Economia

IPCA

Capital tem inflação de 0,47% em outubro, após três meses de deflação

De acordo com o levantamento divulgado pelo IBGE nesta quinta-feira (10), os principais responsáveis pelo aumento do índice foram alimentos, bebidas e vestuário

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Após três meses de deflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA ) em Campo Grande teve variação de 0,47% em outubro. O IPCA é o indicador oficial de inflação do país.

De acordo com o levantamento divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (10), os principais responsáveis pelo aumento do índice foram alimentos e bebidas (1,18%) e também vestuário (1,07%), também houve alteração em saúde e cuidados pessoais (0,85%), transportes (0,28%), habitação (0,21%). A única retração foi comunicação (-1,10%).

Com o resultado, o IPCA chegou a 6,52% no acumulado de 12 meses e no ano 4,49% na capital sul-mato-grossense.

Nos últimos meses, houve três índices de deflação consecutivos após três anos. Em julho foi registrado -0,95%, agosto -0,39% e setembro -0,22%, esses índices em queda, conforme já divulgado pelo Correio do Estado, teve forte influência da queda dos valores dos combustíveis. 

Já com o aumento perceptível dos valores dos combustíveis e com os últimos acontecimentos causados pelos bloqueios das rodovias federais após as Eleições Gerais, afetando a distribuição de frutas, verduras e legumes, podem ser os itens responsáveis por um possível aumento da inflação em novembro.

Cenário Nacional 

Em nível nacional, os índices se assemelham a Campo Grande, com a variação de 0,59% em outubro, encerrando uma sequência de deflação: em julho, agosto e setembro, as variações haviam sido de -0,68%, -0,36% e -0,29%, respectivamente. No ano, o IPCA acumula alta de 4,70% e, nos últimos 12 meses, de 6,47%, abaixo dos 7,17% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, oito tiveram alta em outubro. A maior contribuição do mês, 0,16 ponto percentual (p.p.), veio de Alimentação e bebidas (0,72%), que havia recuado 0,51% em setembro. 

Na sequência, vieram Saúde e cuidados pessoais (1,16%) e Transportes (0,58%), com impactos de 0,15 p.p. e 0,12 p.p., respectivamente. Juntos, os três grupos responderam por cerca de 73% do IPCA de outubro. Já a maior alta do mês foi do grupo Vestuário (1,22%).

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Verba

TSE aprova repasse de R$ 13,2 milhões para Itamaraty organizar eleições no exterior

Recursos serão usados para viabilizar o aluguel de imóveis em territórios fora das embaixada

24/04/2026 13h30

Reprodução/Agência Brasil/M.C.Jr

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, nesta quinta-feira, 23, o requerimento que autoriza o repasse de R$ 13,2 milhões para a realização das eleições de 2026 no exterior. A medida atende a uma solicitação do Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, e do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF).

Os recursos serão usados para viabilizar o aluguel de imóveis em territórios fora das embaixadas e repartições consulares brasileiras. Esses espaços serão destinados à instalação de seções eleitorais em países onde a demanda de eleitores justifique a ampliação dos locais de votação.

Segundo o TSE, "a medida assegura o exercício do direito de voto pelas brasileiras e pelos brasileiros residentes no exterior e contribui para a regularidade do processo eleitoral".

De acordo com o requerimento aprovado, o repasse permitirá ao Ministério das Relações Exteriores providenciar, de forma antecipada, o aluguel de espaços adequados para o funcionamento de 65 seções eleitorais.

No voto apresentado na sessão, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, relatora do processo, destacou que o requerimento atende ao número mínimo de eleitores exigido pelo Código Eleitoral, que determina serem necessários, ao menos, 30 inscritos para a criação de seção eleitoral no exterior.

Segundo resolução do TSE, as seções eleitorais no exterior devem ser designadas e comunicadas ao Ministério das Relações Exteriores até 6 de julho de 2026.

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PREVIDÊNCIA SOCIAL

Pagamento do 13° começa nesta sexta; 400 mil aposentados são contemplados em MS

Pagamento da primeira parcela vai de 24 de abril até 8 de maio

24/04/2026 09h15

Fachada do INSS, em Campo Grande (MS)

Fachada do INSS, em Campo Grande (MS) Gerson Oliveira

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Aposentados e pensionistas vão fechar a semana com dinheiro no bolso. Isto porque o Governo Federal paga a primeira parcela do 13° salário a partir desta sexta-feira (24).

Aproximadamente 400 mil aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), residentes em Mato Grosso do Sul, receberão o 13º salário antecipadamente no primeiro semestre de 2026.

A primeira parcela será depositada entre 24 de abril até 8 de maio. Já a segunda parcela entre 25 de maio e 8 de junho.

A antecipação do benefício vai injetar R$ 811,7 milhões na economia de Mato Grosso do Sul. As duas parcelas somam R$ 78 bilhões no Brasil.

A data de pagamento leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador.

Confira as datas do pagamento da primeira e da segunda parcela do adiantamento do 13º salário, de acordo com o número final do cartão de benefício:

Fachada do INSS, em Campo Grande (MS)

Fachada do INSS, em Campo Grande (MS)

QUEM TEM E NÃO TEM DIREITO?

Veja quem tem direito a receber a antecipação do 13º em 2026:

  • Beneficiários por incapacidade temporária
  • Beneficiários por auxílio-acidente
  • Aposentados
  • Beneficiários por salário-maternidade
  • Beneficiários por pensão por morte

Veja quem não tem direito a receber a antecipação do 13º em 2026:

  • Pessoas contempladas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência - desde que comprovem baixa renda
  • Beneficiários de Renda Mensal Vitalícia

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