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Cuidado & beleza

Saiba por que aumentou a procura pelo procedimento de lifting facial

Popularização de procedimentos entre pessoas mais jovens e impacto das canetas emagrecedoras reforçam a importância de avaliações individualizadas para preservar a naturalidade e a segurança dos resultados

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O rejuvenescimento facial nunca esteve tão em evidência. Basta alguns minutos navegando pelas redes sociais para encontrar celebridades, influenciadores e criadores de conteúdo exibindo transformações que prometem devolver anos de juventude ao rosto.

O chamado “antes e depois” virou um dos formatos mais populares da internet e tem despertado o interesse de um público cada vez mais jovem pelos procedimentos cirúrgicos.

O lifting facial, antes associado principalmente a pacientes acima dos 50 anos, passou a integrar a lista de desejos de pessoas na faixa dos 30 anos aos 40 anos.

Impulsionado por novas técnicas, como o deep plane, procedimento que prioriza resultados naturais, sem o aspecto “esticado”, o lifting facial apresentou um crescimento de 78% nos últimos quatro anos.

Segundo o cirurgião plástico David Di Sessa, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), a cirurgia facial evoluiu significativamente nas últimas décadas e deixou de ser um procedimento focado apenas em esticar a pele.

“O lifting facial evoluiu porque a cirurgia moderna deixou de tratar apenas a pele. Hoje, avaliamos camadas profundas, ligamentos, compartimentos de gordura, musculatura, pescoço e dinâmica da expressão. Quando a técnica respeita essa leitura anatômica, o resultado fica mais natural e proporcional”, explica.

Essa mudança representa uma nova filosofia na cirurgia plástica facial. Em vez de buscar um padrão de beleza ou reproduzir o resultado obtido por outra pessoa, o objetivo passou a ser recuperar estruturas perdidas pelo envelhecimento, preservando a identidade do paciente.

Antes mesmo de qualquer procedimento ser indicado, o especialista realiza uma análise detalhada da anatomia facial.

São avaliados fatores como o grau de flacidez, a distribuição da gordura, a espessura da pele, o posicionamento das sobrancelhas, a presença de sulcos, o contorno da mandíbula, o pescoço e até o histórico de procedimentos estéticos já realizados.

Essa avaliação permite identificar quais estruturas realmente precisam ser tratadas e evita exageros que podem resultar em uma aparência artificial.

DIFERENTES TÉCNICAS

Nos últimos meses, o deep plane lifting passou a dominar as conversas nas redes sociais. O procedimento ganhou fama após ser adotado por cirurgiões de celebridades e viralizar em vídeos que prometem resultados mais naturais e duradouros.

A técnica atua em planos mais profundos da face, descolando estruturas de sustentação e reposicionando os tecidos com menor tensão sobre a pele. O resultado costuma apresentar menos aspecto de “pele esticada”, característica que marcou cirurgias realizadas décadas atrás.

Apesar da popularidade, David Di Sessa destaca que o método não deve ser encarado como a solução ideal para todos os pacientes.

“O deep plane é uma técnica poderosa quando existe indicação correta, mas não pode ser vendido como sinônimo de melhor lifting para todos. Em cirurgia facial, profundidade não substitui diagnóstico. Um paciente pode se beneficiar dessa abordagem, enquanto outro terá resultado mais seguro e natural com SMAS [lifting do sistema músculo-aponeurótico superficial], minilifting ou associação de técnicas”, afirma.

O especialista explica que cada rosto envelhece de maneira diferente. Enquanto algumas pessoas apresentam perda de gordura, outras sofrem principalmente com flacidez muscular, frouxidão dos ligamentos ou alterações ósseas relacionadas ao envelhecimento.

“A face envelhece em várias camadas ao mesmo tempo. Existe perda de gordura, frouxidão ligamentar, queda dos tecidos, alterações ósseas e mudança na pele. Por isso, uma cirurgia bem indicada exige repertório técnico e visão global. O cirurgião precisa dominar diferentes caminhos para escolher o mais adequado, e não adaptar o paciente à técnica que está em evidência”, reforça.

Entre as principais abordagens utilizadas atualmente está o lifting cervicofacial, considerado um dos procedimentos mais completos para tratar a flacidez do terço médio e inferior da face, além do pescoço. A cirurgia reposiciona tecidos profundos, melhora o contorno da mandíbula e reduz o excesso de pele na região cervical.

Outra opção bastante utilizada é o lifting endoscópico. Diferentemente das técnicas tradicionais, ele utiliza pequenas incisões escondidas no couro cabeludo e uma câmera de vídeo que amplia a visualização das estruturas internas.

“Com ela conseguimos tratar o terço superior e o terço médio da face com incisões posicionadas no couro cabeludo, sem cortes ao redor da orelha. Essa cirurgia por vídeo permite uma visão ampliada das estruturas profundas e ajuda a reposicionar os tecidos com precisão, preservando a naturalidade e reduzindo sinais externos da cirurgia”, explica Di Sessa.

Também bastante consolidado na cirurgia plástica está o lifting pelo SMAS, estrutura conhecida como sistema músculo-aponeurótico superficial.

A técnica trabalha as camadas profundas responsáveis pela sustentação facial, proporcionando resultados mais naturais e duradouros, especialmente em pacientes com flacidez moderada ou intensa.

Já para quem apresenta sinais iniciais de envelhecimento, o chamado minilifting pode ser suficiente. O procedimento possui área menor de descolamento e concentra o tratamento em regiões específicas, como mandíbula e parte inferior da face.

Apesar de menos invasivo, também exige planejamento criterioso para evitar resultados discretos demais ou com pouca durabilidade.

Há ainda o lifting temporal, voltado principalmente para pacientes que apresentam queda da porção lateral das sobrancelhas e aspecto de olhar cansado.

Em muitos casos, ele pode ser associado a outros procedimentos, como blefaroplastia, enxertia de gordura, lipoaspiração cervical e tratamentos voltados para melhorar a qualidade da pele.

EFEITO DAS CANETAS

Outro fenômeno que vem impactando diretamente a cirurgia plástica é o aumento do uso dos medicamentos conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras.

Embora esses remédios não provoquem flacidez diretamente, a perda acelerada de peso reduz rapidamente os compartimentos de gordura responsáveis pela sustentação da pele. Como consequência, surgem sobras de tecido principalmente no rosto, abdômen, braços e coxas.

Na face, esse efeito ficou conhecido internacionalmente como Ozempic Face. A redução abrupta da gordura facial deixa o rosto com aspecto mais murcho, evidencia rugas, acentua sulcos e provoca perda da definição da mandíbula.

Além da perda de volume, médicos também observam redução da elasticidade da pele e diminuição do viço, especialmente quando o emagrecimento ocorre em curto espaço de tempo.

A intensidade dessas alterações depende da idade, da quantidade de peso perdido, da qualidade da pele e da predisposição genética de cada pessoa.

Nos casos leves ou moderados, tratamentos não cirúrgicos costumam apresentar bons resultados. Entre as alternativas mais utilizadas estão os bioestimuladores de colágeno, tecnologias de ultrassom microfocado, lasers e outros procedimentos que estimulam a produção natural de colágeno, melhorando a firmeza da pele.

Já quando há grande excesso de tecido, especialmente após perdas expressivas de peso, a cirurgia plástica reparadora passa a ser considerada a alternativa mais eficaz para recuperar o contorno corporal e facial.

Os especialistas ressaltam que o tratamento ideal deve acompanhar todo o processo de emagrecimento, integrando alimentação equilibrada, atividade física, acompanhamento médico e cuidados com a pele para minimizar os impactos da perda rápida de gordura.

O consenso entre cirurgiões plásticos é que a cirurgia facial moderna busca respeitar a individualidade de cada paciente. A tecnologia trouxe maior precisão ao planejamento cirúrgico, permitindo incisões menores, melhor controle das cicatrizes e abordagens menos invasivas.

“O objetivo atual não é transformar a fisionomia, mas recuperar sustentação, suavizar sinais do tempo e preservar naturalidade”, conclui David Di Sessa.

Suplementação

Saúde Entenda como os vários tipos de Ômega 3 atuam em favor do organismoCapa

Associado à saúde do coração e do cérebro e ao equilíbrio do organismo, o suplemento está entre os mais consumidos do mundo

14/07/2026 08h30

Com inúmeros benefícios ao organismo, o ômega 3 pode ser consumido pela alimentação ou suplementado

Com inúmeros benefícios ao organismo, o ômega 3 pode ser consumido pela alimentação ou suplementado Foto: Pexels

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A busca por uma vida mais saudável tem impulsionado o consumo de suplementos alimentares em todo o mundo, e um dos protagonistas desse movimento é o ômega 3. Presente naturalmente em peixes de águas frias, sementes e alguns vegetais, esse grupo de ácidos graxos essenciais vem sendo amplamente estudado por seus efeitos positivos sobre a saúde cardiovascular, cerebral, metabólica e inflamatória.

O interesse crescente não é por acaso. Diversas pesquisas científicas apontam que a ingestão adequada de ômega 3 pode contribuir para a manutenção da saúde do coração, ajudar no funcionamento do cérebro, favorecer a saúde dos olhos, reduzir processos inflamatórios e colaborar para o controle dos níveis de triglicerídeos no sangue, especialmente quando associada a uma alimentação equilibrada e à prática regular de atividade física.

Como o organismo humano não é capaz de produzir quantidades suficientes desses ácidos graxos, é necessário obtê-los por meio da alimentação ou da suplementação, quando indicada por profissionais de saúde.

O que é o Ômega 3?

O ômega 3 é um tipo de gordura poli-insaturada considerada essencial para o organismo. Diferentemente das gorduras saturadas e das gorduras trans, frequentemente associadas ao aumento do risco cardiovascular, o ômega 3 desempenha funções importantes nas membranas das células e participa de diversos processos fisiológicos.

Existem três principais tipos de ômega 3: EPA (ácido eicosapentaenoico), relacionado principalmente à saúde cardiovascular e à ação anti-inflamatória; DHA (ácido docosahexaenoico), fundamental para o desenvolvimento e o funcionamento do cérebro e da retina, sendo especialmente importante durante a gestação, infância e envelhecimento; e ALA (ácido alfa-linolênico): encontrado em alimentos de origem vegetal, como linhaça, chia e nozes – o organismo consegue converter parte do ALA em EPA e DHA, mas essa conversão é limitada.

Segundo especialistas, os maiores benefícios associados ao ômega 3 estão relacionados justamente ao EPA e ao DHA, encontrados principalmente em peixes como salmão, sardinha, atum, cavalinha e arenque.

Com inúmeros benefícios ao organismo, o ômega 3 pode ser consumido pela alimentação ou suplementadoNaturalmente, o ômega 3 é presente em peixes de águas frias, sementes e alguns vegetais - Foto: Pexels

Benefícios

Embora seja mais conhecido por sua atuação na prevenção de doenças cardiovasculares, o ômega 3 exerce diversas outras funções importantes no organismo.

Entre os principais benefícios observados em estudos científicos estão: auxílio na manutenção da saúde cardiovascular; redução dos níveis de triglicerídeos; contribuição para o funcionamento adequado do cérebro; apoio à memória, à concentração e ao desempenho cognitivo; ação anti-inflamatória natural; participação na saúde ocular; auxílio na resposta imunológica; suporte ao metabolismo; e importante papel durante a gravidez e o desenvolvimento fetal.

Além disso, o potencial do nutriente em condições como artrite reumatoide, doenças neurodegenerativas, depressão e síndrome metabólica também tem sido investigado. 

Quando suplementar?

A recomendação ideal é obter o ômega 3 por meio da alimentação, principalmente com o consumo regular de peixes ricos nessa gordura.

No entanto, muitas pessoas não conseguem atingir a quantidade recomendada apenas pela dieta. Nesses casos, a suplementação pode ser uma alternativa, desde que orientada por profissionais da saúde.

Gestantes, idosos, pessoas com baixa ingestão de peixes, indivíduos com níveis elevados de triglicerídeos e pacientes com algumas condições específicas estão entre os grupos que frequentemente recebem indicação para suplementação.

Diferenças

Com o aumento da procura, o mercado passou a oferecer uma enorme variedade de produtos. À primeira vista, eles parecem semelhantes, mas existem diferenças importantes entre eles.

De acordo com Carolina Sommer, diretora do Epicenter, centro de pesquisa e desenvolvimento da Equaliv, marca da farmacêutica Althaia, escolher um suplemento vai muito além de observar apenas o preço.

“Mais do que escolher um ômega 3, é fundamental entender o que diferencia os produtos disponíveis no mercado. Isso envolve avaliar se o suplemento é consumido de forma isolada ou associado a vitaminas e minerais, a concentração de EPA e DHA, a dosagem indicada para cada perfil e, principalmente, se ele conta com certificações que garantam pureza, segurança e sustentabilidade da matéria-prima”, explica.

Segundo a especialista, os principais ativos responsáveis pelos benefícios do ômega 3 são justamente os ácidos graxos EPA e DHA.

“Os principais ativos do mega 3 são os ácidos graxos EPA [ácido eicosapentaenoico] e DHA [ácido docosahexaenoico], que respondem pelos benefícios associados à saúde do coração, do cérebro e ao equilíbrio inflamatório do organismo”, complementa Carolina.

Concentração

Um dos aspectos mais importantes na escolha do suplemento é observar a quantidade de EPA e DHA presente em cada cápsula.

Produtos classificados como “concentrados” ou “ultraconcentrados” têm maior teor desses nutrientes, permitindo que a quantidade diária recomendada seja atingida com um número menor de cápsulas.

Isso não significa necessariamente que todos precisam consumir produtos de alta concentração. A escolha depende da necessidade individual, da recomendação profissional e dos objetivos da suplementação.

“Existem opções para atender diferentes perfis de consumo e fases da vida, sempre com foco em qualidade, segurança e eficácia”, afirma Carolina Sommer.

Procedência

Outro fator essencial é a qualidade da matéria-prima utilizada na fabricação do suplemento.

É recomendado verificar se o produto tem certificações internacionais que garantam baixos níveis de metais pesados, ausência de contaminantes ambientais, controle de oxidação e práticas sustentáveis na obtenção do óleo de peixe.

Esses cuidados ajudam a assegurar que o suplemento mantenha suas propriedades nutricionais e ofereça segurança ao consumidor.

Alimentação 

Mesmo com os benefícios da suplementação, médicos e nutricionistas reforçam que nenhum suplemento substitui uma alimentação equilibrada.

Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, oleaginosas e peixes continua sendo a principal estratégia para promover saúde e prevenir doenças crônicas.

Além disso, hábitos como praticar atividade física regularmente, controlar o estresse, manter um sono de qualidade e evitar o tabagismo potencializam os efeitos positivos do ômega 3 no organismo.

Quem deve evitar?

Embora seja considerado seguro para a maioria das pessoas, o consumo de suplementos de ômega 3 merece atenção em alguns casos.

Pessoas com alergia a peixes ou frutos do mar devem verificar a origem do produto. Pacientes que utilizam medicamentos anticoagulantes ou apresentam distúrbios de coagulação também precisam de acompanhamento médico antes de iniciar a suplementação, já que doses elevadas podem aumentar o risco de sangramentos.

Da mesma forma, gestantes, lactantes e crianças devem utilizar suplementos apenas sob orientação de um profissional habilitado.

LOTERIAS

Resultado da Dupla-Sena de ontem, concurso 2982, segunda-feira (13/07): veja o rateio

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

14/07/2026 08h13

Confira o resultado da Dupla-Sena

Confira o resultado da Dupla-Sena Foto: Divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2982 da Dupla Sena na noite desta segunda-feira, 13 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 800 mil.

Premiação - 1º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 8 apostas ganhadoras (R$ 5.750,52)
  • 4 acertos - 362 apostas ganhadoras (R$ 145,23)
  • 3 acertos - 6.750 apostas ganhadoras (R$ 3,89)

Premiação - 2º Sorteio

  • 6 acertos - Não houve ganhadores
  • 5 acertos - 7 apostas ganhadoras (R$ 5.914,82)
  • 4 acertos - 433 apostas ganhadoras (R$ 121,42)
  • 3 acertos - 8.794 apostas ganhadoras (R$ 2,98)

Confira o resultado da Dupla-Sena de ontem!

Os números da Dupla Sena 2982 são:

Primeiro sorteio:  20 - 27 - 04 - 40 - 24 - 41 

Segundo sorteio:  28 - 30 - 03 - 13 - 35 - 12

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Dupla Sena 2983

Como a Dupla Sena tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 14 de julho, a partir das 21 horas, pelo concurso 2983. O valor da premiação está estimado em R$ 1 milhão.

Para participar dos sorteios da Dupla Sena é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Como jogar na Dupla-Sena

A Dupla-Sena tem três sorteios semanais: às segundas, quartas e sextas, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 6 a 15 números dentre os 50 disponíveis no volante e torcer.

Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou 12 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Com apenas um bilhete da Dupla Sena, você tem o dobro de chances de ganhar: são dois sorteios por concurso e ganha acertando 3, 4, 5 ou 6 números no primeiro e/ou segundo sorteios.

O preço da aposta com 6 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com seis dezenas e preço de R$ 2,50, a probabilidade de acertar 6 números e ganhar o prêmio milionário é de 1 em 15.890.700 segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 3.174, ainda segundo a Caixa.

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