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CULTURA VIVA

Sarau no Parque vai até dezembro e terá 400 participações culturais

Ação terá mais duas edições no Parque das Nações esse mês, antes de ir para o Jacques da Luz em agosto

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Esperadas um total de 25 edições, o Festival Sarau Cidadania e Cultura no Parque está com inscrições abertas até dezembro, mas já divulgou as atrações artísticas do próximo mês.  

Vale ressaltar que, para agosto, o Festival migra do Parque das Nações Indígenas para o Jacques da Luz, localizado na Vila Moreninha III.

Ainda esse mês o festival terá mais duas edições no Parque das Nações, realizadas sempre das 16h às 20h.  

Catarina Luz, grávida de seis meses, era uma entre as várias pessoas que aproveitaram para curtir a última edição, realizada no dia 17.  

“Achei tudo ótimo. O Lucas amou o ‘Batucando Histórias’ e o mágico [Mago Tom]. Eu já adoro o Grupo Sampri”, disse ela.  

Ainda ontem (21), o Diário Oficial do Estado trouxe a publicação das atrações artísticas das diversas áreas culturais habilitados para as apresentações das edições dos dias 07, 14, 21 e 28 de agosto.  

Importante frisar que essa lista é formada pelos selecionados: para apresentações no Palco Central (com Cachê); nos Stands (com Cachê) e instituições credenciadas para participação como Gastronomia e Venda (sem cachê).

Agora, divulgados os nomes, a curadoria entrará em contato com os artistas para confirmar a participação.  

Entre os selecionados estão Lili Black, que foi notícia nacional ao participar do reality musical produzido pela Budweiser, e demais nomes como Banda Spellmans, a artista circense Natália Maluf, entre outros.  

Ao todo, nessas 25 edições totais, estima-se 400 participações culturais dentro do Sarau no Parque. Interessados em se cadastrar podem acessar o formulário da Secretaria de Estado de Cidadania e Cultura.  

Informações pelo telefone (67) 3316-9321 ou e-mail, [email protected].

 

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Saúde Correio B+

Mudanças climáticas e saúde da pele: como o aquecimento global redefine o cuidado diário

Oscilações de temperatura, poluição e radiação intensificada afetam diretamente a saúde cutânea

28/03/2026 16h30

Mudanças climáticas e saúde da pele: como o aquecimento global redefine o cuidado diário

Mudanças climáticas e saúde da pele: como o aquecimento global redefine o cuidado diário Foto: Divulgação

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As transformações ambientais das últimas décadas vêm impactando não apenas o planeta, mas também o corpo humano. A pele é o maior órgão do corpo e a primeira linha de contato com o ambiente, portanto, reflete essas mudanças de forma imediata, exigindo cuidados cada vez mais voltados à proteção, adaptação e equilíbrio.

A reportagem How a warming climate wears on the skin, da revista Harvard Medicine1, aponta que dermatologistas do Hospital Geral de Massachusetts, nos EUA, notaram um aumento de crises de eczema e dermatite possivelmente causados pela exposição à fumaça de incêndios florestais.

De acordo com os estudos, outros fenômenos como inundações, aumento de temperatura e produção de gases estufa podem ser responsáveis por alergias, lesões, infecções e acne.

O cuidado com a pele, portanto, deixou de ser permeado apenas pela idade ou tipo cutâneo, incluindo as alterações climáticas como mais um parâmetro no skincare. O Dr. Raul Cartagena Rossi2, médico membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e consultor da TheraSkin®, explica que:

“A combinação entre altas temperaturas, radiação UV intensificada, variações bruscas de umidade e aumento da poluição atmosférica tem provocado desequilíbrios que se refletem diretamente na aparência e na saúde da pele”.

O médico conta os principais sinais que têm surgido devido ao meio ambiente em transformação: “Temos observado uma pele cada vez mais sensível, irritativa e com sinais de envelhecimento precoce, muito provavelmente causado pelos altos níveis de partículas poluentes que acumulam radicais livres, que aceleram a oxidação celular, afetando a saúde e o aspecto da pele”, afirma.

O dermatologista ainda esclarece sobre como eventos extremos podem afetar a pele: “em ondas de calor e longos períodos de seca, podem surgir ressecamentos, e já em regiões com muita umidade, são possíveis a oleosidade excessiva e a acne”. Dr. Raul também menciona os efeitos da intensificação da radiação ultravioleta: “há um agravamento do fotoenvelhecimento e aumento do risco de lesões e câncer de pele”.

Neste contexto de mudanças climáticas, o conceito de skincare adaptativo ganha força, com o uso de produtos que se adequam às variações ambientais e fortalecem a defesa e reparação da pele. A seguir, o Dr. Raul recomenda quais ingredientes devem estar nessa rotina de cuidados:

Ativos antipoluição: os mais conhecidos são a isoquercetina, que bloqueia os mecanismos de envelhecimento e protege a pele de agentes agressores externos, e a niacinamida, que possui propriedades anti-inflamatórias e fortalece a barreira cutânea.

Ativos antioxidantes: o principal antioxidante é a vitamina C, que combate a ação dos radicais livres, diminuindo o estresse oxidativo e previne o envelhecimento precoce, regenerando as células.

Proteção solar: inegociável até em dias nublados, o filtro solar age protegendo a pele contra a exposição a intensa radiação ultravioleta do sol, prevenindo o fotoenvelhecimento e principalmente, o câncer de pele.

Comportamento Correio B+

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar?

Diretor compartilha orientações práticas para aproveitar o potencial da inteligência artificial com mais produtividade e senso crítico

28/03/2026 15h30

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar?

ChatGPT: você sabe como utilizar da forma correta no dia a dia para estudar, trabalhar e criar? Foto: Divulgação

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A inteligência artificial deixou de ser um recurso restrito a laboratórios ou filmes de ficção científica para se tornar parte da rotina de milhões de pessoas. Entre as ferramentas mais populares está o ChatGPT, assistente virtual capaz de responder perguntas, produzir textos e ajudar na organização de tarefas.

No Brasil, o interesse pela tecnologia cresce rapidamente. Um relatório da OpenAI divulgado recentemente aponta que o país é o terceiro que mais utiliza a plataforma no mundo, com cerca de 140 milhões de mensagens enviadas por dia.

De acordo com o levantamento, o uso da ferramenta está concentrado principalmente em atividades de comunicação, que representam 20% das interações. Em seguida aparecem aplicações relacionadas a aprendizado e capacitação com 15%, além de tarefas como programação, análise de dados e cálculos matemáticos, responsáveis por 6% do uso.

Outro estudo, da Semrush, também aponta o Brasil entre os líderes globais no acesso à ferramenta, evidenciando o avanço da inteligência artificial na rotina de estudos, trabalho e criação de conteúdo.

Para Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, rede de ensino profissionalizante pertencente ao Grupo MoveEdu, o principal desafio agora é aprender a usar esse recurso de forma estratégica no dia a dia.

"A inteligência artificial pode aumentar muito a produtividade e apoiar o aprendizado, mas o usuário precisa saber como direcionar as perguntas e, principalmente, interpretar as respostas com senso crítico”, afirma.

Segundo o especialista, o ChatGPT funciona a partir de um modelo de linguagem capaz de interpretar comandos em texto e gerar respostas de forma conversacional, simulando um diálogo com o usuário. A ferramenta pode ser utilizada tanto em uma versão gratuita quanto em planos pagos, que oferecem respostas mais aprofundadas e maior estabilidade para quem utiliza a IA com frequência no trabalho ou nos estudos.

Apesar da praticidade, Andreoli alerta que a tecnologia deve ser vista como apoio, e não como substituição ao conhecimento humano. “A inteligência artificial ajuda a organizar ideias, acelerar processos e esclarecer dúvidas, mas é essencial verificar as informações e usar o conteúdo gerado como ponto de partida para desenvolver o próprio raciocínio”, explica.

Como usar o ChatGPT para estudar

Entre as aplicações mais úteis está o apoio ao aprendizado. De acordo com Andreoli, estudantes podem usar a ferramenta para organizar conteúdos, revisar matérias e aprofundar conceitos de forma mais dinâmica. Além disso, explorar outras ferramentas de inteligência artificial voltadas à educação também pode ampliar as possibilidades de aprendizado com tecnologia.

Crie resumos e mapas mentais. Para isso, peça para o ChatGPT resumir textos ou transformar conteúdos em mapas mentais. Você também pode simular perguntas de prova, solicitando questões objetivas, dissertativas ou quizzes sobre qualquer disciplina.

Para quem deseja desvendar conceitos difíceis, a dica é utilizar comandos como “explique isso como se eu tivesse 10 anos”. Já para organizar os estudos, peça um cronograma personalizado com base no tempo disponível e nas prioridades.

Como usar o ChatGPT no trabalho

No ambiente profissional, a inteligência artificial pode trazer ganhos importantes de produtividade, principalmente em tarefas operacionais e de organização de informações. Você pode utilizar, por exemplo, para escrever e-mails mais rápido, informando o objetivo e o tom desejado para que a ferramenta estruture o texto.

Além disso, é possível criar apresentações e relatórios, organizando dados em tópicos, montando estruturas de slides ou transformando informações complexas em linguagem mais acessível. A ferramenta também ajuda a gerar ideias para projetos, já que a IA pode ser usada como um “brainstorm infinito” para campanhas, nomes e soluções criativas. Outra vantagem está em automatizar pequenas tarefas, como criar respostas padrão, resumos de reuniões ou roteiros de atendimento.

O especialista cita ainda casos práticos do uso da ferramenta no dia a dia corporativo. “Já vimos situações em que um estagiário de marketing conseguiu montar uma pesquisa de concorrência e estruturar o esboço de uma campanha de divulgação em menos de uma hora usando a ferramenta”, relata.

Como usar o ChatGPT para criar conteúdo

Profissionais de comunicação, marketing e criadores digitais também podem se beneficiar do uso da inteligência artificial na produção de conteúdo. Entre as alternativas, você pode montar roteiros para vídeos e reels, descrevendo tema, público e duração para receber sugestões de falas e estrutura.

Também há como estruturar posts para blog, organizando a introdução, os tópicos principais e a conclusão com sugestões de SEO. O ChatGPT também pode ajudar a criar legendas atrativas, com ideias alinhadas ao tom da marca ou ao objetivo da publicação, além de pautas e títulos por meio de ideias a partir de tendências e datas comemorativas.

Cuidados e limites no uso da inteligência artificial

Apesar das vantagens, Leonardo Andreoli reforça que o uso da tecnologia exige atenção e senso crítico. Segundo ele, é fundamental verificar sempre as informações geradas pela ferramenta, já que o ChatGPT pode cometer erros, e confirmar dados em fontes confiáveis. O especialista também destaca a importância de analisar possíveis vieses nas respostas, uma vez que a inteligência artificial reflete conteúdos disponíveis na internet.

Ou seja, a ferramenta deve ser utilizada como apoio, e não como atalho, servindo como base para desenvolver ideias próprias. Avaliar a coerência das respostas também é essencial, pois nem tudo que parece correto necessariamente está preciso. Outro ponto de atenção é a proteção de dados: o usuário deve evitar compartilhar informações pessoais ou confidenciais na plataforma.

Além disso, a recomendação é evitar a dependência da tecnologia, mantendo a autonomia intelectual e recorrendo ao apoio humano em temas sensíveis, já que a inteligência artificial não possui julgamento ou empatia.

Ler os termos de uso da ferramenta e complementar o conteúdo com outras fontes de conhecimento, como livros, artigos e sites especializados, também faz parte de um uso responsável. Por fim, o diretor nacional da Prepara IA ressalta que fazer perguntas claras e específicas é um dos principais fatores para obter respostas mais precisas e úteis da ferramenta.

Para Andreoli, a inteligência artificial deve ser encarada como uma aliada para ampliar a produtividade e estimular novas formas de aprendizado. “Quanto mais claro e específico for o comando, melhor tende a ser a resposta da inteligência artificial. O segredo está em usar a tecnologia com consciência, criatividade e protagonismo, aproveitando seu potencial sem abrir mão do pensamento crítico”, conclui.

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