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Suspense rural que aborda roubo de gado, "Amoitado" estreia em festival

Primeira exibição pública do curta-metragem que aborda a situação de abigeato, bastante comum em Mato Grosso do Sul, acontecerá durante o 3º Festival Curta Campo Grande no dia 30

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Com sessão aberta ao público no dia 30, o curta-metragem “Amoitoado”, que aborda a situação de abigeato – bastante comum em Mato Grosso do Sul –, terá sua primeira exibição pública no 3º Festival Curta Campo Grande, e será realizada a partir das 20h na Associação Cultural Teatro do Mundo, que fica localizada na Rua Barão de Melgaço, nº 177, no Centro de Campo Grande.

Nesta terceira edição o festival reúne 61 filmes selecionados, que estão distribuídos entre quatro mostras competitivas: curtas MS, Brasil, Doc e Panorama Internacional, realizado entre os dias 26 e 31.

A seleção coloca o filme entre as que disputam a programação competitiva do festival, com “Amoitado”, o último filme da sessão em que está programado. Antes dele, outros quatro curtas serão exibidos, trazendo para o público uma visão sobre a prática de abigeato, que é o de roubo de gado, crime tão comum em Mato Grosso do Sul. Tanto que, desde 2021 o Estado conta com uma unidade de Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro).

Produzido em Campo Grande, “Amoitado” é um drama de suspense rural roteirizado e dirigido por Tero Queiroz, com codireção de Aly Freitas, e integralmente filmado na Capital, entre os dias 26 e 31 de janeiro deste ano. 

Essas gravações foram realizadas majoritariamente durante a noite, envolvendo 52 cenas distribuídas em 22 páginas de roteiro. O curta empregou diretamente cerca de 40 profissionais do audiovisual.

Na direção, Tero tem mais experiência do que Aly, que atua principalmente na produção audiovisual. A codiretora acompanhou a escrita do roteiro desde 2022 e considera a estreia no festival um momento importante para o projeto.

“Então, eu estava bem por dentro do processo de criação desse filme. E ver ele hoje indo para a tela e estreando no Curta Campo Grande, que é um festival que está acontecendo aqui, na nossa casa, em Mato Grosso do Sul, para o público daqui, é muito importante e é muito gratificante também”, afirmou.

Aly também destacou sua contribuição para a construção do filme. “Acho que meu papel enquanto codiretora mulher para esse filme vem ao encontro com essa sensibilidade que o roteiro pede. É uma história muito dura, de muita tensão. As pessoas estão tensas o tempo todo nesse roteiro. E aí eu acho que consigo contribuir com meu olhar para trazer um pouco mais de sensibilidade e transformar cenas que seriam muito duras em algo mais respirável e bonito de compreender”, avaliou. 

Fica técnica

Direção: Tero Queiroz; 
Codireção: Aly Freitas; 
Produção executiva: Juliana Morais; 
Produção de captação: Plural Cine; 
Produção geral/elenco: Thalita Rebello
Elenco: (Carlos) Douglas Caetano; (Coxim) Renato Passos; (Duca) Espedito Di Montebranco; (Klaubo) Leandro Faria Lelo; (Mascado) Guilherme Godoy; (Mascado criança) Vinícius Lima; (Nathan) Arthur Benites; (peão 2) André Luís; (Tonhão)
Carlos Eduardo Lotfi; (Tena)
Mariana Castro; (Mãe) Sueli De Jesus Santana; (pai) Anderson Lima Farin; (criança); Henryl Chavier; (Irã) Lourenço Vilarim; (Melina) Fânia Martins; 
Assistente de produção: Daniel Prestes; 
Assistente de direção: Fernando Feitosa; 
Direção de fotografia: Rodrigo Rezende, Deivison Pedrê; 
1º assistente de Câmera: João Pelosi; Gaffers: 
Gabriel Lima, Emerson Santos; 
Direção De Arte: Paulo Taveira;
Figurino: Dayane Pedra;
Maquiagem e caracterização:
Suellen Martines;
Direção de áudio: Marcelo D’ávila;
Microfonista: Laura Cristina;
Fotografia still: Henrique Kawaminami; Holofote Estúdio;
Design do cartaz:
Wesley P. M. Junior;
Montagem:
Dimitre Lucho;
Edição de som, desenho sonoro e finalização de áudio: Diego Techera;
Vfx; 
Finalização e cor: Benedito Estúdio;
Colorista: Dimitre Lucho

 

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Capa da semana Correio B+

Hipnose pode ajudar a controlar a ansiedade? Psicóloga diz o que é preciso saber antes de aplicar

Profissional explica como a hipnose pode ser utilizada como recurso complementar no cuidado com a saúde mental e quais cuidados devem ser considerados

18/10/2026 13h00

Hipnose pode ajudar a controlar a ansiedade? Psicóloga diz o que é preciso saber antes de aplicar

Hipnose pode ajudar a controlar a ansiedade? Psicóloga diz o que é preciso saber antes de aplicar Foto: Divulgação

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A ansiedade faz parte da vida e pode surgir diante de situações de pressão, mudanças, incertezas e desafios. O problema aparece quando a preocupação se torna frequente, intensa ou começa a interferir no sono, no trabalho, nos relacionamentos e na qualidade de vida.

Nesse cenário, cresce também a busca por alternativas que ajudem a lidar com o excesso de pensamentos, a tensão e a dificuldade de relaxar. Entre elas está a hipnose.

Mas afinal, a hipnose pode ajudar no controle da ansiedade? Para a psicóloga e hipnoterapeuta Adriana de Araújo, a técnica pode ser utilizada como um recurso complementar dentro de uma estratégia de cuidado emocional, desde que aplicada de forma responsável e considerando as características de cada pessoa.

“A hipnose pode favorecer um estado de maior concentração e relaxamento, permitindo que a pessoa direcione a atenção para determinados pensamentos, emoções e comportamentos. Mas é importante compreender que não existe uma técnica única que funcione da mesma maneira para todas as pessoas”, explica Adriana.

O que acontece durante a hipnose?

Ao contrário da imagem popular de que uma pessoa hipnotizada perde completamente o controle sobre si mesma, a hipnose envolve um estado de atenção concentrada e maior receptividade a sugestões.

Na prática, exercícios guiados podem conduzir a pessoa a momentos de relaxamento e concentração, criando um espaço para observar pensamentos e emoções de outra maneira.

Dependendo da abordagem e dos objetivos estabelecidos, podem ser trabalhadas questões relacionadas à ansiedade, medos, hábitos e outras dificuldades emocionais.

Para Adriana, um dos pontos importantes é justamente desmistificar a hipnose.

“Hipnose não significa apagar a consciência ou entregar o controle para outra pessoa. O objetivo é utilizar o direcionamento da atenção e das sugestões de maneira estruturada, respeitando os limites e a individualidade de quem está sendo atendido”, afirma.

Ansiedade: quando é hora de procurar ajuda?

Sentir ansiedade ocasionalmente é diferente de apresentar sintomas persistentes que comprometem a rotina. Preocupação excessiva, sensação constante de alerta, dificuldade de relaxar, alterações no sono e pensamentos recorrentes podem ser sinais de que é necessário olhar com mais atenção para a saúde mental.

Por isso, a psicóloga ressalta que recursos como a hipnose não devem ser tratados como substitutos de avaliação ou tratamento profissional.

A técnica pode fazer parte de uma abordagem complementar, mas a indicação depende da situação individual. Pessoas que apresentam sintomas intensos ou persistentes devem buscar avaliação de um profissional habilitado.

Cinco cuidados antes de experimentar a hipnose

Entenda o objetivo da prática
A hipnose pode ter diferentes aplicações. É importante saber qual é a finalidade do exercício ou atendimento.

Procure profissionais qualificados
Quando utilizada em contexto terapêutico, a técnica deve estar inserida dentro de uma atuação profissional responsável.

Não abandone tratamentos em andamento
Um recurso complementar não deve substituir, por conta própria, acompanhamento psicológico, psiquiátrico ou outras formas de tratamento indicadas.

Desconfie de promessas de resultado garantido
Questões de saúde mental são individuais. Não há garantia de que uma mesma técnica produzirá o mesmo efeito em todas as pessoas.

Observe os sinais do próprio corpo e da mente
Se os sintomas de ansiedade forem intensos, persistentes ou estiverem comprometendo a rotina, é importante procurar avaliação profissional.

Hipnose não é mágica — é uma ferramenta

Para Adriana de Araújo, a principal questão é retirar a hipnose do campo do misticismo e compreendê-la dentro de uma perspectiva de cuidado que exige responsabilidade e conhecimento.

A técnica pode ser uma ferramenta para favorecer relaxamento, concentração e reflexão sobre determinadas experiências, mas seus limites precisam ser respeitados.

“O mais importante é que a pessoa não procure a hipnose como uma solução mágica. O cuidado com a saúde mental envolve conhecimento, acompanhamento adequado e, principalmente, olhar para aquilo que está acontecendo com cada indivíduo”, destaca a psicóloga.

Medos e pensamentos recorrentes;

Hipnose como recurso complementar para a saúde mental;

Cuidados antes de utilizar áudios de hipnose;

Diferença entre ansiedade cotidiana e sintomas que exigem atenção profissional.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 19 e 25 de outubro. Valorize suas conquistas

O Seis de Paus rege uma semana de vitórias, reconhecimento e conquistas após esforços e dedicação. É tempo de colher os frutos do próprio trabalho, celebrar avanços e confiar na sua capacidade de alcançar objetivos.

18/10/2026 12h00

A energia do Tarô da semana entre 19 e 25 de outubro. Valorize suas conquistas

A energia do Tarô da semana entre 19 e 25 de outubro. Valorize suas conquistas Foto: Divulgação

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O Seis de Paus é uma carta de vitória, reconhecimento e conquista. No Tarô, ela anuncia um momento em que os esforços começam a produzir resultados visíveis, trazendo a possibilidade de colher os frutos de uma trajetória construída com persistência, coragem e confiança.

Como arcano regente, convida a reconhecer o próprio valor, celebrar as realizações e compreender que o sucesso não está apenas na chegada ao destino, mas também na capacidade de superar os obstáculos que surgem pelo caminho.

É tempo de ocupar o próprio espaço, assumir os méritos de suas escolhas e permitir que o mundo enxergue aquilo que você tem de melhor.

Na ilustração tradicional do baralho Rider-Waite-Smith, um homem montado em um cavalo branco atravessa uma multidão. Sobre a cabeça, ele traz uma coroa de louros, símbolo ancestral de triunfo, enquanto segura um bastão também adornado por uma guirlanda.

Outros cinco bastões aparecem nas mãos das figuras que o acompanham, formando o conjunto de seis paus que dá nome à carta. O cenário sugere uma celebração pública, como se o personagem retornasse de uma batalha bem-sucedida ou recebesse o reconhecimento por uma conquista importante.

Existe, entretanto, um detalhe importante nessa cena: o vencedor não está sozinho. Embora ocupe o centro da composição, ele aparece acompanhado por outras figuras que também carregam bastões.

A vitória individual, portanto, acontece diante de uma comunidade e pode envolver o apoio de aliados, colegas, amigos ou pessoas que contribuíram para a conquista.

O Seis de Paus lembra que ninguém constrói tudo sem ajuda e que reconhecer a participação dos outros não diminui o próprio mérito. Pelo contrário, revela maturidade e generosidade.

O número seis acrescenta à carta a ideia de harmonia, equilíbrio e reorganização depois de um período de desafios. Se o Cinco de Paus representa disputas, competição e divergências, o Seis de Paus aponta para a possibilidade de superar essa fase e sair fortalecido dela. A energia que antes se dispersava em conflitos passa a ser direcionada para um objetivo comum.

Como carta regente, o Seis de Paus favorece a visibilidade, as boas notícias, as vitórias profissionais e pessoais e as situações em que finalmente recebemos o retorno esperado.

Pode representar a conclusão bem-sucedida de um projeto, uma oportunidade de assumir uma posição de destaque, uma resposta positiva depois de uma longa espera ou a satisfação de perceber que o esforço realizado não foi em vão. Também estimula a autoconfiança e a coragem de se apresentar ao mundo sem se diminuir para caber nas expectativas alheias.

Mas essa carta traz um ensinamento que merece atenção: a diferença entre reconhecer o próprio valor e depender da aprovação dos outros. O personagem está no centro de uma celebração, porém sua verdadeira conquista não pode se resumir aos aplausos que recebe.

O reconhecimento externo é bem-vindo, mas não deve se transformar na única medida de sucesso. Há vitórias que acontecem longe dos olhares alheios, quando conseguimos romper um padrão nocivo, abandonar uma relação que nos fazia mal ou retomar um sonho que havíamos deixado para trás. Nem toda conquista precisa de testemunhas para ser legítima.

O Seis de Paus pede que você celebre o caminho percorrido sem transformar o orgulho em arrogância. A segurança pessoal é uma qualidade quando nos permite agir com firmeza, mas perde sua força quando se converte em necessidade de provar alguma coisa o tempo inteiro.

Não é preciso vencer todas as discussões, conquistar todas as pessoas ou demonstrar superioridade para confirmar a própria competência. Em algumas situações, a maior demonstração de força está em não entrar em uma disputa que já deixou de fazer sentido.

Esse cuidado ganha relevância em um período que pode trazer tensões emocionais, disputas de poder e revelações capazes de alterar a dinâmica de algumas relações. A quadratura entre Vênus e Plutão, sugere atenção aos ciúmes, à necessidade de controle e às tentativas de medir o afeto pela intensidade das reações.

A entrada do Sol em Escorpião também convida a olhar com mais profundidade para sentimentos que nem sempre são fáceis de admitir. Diante desse cenário, o Seis de Paus aconselha a preservar a dignidade sem alimentar disputas de ego. A vitória mais importante pode ser aquela em que você deixa de precisar provar que tem razão.

No amor, o Seis de Paus fala de atração, conquista e reconhecimento dos sentimentos. É favorável para quem busca uma relação com admiração mútua, carinho e reciprocidade.

Para quem está solteiro, indica maior magnetismo e autoconfiança, favorecendo novas aproximações. Mas a vitória não está em colecionar admiradores, e sim em encontrar alguém que corresponda ao seu interesse.

Para quem está em um relacionamento, o arcano aconselha a valorizar as qualidades da pessoa amada e celebrar as conquistas compartilhadas. Por outro lado, alerta para o orgulho excessivo, a necessidade constante de elogios e as disputas em que ter razão se torna mais importante do que resolver os conflitos.

Se houver ciúmes ou desconfiança, procure distinguir fatos de suposições e converse com honestidade. Com Mercúrio retrógrado se aproximando, vale redobrar a atenção às mensagens ambíguas e evitar conclusões precipitadas.

O conselho é não confundir a necessidade de ser admirado com a capacidade de amar. Uma relação saudável permite que os dois brilhem, sem transformar o afeto em competição.

No campo financeiro, o Seis de Paus favorece o reconhecimento dos esforços, a conquista de metas e oportunidades de melhorar a renda. Pode indicar uma negociação bem-sucedida, a valorização de um trabalho ou o retorno de um investimento.

É hora de mostrar suas competências e reivindicar uma remuneração justa, sem perder de vista o planejamento.

A carta, porém, não promete dinheiro fácil. Mesmo diante de boas perspectivas, evite gastos motivados pela necessidade de demonstrar sucesso ou acompanhar o padrão de vida alheio. Se estiver negociando dívidas, investimentos ou contratos, confira valores, prazos e condições antes de decidir.

O verdadeiro triunfo financeiro não está em impressionar os outros, mas em conquistar autonomia, segurança e tranquilidade para viver de acordo com suas próprias prioridades.

Na vida profissional, o Seis de Paus simboliza visibilidade, boa reputação e reconhecimento por suas competências. Pode indicar a conclusão bem-sucedida de um projeto, a aprovação de uma ideia, uma promoção ou uma oportunidade de emprego. A carta incentiva você a apresentar resultados, defender suas propostas e dar visibilidade ao próprio trabalho, sem esperar que os outros percebam espontaneamente seu potencial.

A confiança, entretanto, precisa vir acompanhada de preparo, ética e disposição para aprender. Para quem lidera equipes, o arcano lembra a importância de compartilhar os méritos e reconhecer a contribuição dos colaboradores. Nas relações com colegas e superiores, evite alimentar rivalidades ou interpretar toda discordância como uma tentativa de desmerecê-lo.

Em negociações e apresentações, revise informações, documentos e prazos para reduzir possíveis mal-entendidos. Se seu trabalho vem sendo pouco reconhecido, talvez seja hora de buscar novas oportunidades ou conversar sobre perspectivas de crescimento.

E lembre-se: insistir é importante, mas reconhecer quando um ambiente já não oferece espaço para avançar também é uma forma de vitória.

O Seis de Paus convida você a confiar na própria capacidade sem transformar o reconhecimento em uma necessidade permanente. É possível conquistar espaço, celebrar resultados e continuar aprendendo sem precisar provar superioridade a ninguém.

Nesta semana, o Seis de Paus chega como um convite para reconhecer as vitórias que já fazem parte da sua história e se preparar para aquelas que ainda estão por vir.

Nem sempre conseguimos perceber o quanto avançamos porque permanecemos concentrados na próxima meta, na próxima resposta ou no próximo desafio. A carta pede uma pausa para olhar o caminho percorrido. O que você enfrentou? O que aprendeu? Que parte de si precisou fortalecer para chegar até aqui?

A entrada do Sol em Escorpião acrescenta a esse período uma dimensão de profundidade e transformação. Mais do que buscar aplausos, pode ser necessário compreender quais desejos realmente pertencem a você e quais nasceram da expectativa de corresponder ao olhar alheio.

Algumas ambições continuam fazendo sentido; outras talvez tenham perdido a razão de existir. Rever prioridades não representa fracasso, mas maturidade para escolher com mais consciência.

Em determinados momentos, vencer significa receber uma promoção, conquistar estabilidade financeira ou viver um amor correspondido.

Em outros, significa não retornar a uma situação que já demonstrou seus limites, não aceitar menos do que considera justo ou abandonar a necessidade de competir com quem não compartilha dos seus valores. Existem conquistas visíveis e silenciosas, e ambas podem transformar uma vida.

Se o orgulho ameaçar dificultar uma conversa, lembre-se de que reconhecer um erro não apaga suas qualidades. Se a inveja ou a comparação roubarem sua tranquilidade, volte a atenção para aquilo que está ao seu alcance.

Se o reconhecimento demorar, não transforme a espera em uma sentença sobre sua capacidade. E, quando os resultados finalmente chegarem, permita-se celebrá-los sem culpa, mas sem esquecer as pessoas que contribuíram para tornar esse momento possível.

O Seis de Paus ensina que a vitória mais consistente é aquela que não exige a derrota de ninguém. Você pode ocupar o centro da própria história sem transformar a vida em um palco de competição permanente.

Pode sentir orgulho do que conquistou e continuar aberto a aprender. Pode receber elogios sem se tornar dependente deles e enfrentar críticas sem permitir que definam sua identidade.

Nos próximos dias, procure identificar uma conquista que merece ser reconhecida, mesmo que ninguém tenha aplaudido. Talvez seja uma decisão difícil, uma conversa adiada que finalmente aconteceu, um limite que você conseguiu estabelecer ou a coragem de recomeçar depois de uma decepção. Dê a esse passo a importância que ele merece.

A imagem do cavaleiro atravessando a multidão nos lembra que toda vitória tem uma história anterior, feita de tentativas, dúvidas, tropeços e persistência. A coroa de louros não aparece por acaso: ela simboliza um mérito que foi construído ao longo do caminho.

Mas o cavaleiro também precisa continuar sua jornada depois da celebração. Nenhuma conquista encerra definitivamente o aprendizado, assim como nenhum aplauso substitui a paz de estar em acordo consigo mesmo.

Que o Seis de Paus inspire você a avançar com coragem, reconhecer seu valor e acolher as oportunidades que surgirem. Que a confiança não se transforme em arrogância, que a ambição não apague a generosidade e que o desejo de vencer não comprometa aquilo que realmente importa.

Afinal, o triunfo mais bonito não é aquele que convence o mundo de que você é capaz. É aquele que permite que você siga em frente sabendo, por experiência própria, do que é capaz.

Como escreveu Robert Collier: “O sucesso é a soma de pequenos esforços repetidos dia após dia”.

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

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