutir temas relacionados à longevidade saudável, saúde hormonal, prevenção de doenças crônicas e estratégias para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Um dos pontos mais importantes foi a confirmação de que hábitos saudáveis e uma abordagem preventiva continuam sendo as ferramentas mais eficazes para promover saúde a longo prazo.

Correio do Estado: Como a menopausa impacta a qualidade de vida da mulher?

Dra. Mariana Vilela: A menopausa é uma transição natural, mas pode trazer sintomas que interferem significativamente no dia a dia.

Alterações do sono, ondas de calor, fadiga, redução da libido, ganho de peso e mudanças de humor são algumas das queixas mais frequentes. Quando essas questões são abordadas de forma individualizada, a mulher consegue atravessar essa fase com muito mais conforto e qualidade de vida.

Correio do Estado: Existe uma forma de passar pela menopausa com mais bem-estar?

Dra. Mariana Vilela: Sim. O primeiro passo é compreender que cada mulher é única. A reposição hormonal tem um papel importantíssimo para devolver a qualidade de vida e entregar longevidade saudável.

Alimentação equilibrada, atividade física, sono adequado, manejo do estresse e acompanhamento médico também são fundamentais. Em alguns casos, outras estratégias terapêuticas podem ser consideradas, sempre de forma personalizada e baseada em critérios clínicos.

Correio do Estado: O lipedema também tem sido um tema cada vez mais discutido. Por quê?

Dra. Mariana Vilela: Porque finalmente estamos falando sobre uma condição que afeta muitas mulheres e que durante anos foi pouco reconhecida. O lipedema pode causar dor, inchaço, sensação de peso nas pernas e impacto emocional importante.

Muitas pacientes chegam ao consultório acreditando que o problema está relacionado apenas ao excesso de peso, quando na verdade existe uma doença que precisa ser diagnosticada e acompanhada adequadamente.

Correio do Estado: O tratamento do lipedema vai além da estética?

Dra. Mariana Vilela: Com certeza. O principal objetivo é melhorar a qualidade de vida. Quando conseguimos reduzir sintomas, aliviar a dor, melhorar a mobilidade, estimular hábitos saudáveis e devolver conforto à paciente, estamos promovendo saúde de forma integral.

A estética é uma consequência positiva pois muitas mulheres se privam de usar roupas que desejam, frequentar ambientes pelo incômodo com as próprias pernas. O lado bom é que hoje já temos tratamentos excelentes para melhorar o aspecto que tanto incomoda.

Correio do Estado: Qual mensagem final a senhora gostaria de deixar para as leitoras?

Dra. Mariana Vilela: A saúde deve ser encarada como um processo contínuo de cuidado e prevenção. Não devemos esperar que os sintomas se tornem limitantes para procurar ajuda. Com informação, acompanhamento adequado e hábitos saudáveis, é possível envelhecer com mais disposição, independência e qualidade de vida. Afinal, o verdadeiro objetivo não é apenas aumentar a expectativa de vida, mas garantir que esses anos sejam vividos com saúde e bem-estar.

Perfil

Dra. Mariana Vilela

Médica com atuação em saúde da mulher, menopausa, lipedema e promoção da longevidade saudável. Participa regularmente de congressos e atualizações científicas nacionais e internacionais, incluindo congresso médico realizado em Harvard, acompanhando os avanços da medicina voltados à prevenção, ao bem-estar e à qualidade de vida.

história da dança

Acervo digital de Mato Grosso do Sul preserva legado de Sarah Abussafi Figueiró

Projeto conduzido pela neta Maria Fernanda Figueiró digitaliza mais de 33 horas de fitas VHS, além de documentos históricos, folders e registros administrativos que ajudam a contar a história da dança em Mato Grosso do Sul

04/06/2026 10h09

Sarah Abussafi Figueiró foi a primeira presidente da Associação Sul-Mato-Grossense dos Profissionais da Dança

Sarah Abussafi Figueiró foi a primeira presidente da Associação Sul-Mato-Grossense dos Profissionais da Dança Reprodução/Acervo pessoal

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Mais de duas décadas depois de a professora e produtora cultural Sarah Abussafi Figueiró doar ao Museu da Imagem e do Som (MIS) um conjunto de documentos que registram parte da construção da cena artística sul-mato-grossense, esse patrimônio volta a ganhar vida por meio de um projeto de digitalização idealizado por sua neta, a bailarina, pesquisadora e produtora cultural Maria Fernanda Figueiró.

A iniciativa, intitulada Acervo da Dança Sul-Mato-Grossense, foi contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab) e nasceu do desejo de preservar e democratizar o acesso a uma coleção documental que reúne décadas de trabalho, articulação e resistência de artistas que ajudaram a consolidar a dança como expressão cultural no Estado.

O projeto digitalizou documentos históricos, registros administrativos da Associação Sul-Mato-Grossense dos Profissionais da Dança (ASMPD), folders de espetáculos, programas de festivais e cerca de 33 horas de conteúdo audiovisual armazenado em fitas VHS. 

A descoberta

Em 2023, enquanto realizava pesquisas para a criação do espetáculo "Chafica", produzido pela Cia do Mato em homenagem à avó, Maria Fernanda encontrou uma antiga reportagem publicada em 2002 com a manchete "História da dança vai para o MIS". 

A notícia despertou a curiosidade da pesquisadora, que decidiu visitar o museu para conhecer o acervo. O encontro com os documentos transformou uma simples investigação artística em um compromisso pessoal com a preservação da memória. 

"Fiquei impressionada com a quantidade de registros, documentos e fitas VHS. Inclusive, consegui assistir a algumas dessas gravações no próprio MIS. Foi quando percebi a importância de contribuir para a digitalização desse patrimônio", explica Maria Fernanda.

Até aquele momento, ela desconhecia que Sarah havia doado todo aquele material à instituição. "Minha avó nunca chegou a comentar comigo sobre essa doação. Descobri esse gesto de cuidado por meio de uma reportagem de jornal. Foi ali que nasceu o desejo de digitalizar o acervo e ampliar o acesso público a esse patrimônio", relembra Maria Fernanda.

A urgência do projeto também está relacionada com as características físicas dos suportes originais. As fitas VHS, mesmo quando armazenadas em condições ideais, possuem vida útil estimada entre 20 e 30 anos. O mesmo ocorre com documentos em papel, que naturalmente sofrem desgaste ao longo do tempo.

"O objetivo foi evitar que esse material se perdesse, transferindo-o para o ambiente digital e ampliando suas possibilidades de preservação e acesso. Conhecer nossa história fortalece o sentimento de pertencimento e a relação com o território onde atuamos", afirma.

Reencontro

Durante a execução do projeto, uma coincidência carregada de simbolismo emocionou a idealizadora. Ao retirar as fitas VHS do MIS para a digitalização, Maria Fernanda assinou o termo de empréstimo do acervo em 7 de agosto de 2025.

O documento original de doação, assinado por Sarah Abussafi Figueiró, está datado de 6 de agosto de 2002. Uma diferença entre os dois registros de exatamente 23 anos e um dia.

"Foi emocionante perceber que, duas décadas depois, eu estava voltando à mesma instituição para dar continuidade ao gesto iniciado por ela: preservar e compartilhar a memória da dança sul-mato-grossense", conta.

Para Maria Fernanda, o mergulho nesse acervo também representou um reencontro com uma faceta da avó que ela ainda não conhecia.

"Quando assisti às entrevistas que ela concedeu para divulgar os festivais nos jornais da época, percebi uma mulher que existia para além da avó presente que marcou minha infância. Eu nunca havia visto minha avó jovem, trabalhando, atuando e defendendo aquilo em que acreditava. Isso deu um novo significado à nossa relação", afirma.

Ela conta que o processo de digitalização foi frequentemente interrompido pela emoção.

"Constantemente eu me sensibilizava diante do cuidado e da dedicação que ela teve ao preservar esse acervo. Os documentos estavam extremamente organizados, algo que também é fruto do trabalho realizado pelo MIS", destaca.

Pioneira

Filha de imigrantes libaneses que chegaram ao Brasil pelo porto de Corumbá, Sarah Abussafi Figueiró nasceu em Campo Grande e construiu uma trajetória marcada pela atuação em diversas frentes culturais.

Professora de artes, foi a primeira presidente da Associação Sul-Mato-Grossense dos Profissionais da Dança, primeira presidente da Associação Artística e Cultural de Mato Grosso do Sul, fundadora da Associação dos Pintores de Porcelana e presidente da Associação dos Artistas Plásticos de Mato Grosso do Sul.

Além de sua atuação na dança, Sarah também participou da fundação da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Campo Grande e recebeu o título de Delegada da Associação Interamericana de Dança.

Entre suas maiores contribuições está a organização dos 13 primeiros Festivais Sul-Mato-Grossenses de Dança, realizados entre 1985 e 1998, período em que o Estado ainda buscava consolidar sua identidade cultural.

Sarah faleceu em 2019, aos 85 anos, deixando um legado que continua influenciando novas gerações de artistas.

"Antes de tudo, ela era minha avó. Gostava de contar histórias, ouvir música, conversar e compartilhar memórias. Ela me ensinou a importância da palavra, da história e da memória. Acho que essa foi a maior herança que me deixou", resume Maria Fernanda.

Festivais

Grande parte do acervo digitalizado está relacionada com os históricos Festivais Sul-Mato-Grossenses de Dança, organizados pela ASMPD durante 13 anos consecutivos.

Os eventos funcionavam como grandes espaços de intercâmbio artístico, reunindo academias, grupos e companhias de diferentes regiões do Brasil e oferecendo oficinas, cursos e workshops.

Os festivais receberam importantes companhias nacionais, como Cia. Cisne Negro, Ballet Stagium, Grupo Raça, Quasar Cia. de Dança, Ballet Paula Castro, Grupo Ginga e Nós da Dança.

A comissão julgadora também reunia nomes de destaque do cenário brasileiro, entre eles Beth Oliosi, Toshie Kobayashi, Roseli Rodrigues, Mariana Muniz, Tony Abott, Regina Sawer, Penha de Souza, Valéria Mattos e Lourdes Bastos.

Para Maria Fernanda, esses encontros desempenharam papel decisivo na formação dos artistas locais.

"As oficinas e workshops ampliavam a formação técnica e artística dos participantes. Esses festivais possibilitavam trocas de conhecimento e inseriam Mato Grosso do Sul em circuitos mais amplos de circulação e diálogo artístico", explica.

O acervo também revela a presença de personagens fundamentais para a história da dança sul-mato-grossense, como Chico Neller e a Ginga Cia de Dança, Neide Garrido e o Ballet Isadora Duncan, Maria Helena Pettengill e o grupo Embrujos da España, além de Suzana Leite e Sandramaria Gomes.

"Muitas dessas pessoas continuam atuando até hoje, formando novas gerações e mantendo vivo um legado que atravessa décadas", destaca.

Acervo digital

Como resultado do projeto, foi criada a plataforma digital www.sarahfigueiro.com.br (acesse CLICANDO AQUI), espaço dedicado à preservação e difusão desse patrimônio histórico.

Inicialmente, o site reúne o acervo doado ao MIS, disponibilizando vídeos originalmente armazenados em VHS, folders, documentos administrativos e diversos registros relacionados com a história da dança em Mato Grosso do Sul.

A expectativa, entretanto, é que a plataforma se transforme futuramente em um grande centro de memória da dança sul-mato-grossense, incorporando novos documentos e acervos.

"Neste momento, o projeto contempla exclusivamente o acervo da Associação Sul-Mato-Grossense dos Profissionais da Dança. Tenho a expectativa de que, no futuro, possamos digitalizar também o acervo pessoal que ela deixou, que reúne materiais relacionados não apenas à dança, mas também ao artesanato, às artes plásticas e a outras manifestações culturais", explica.

Para a pesquisadora, a preservação desse patrimônio ultrapassa a simples guarda de documentos.

"Sem memória, nossa atuação artística empobrece. Precisamos conhecer quem veio antes de nós, quem lutou para que hoje tivéssemos mais espaços e possibilidades. A dança que fazemos hoje também é resultado dessas histórias", afirma Maria Fernanda.

Ela acredita que o acervo pode estimular novas pesquisas e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural.
"Esses documentos são fontes para que possamos acessar o passado e produzir novas reflexões e conexões com as gerações presentes e futuras",  defende.

 

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Diálogo

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em... Leia na coluna de hoje

Leia a coluna desta quinta-feira (4)

04/06/2026 00h02

Diálogo

Diálogo Foto: Arquivo / Correio do Estado

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Arthur Schopenhauer - Filósofo alemão

"A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos”.

FELPUDA

A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em Campo Grande: os hidrômetros antigos. Depois de “produtos” com cobre, alumínio, latão e bronze, agora os equipamentos de medição de água também entraram na mira dos criminosos. O problema é que as ações já não são apenas durante a madrugada. Segundo moradores, os furtos estão sendo praticados também à luz do dia, em diferentes regiões da cidade, aumentando a sensação de insegurança e impotência diante da escalada das ocorrências. Quem tem os cavaletes com os aparelhos fora das residências, que tome muito cuidado.

DiálogoReprodução

 

A partir de 2027, fãs dos Beatles poderão acessar um destino mais do que exclusivo. O prédio em que a banda fez sua última apresentação pública antes de se separar, localizado na Savile Row, número 3,  que terá seus sete andares ocupados por exposições rotativas. Tombado como patrimônio histórico, o prédio foi uma das primeiras sedes da empresa da banda, a Apple Corps Ltd, e serviu como principal base de trabalho dos Beatles nos seus anos finais — foi lá que eles gravaram seu último álbum juntos, Let It Be. O museu, oficialmente intitulado The Beatles at 3 Savile Row, irá reunir diversos objetos que marcaram a trajetória do grupo, materiais de arquivo inéditos, uma loja com produtos oficiais licenciados e uma recriação do estúdio original onde Let it Be foi gravado. Detalhes das exposições ainda não foram revelados, mas, segundo McCartney, o museu promete uma experiência completa. Apesar de terem se separado em 1970, os Beatles mantiveram o controle do prédio até 1976, quando ele foi vendido. Em 2025, o local foi comprado de volta.

Diálogo Pimpa Arruda - Foto: Studio Vollkopf

 

Diálogo Thayene Aguilera - Foto: Arquivo Pessoal

Fagulhas

Na avaliação de políticos mais antenados, o PL precisará ampliar sua base de alianças para sustentar pré candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Nos bastidores, a análise é de que o PT intensifica ataques para desgastar o projeto eleitoral do liberal, especialmente após as discussões envolvendo o Banco Master. A leitura é que o senador dependerá de mais apoio para fortalecer sua estratégia e enfrentar as narrativas da esquerda. Resta esperar para ver.

Voos

Amigo de longa data do ex-presidente Jair Bolsonaro, o primeiro suplente a senador Tenente Portela, vice-presidente do PL, continua prestigiado. A sua filha Ana Portela, vereadora de Campo Grande, assumiu a presidência do PL Mulher de Mato Grosso do Sul. Em 2024, Ana foi eleita com apoio de Bolsonaro e,nessa esteira de amizade do seu pai, tentará conquistar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Homenagem

Os vereadores aprovaram projeto de lei que dá o nome de Praça Juvêncio César da Fonseca ao espaço público situado na Vila dos Ferroviários. A área é delimitada pela Avenida Euler de Azevedo e pelas ruas Clodoaldo Hugueney Sobrinho, Isidoro Grinfelder e Padre Valentim. De autoria do vereador Ronilço Guerreiro, a proposta presta homenagem ao ex-vereador, ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador Juvêncio César, reconhecido por sua trajetória na política sul-mato-grossense.

ANIVERSARIANTES 

Francisco Bertoncelo Neto;
Sylvia Odinei Cesco da Silva;
Dr. Marcelo Pedra Tognini;
Angela Soares Holzmann;
Ricardo Malta;
Cléa Marques de Sousa;
Dinorah Aguiar Nogueira;
Francisco Cezário de Oliveira;
Milton José de Paula;
Neli Alle Tavares;
Paulo Sidney de Freitas;
Roberto Roman Rasakis Borgonha;
Dra. Vitória Leda Branches Formighieri;
Rafael Petinari;
Maria de Lourdes Goulart;
Albenah Garcia Filho;
Antonio Facholli;
Patricia Simone Bernardo Ezequiel;
Neusa Oshiro;
Zilá Araújo Philbois;
Evelyse Ferreira Cruz Oyadomari;
Nelson Sulzer;
Dr. Justiniano Barbosa Vavas;
Martha Fernandes Dias Tomazoni;
Maria Margarida Ferreira Morais Flor;
César Augusto Progetti Paschoal;
Elias Antônio Polese;
Aderli Lappe do Prado;
Jorge Duran Dantas;
Maria Carmen Aral;
Silvia da Costa Frias;
Gilson Rodrigues das Neves;
Magno da Costa Justino;
Gustavo Costa Fico;
Mirthô Villas Boas Braga;
Abel Vieira de Melo (Maurício);
Lucimara Vitor;
Maria Helena Guimarães Bachi;
Eva Regina Ferreira de Britto;
José Ferreira de Menezes Filho;
Ivone Amâncio Bezerra de Souza;
Pedro Deodato Manvailler;
Fátima das Graças Vaz Vilela;
Roberto Fernandes Martins;
Dr. Sérgio Lopes Padovani;
Moacir Freitas;
Antônio João de Jonas;
Lucas Mesquita Ribeiro;
David Jose Medalha;
Nádia Maria de Arruda;
Marcelo de Castro Fernandes;
Carlos Pereira de Oliveira;
Joaquim Francisco Costa;
Waldir Rosa e Silva;
Márcio Luiz Cardoso;
Amélia do Nascimento;
Leila Dittmar Raghiant;
Damião Pedro Pinheiro;
Aparecido Alves de Oliveira;
Antônio Carlos Medeiros Rodrigues;
Ana Maria de Oliveira e Souza;
Thiago Augusto de Oliveira;
Ivahir Luiz de Campos;
Fernando Paciello Junior;
Nathália Pontes de Souza;
Edgard Marinho;
Solange Amaral Conde;
Cassius Marcelus da Cruz Bandeira;
Ana Maria Rezende;
Sílvia Helena Corrêa;
Pedro Henrique Pontes;
Emmanuel Mitidiero;
Marcelo Inácio de Souza;
Odmar Mathias;
Dilson Rodrigues de Abreu;
Hércules Arce;
Ermelia Schick Mariano;
Tatiana da Silva Gimenes;
Nelson Alves Rodrigues;
Daniel Oliveira;
Iris Salgado Silva;
Cassius André Arzamendia;
João Batista de Freitas;
Sidnei Souza de Oliveira;
Poliana Flôres;
Roberta Cáceres da Silva;
Sueli Barreto Silva;
José Roberto Felippe Arcoverde;
Waldivino Sampaio;
Maurio Cesar Bencice;
Dr. Eric Augusto Guerra Abid;
Silvia Cristina Alves Dias;
Érica Valente;
Paulo Renato de Oliveira Barbosa;
Ernisio Del Carlo Pereira;
Lilian Missae Hoshino Yokoyama;
Sirlene Mendes Sugiura;
Angelita Maas;
Andressa Dias Pavim;
Edna Bacarji Jardim;
Renato Augusto de Mello Couto;
Mariane Vieira Rizzo;
Rafael Coimbra Jacon;
Celso Roberto Villas Boas Oliveira Leite;
Graziela Eilert Barcellos;
Tatiana Boschetti Medeiros;
Lindaura de Abreu Bonelli;
Alexandra Lima Wink;
Loriana Ágata Potrich.

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