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PAGONEJO BÃO

Venda de ingressos para show de Alexandre Pires começam nesta terça-feira

Cantor com fama internacional traz show inédito de sua turnê "Pagonejo Bão" para Campo Grande em agosto

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De fama nacional a internacional, com discografia repleta de sucessos, Alexandre Pires traz à Capital Morena show inédito da turnê “Pagonejo Bão”. Evento vai acontecer no segundo semestre do ano e venda de ingressos tem início na próxima terça-feira (03).

Com mais de 30 anos de carreira, o cantor chega à Campo Grande no dia 1º de agosto reunindo em seu repertório dois gêneros musicais populares da música brasileira, o pagode e o sertanejo.

Sucessos da época do grupo Só Pra Contrariar como “Essa Tal Liberdade”, “Mineirinho” e “Domingo”, e outros clássicos do sertanejo como “Evidências”, “É o Amor” e “Pense em Mim” devem compor o setlist do show e animar o público sul-mato-grossense.

Anunciado no final do ano passado, a venda dos ingressos começa amanhã a partir das 13h, com posto de venda no Stand Pedro Silva Promoções, localizado no Comper Jardim dos Estados, e pelo site: www.pedrosilvapromocoes.com.br.

Assinantes do Correio do Estado tem até 50 % de desconto nas atrações do Pedro Silva. ASSINE AGORA.

O espaço do Bosque Expo, onde será o show, será dividido em cinco áreas, todas com direito a open bar: vip, bistrô, bangalô, mesas compartilhadas e mesas exclusivas. Os valores iniciam a partir de R$ 150 e R$ 200 e podem chegar até R$ 6 mil, a depender do lote e área escolhida. Confira:

Área Vip:

  • 1º Lote Inteira - R$ 200,00;
  • 1° Lote Meia - R$ 150,00;

*Bistrôs (setor rosa):

  • R$ 2 mil;

*Bangalô (setor laranja):

  • R$ 8 mil;

*Mesas compartilhadas:

Amarelas:

  • Setor A Inteira - R$ 850,00;
  • Setor A Meia - R$ 640,00;

Vermelhas:

  • Setor B Inteira - R$ 750,00;
  • Setor B - Meia - R$ 560,00;

Azuis:

  • Setor C - R$ 600,00;
  • Setor C - Meia - R$ 450,00;

*Mesas exclusivas (oito pessoas):

  • Setor A (Amarelas) - R$ 6.800,00;
  • Setor B (Vermelhas) - R$ 6.000,00; 
  • Setor C (Azuis) - R$ 4.800,00;

Para outras informações e compra de bistrôs, bangalôs e mesas o telefone para contato é: (67) 9 9296-6565, de segunda a sábado, das 13h às 18h30.

PAGONEJO BÃO

O projeto do ex-cantor do grupo Só Pra Contrariar foi gravado em 2025 em datas especiais, e possui registro em áudio e vídeo.

No palco, Alexandre Pires mistura clássicos do pagode com sertanejo, montando repertório romântico, swing e com novas interpretações ao vivo.

"Pagonejo Bão é um projeto de coração: é resgatar memórias, mostrar que música boa atravessa estilos e celebrar o público que canta comigo há décadas”, disse Alexandre Pires.

Serviço

  • Data: 1º de agosto de 2026
  • Abertura das portas: 20h
  • Início do show: 22h
  • Local do show: Bosque Expo
  • Áreas: Vip, Bistrôs, Bangalôs e Mesas
  • Valores: a partir de R$ 150 (meia) e R$ 200,00 (inteira) a R$ 6 mil, a depender da área
  • Onde comprar: Stand Comper Jardim dos Estados; online no site www.pedrosilvapromocoes.com.br.
  • Classificação: 18 anos
  • Realização: Pedro Silva Promoções & Jamelão

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Saúde Correio B+

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de Casal

A especialista explica por que adultos precisam ter conversas difíceis

15/02/2026 15h00

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal Foto: Divulgação

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Prazer, su Vanessa Abdo!

Ao longo da vida, todos nós vamos acumulando nós. Alguns surgem nas relações afetivas, outros na forma como educamos nossos filhos, no casamento que muda com o tempo, no corpo que se transforma ou nas expectativas que pesam demais. Há também aqueles nós silenciosos, que se formam quando não conseguimos nomear o que sentimos. É sobre eles — e sobre o impacto que exercem na saúde mental — que esta coluna se propõe a falar.

Sou psicóloga há mais de duas décadas e dedico minha atuação a ajudar pessoas a desatar nós: no casamento, nas relações entre pais e filhos, na parentalidade real — distante dos modelos idealizados — e nos conflitos emocionais que atravessam as diferentes fases da vida. Esse trabalho acontece no consultório, nas salas de aula, nas palestras, na televisão e nos espaços de diálogo que venho construindo ao longo da minha trajetória profissional.

Tenho doutorado e mestrado em Psicologia Social pela PUC-SP, sou professora universitária e CEO do Mamis na Madrugada. Atuo como psicóloga do programa New Faces, do canal E! NOW Brasil, sou embaixadora da revista Pais&Filhos, do podcast Conexão das Mulheres e integro o Juntos Educação Parental. Também sou autora do livro infantil As aventuras de Neneta em seu balão encantado, projeto que traduz a importância do cuidado emocional desde a infância.

Antes de tudo, sou mulher, esposa há quase 20 anos, mãe da Laura, de 14 anos, e do Rafael, de 12. Acredito que a Psicologia não se faz distante da realidade: ela se constrói no encontro humano, na escuta qualificada e na responsabilidade com os vínculos que sustentam a vida cotidiana.

Nesta coluna, vamos conversar sobre paternidade responsável, maternidade e seus desafios, climatério e menopausa, ninho vazio, terapia de casal e relações familiares em transformação. A proposta não é oferecer respostas prontas, mas ampliar o olhar, provocar reflexões e abrir espaço para conversas mais conscientes sobre saúde mental, escolhas e afetos.

Desatar nós não é eliminar conflitos, mas aprender a lidar com eles com mais consciência, diálogo e cuidado. Que este espaço seja um convite permanente à reflexão.

Terapia de Casal: adultos precisam ter conversas difíceis

Muitos casais chegam à terapia dizendo que “o problema é a comunicação”. Em parte, isso é verdade. Mas, na maioria das vezes, o que falta não é conversa — é coragem. Coragem para sustentar diálogos difíceis, para falar do que incomoda sem atacar, para escutar sem se defender e para assumir responsabilidades emocionais. Relacionamentos adultos exigem maturidade emocional, e isso inclui enfrentar desconfortos.

Conversas difíceis são aquelas que tocam em expectativas frustradas, ressentimentos acumulados, mudanças de desejo, divisão de tarefas, sexualidade, dinheiro, educação dos filhos ou a sensação silenciosa de solidão a dois. Muitos casais evitam esses temas acreditando que o silêncio preserva a relação. O que ele faz, na verdade, é criar distância, ruído e interpretações equivocadas.

Na terapia de casal, frequentemente aparece a infantilização do vínculo: adultos esperando que o outro adivinhe o que sentem, testando limites, punindo com afastamento ou ironia, em vez de nomear necessidades. Relações maduras não se constroem com jogos emocionais, mas com diálogo claro, mesmo quando ele é desconfortável.

Ter conversas difíceis não significa brigar o tempo todo, nem transformar o relacionamento em um tribunal. Significa compreender que conflitos fazem parte da vida a dois e que evitá-los não os elimina — apenas os empurra para debaixo do tapete, onde ganham força. O casal que conversa amadurece; o que evita, adoece.

A terapia oferece um espaço seguro para que essas conversas aconteçam com mediação, escuta e responsabilidade. Não é um lugar para apontar culpados, mas para compreender dinâmicas, revisar acordos e resgatar o diálogo adulto. Muitas vezes, o amor ainda existe, mas está soterrado por mágoas não ditas.

Relacionamentos não fracassam porque as pessoas falam demais, mas porque falam de menos — ou falam tarde demais. Ter conversas difíceis é um ato de cuidado, não de ruptura. É escolher crescer junto, mesmo quando isso exige atravessar desconfortos.

Amar, na vida adulta, também é aprender a conversar.

@vanessaabdo7

Estreia: Desatando Nós com a Dra. em psicologia Vanessa Abdo - Ela fala sobre Terapia de casal

Dra. Vanessa Abdo Psicóloga | Colunista do Jornal Correio do Estado - Divulgação

 

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Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Com cuidados simples é possível aumentar a vida útil das peças para que os pequenos possam se divertir por mais tempo

15/02/2026 13h30

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração

Especial Carnaval: É folia, é Carnaval: 4 dicas para cuidar das fantasias após a celebração Foto: Divulgação

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O Carnaval é um dos momentos mais aguardados do ano, marcado por alegria, cores vibrantes e muita criatividade. Nos bloquinhos, festas e desfiles, as fantasias ganham destaque e permitem que adultos e crianças entrem no clima da folia com estilo e imaginação.

Para que essas peças mantenham o brilho, a durabilidade e possam ser reutilizadas em outros momentos festivos, a especialista têxtil da 5àsec, maior rede de lavanderias do Brasil, Marinês Cassiano, compartilha dicas valiosas de conservação.

Busque cuidados especiais conforme o tecido de cada peça

As fantasias infantis são criativas e muitas vezes contam com fibras leves, pedrarias, aplicações, bordados e lantejoulas. Por isso, não é indicado colocá-las diretamente na máquina de lavar, pois isso pode comprometer o tecido e os detalhes. Já as opções feitas com materiais escolares, como EVA e papel crepom, não são laváveis e a reutilização depende apenas da forma de uso.

Caso suje, procure limpar o quanto antes

Nas comemorações, é comum que as fantasias entrem em contato com alimentos, bebidas, espumas, maquiagens infantis e até tintas. Para evitar manchas permanentes, a recomendação é remover o excesso com um guardanapo ou pano branco seco e limpo. Produtos caseiros devem ser evitados, pois podem danificar as fibras e dificultar a higienização posterior.

Armazene as fantasias de forma separada das demais roupas

Como as fantasias não fazem parte do uso cotidiano, é essencial guardá-las separadamente em gavetas ou sacos de TNT. Isso ajuda a preservar a forma e evita amassados ou danos. Modelos com penas devem ser armazenados em caixas abertas, garantindo que os detalhes se mantenham intactos.

Guarde as peças sempre limpas

Após o uso, é fundamental higienizar corretamente antes de guardar. Resíduos como suor e restos de maquiagem, alimentos, tintas ou canetinhas podem causar manchas persistentes ou até amarelamento do tecido. Para prevenir mofos, recomenda-se retirar as fantasias do armário a cada três meses e deixá-las arejar na sombra.

Se alguma peça apresentar sinais de mofo ou amarelado, Marinês reforça que o ideal é lavá-la com cuidado, sempre seguindo as orientações da etiqueta. Para manchas antigas, a recomendação é recorrer a uma lavanderia especializada, como a 5àsec, que oferece serviços de remoção, revitalização de cores e tratamentos que prolongam a durabilidade dos tecidos.

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