Economia

Impacto no Bolso

Fim da escala 6x1 vai aumentar a mensalidade escolar em MS? Veja o que dizem as escolas

Presidente do Sinepe-MS prevê aumento médio de 20% nas mensalidades em 2027 e afirma que escolas já discutiam reajustes de 12% a 15%; mudança na jornada de trabalho deve pressionar ainda mais os custos

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As mensalidades das escolas particulares de Mato Grosso do Sul poderão ficar, em média, 20% mais caras em 2027, diante dos impactos financeiros associados ao fim da escala de trabalho 6x1. A projeção foi apresentada pelo presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Mato Grosso do Sul (Sinepe-MS), Audie Andrade Salgueiro, em entrevista ao Correio do Estado nesta quarta-feira (21).

Segundo o dirigente, as instituições já trabalhavam com reajustes na faixa de 12% a 15%, motivados pela inflação e pelo cenário econômico.

Entretanto, a mudança para a escala 5x2, que assegura dois dias de descanso semanal remunerado, poderá pressionar ainda mais as despesas, elevando os percentuais inicialmente considerados pelas escolas.

"A maioria das escolas está aumentando em 12% a 15%, numa questão de inflação e economia. Com a vinda da escala 5x2 e esse impacto que a gente está tendo, isso aumentou demais", afirmou Salgueiro.

O presidente explicou que as instituições não pretendem necessariamente transferir a totalidade dos custos adicionais às famílias, mas considera que os reajustes poderão atingir uma média de 20% no próximo ano.

"A gente não vai repassar tudo isso, mas numa média de 20% de aumento vai existir ainda para 2027", declarou.

Na prática, caso a projeção se confirme, uma mensalidade atualmente fixada em R$ 1 mil poderá passar para R$ 1.200, representando um acréscimo de R$ 200 por mês e de R$ 2.400 ao longo de 12 mensalidades.

Para uma família que paga R$ 1,5 mil mensais, o mesmo reajuste representaria aumento de R$ 300, elevando o valor para R$ 1.800.

Apesar da estimativa, o percentual ainda não representa um reajuste definido para todas as escolas de Mato Grosso do Sul. Os valores efetivamente cobrados dependerão das despesas, dos contratos e da realidade financeira de cada instituição.

Segundo o presidente do Sinepe-MS, Audie Andrade Salgueiro, aproximadamente 88 mil estudantes estão matriculados em instituições particulares de ensino regular e superior em Mato Grosso do Sul.

Desse total, cerca de 48 mil estão em Campo Grande. Os números dimensionam o alcance dos possíveis reajustes nas mensalidades previstos para 2027.

A projeção local também se aproxima de um alerta apresentado pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que calcula que o fim da escala 6x1 poderá provocar aumentos adicionais de 8% a 11% nas mensalidades escolares brasileiras.

Somados aos reajustes anuais normalmente praticados, esses percentuais poderão elevar a correção total a até 23%, segundo o cenário mais elevado apresentado pela entidade nacional.

Escolas de MS já receberam orientações sobre mudanças

Diante da perspectiva de elevação dos custos, o Sinepe-MS começou a orientar as instituições particulares sobre as consequências da nova legislação trabalhista.

Segundo Audie Andrade Salgueiro, o sindicato já elaborou uma apostila com informações destinadas aos estabelecimentos de ensino e pretende promover uma reunião para apresentar os impactos financeiros e operacionais da mudança.

"A gente já tem orientado as escolas", afirmou o dirigente, acrescentando que a entidade prepara um encontro para discutir as adaptações necessárias.

A preocupação envolve tanto o pagamento dos profissionais quanto a organização das atividades desenvolvidas ao longo da semana, especialmente aquelas realizadas fora do horário regular de aulas.

Com a nova escala, as instituições poderão precisar reorganizar horários de atendimento, redistribuir tarefas e avaliar a necessidade de contratações para manter serviços que atualmente dependem de funcionários que trabalham aos sábados.

Entretanto, o sindicato ainda não detalhou quantas escolas de Mato Grosso do Sul poderão ser diretamente atingidas pelas mudanças, nem apresentou uma estimativa do número de trabalhadores envolvidos.

Professores horistas estão no centro da discussão

A principal preocupação das instituições particulares está relacionada ao possível aumento dos custos com os professores remunerados por hora-aula.

De acordo com a Confenen, os professores horistas representam aproximadamente 55% da folha de pagamento docente do ensino privado brasileiro. Nas instituições particulares de ensino superior, essa participação ultrapassa 80%.

Os professores horistas são profissionais remunerados de acordo com a quantidade de horas-aula contratadas, diferentemente daqueles que recebem um salário mensal fixo por uma jornada preestabelecida.

Além do pagamento pelas aulas, esses profissionais têm direito ao Descanso Semanal Remunerado (DSR), cujo cálculo está no centro das discussões sobre os efeitos da nova legislação.

Atualmente, conforme a Súmula 351 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o cálculo da remuneração desses professores considera um adicional de um sexto sobre o valor das horas-aula, referente ao descanso semanal remunerado.

Com a garantia constitucional de dois dias de repouso, representantes dos trabalhadores defendem que o cálculo passe a considerar o fator de dois quintos, enquanto a Confenen pede uma regulamentação específica para o magistério.

Para demonstrar o possível impacto, a entidade patronal apresenta o exemplo de um professor que recebe R$ 5 mil mensais pelas horas-aula ministradas.

Pelo cálculo atual, esse profissional recebe R$ 833,33 de descanso semanal remunerado, totalizando R$ 5.833,33.

Caso seja aplicado o fator de dois quintos, o pagamento pelo descanso passaria para R$ 2 mil, elevando a remuneração total para R$ 7 mil.

A diferença representa um aumento de 20% no custo da remuneração considerada no exemplo, antes mesmo de outros possíveis efeitos da redução da jornada.

Segundo a Confenen, esse cenário poderá elevar significativamente as despesas das instituições que possuem grande quantidade de professores contratados por hora-aula.

A entidade, entretanto, reconhece a legitimidade da redução da jornada e concentra sua preocupação na forma como o segundo dia de descanso será tratado na regulamentação.

Impacto nas escolas pode chegar a R$ 17,3 bilhões por ano

Um estudo encomendado pela Confenen ao economista Luiz Alvares Rezende de Souza, da NumbersTalk, estima que a mudança na jornada de trabalho poderá provocar um aumento expressivo nas despesas com pessoal das instituições particulares de ensino.

De acordo com o levantamento, o impacto financeiro nacional poderá variar de R$ 9,3 bilhões a R$ 31,6 bilhões anuais, dependendo das condições consideradas para a jornada e o pagamento do descanso semanal remunerado.

No cenário apontado pela entidade como mais provável, as despesas adicionais chegariam a R$ 17,3 bilhões por ano.

Para preservar suas margens financeiras, as instituições poderiam repassar parte dessas despesas aos valores cobrados dos estudantes.

A projeção considera aumentos adicionais de 8% a 11% nas mensalidades, além dos reajustes anuais normalmente praticados pelo setor, estimados entre 9% e 12%. Dessa forma, a correção total poderá chegar a 23%, segundo a Confenen.

O percentual nacional é superior à média de 20% projetada pelo presidente do Sinepe-MS para Mato Grosso do Sul.

Os números, porém, representam estimativas elaboradas pelas entidades que representam as instituições de ensino particulares, e não aumentos obrigatórios ou já autorizados para as escolas.

Escolas pequenas podem enfrentar dificuldades

A preocupação também envolve a capacidade financeira das escolas de pequeno porte, que poderão enfrentar maiores dificuldades para absorver os custos adicionais.

Segundo a Confenen, parte dessas instituições opera com margens de resultado entre 3% e 8%, o que reduz a capacidade de suportar aumentos expressivos nas despesas trabalhistas.

Diferentemente dos grandes grupos educacionais, que possuem estruturas administrativas mais amplas e maior possibilidade de reorganização, as escolas menores dependem diretamente do recebimento das mensalidades para custear salários, manutenção, tributos e demais despesas.

A entidade alerta que algumas instituições poderão enfrentar dificuldades financeiras e até risco de encerramento das atividades caso não consigam absorver ou repassar os custos projetados.

Entre as possíveis alternativas estão a reorganização dos horários de atendimento, a contratação de serviços terceirizados e a revisão de atividades realizadas aos fins de semana.

Essas medidas, entretanto, dependerão das características de cada instituição e não representam mudanças já definidas para as escolas de Mato Grosso do Sul.

Sinepe-MS também reclama de cobrança retroativa de ISS

Além da mudança na jornada de trabalho, o presidente do Sinepe-MS apontou outra preocupação que, segundo ele, poderá pressionar os custos das escolas particulares de Campo Grande.

Audie Andrade Salgueiro afirmou que a Prefeitura estaria realizando cobranças retroativas do Imposto Sobre Serviços (ISS), situação que tem provocado insatisfação entre representantes dos estabelecimentos de ensino.

O dirigente também relatou supostos abusos durante procedimentos de fiscalização municipal, embora não tenha detalhado quais instituições foram atingidas, os valores cobrados ou os episódios mencionados.

Segundo Salgueiro, a discussão sobre os possíveis aumentos das mensalidades precisa considerar não apenas os impactos da escala 5x2, mas também as despesas tributárias e outros fatores que afetam o funcionamento das escolas particulares.

"A gente está bem preocupado com tudo isso", afirmou.

O presidente defendeu uma discussão mais ampla sobre a situação financeira das instituições, principalmente diante da possibilidade de diferentes despesas aumentarem simultaneamente.

Até 600 mil alunos podem migrar para escolas públicas

A Confenen também alerta que aumentos expressivos nas mensalidades poderão provocar a transferência de estudantes da rede particular para a pública.

Segundo a entidade, aproximadamente 600 mil alunos poderão deixar instituições privadas em todo o Brasil caso se concretizem os cenários mais elevados de reajuste.

A projeção considera a possibilidade de famílias não conseguirem manter o pagamento das mensalidades diante do aumento das despesas educacionais.

Se confirmada, essa movimentação poderá ampliar a demanda por vagas nas redes estaduais e municipais de ensino.

Entretanto, o levantamento não apresenta uma estimativa específica para Mato Grosso do Sul, nem informa quantos estudantes de Campo Grande e de outras cidades do Estado poderão ser afetados.

Trabalhadores contestam projeções das escolas

As preocupações apresentadas pela Confenen também provocaram reação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), que contesta a interpretação defendida pela entidade patronal sobre o cálculo do descanso semanal remunerado.

Em nota divulgada no sábado (17), a Contee argumentou que a nova redação constitucional assegura expressamente dois dias de repouso semanal remunerado e que a transformação de um desses períodos em folga compensatória contrariaria o direito garantido aos trabalhadores.

A entidade defende que os professores horistas tenham o descanso remunerado calculado de acordo com a nova garantia constitucional.

Por outro lado, a Confenen sustenta que as particularidades da remuneração por hora-aula precisam ser consideradas na regulamentação, de forma a evitar aumentos que, segundo a entidade, possam comprometer a sustentabilidade financeira das instituições.

A divergência também envolve a possibilidade de disputas judiciais sobre os pagamentos, especialmente caso a aplicação das novas regras provoque interpretações diferentes entre empregadores e trabalhadores.

A Confenen estima um passivo potencial de R$ 15 bilhões em ações trabalhistas retroativas, valor que representa uma projeção de risco e não uma dívida já reconhecida judicialmente.

O Correio do Estado procurou o Sindicato dos Professores de Mato Grosso do Sul (Sinpro-MS) para obter esclarecimentos sobre os possíveis impactos do fim da escala 6x1 na remuneração dos professores horistas e nas condições de trabalho da categoria.

Até a publicação desta reportagem, não houve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação.

Nova escala começa a valer em dezembro

A Emenda Constitucional nº 141/2026, promulgada em 16 de outubro, estabelece o fim da escala 6x1, com dois dias de descanso semanal remunerado e sem redução salarial.

A mudança será gradual. Em dezembro deste ano, a jornada máxima cairá de 44 para 42 horas semanais, chegando a 40 horas em dezembro de 2027.

No ensino privado, a principal discussão envolve os custos adicionais com professores horistas e os possíveis reflexos nas mensalidades.

Embora o Sinepe-MS projete reajuste médio de 20% em 2027, os percentuais dependerão da realidade financeira de cada escola, e ainda não é possível determinar quanto do aumento será provocado especificamente pela nova jornada.

Loterias

Resultado da Timemania de ontem, concurso 2457, terça-feira (20/10): veja o rateio

A Timemania realiza três sorteios semanais, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso.

21/10/2026 08h31

Confira o rateio da timemania

Confira o rateio da timemania Foto: Reprodução

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2457 da Timemania na noite desta terça-feira, 20 de outubro de 2026. A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 21 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 5 apostas ganhadoras, (R$ 32.116,73)
  • 5 acertos - 132 apostas ganhadoras, (R$ 1.737,91)
  • 4 acertos - 2.723 apostas ganhadoras, (R$ 10,50)
  • 3 acertos - 24.816 apostas ganhadoras, (R$ 3,50)

Time do Coração

PORTO VELHO /RO - 5.610 apostas ganhadoras, R$ 8,50

Confira o resultado da Timemania de ontem!

Os números da Timemania 2457 são:

  • 28 - 56 - 53 - 69 - 51 - 59 - 25 
  • Time do Coração: 63 - Porto Velho (RO)

O sorteio da Timemania é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Timemania 2458

Como a Timemania tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quinta-feira, 22 de outubro, a partir das 20 horas (horário local), pelo concurso 2458. O valor da premiação está estimado em R$ 21,7 milhões.

Para participar dos sorteios da Timemania é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,50 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 10 dente as 80 dezenas disponíveis, e fatura prêmio se acertar de três a sete números, ou o time do coração;

Como jogar a Timemania

A Timemania é a loteria para os apaixonados por futebol. Além de o seu palpite valer uma bolada, você ainda ajuda o seu time do coração.

Você escolhe dez números entre os oitenta disponíveis e um Time do Coração. São sorteados sete números e um Time do Coração por concurso. Se você tiver de três a sete acertos, ou acertar o time do coração, ganha.

Você pode deixar, ainda, que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 9, ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com 10 dezenas, a probabilidade de acertar sete números ganhar o prêmio milionário é de 1 em 26.472.637, segundo a Caixa.

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Loterias

Resultado da Quina de ontem, concurso 7147, terça-feira (20/10): veja o rateio

A Quina realiza seis sorteios semanais, de segunda-feira a sábado, sempre às 20h; veja quais os números sorteados no último concurso.

21/10/2026 08h29

Confira o rateio da Quina

Confira o rateio da Quina Foto: Arquivo

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 7147 da Quina na noite desta terça-feira, 20 de outubro de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 52 milhões.

  • 5 acertos - Não houve ganhadores
  • 4 acertos - 95 apostas ganhadoras, (R$ 9.444,31)
  • 3 acertos - 8.347 apostas ganhadoras, (R$ 102,37)
  • 2 acertos - 199.287 apostas ganhadoras, (R$ 4,28)

Confira o resultado da Quina de ontem!

Os números da Quina 7147 são:

  • 44 - 21 - 57 - 05 - 50

O sorteio da Quina é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal oficial da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Quina 7148

Como a Quina seis sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 21 de outubro, a partir das 20 horas, pelo concurso 7148. O valor da premiação está estimado em R$ 55 milhões.

Para participar dos sorteios da Quina é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

A aposta mínima custa R$ 3,00 para um jogo simples, em que o apostador pode escolher 5 dentre as 80 dezenas disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 2, 3, 4 ou 5 números.

Como apostar na Quina

A Quina tem seis sorteios semanais: de segunda-feira a sábado, às 20h (horário de MS).

O apostador deve marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no volante e torcer. Caso prefira o sistema pode escolher os números para você através da Surpresinha ou ainda pode concorrer com a mesma aposta por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos consecutivos com a Teimosinha.

Ganham prêmios os acertadores de 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O preço da aposta com 5 números é de R$ 3,00.

É possível marcar mais números. No entanto, quanto mais números marcar, maior o preço da aposta.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas cinco dezenas, que custa R$ 2,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 24.040.016, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 7.507,50 a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 8.005, ainda segundo a Caixa.

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