Correio B

E aí, bora?

Sertanejos pagam para aparecer ao lado da "mulher de voz grossa"

Carla Reis virou fenômeno na internet com mais de 115 mil seguidores em seu Instagram

Movimento Country

17/09/2015 - 12h13
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O mistério sobre a sexualidade de Carla Reis, já chegou a ser desvendada, no programa da Eliana, porém nas redes sociais a mulher da voz grossa, assina como Karlão.

O fato é que a frase “E aí, bora? tomar uma?” pegou carona na onda dos sertanejos e Carla aproveitou para ganhar uma graninha. A moça, ou o moço, cobra para dar entrevistas e gravar depoimento nos vídeos.

No último fim de semana ela apareceu tomando uma cerveja acompanhada do cantor Leonardo e de Eduardo Costa, que juram ser os melhores amigos de Carlão, ou melhor Carla. Bora?

 

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Gastronomia B+: Você comeu pizza com cobertura de pinhão e carne seca? Aprenda como fazer.

A dica do chef Davi Leão proporciona à pizza um sabor bem brasileiro na semana de celebração do Dia da Pizza

14/07/2024 11h00

A dica do chef Davi Leão proporciona à pizza um sabor bem brasileiro na semana de celebração do Dia da Pizza

A dica do chef Davi Leão proporciona à pizza um sabor bem brasileiro na semana de celebração do Dia da Pizza Foto: Divulgação

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A mais popular das iguarias italianas, a pizza ganhou uma receita especial e tipicamente brasileira na versão do chef Davi Leão em parceria com a EKMA. Para o Correio B+, ele preparou uma receita de pizza que combina pinhão com carne seca, ingredientes bem com a cara do nosso país.

Orgulhosamente brasileiro, o pinhão vem de uma árvore típica do Sul do país. A pinha é, na realidade, o verdadeiro fruto da araucária, onde o pinhão se forma.
Se você não conhece e nunca experimentou, corre pra anotar essa receita que vale a pena!
Veja o passo a passo da receita...

Pizza de Pinhão com Carne Seca

Ingredientes

Para massa:

  • 250g farinha de trigo
  • 3g sal
  • 3g açúcar
  • 10g azeite
  • 130g água
  • 3g fermento biológico seco

Cobertura:

  • 50g molho de Tomate Triturado 
  • 200g queijo muçarela
  • 100g pinhão inteiro cozido
  • 150g carne seca picada
  • 80g tomate cereja
  • 50g cebola roxa picada

Modo de preparo

- Em uma tigela grande, misture a farinha de trigo, o sal e o açúcar. Faça um buraco no centro da mistura.

- Em outro recipiente, misture o azeite e a água. Aqueça ligeiramente essa mistura, mas não deixe ferver.

- Despeje a mistura de água e azeite no buraco feito na farinha. Adicione o fermento biológico seco também no buraco. Com uma colher ou com as mãos, comece a misturar os ingredientes no centro do buraco. Continue misturando até que a massa comece a se formar.

- Transfira a massa para uma superfície enfarinhada e comece a amassar com as mãos. Sove a massa por aproximadamente 10 minutos, até que fique lisa e elástica.

- Modele a massa em uma bola e coloque-a de volta na tigela. Cubra com um pano limpo e deixe descansar em um local morno por cerca de 1 hora, ou até que a massa dobre de tamanho.

- Após o período de descanso, preaqueça o forno a 220°C. Retire a massa da tigela e coloque-a em uma superfície enfarinhada novamente. Abra a massa usando um rolo ou as mãos, até obter o formato desejado para a pizza.

- Transfira a massa aberta para uma assadeira ou pedra de pizza.

- Em caso de forno doméstico, preasse a massa da pizza antes de colocar a cobertura. Leve a pizza ao forno preaquecido e asse por aproximadamente 15 a 20 minutos, ou até que a massa esteja dourada.

- Espalhe uma camada uniforme de molho de tomate triturado Ekma sobre a massa, deixando uma borda livre para a crosta.

- Cubra o molho de tomate com uma camada generosa de queijo muçarela ralado. Distribua o pinhão cozido por cima do queijo muçarela. Espalhe a carne seca de maneira uniforme sobre a pizza.

- Acrescente os tomates cereja e a cebola roxa. Leve ao forno preaquecido a 300ºC por 2m30s.

- Retire do forno e deixe a pizza descansar por alguns minutos antes de cortar e servir.
 

Observação: Lembre-se de ajustar as quantidades dos ingredientes de acordo com o tamanho da pizza que deseja fazer e com as preferências pessoais.

Para brindar, sirva a pizza acompanhada de um bom vinho tinto. Bom apetite!

 

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Comportamento B+: Abandono afetivo: como a lei estabelece que o direito a proteção seja cumprido

Advogado especialista em Direito de Família esclarece as principais dúvidas sobre abandono afetivo e a importância do Estatuto da Criança e do Adolescente para a garantia do direito na assistência afetiva dos jovens

13/07/2024 19h00

Abandono afetivo: como a lei estabelece que o direito a proteção seja cumprido

Abandono afetivo: como a lei estabelece que o direito a proteção seja cumprido Foto: Divulgação

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O abandono afetivo é quando ocorre uma negligência emocional ou psicológica de uma pessoa em relação à outra, sendo muito comum entre pais e filhos. Nesses casos, pode gerar em traumas psicológicos aos filhos, além de diversos problemas enfrentados no dia a dia por milhões de mães e pais solos no Brasil.

Para garantir o direito a uma paternidade ou maternidade digna aos jovens, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) foi alterado através do Projeto de Lei 700/2007, caracterizando o abandono afetivo como ilícito civil e penal, conforme explica o Dr. Daniel Oliveira, especialista em Direito de Família.

“A relação familiar deveria ser de forma natural e não imposta. Porém, como muitos responsáveis não encaram dessa maneira, é necessário que a legislação tome algumas medidas, como as estabelecidas no ECA, a fim de incentivar, ainda que sob o julgo de leis e determinações judiciárias, o exercício dos direitos da criança e adolescente”, pontua o advogado.

1. O que é o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)?

O Estatuto da Criança e do Adolescente foca principalmente na proteção integral dos direitos das crianças e dos adolescentes, incluindo direitos à convivência familiar saudável, à educação, à saúde, entre outros aspectos fundamentais para o desenvolvimento.

2. Como caracterizar um caso de abandono afetivo?

Provar a relação parental: mostrar a relação de parentesco entre o genitor e o filho. Demonstrar o abandono: apresentar evidências que confirmem o descumprimento das obrigações emocionais e de cuidado. Comprovar danos: apresentar provas dos danos emocionais sofridos pela criança ou adolescente devido ao abandono.

3. A pensão alimentícia já não garante os direitos dos filhos?

A pensão alimentícia não esgota os deveres dos pais em relação a seus filhos. Os cuidados devidos às crianças e adolescentes compreendem atenção, presença e orientação. Reduzir a atenção apenas à assistência financeira é fazer uma leitura muito superficial da legislação e um prejuízo muito grande para os filhos.

4. Após o divórcio e a fixação de visita, pais que deixam de visitar os filhos podem ser penalizados pela justiça?

Sim. A visitação não é apenas um direito dos pais, mas um dever a ser cumprido com os filhos, cujo descumprimento consiste em infração administrativa.

No Brasil, só em 2023, foram registradas mais de 172,2 mil crianças sem nome do pai, segundo dados do Portal da Transparência do Registro Civil. A maior proporção de pais ausentes foi registrada no Norte do país: 10% do total, ou 29.323 deles, seguida do Nordeste, com 8% de pais ausentes do total de nascimentos, ou 52.352. “É dever dos pais ou responsáveis assegurar esses direitos e quando há negligência afetiva grave por parte dos pais ou responsáveis”, finaliza o advogado.

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