Economia

INTERNET

Cresce presença do agronegócio na internet

Cresce presença do agronegócio na internet

DA REDAÇÃO

02/08/2011 - 00h01
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O perfil do homem do campo está mudando. O computador e tantas outras novas tecnologias conquistaram produtores e empresários do setor agrícola. Estas pessoas perceberam que sem a internet, perde-se dinheiro, mercado e informações muito importantes nos dias atuais. Com isso, o número de pessoas que estão acessando sites especializados cresce cada vez mais.

Atualmente, o agronegócio tem sido um dos setores mais procurados na internet para quem está investindo em novos portais e sites de serviços específicos focados neste setor. Recentemente o TerraForum Consultores realizou uma pesquisa que comprovou este fenômeno. O estudo divulgado pela consultoria demonstra que há um grande espaço para o crescimento de uso de ferramentas web dentro da cadeia do agronegócio e que o resultado é sentido na outra ponta, onde estão inclusas todas as pessoas ligadas a cadeia agrícola - estudantes, produtores, empresários, etc - que são "bombardiados" diariamente com informações e também com oferta de melhores produtos e preços.

O crescimento do acesso à internet dentro do agronegócio ainda avança em outras direções. O aumento direto da utilização das redes sociais como Twitter e Facebook pelos profissionais do setor mostram uma abordagem inédita no mercado sobre como as empresas integrantes da cadeia do agronegócio estão agregando valor aos seus serviços por meio das facilidades digitais, como interatividade e compartilhamento. Segundo o TerraForum, o fortalecimento do relacionamento entre empresas e pessoas que atuam nas diversas redes de negócios já promove benefícios. Representantes do agronegócio podem trabalhar globalizados, trocando experiências de forma mais dinâmica. Mesmo sendo um setor com padrões tradicionais, a ampliação do acesso à internet e às redes digitais por todo o campo promove um novo ambiente de negócios.

Aves e suínos- A "invasão" do agronegócio na internet também destaca duas cadeias de suma importância para a economia brasileira - a avicultura e a suinocultura. Representantes dos setores têm aumentado sua participação dentro do mundo digital, o que justifica o crescimento no acesso destas pessoas em sites especializados.

Sites setoriais, como Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial por exemplo, registraram mais de 100% de crescimento em seus acessos mensais nos últimos dois anos, o que remete a inclusão dos setores avícola e suinícola dentro da web. De acordo com os dados do Google Analytics, somente em abril de 2010, o site Avicultura Industrial registrou 70 mil acessos ante 113 mil em abril de 2011. Já o site Suinocultura Industrial teve 42 mil acessos versus 73 mil no mesmo período.

Outro reflexo da inserção dos setores avícola e suinícola na internet também podem ser sentido nas redes sociais. De 2009 até os dias de hoje, a multiplicação de perfis no Twitter, Facebook, Linked In e YouTube ligados diretamente à avicultura e à suinocultura é visível. A Gessulli Agribusiness, por exemplo, foi pioneira ao contar com contas nas redes mais populares. Somente do último ano, de acordo com a empresa, o número de seguidores do perfil @gessulli [no Twitter] triplicou - entre eles, entidades representativas dos setores, profissionais renomados do agronegócios, universidades e centros de estudos, entre outros. "As redes sociais permitiram uma maior interação da Gessulli com seu leitor, que agora conta com um canal direto de comunicação para solicitar informações, difundir pautas e divulgar trabalhos, produtos e experiências", acredita a diretora da Gessulli Agribusiness, Andrea Gessulli.

Destaque dentro das cadeias de aves e suínos

Com sua visão empreendedora, a Gessulli Agribusiness foi a primeira empresa ligada aos setores avícola e suinícola que apostou na comunicação digital dentro destes segmentos. Desde o ano 2000, os sites Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial revolucionaram a forma de se fazer jornalismo dentro das cadeias. São mais de 11 anos de experiência que fizeram dos sites da Gessulli Agribusiness líderes em acessos. Somente em 2010, na comparação com um de seus principais concorrentes, as pageviews do site Avicultura Industrial atingiram 1.300.000 visualizações contra 215.000 mil. No caso de Suinocultura Industrial, foram 780.000 pageviews contra 417.000 do segundo lugar, segundo o Google Analytics.

Estes dados revelam que o pioneirismo na divulgação on-line de informações mantém a fidelidade do leitor - que confia na experiência e credibilidade da Gessulli Agribusiness na divulgação de informações. Pioneirismo que desde 2009 refletiu em outras áreas de comunicação como as redes sociais. A empresa foi a primeira a adotar perfis no Twitter, You Tube e Linked In. No Facebook, foi a primeira a divulgar informações de grande relevância para os representantes do agronegócio nacional, que permitiu uma interatividade ainda maior com seus leitores.

Eventos - Além de manter seus sites especializados, a Gessulli Agribusiness também inovou a promoção de seus eventos através da internet. A ferramenta permitiu maior alcance das atividades realizadas nas feiras AquaFair - Feira Internacional de Aquicultura Maricultura e Pesca e principalmente a AveSui - Feira da Indústria Latino-americana de Aves e Suínos. Através de perfis no Twitter, Facebook, YouTube e dos sites informativos, os interessados em participar do evento conseguiam todas as informações através da web. E quem não pode comparecer, acompanhou a feira na cobertura on-line feita pela TV Gessulli.

O aumento do número de credenciamentos on-line feitos durante as edições da AveSui mostra como a internet está cada vez mais inserida dentro dos setores avícola e suinícola. De acordo com a consultoria Esag Jr, em 2009 15% dos visitantes fizeram seu cadastramento no site do evento. Em 2010 o número passou para 18%. Na edição de 2011, 22% preferiram o credenciamento antecipado no site da AveSui.

O crescimento de 40% no acesso aos sites durante a feira mostra também que a cobertura on-line dos eventos feitas pela Gessulli Agribusiness desperta cada vez mais a atenção das cadeias produtivas.

A internet é uma rede de serviços útil para o produtor rural e serve como ferramenta de busca para encontrar parceiros, negócios e informações de mercado, cotações, condições climáticas e, claro, notícias do cotidiano em âmbito nacional e internacional. Com isso, a Gessulli Agribusiness apresenta-se como parceira ideal dentro dos setores avícola e suinícola.

(com informações do Portal Avicultura Industrial/SP)

LOTERIAS

Resultado da Dia de Sorte de ontem, concurso 1248, sexta-feira (17/07): veja o rateio

A Dia de Sorte realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

18/07/2026 08h31

Confira o resultado do Dia de Sorte

Confira o resultado do Dia de Sorte divulgação

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 1248 da Dia de Sorte na noite desta sexta-feira, 17 de julho de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 2 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 55 apostas ganhadoras, (R$ 2.951,83)
  • 5 acertos - 2.075 apostas ganhadoras, (R$ 25,00)
  • 4 acertos - 26.607 apostas ganhadoras, (R$ 5,00)

Mês da Sorte

Fevereiro - 98.628 apostas ganhadoras, R$ 2,50

Confira o resultado da Dia de Sorte de ontem!

Os números da Dia de Sorte 1248 são:

  • 11 - 06 - 20 - 08 - 25 - 22 - 26 
  • Mês da sorte: 02 - Fevereiro

O sorteio da Dia de Sorte é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: 1249

Como a Dia de Sorte tem seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre no domingo, 19 de julho, a partir das 10 horas, pelo concurso 1249. O valor da premiação está estimado em R$ 2,8 milhões. 

Para participar dos sorteios da Dia de Sorte é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 7 dente as 31 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Como apostar na Dia de Sorte

Os sorteios da Dia de Sorte são realizados às terças, quintas e sábados, sempre às 20h (horário de MS).

O apostador marca entre 7 e 15 números, dentre os 31 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 4, 5, 6 e 7 números.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

A aposta mínima, de 7 números, custa R$ 3,00.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES - Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

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COMBUSTÍVEIS

Expansão da produção leva etanol ao menor preço do ano

Maior oferta de biocombustíveis ajuda a reduzir valor nas bombas e litro cai a R$ 3,94 em MS

18/07/2026 08h30

Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O avanço da produção de biocombustíveis em Mato Grosso do Sul começa a se refletir cada vez mais no bolso dos consumidores. Em meio à expansão das usinas de etanol de cana, milho e dos investimentos em biometano, o preço do etanol voltou a cair e atingiu R$ 3,94 por litro, o menor valor registrado neste ano no Estado.

A gasolina também apresentou recuo, passando a custar, em média, R$ 6,45 por litro, conforme dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referentes à semana dos dias 5 a 11.

Os números mostram que Mato Grosso do Sul mantém uma trajetória de redução nos preços dos combustíveis, especialmente do etanol, em um momento de forte expansão da bioenergia. Em uma semana, o etanol ficou R$ 0,04 mais barato, passando de R$ 3,98 para R$ 3,94, em média.

Na comparação com o maior preço registrado neste ano, de R$ 4,44 entre o fim de março e o início de abril, a redução acumulada chega a 11,3%, equivalente a R$ 0,50 por litro.

O movimento acompanha o aumento da oferta do combustível durante o período de safra, mas também coincide com a consolidação de Mato Grosso do Sul como um dos principais polos brasileiros de produção de biocombustíveis.

Além das tradicionais usinas de etanol de cana, o Estado ampliou significativamente a produção de etanol de milho e passou a receber investimentos em biometano, fortalecendo uma cadeia energética que ganha espaço na substituição dos combustíveis fósseis.

Enquanto o etanol acumula sucessivas reduções, a gasolina apresenta comportamento mais moderado. O preço médio caiu de R$ 6,48 para R$ 6,45 nas últimas semanas, mas continua acima dos R$ 6,03 registrados no início do ano.

O diesel também perdeu força depois das altas verificadas no primeiro semestre, influenciadas pelas oscilações do mercado internacional de petróleo.

O diesel comum, que chegou a custar R$ 7,18 por litro em abril, passou para R$ 6,65 no último levantamento disponível da ANP. Já o diesel S-10 recuou de R$ 7,35 para R$ 6,99 no mesmo período.

A tendência observada em Mato Grosso do Sul acompanha o comportamento de todo o Centro-Oeste. Segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), a região registrou, em junho, a maior redução do preço do etanol entre todas as regiões brasileiras.

Para o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o cenário representa um alívio para os consumidores após meses marcados por aumentos impulsionados pelas incertezas no mercado internacional.

“Os motoristas da região finalmente ganharam uma trégua após meses de altas consecutivas provocadas pelos conflitos no Oriente Médio. O etanol ganhou destaque neste período pela queda. Com isso, o biocombustível foi apontado em todos os estados da região como a alternativa economicamente mais vantajosa para os motoristas”.

Campo Grande tem o terceiro menor preço médio de etanol do País - Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

MUDANÇA

A redução do preço do etanol coincide com um momento de forte expansão da bioenergia em Mato Grosso do Sul. Levantamento da reportagem mostra que o Estado reúne investimentos em praticamente todas as frentes de produção de energia renovável.

Além da fabricação de etanol de cana e milho, empresas vêm ampliando projetos de biometano produzido a partir da vinhaça, dejetos da suinocultura, resíduos da indústria frigorífica e até de aterros sanitários.

Entre os principais empreendimentos está a unidade da JBS, em Campo Grande, que investe R$ 65 milhões na produção de biometano a partir de resíduos industriais. Em Nova Alvorada do Sul, a Atvos aplica R$ 350 milhões em uma planta capaz de substituir aproximadamente 48 milhões de litros de diesel por ano.

Já a Adecoagro utiliza o biometano produzido em Ivinhema para abastecer sua frota de caminhões e máquinas agrícolas, reduzindo o consumo anual em cerca de 24 milhões de litros de diesel.

O cenário tende a ganhar ainda mais força com a ampliação da participação do etanol na matriz de combustíveis brasileira. A partir de agosto, a mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina passará de 27% para 32% (E32), medida aprovada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).

Para a Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), a mudança fortalece o mercado de combustíveis renováveis e chega em um momento estratégico para o Estado, que consolida a integração entre a produção de etanol de cana-de-açúcar e de milho.

Em nota, a entidade afirma que a ampliação da mistura obrigatória cria um ambiente ainda mais favorável ao desenvolvimento da bioenergia e amplia a competitividade de Mato Grosso do Sul no abastecimento nacional.

“Ao fortalecer a demanda por etanol, o E32 impulsiona uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, inovação e desenvolvimento regional. A medida também amplia a previsibilidade para novos investimentos e reforça o papel estratégico da bioenergia na segurança energética e na competitividade da economia brasileira”, destacou a Biosul.

Na avaliação da entidade, o Brasil reforça sua posição como referência mundial na transição para uma economia de baixo carbono ao ampliar a participação dos biocombustíveis na matriz energética.

O fortalecimento da demanda ocorre em um momento em que Mato Grosso do Sul já ocupa posição de destaque nacional no setor. 

Conforme a Biosul, o Estado conta com 22 unidades de bioenergia em operação, sendo 19 usinas de cana-de-açúcar e três de milho.

Todas produzem etanol e cogeram bioeletricidade a partir da biomassa da cana, enquanto 14 exportam excedentes de energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN) e também produzem açúcar.

Mato Grosso do Sul é hoje o quarto maior produtor brasileiro de cana-de-açúcar e de etanol, o segundo maior produtor nacional de etanol de milho e o quinto maior produtor de açúcar.

Presente em 42 municípios, o setor gera aproximadamente 34,5 mil empregos diretos, movimenta cerca de R$ 1,4 bilhão em massa salarial e responde por 19% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do Estado.

CAPITAL

A maior disponibilidade do combustível também se reflete nos preços praticados em Campo Grande.

Segundo a ANP, a Capital tem o terceiro menor preço médio do etanol entre as capitais brasileiras, com o litro comercializado a R$ 3,92, atrás apenas de Cuiabá (R$ 3,63) e São Paulo (R$ 3,88).

A competitividade do biocombustível também pode ser medida pela relação com a gasolina. Considerando os preços médios estaduais, o etanol representa cerca de 61% do valor da gasolina, porcentual bem abaixo do limite de 70% utilizado como referência para indicar vantagem econômica aos veículos flex.

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