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Você pratica exercício físico? Especialista reforça importância dele na terceira idade

A musculação é um dos caminhos para fortalecer a estrutura corporal

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Ter uma vida longa e saudável é um grande desafio. Para tentar chegar na terceira idade com independência é preciso manter o corpo em movimento. É o que orienta o fisiologista e educador físico do Imot, Ivan de Oliveira Gonçalves.

A musculação, segundo no especialista, é um dos caminhos para fortalecer a estrutura corporal e ainda pode agir diretamente no controle e na redução de quadros como hipertensão e diabetes.

Com especialidades em Reabilitação Cardíaca, Fisiologia e Exercício Físico como Terapêutica na Clínica Médica, Gonçalves explica os benefícios da atividade resistida, a musculação, em especial, na terceira idade:

“A musculação deve ser a principal modalidade de trabalho terapêutico da população idosa. Isso porque o treinamento de força é capaz de prevenir a sarcopenia (perda de massa muscular) e a dinapenia (perda da força no processo de envelhecimento). Contribui para a manutenção da força e da autonomia dos idosos”, explica.

Como consequência, um corpo fortalecido fica menos susceptível a quedas, uma das principais causas de mortes na população idosa.

Outro destaque é o impacto na redução de doenças como hipertensão, no controle da diabetes e na prevenção de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs).

Mas, antes de iniciar a atividade física, Gonçalves ressalta que é preciso passar por uma avaliação física para que seja feita uma análise individual.

Como sugestão, a Imot Move Saúde é um programa que atende pacientes da terceira idade tanto com a avaliação clínica quanto com o acompanhamento dos exercícios, em um espaço moderno, com equipamentos de ponta que compõem a academia, localizada no 2º andar do Imot.

“O que percebemos hoje é um movimento grande de uma população que quer viver mais e melhor. A longevidade deve andar junto com a autonomia, mas, para isso, é preciso investir em prevenção”, reforça o fisiologista e educador físico.

 

Cinema Correio B+ - Especial Dia das Mães

10 filmes sobre mães para rir e chorar no Dia das Mães

Entre comédias caóticas, melodramas devastadores e relações familiares impossíveis de organizar, esses filmes mostram como o cinema transformou maternidade em um dos seus temas mais complexos

09/05/2026 14h00

10 filmes sobre mães para rir e chorar no Dia das Mães

10 filmes sobre mães para rir e chorar no Dia das Mães Foto: Divulgação

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Mães no cinema raramente são simples. Hollywood passou décadas transformando maternidade em sacrifício absoluto, enquanto outras produções preferiram enxergar mães como figuras controladoras, exageradas ou emocionalmente impossíveis de escapar.

Entre o melodrama e a comédia, o cinema acabou criando retratos muito mais complexos do que parece à primeira vista. Existem mães que sufocam, mães que desaparecem, mães que tentam acertar e falham miseravelmente, mães exaustas, competitivas, engraçadas, ressentidas e profundamente amorosas.

Talvez por isso os filmes mais memoráveis sobre maternidade sejam justamente aqueles que conseguem fazer rir e emocionar quase ao mesmo tempo.

A seleção abaixo mistura clássicos, dramas contemporâneos, sátiras e filmes que entendem maternidade não como idealização, mas como relação humana. E sim, isso inclui até uma serial killer suburbana criada por John Waters. Mas é para divertir, tá? Feliz Dia das Mães!

5 filmes divertidos sobre mães (ou sobre tentar sobreviver a elas)

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda (2025)

A refilmagem do clássico ganhou novo fôlego quando Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan transformam uma premissa de troca de corpos em uma das melhores comédias sobre conflito geracional dos anos 2000. O filme entende que mães e filhas frequentemente falam idiomas emocionais completamente diferentes. Em 2025, as duas voltam a interpretar Tess e Anna Coleman.

A história se passa anos depois que Tess (Curtis) e Anna (Lohan) passaram pela crise de identidade. Agora, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar. 
Onde ver no Brasil: Disney+

Perfeita é a Mãe! (Bad Moms) (2016)

Mila Kunis, Kristen Bell e Kathryn Hahn desmontam a fantasia da mãe perfeita contemporânea em uma comédia sobre exaustão, culpa e pressão social. Funciona justamente porque reconhece o absurdo da expectativa imposta às mulheres. E de quebra ainda tem a versão Bad Moms Christmas. Vale para distrair!
Onde ver no Brasil: Prime Video e aluguel digital

Minha Mãe Quer Que eu Case (Because I Said So) (2007)

Vou assumir: essa comédia pequena e despretensiosa é uma das minhas favoritas, em especial na era "maternidade" de Diane Keaton. Aqui, ela interpreta uma mãe incapaz de parar de interferir na vida amorosa da filha. A comédia funciona porque transforma dependência emocional e culpa familiar em algo simultaneamente irritante e reconhecível.
Onde ver no Brasil: aluguel digital no Apple TV e Prime Video

A Sogra (Monster In Law) (2005)

Jane Fonda voltou ao cinema transformando possessividade materna em guerra psicológica cômica. Por trás do exagero, o filme fala sobre mães que não conseguem aceitar perder espaço na vida dos filhos.
Onde ver no Brasil: Netflix e aluguel digital

Lady Bird (2017)

Greta Gerwig constrói uma das relações entre mãe e filha mais precisas do cinema recente. Laurie Metcalf faz da personagem uma mulher difícil, amorosa, crítica e profundamente humana ao mesmo tempo.
Onde ver no Brasil: aluguel digital e catálogo rotativo na Netflix

5 dramas sobre maternidade para destruir emocionalmente

Laços de Ternura (Terms of Endearment) (1983)

Shirley MacLaine ganhou o Oscar merecidamente e ainda fez a continuação anos depois desse que é um dos filmes mais devastadores já feitos sobre amor materno, envelhecimento e perda. Juro, é para ver com muitos lenços por perto.
Onde ver no Brasil: Apple TV e aluguel digital

Mildred Pierce (2011)

Há o clássico do cinema com Joan Crawford (que ganhou o Oscar) mas a minissérie da HBO traz a espetacular Kate Winslet no papel título nessa história que transforma a maternidade em obsessão emocional. A relação entre Mildred a filha mistura amor, ressentimento e autodestruição de maneira quase sufocante.
Onde ver no Brasil: HBO Max

Flores de Aço (Steel Magnolias) (1989) e (2012)

O melodrama sulista definitivo sobre amizade feminina, maternidade e luto tem duas versões: a original, de 1989, com uma jovem Julia Roberts (indicada ao Oscar) e com Sally Field entregando uma das cenas mais emocionais do cinema americano dos anos 80. E há também a refilmagem, de 2012, com um elenco inclusivo e o mesmo dramalhão.
Onde ver no Brasil: MGM+ via Prime Video Channels e aluguel digital

O Quarto de Jack (Room) (2015)

Brie Larson ganhou um Oscar por interpretar uma mãe tentando preservar a infância do filho em circunstâncias extremas. O filme transforma maternidade em mecanismo de sobrevivência psicológica.
Onde ver no Brasil: Prime Video e catálogo rotativo no Telecine

Tudo Sobre Minha Mãe (All About My Mother) (1999)

Pedro Almodóvar transforma maternidade em memória, identidade, perda e reconstrução. Continua sendo um dos filmes mais emocionais da carreira do diretor.
Onde ver no Brasil: MUBI e aluguel digital

Gastronomia

Conheça a história da origem do Dia das Mães e confira três receitas especiais para a data

Conheça a história da origem do Dia das Mães, o poder da cozinha familiar e três receitas especiais para você preparar ao lado de quem ama

09/05/2026 09h30

Se cozinhar é uma das paixões das mães de sua família, vale a pena experienciar esse momento em comunhão

Se cozinhar é uma das paixões das mães de sua família, vale a pena experienciar esse momento em comunhão Magnific

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O Dia das Mães é uma das datas mais emotivas do calendário. E muito mais do que flores ou presentes comprados, o que muitas mães desejam é presença, afeto e memórias compartilhadas. Poucas atividades reúnem tantos símbolos de cuidado quanto cozinhar juntos.

Conheça a história da data, o poder da cozinha familiar e três receitas especiais para você preparar ao lado de quem ama. Aproveite para surpreender sua mãe sem tirá-la da cozinha, se ela gosta de cozinhar, ou exatamente tirando-a do fogão se ela precisa de descanso.

Origens

Embora o Dia das Mães como conhecemos hoje tenha sido oficializado nos Estados Unidos em 1914 por influência de Anna Jarvis, suas raízes são muito mais antigas.

Na Grécia Antiga, celebrava-se Reia, mãe dos deuses. Os romanos tinham a Hilaria, em homenagem a Cibele. Já na Inglaterra medieval, existia o Mothering Sunday, quando servos podiam visitar suas mães e a igreja de sua infância.

Anna Jarvis criou a data nos EUA em homenagem à própria mãe, Ann Reeves Jarvis, que organizava grupos de mulheres para cuidar de soldados feridos na Guerra Civil. Anna era contra a comercialização – algo irônico, já que a data logo se tornou um dos maiores eventos de consumo do mundo.

No Brasil, o Dia das Mães foi instituído em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, consolidando-se no segundo domingo de maio.

Mas a essência que resiste é a do encontro. E a cozinha, desde os rituais antigos de oferenda à grande mãe Terra até as mesas fartas de hoje, sempre foi um templo desse amor.

Cozinhar em família

Quantas lembranças afetivas não começam com cheiro de bolo assando, mãos enfarinhadas e vozes que se revezam entre uma dica de tempero e uma gargalhada? Cozinhar em família no Dia das Mães é um ato duplamente significativo, já que alimenta o corpo e nutre a memória.

A cozinha é um espaço de transmissão geracional. É ali que as receitas passam de avós para netos, que histórias são contadas enquanto se descasca uma batata, e que o afeto ganha forma de comida. Quando os filhos preparam uma refeição para a mãe, expressam gratidão. Quando cozinham com ela, criam um ritual horizontal, de troca.

Estudos mostram que cozinhar em conjunto reduz o estresse, melhora a comunicação e até ajuda crianças a desenvolverem paladar mais saudável. No Dia das Mães, que tal transformar a cozinha num palco de afeto? A ideia não é fazer pratos complexos, mas sim receitas que contêm histórias.

DICA

Nem todas as mães querem cozinhar no seu dia. Por isso, observe: se ela adora mandar na cozinha, façam tudo juntos; se ela vive sobrecarregada, a surpresa é levar para ela o café da manhã na cama e preparar o almoço com os irmãos sem que ela precise lavar um só prato.

Outra ideia é montar uma “estação de receitas”: cada filho fica responsável por um prato (entrada, principal, sobremesa) e a mãe só entra para dar o “ponto final”, se quiser.

O importante é o ambiente leve, sem pressa e sem cobrança por perfeição. Um brigadeiro queimado vira piada; um risoto muito duro vira sopa. A memória que fica é do riso juntos.

Pavê de limão

Ingredientes:

  • 1 pacote de biscoito de maisena (ou champanhe);
  • 1 lata de leite condensado;
  • 2 caixinhas de creme de leite;
  • 1/2 xícara de suco de limão (coado);
  • Raspas de limão para decorar;
  • Leite com 2 colheres (sopa) de açúcar para umedecer os biscoitos.

Modo de Preparo:

> Bata no liquidificador o leite condensado, o creme de leite e o suco de limão até engrossar (cerca de três minutos).

> Em um refratário, alterne camadas de biscoitos rapidamente molhados no leite adocicado e o creme de limão.

> Finalize com raspas.

> Leve à geladeira por quatro horas.

Bolo de cenoura com calda de chocolate

Se cozinhar é uma das paixões das mães de sua família, vale a pena experienciar esse momento em comunhãoBolo de cenoura com calda de chocolate
Foto: Magnific

Ingredientes:

> Para a massa

  • 3 cenouras médias picadas;
  • 3 ovos;
  • 1 xícara (chá) de óleo;
  • 2 xícaras (chá) de açúcar;
  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo;
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó.

> Para a calda

  • 3 colheres (sopa) de manteiga;
  • 4 colheres (sopa) de chocolate em pó;
  • 1 lata de leite condensado (ou 1 caixa de creme de leite para versão mais leve).

Modo de Preparo:

> Bata no liquidificador as cenouras, os ovos, o óleo e o açúcar até ficar homogêneo.

> Transfira para uma tigela e misture a farinha peneirada.

> Por último, o fermento.

> Asse em forma untada (180°C por 35-40 min).

> Para a calda, derreta a manteiga com chocolate, acrescente o leite condensado e mexa até engrossar.

> Cubra o bolo ainda quente.

Risoto de cogumelos com vinho branco

Se cozinhar é uma das paixões das mães de sua família, vale a pena experienciar esse momento em comunhãoRisoto de cogumelos com vinho branco
Foto: Magnific

Ingredientes:

  • 2 xícaras (chá) de arroz arbóreo;
  • 200 g de cogumelos frescos (shitake, shimeji ou Paris);
  • 1 cebola picada;
  • 2 dentes de alho;
  • 1/2 taça de vinho branco seco;
  • 1 litro de caldo de legumes quente;
  • 50 g de manteiga;
  • 50 g de queijo parmesão ralado;
  • Sal, pimenta e salsinha.

Modo de Preparo:

> Refogue a cebola e o alho na manteiga;

> Acrescente os cogumelos até dourar;

> Adicione o arroz e mexa por dois minutos;

> Coloque o vinho e espere evaporar;

> Aos poucos, adicione o caldo (uma concha por vez), mexendo sempre;

> Quando o arroz estiver al dente e cremoso (cerca de 18 minutos), desligue o fogo.;

> Incorpore o parmesão e a salsinha. Sirva imediatamente.

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