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Pós ou segunda graduação:o que vale mais para o mercado?

Pós ou segunda graduação:o que vale mais para o mercado?

Infomoney

22/11/2010 - 12h07
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A fase depois da formatura da faculdade é repleta de dúvidas. E aquelas sobre os melhores caminhos para alavancar a carreira são as mais constantes. Muitos já emendam uma pós. Outros, porém, preferem pensar nisso depois e escolhem cursar uma segunda graduação. Aqueles que estiverem entre uma dessas opções e têm a intenção de melhorar o currículo, porém, devem ficar atentos não só aos seus desejos, mas ao que pesa mais para o mercado de trabalho.

Para a consultora da Cia de Talentos Fernanda Montero, escolher entre uma pós e uma segunda graduação é uma questão difícil e que depende de diversos fatores. “Essa escolha vai depender do foco da carreira da pessoa”, afirma. “O importante, dependendo da carreira, é que tanto um como outro complementem a formação do profissional”, diz.

Já a gerente de Treinamento do Nube, Carmen Alonso, é enfática. “De uma maneira geral, a pós-graduação confere um diferencial maior para o mercado que a segunda graduação”, afirma. O importante, para ela, é que o estudante mantenha a coerência na hora de escolher uma especialização.

Pós ou segunda graduação?
Para cursar uma pós, alguns requisitos são necessários e o principal deles é saber exatamente o foco que o estudante quer dar para a sua carreira. Para isso, é preciso ter atuado, ainda que de maneira restrita, na área de formação. Para Fernanda, experiências durante a vida acadêmica contam muito e ajudam na hora da escolha.

A consultora acredita que o estudante precisa pensar que uma pós ou mesmo uma segunda graduação deve ter um sentido de complementação da formação. Para Fernanda, em áreas por si só já muito específicas, como as várias modalidades de engenharias, ou mesmo áreas de tecnologia, uma segunda graduação pode ser um grande diferencial.

Já para cursos mais gerais, como Direito e Administração, uma pós-graduação tem um peso muito maior no currículo. O importante, segundo a especialista, é não parar na graduação. “Ter uma graduação já deixou de ser um diferencial no mercado”, reforça.

Para Carmen, contudo, tanto uma pós como uma segunda graduação complementam a formação, sendo que a pós, na sua avaliação, faz mais diferença. Isso mostra que o mercado está buscando mais profissionais especialistas? “Ele tem de ter especialidade, mas tem de ter uma visão generalista também”, reforça.

Equilíbrio na hora da escolha
As especialistas consultadas concordam que qualquer decisão a ser tomada para definir a escolha requer uma análise da área de atuação, da empresa e dos desejos do recém-formado. “É preciso haver um equilíbrio”, ressalta Carmen. Ela reforça que qualquer escolha envolverá investimento de tempo e dinheiro em maior ou menor grau.

Por isso, avalie todas as variáveis, pois de nada adianta considerar apenas as necessidades da empresa na hora de escolher o que vai fazer depois da formatura. “O conhecimento é um capital pessoal. Independentemente da empresa, o estudante tem de ver quais são as possibilidades de ele aproveitar o conhecimento que ele vai adquirir para a carreira dele”, reforça a gerente.
 

Empregos e Carreira

Governo autoriza concurso público com quase 200 vagas para o Hospital Regional

Concurso será realizado na modalidade de provas e títulos, para o cargo de técnico de serviços hospitalares

21/01/2026 10h44

Concurso terá 194 para o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul

Concurso terá 194 para o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O Governo de Mato Grosso do Sul autorizou a realização de concurso público com 194 vagas para o Hospital Regional em Campo Grande. O decreto com a autorização foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (21).

As vagas são para o cargo de técnico de serviços hospitalares, na função de técnico de serviços hospitalares, na função de técnico de enfermagem, do quadro de pessoal da Fundação Serviços de Saúde (Funsau), instituição responsável pela gestão do Regional.

Conforme a publicação, a organização do concurso ficará sob responsabilidade da Secretaria Estadual de Administração (SAD), Secretaria Estadual de Saúde (SES) e Funsau, que serão responsáveis por definir as normas, os procedimentos, as etapas do concurso e os critérios de seleção, todos a serem detalhados em edital específico.

Este edital específico estabelecerá as atribuições da Comissão Organizadora e os requisitos legais para:

  • a investidura nos cargos, o prazo de validade do concurso, o número de vagas oferecidas por cargo e por área de especialização referentes à formação ou à escolaridade profissional exigida e a carga horária;
  • cada uma das fases do concurso, as modalidades das provas, seu conteúdo, a forma de avaliação e as demais questões de interesse dos candidatos.

O concurso será realizado na modalidade de provas e títulos, conforme previsto no decreto.

Para a diretora-presidente da Funsau, Marielle Alves Corrêa Esgalha, a autorização do concurso representa um avanço importante para o fortalecimento da assistência hospitalar no Estado.

“A ampliação do quadro de técnicos de enfermagem é fundamental para qualificar ainda mais o atendimento prestado no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul. Essa autorização demonstra o compromisso do Governo do Estado com a valorização dos profissionais da saúde e com a melhoria contínua dos serviços oferecidos à população”, destaca.

O secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa, ressalta que o concurso integra um planejamento mais amplo de fortalecimento da rede pública estadual.

“A autorização dessas vagas faz parte de uma estratégia de médio e longo prazo para garantir sustentabilidade ao sistema hospitalar, reduzir sobrecargas nas equipes e assegurar respostas mais eficientes às demandas assistenciais. O Hospital Regional é referência em alta complexidade e precisa de quadros dimensionados de forma adequada para manter a qualidade, a segurança e a continuidade do cuidado”, pontua.

Prova em Campo Grande

Inscrições para concurso da Camâra dos Deputados encerram dia 26

Ao todo são ofertadas 70 vagas com remuneração mensal entre R$ 21.008,19 a R$ 30,8 mil

20/01/2026 14h30

Foto: Câmara dos Deputados

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Com provas em Campo Grande e salários de até R$ 30 mil, as inscrições para concurso público da Câmara dos Deputados encerram na próxima segunda-feira (26). Os interessados devem se inscrever pela página oficial do concurso. O prazo de inscrição termina às 17h (de MS). 

São 70 vagas imediatas para cargos de nível superior, além de 70 vagas em cadastro de reserva. Com jornada de trabalho é de 40 horas semanais, a remuneração mensal varia de R$ 21.008,19 a R$ 30.853,99, conforme o cargo. São 35 vagas para analista legislativo, especialidade processo legislativo e gestão e outras 35 vagas para técnico legislativo, especialidade assistente legislativo e administrativo.

Os candidatos devem ter diploma de curso superior em qualquer área, emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

As provas objetivas e discursivas serão aplicadas em todas as capitais, no dia 8 de março, nos turnos da manhã e da tarde. A etapa é eliminatória e classificatória.

São 90 questões de conhecimentos gerais e 90 de conhecimentos específicos. A duração será de cinco horas para a prova objetiva e de três horas para a prova discursiva.

Taxa de inscrição

A taxa de inscrição é de R$ 100 para o cargo de técnico legislativo e R$ 130 para o cargo de analista legislativo. O pagamento deve ser feito até 28 de janeiro, por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança).

O documento inclui QR code para pagamento via Pix. No formulário de inscrição, o candidato deve informar o Número de Identificação Social (NIS). Os pedidos de isenção sobre a taxa foram encerrados no último dia 12. 

Do total de vagas, 30% são reservadas da seguinte forma:

  • 25% para candidatos negros;
  • 3% para candidatos indígenas;
  • 2% para candidatos quilombolas.

Saiba* Para concorrer às vagas reservadas, o candidato deve indicar essa opção no momento da inscrição e autodeclarar-se negro (preto ou pardo), indígena ou quilombola, conforme o quesito cor ou raça do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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